História B de...Bebê? - Capítulo 1


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Categorias Red Velvet
Personagens Seulgi
Tags B De Que, Seuldy, Seulgi
Visualizações 57
Palavras 677
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, LGBT
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A idéia pra essa fic surgiu do nada na minha cabeça e olha, eu nem acredito que consegui terminar. Fiquei umas três horas pra escrever um punhado de palavras dhsbzhz
Espero que ela esteja boa :)

Capítulo 1 - Positivo ou Negativo?


Seulgi estava nervosa. Mas não nervosa do tipo "amanhã tenho uma prova importante mas não estudei", ela estava  nervosa do tipo "pode ser que eu esteja grávida".

Já fazia alguns dias que vinha se sentindo indisposta e um pouco enjoada. E naquele mesmo dia Seulgi quase vomitou ao sentir o cheiro do perfume extremamente doce de Irene, sua melhor amiga. Isso a deixou extremamente assustada.

A morena encontrava-se dentro do banheiro de seu dormitório na faculdade, quase arrancando os cabelos com a possibilidade de realmente estar esperando um filho. Tinha apenas vinte e dois anos e estava no meio do terceiro semestre do curso de gastronomia, ela não podia estar gravida. E foi pensando nisso, que foi até a farmácia mais próxima do campus e comprou um teste de gravidez.

Sentada sobre a tampa da privada, a garota tentava ganhar coragem para fazer o teste.

Se desse positivo, o que ela faria? Como contaria para Wendy, sua namorada, que estava grávida?

Porque mesmo as duas tendo combinado em ter um relacionamento aberto, Wendy surtaria se Seulgi aparecesse grávida de um cara com quem só passou uma noite junto.

Iria chama-la de irresponsável e fazer um discurso sobre a importância de se usar preservativos. Mas o problema era exatamente esse. Seulgi e Jimin, o cara com quem ela havia saido, tinham usado camisinha mas enquanto transavam a mesma estourou, e eles só foram perceber após terminarem o ato mas no momento não deram a devida importância para aquilo. Agora o medo e a insegurança tomavam conta da garota.

Decidida a não prolongar ainda mais o tempo de espera para saber se a sua vida iria ou não mudar daqui pra frente, Seulgi decidiu por fazer logo o teste. 

Após ler as instruções e fazer o que se pedia, a garota voltou a sentar-se sobre a tampa da privada para, como indicado na caixinha do teste, esperar os três minutos para obter o resultado.

No primeiro minuto Seulgi imaginou como seria se tivesse que contar para a namorada sobre uma possível gravidez. Imaginou a bronca que levaria, a briga que teriam, pensou até na possibilidade de um termino. Ela não queria terminar com Wendy. Amava muito a outra garota, seria horrível terminar.

No segundo minuto ela se viu tendo que largar sua amada faculdade para criar um criança sozinha. Voltaria para a casa dos seus pais com o rabinho entre as pernas, pedindo ajuda. Será que eles aceitariam uma filha grávida de um cara com quem tinha se esbarrado algumas vezes na faculdade por terem aulas no mesmo prédio? E Jimin, ele assumiria a criança ou nem se quer faria questão de saber se seria uma menina ou um menino?

No terceiro minuto ela pensou como ficaria seu corpo após dar a luz. Lembrou-se da última vez foi visitar sua tia que já tinha quatro filhos e se imaginou gorda, cheia de estrias e com os seios vazando leite. E quase teve uma crise de choro ao pensar que ninguém iria mais querer ela por ser feia.

Seulgi estava tão entretida em imaginar como seria sua vida se tivesse um filho, que quase não notou quando o tempo passou e o resultado já poderia ser visto.

A morena pegou o teste e ficou um pouco confusa pois não lembrava como saber quando o resultado era positivo ou negativo. Ela então pegou a caixinha e leu mais uma vez as instruções.

Olhava do teste para as instruções e das instruções para o teste.

Não podia acreditar no que estava vendo.

De repente uma onda de alivio tomou conta de seu corpo. O teste tinha dado negativo. 

Seulgi se sentia a pessoa mais feliz do mundo no momento. Não que ela não quisesse ter filhos, não. Ela só achava que estava muito cedo para aquilo. Talvez com uns trinta ou trinta e cinco, mas agora definitivamente não.

Jogou o teste e a caixinha no lixo e se dirigiu para o quarto, logo se jogando na cama rindo de seu desespero inicial e pensando como em alguns momentos nossa imaginação tende a nos fazer criar mil e uma situações desesperadoras para coisas que ainda nem se quer aconteceram.


Notas Finais




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