História Azul cor de sangue. - Capítulo 2


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom)
Personagens Kaede Kayano, Karma Akabane, Nagisa Shiota, Personagens Originais, Sugino Tomohito
Tags Ansatsu Kyoshitsu, Assassinato, Drama, Kaede Kayano, Karma Akabane, Karmagisa, Lemon, Nagisa Shiota, Rio Nakamura, Romance, Vingança, Yaoi
Visualizações 23
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii eu sou a Nina:)
E desculpem a demora, mas infelizmente as minhas fics não tem um certo período para as atualizações:( mas espero que gostem dessa.

Boa leitura:3
(Desculpe qualquer erro)

Capítulo 2 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Azul cor de sangue. - Capítulo 2 - Capítulo I


. . . 

A vida na incrível metrópole era deveras corrida, homens engravatados carregando suas malas, pessoas conversando ao telefone e outra maioria apressada com suas tarefas cotidianas. Mas um dia totalmente normal na capital do Japão, a incrível e surpreendente Tóquio a cidade que nunca dorme. Onde habitam centenas de prédios comerciais, e justo em um deles – um dos mais importantes se é que podemos dizer – que começaremos nossa história. Um enorme e luxuoso arranha-céu mais conhecido como o formigueiro dos políticos. Em uma sala tratavam assuntos sobre o país em uma reunião, que era comum para os assalariados ricos. 

Akabane Karma um excelente burocrata, um político que desenvolvia a economia do país com maestria, um homem inteligente que sabia o que estava fazendo estando sempre um passo a frente dos demais. Com seu espírito de liderança tomava a atenção dos outros políticos na enorme mesa de reuniões.

– Para acabarmos logo, concluirmos que no próximo semestre investiremos 45% do valor total.– o ruivo de olhos acrobeados arrancou alguns murmúrios de indignação.

– Discordo!– um dos homens engravatados levantou-se da cadeira em uma forma de protesto.– É uma taxa muito alta a se por a risco!

– Senhor, sei o que estou fazendo e nunca que colocaria nossa economia em risco.– os olhos dourados agora estavam fixados aos olhos do homem que se sentiu encurralado.– Eu nunca errei, não sera dessa vez que isso ira acontecer.– com um simples olhar fez o homem concordar bufando e voltando a se sentar.– A maioria que concorda, fiquem tranquilos que não irei decepciona-los. Estão dispensados.– após a autorização alguns engravatados ainda ficaram ali conversando entre si e outros apenás saíram, Karma fez o mesmo pegou sua pasta da mesa e saiu pela porta principal.

Não que o ruivo fosse um presidente ou ditador, começou sua vida como um político qualquer desses pé de chinelo que ninguém nunca nem sabe o nome. Mas que com o tempo as pessoas começaram a respeita-lo afinal era um ótimo profissional que sempre tomava decisões corretas. Não era apenas isso, seu olhar, todos que olhavam para aquele dourado se sentiam intimidados como se a qualquer momento pudessem ser atacados e engolidos por aquelas duas esferas acobreadas. Além do mais o político era alguém extremamente manipulador que seria capaz fazer de tudo e um pouco mais para conseguir aquilo que queria.

Assim que saiu da sala de reuniões foi em direção a sua própria sala na intensão de sentar-se na grande cadeira preta e acolchoada. Mas todos seus planos de descanso foram por água abaixo quando a porta se abriu dando imagem a uma bela mulher loira vestida com uma camisa social e saia preta, usava também um salto preto e um coque amarrando seus cabelos.

– Karma o que pensa que esta fazendo aqui parado?– a bela garota era sua secretária e também melhor amiga há muito tempo Rio Nakamura.– Tem uma reunião para ir com o conselho.– a loira entrou na sala sem pedir licença.

– Ainda sou seu chefe, peça licença antes de entrar.– olhou com o mesmo olhar intimidador para a mulher que não ligou nem um pouco.

– Como pagará meu salário se não trabalha, chefe?– a loira se aproximou da mesa onde Karma estava com os pés em cima.– Vamos, ande!

– Então você vai me pagar um café.– falou se levantando e pegando seu blazer, a loira bufou.

– No caminho, agora vamos!–sairam então os dois lado a lado atiçando os olhares dos demais.

Karma um homem notável que fazia com que as mulheres a sua volta se derreterem. E Rio uma mulher deslumbrante e bem-sucedida que arrancava suspiro de desejo ou ambição de homens, pelo fato de ser uma mulher de garra que não gostará de se rebaixar para cara algum. Mas todos daquele lugar concordavam em algo; os dois formavam um belo casal, senhor e senhora Akabane. Karma concordava com as insinuações alheias, faria um otimo par com a loira se ela não fosse sua melhor amiga e se o mesmo não se intitulasse gay.

– Sabe, hoje é aniversário do Tomohito-kun.– a loira deu um gole no café amargo sem se importar com a cara de duvida do melhor amigo.– Tomohito estudou com a gente.– olhou para o ruivo que ainda se esforçava para recordar.– O jogador de beisebol?– estava prestes a desistir bufando de raiva, como que Karma havia esquecido das pessoas que marcaram sua vida?– O melhor amigo de Nagisa, seu animal.– deu um tapa na cabeça do ruivo e entrou no carro.

Karma arregalou os olhos, seu corpo travou em frente a porta aberta do veículo, pelo fato de ouvir o nome do azulado sair da boca da amiga.

– O que foi Akabane? Entra no carro...– percebeu que o ruivo estava com um cara de choque.– Ainda esta magoado com o que aconteceu?– a última palavra soou como um sino que despertou a consciência do homem que entrou no carro rapidamente.

– A-ah? N-não, só fiquei em choque ao lembrar de Sugino.– mentiu e a loira sabia muito bem a verdade que o ruivo queria esconder de si mesmo, jurou nunca mais pensar em Nagisa.– Devemos ligar para parabenizar?

– Eu já fiz isso. Faça você agora.

– Quando chegar em casa eu ligo.

O carro estacionou em frente a um prédio tão grande quando o que estavam antes. Subiram as escadas em direção a sala de reunião ambos em um silêncio incômodo. 

.

.

A reunião havia durado duas e logas horas. Algo estava incomodando o ruivo que ficará inquieto durante todo o período de tempo desde que entraram naquele carro mais cedo.

– Estou indo para casa.– Karma se afastou de Rio estendendo a mão para um táxi.

– Okay, aproveite sua folga amanhã.– a loira percebeu a inquietação do amigo, o conhecia muito bem e sabia que estava assim por recordar de acontecimentos atigos envolvendo o azulado Nagisa.

Akabane entrou no táxi que logo começou a se movimentar, de longe observou a figura da amiga sumir com a imagem do céu escuro. Pegou o celular que estava no bolso da calça e procurou na agenda telefônica o númerodo do antigo amigo com quem não falava a tanto tempo que até esquecera de sua existência. 

Discou os nove dígitos do número telefônico que chamou por alguns segundos quando foi atendido e uma voz conhecida ecoou.

– Karma-kun?– a voz do outro lado.– Quanto tempo.

– Tomohito-kun, fiquei sabendo pela Rio que esta fazendo aniversário e resolvi ligar para parabenizar.– falou meio sem jeito.– Não mandei nada pois não sei onde mora nem nada.

– Ah sim muito obrigado pelo jesto, estou morando fora.– riu.– Sabe como é a vida de um jogador profissional... Mas o Karma de antigamente, sei que não é só por esse motivo que esta ligando.

– Mais ou menos isso...você era o melhor amigo de Nagisa no terceiro ano e bem sabe por onde ele anda?

– N-nagisa? Desde que aquela tragédia aconteceu ele se afastou de todos.– deu para perceber a tristeza do outro lado da linha.

– Perdão? Tragédia?

– Sim? A morte da Kaede.– a última palavra soou com tristeza.– Pensei que soubesse.

– A Kayano? Morreu...– ficou perplexo.– C-como? Esta brincando né?

– N-não, pensei que Nakamura havia lhe contado.

– Não...ela não me disse nada.

– Entendo...– o clima havia ficado meio incômodo.

– Desculpe por fazer você me contar isso em uma ocasião como essa. Irei desligar obrigado.

– Não se incomode, espero por mais ligações sua. Até.– esperou pelo ruivo desligar o telefone.

Ainda sentado no banco do carro não percebeu quando o veículo parou de frente ao apartamento. Saiu e pagou para o homem o valor da corrida, entrando em casa com a mente em branco. Jogou a pasta em cima do sofá, pegou uma garrafa de uísque despejando o líquido em um copo logo o dirigindo para a boca dando um gole grande, ainda não sabia o que pensar. Passou a mão entre os cabelos bagunçando-os fios aos poucos a fixa ia caindo e percebeu o grau da situação.

Sua amiga, colega de classe e esposa da pessoa em que mais amou na vida morreu, e descobriu isso hoje, Sentou-se no sofa e a apoiu o rosto em ambas as mãos. Sentia tristeza e nada mais.



Notas Finais


É isso, espero que tenham gostado e até a próxima.
Atée:3


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