História Ba-dump. - Capítulo 6


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Categorias Gintama
Personagens Kagura, Sougo Okita
Tags Gintama, Kagura, Okikagu, Okita Sougo
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Palavras 2.819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello! Aqui estou eu para mais um capítulo dessa fic <333
A bad ainda estará nele, mas terá um pequeno momento de fofura *u*

Enfim, boa leitura <333

Capítulo 6 - There is a pain in my chest I cannot explain.


Fanfic / Fanfiction Ba-dump. - Capítulo 6 - There is a pain in my chest I cannot explain.

Sentada no chão da Residência Okita, Kagura mordeu o lábio inferior em nervos, tentando buscar lembranças de como havia chegado nessa situação. Seu corpo trêmulo estava coberto por uma toalha de banho que o sádico lhe dera, no qual ela apertava fortemente em nervosismo.

Não podia deixá-lo sozinho, certo? Ele estava catatônico quando se encontraram, precisava ajudá-lo de alguma forma! Ele chorou em seu ombro por horas, quando finalmente a ruiva percebeu que tinha que tirá-lo dali e decretou que o levaria para casa.

Talvez não tenha sido uma boa ideia.

Passou a toalha nas madeixas ruivas agora soltas, secando-as. Será que devia abrir a porta e ir embora de fininho? Nem pensar! Não podia deixar os seus sentimentos de garotinha interferir no que está acontecendo nesse instante, o sádico precisa de sua ajuda.

–China...

A voz arrastada de Okita Sougo ecoou pelo cômodo, a tirando de seus devaneios. Kagura ergueu o rosto até seus olhos azuis se encontrarem com os avermelhados, que ainda estavam sem brilho e abatidos. Seu cabelo cor de areia estava levemente úmido após sair do banho, agora ele usava apenas uma calça folgada e um moletom velho de dormir.

Quando teve a atenção da ruiva, completou:

–Você está ensopada, vá tomar um banho antes que pegue um resfriado ou uma pneumonia –Kagura abriu os lábios para inventar uma desculpa qualquer, porém ele foi mais rápido e disse: –O banheiro está no fim do corredor à esquerda, eu deixei algumas roupas da minha irmã para você lá...

A última frase soou tristemente de seus lábios, porém ambos preferiram fingir que nada escutaram. Envergonhada demais para dizer algo ou permanecer no local, Kagura se levantou e saiu correndo na ponta dos pés até o banheiro, onde ela trancou a porta e se escorou nela.

Ba-dump, ba-dump, ba-dump. A ruiva levou sua mão direita ao peito, mordendo o lábio inferior enquanto sentia suas bochechas queimarem em vergonha. Estava sozinha na casa do sádico; com o sádico. É claro que jamais iria acontecer algo entre eles em um momento como este (e nem ela quer isso!), mas é impossível controlar os próprios batimentos cardíacos.

Seus sentimentos por ele estavam crescendo cada vez mais, droga.

Fechando os olhos com força, Kagura passou a desabotoar sua camisa com as mãos trêmulas, se despindo por completo.

 

...

 

Sougo estava deitado no sofá, encarando o teto com um olhar perdido e uma expressão completamente vazia. Conseguia escutar o som do chuveiro ligado, porém não tinha cabeça alguma para pensar em uma provocação futura. Seu rosto estava inchado de tanto chorar e, mesmo assim, queria derramar mais lágrimas.

Do lado de fora, a chuva permanecia constante, como se quisesse lhe aplacar um pouco de seu sofrimento. Cobriu o rosto com o braço direito, respirando fundo na esperança de abrir novamente o rosto e ver que tudo é apenas um pesadelo, que acordaria com Mitsuba lhe chamando para passearem.

“Sou-Chan!”

Ah, queria escutar a voz dela o chamando mais uma vez, somente uma última vez... Sentiu seus olhos encherem-se de lágrimas novamente, nas quais ele mordeu o lábio inferior na tentativa de reprimir. O sentimento de culpa crescia cada vez mais dentro de si: se eu tivesse a levado ao hospital mais cedo, se eu tivesse dedicado mais meu tempo a ela...!

Não adianta mais chorar pelo leite derramado, Mitsuba está morta. Ela se foi, assim como seus pais, o deixando completamente sozinho neste mundo. Sougo sabe que não é uma criança indefesa, mas nesse momento, se sente completamente desamparado. O seu sol se apagou, para sempre.

Assim que uma solitária lágrima escorreu pelo seu rosto, o telefone residencial passou a tocar, o fazendo passar a mão pelos olhos e levantar-se em direção ao aparelho. Não queria atender, com certeza deve ser os malditos parentes de vigésimo grau lhe desejando pêsames, não tinha cabeça nenhum para isso agora.

Porém se surpreendeu com a voz da outra linha.

–Finalmente atendeu, então só chegou em casa agora? –Hijikata tentava falar naturalmente, porém sua voz estava abatida. –Você esqueceu o seu celular comigo no hospital.

–Ah, foi mal... –respondeu com desinteresse. –Outro dia eu o pego.

–Sougo... Como você realmente está?

Silêncio. O Okita não queria desabafar com seu “cunhado” que ele tanto rejeitou, mas que sempre fizera a sua irmã sorrir. Pensar nisso fez com que ele desse um sorriso triste: sim, poucas horas antes de falecer, Mitsuba havia saído com Hijikata para um jantar romântico e voltara radiante.

Ela estava feliz.

–Obrigado... por tudo que você fez por ela... –ele sussurrou com a voz pesada, porém carregada de sentimentos verdadeiros. De todas as pessoas, Hijikata Toushirou foi quem mais arrancou sorrisos de sua irmã, ele merece sua total gratidão.

–Não precisa me agradecer, sabe disso –o homem de cabelo negro disse, respirando fundo como se quisesse reprimir a vontade de chorar do outro lado da linha. –Eu te liguei para saber se você vai ficar em casa, estava preocupado com o seu sumiço.

Naquela hora, Sougo pensou em Kagura. Não possui plano algum de sair hoje, mas com ela em sua casa, o que fazer? Não podia simplesmente deitar-se na sua cama para chorar e deixá-la se virar. Por mais que seu orgulho o atrapalhe, é inegável que Kagura fora o seu pilar naquele momento. Se ela não tivesse lhe encontrado, só os deuses sabem onde ele estaria agora.

Por fim, ele apenas respondeu:

–Eu ficarei em casa.

–Você quer que eu veja as coisas? –uma pequena pausa, ambos sentindo dor somente por pensarem na próxima frase. –Sabe, o velório e tudo mais... Se não estiver pronto para fazer isso, eu faço por você. Ainda estou no hospital, afinal.

Sougo ergueu a sobrancelha em surpresa, percebendo que não era o único que estava sofrendo duramente com a morte de Mitsuba. Internamente, ele agradeceu de forma mais gentil possível ao Hijikata, porém não tinha forças para abrir os lábios e dizer.

O Príncipe dos Sádicos mordeu o lábio inferior, pensando que no dia seguinte teria que ir ao enterro de sua própria irmã. Somente isso lhe dava uma dor inexplicável, motivo o bastante para ele querer apenas ficar em casa e não olhar para ninguém pelas próximas horas. Pressionando o telefone contra o ouvido, ele sussurrou:

–Obrigado, deixo isso em suas mãos.

–Descanse, garoto. E se cuide.

Hijikata apenas fez uma breve despedida antes de encerrar a chamada, deixando Okita Sougo novamente sozinho e perdido. Colocara o telefone no gancho, respirando fundo e dando meia volta.

Só não esperava se deparar com Kagura no meio do corredor, lhe encarando.

Ela estava com o cabelo ruivo solto pela primeira vez na sua frente, as madeixas chegavam na altura do ombro. Ah, as roupas... As roupas de Mitsuba ficaram um pouco largas na garota, ela ainda escolheu um moletom e bermuda folgados. Kagura estava com os ombros rígidos e segurava firmemente a toalha de banho e suas roupas.

–B... Bem... Eu gostaria de saber onde eu coloco...? –balançou a toalha nos ares.

–Ah, sim... Nós temos uma secadora em casa e... –ele parou de falar assim que percebeu o que dissera. Nós. Havia incluído Mitsuba. O sádico rapidamente recobrou os sentidos e voltou a falar: –Enfim, deixe comigo que eu coloco suas roupas lá.

Kagura passou a encarar o chão e corou violentamente enquanto sentia o sádico retirar os tecidos de suas mãos, desaparecendo pelo corredor novamente. Respirou fundo, tentando acalmar seus batimentos cardíacos. Céus, o que diabos está fazendo na casa do mesmo, vestindo a roupa da falecida irmã dele?! Tinha apenas que deixá-lo são e salvo, dar umas mensagens consoladoras e sair!

Estava tudo tomando uma proporção imaginável.

E passou a piorar quando a ruiva sentiu um par de braços cruzarem seu corpo e lhe abraçarem na altura do ombro, a puxando para trás de forma gentil e casta. Sentiu uma testa tombar em seu ombro e logo em seguida um baixo riso, a fazendo ter certeza de quem se tratava. Por acaso ele tomou alguma droga para achar que tinha essa intimidade consigo?

–Ei, maldito! O que você está...?!

–Mitsuba –ele sussurrou como uma criança, a fazendo arregalar os olhos. –Eu estou tão feliz, você está de volta...!

Pela milésima vez neste dia, Kagura respirou fundo, não acreditando no que está acontecendo. Desvencilhou-se do sádico, ficando frente a frente com o mesmo para colocar a mão em sua testa, constatando o óbvio: uma febre emocional. Ótimo, ele agora está alucinando achando que sua a ruiva é sua irmã, e o fato dela está usando as roupas da mesma não ajuda nenhum pouco.

–Oh, céus... –ela sussurrou, o abraçando pelas costas para guia-lo. –Você está alucinando, tonto. Vamos, deite naquele sofá.

Graças aos deuses eles tinham um sofá-cama na sala, entrar no quarto do sádico seria constrangedor demais. O garoto já estava deitado totalmente esparramado no móvel, balbuciando algumas palavras desconexas enquanto Kagura o encarava com os braços cruzados. E agora?

–Sádico, você por acaso tem algum remédio para febre por aqui? –perguntou.

–Que pergunta é essa? –ele rebateu com a voz arrastada. –Onee-san, você sempre cuidou dos medicamentos da casa, é claro que sabe onde estão...

Que maravilha, parece que Kagura terá que encontrá-los sozinha. E foi isso que a ruiva fez após suspirar em derrota: deu meia volta e passou a vasculhar as gavetas e armários que tinham na cozinha. As pessoas normalmente guardam medicamentos dentro de uma caixa na cozinha ou banheiro, certo?

Mexeu, mexeu, mexeu e nada... Droga, então deve estar no banheiro, certo? Na mosca. Assim que abriu a primeira gaveta que havia na pia, pôde ver uma caixinha detalhada demais para pertencer ao sádico; e é claro que não fora surpresa ver remédios dentro da mesma. Havia inúmeros medicamentos para tosse e problemas respiratórios, e no meio desses, tinha um para febre.

Correu na mesma hora para a cozinha, onde a garota encheu um copo d’água e levou para o mesmo, que já estava levemente adormecido.

–Ei, acorde! –gritou de forma brusca, mas logo em seguida se arrependeu. Não tinha que ser grossa com ele hoje, não hoje. Respirou fundo, engolindo o orgulho para conseguir proferir as palavras necessárias: –Sougo, acorde...

Na mesma hora, ele abriu os olhos para encará-la com um tímido sorriso nos lábios.

Como é estranho chamá-lo pelo primeiro nome! Isso causou um pequeno desconforto na ruiva, que reprimiu a vontade de corar enquanto erguia o corpo e o comprimido em mãos, fazendo o mesmo entender o que ela queria. Okita Sougo se levantou com dificuldade e tomou sem protestar, voltando a ficar deitado logo em seguida.

Porém ele não parecia disposto a deixar Kagura (vulgo Mitsuba na cabeça dele) se afastar, permaneceu a segurando pela mão de forma casta e gentil, fechando os olhos com um tímido sorriso no rosto. A ruiva permaneceu agachada o encarando por alguns minutos, apertando o copo agora vazio que havia em sua mão livre com força em sinal de nervosismo.

Quando finalmente sentiu a mão dele deslizar lentamente pela sua, era o sinal verde que precisava para entender que ele adormecera por completo e poderia se desvencilhar sem se preocupar. Deu meia volta e arrumou tudo que bagunçara, deixando em seu devido lugar. Ao parar de caminhar como uma barata tonta, ficou imóvel no centro da sala pensando...

Tá.

E agora?

Não tinha mais o que fazer, agora é a hora perfeita para pegar suas roupas na secadora e voltar para casa, Gintoki e Shinpachi devem estar preocupados. Olhou para a janela afora e viu o céu nublado que insistia em derramar gotas de chuva, tentando encontrar alguma pista de que horas seriam. Provavelmente umas 16 ou 17.

Olhou para o telefone residencial de soslaio e em seguida para o sádico, pensando no que fazia. Droga, naquele momento de desespero, havia corrido para fora da casa de Gintoki e nem ao menos pegou seu celular. E ainda havia deixado Sadaharu lá! Então só lhe resta duas opções:

Opção A: se arrumar, deixar algum bilhetinho e ir embora.

Opção B: usa esse telefone para avisar ao Gin que está bem e ficar com o Príncipe dos Sádicos esta noite. E é claro, pedir para ele alimentar seu filho de quatro patas.

Espera um pouco, havia outra opção?

Então porque Kagura já estava telefonando?

A ruiva mordeu o lábio inferior, chocada consigo mesma por tomar uma decisão antes mesmo de pensar em opções. O telefone tocou e tocou e, quando estava prestes a desistir, Gintoki atendeu com uma voz péssima. Talvez ele estivesse consolando o Hijikata ou algo do tipo.

Na mesma hora que reconhecera sua voz, exigiu respostas em sinal de preocupação. Mas graças aos deuses a conversa não durou muito, ambos foram diretos e gentis, se ajudando nesse momento tão difícil. Graças aos deuses o Sakata não veio com perguntas estranhas sobre “você se aproximou bastante o Okita hein” ou “estão namorando”.

Decidido: passaria esta noite na residência de Okita Sougo.

Ao sentir seu estômago roncar, Kagura percebeu que não comia nada há muito tempo e o mesmo acontecia com o sádico, ele poderia acordar faminto. Vendo as panelas que tinham sobre o fogão, concluiu que aquela quantidade de comida não seria suficiente para ambos e decidiu por conta própria cozinhar algo.

Fizera yakisoba e preparou um chá com as ervas que haviam na geladeira, faria bem ao sádico quando ele acordasse. Por fim, a ruiva pegou uma pequena porção do alimento e comeu tranquilamente na cozinha, observando de vez em quando se o garoto estava acordado.

–Eu estou parecendo uma namorada... –sussurrou, como se tivesse discutindo consigo mesma. Com o passar dos dias, Okita Sougo voltaria a ser o mesmo sádico de sempre e lhe infernizaria, ele jamais lhe olharia com outros olhos, isso tudo é apenas um momento de fraqueza dele. Não podia nutrir falsas esperanças.

Lavou o prato em que comera e olhou novamente para o céu pela janela, que desta vez começou a escurecer. Nossa, realmente está ficando tão tarde assim? Naquela momento Kagura sentiu que estava quase na horar de dormir, o que fez mais um grande debate interno crescer em si.

Onde iria dormir?

No quarto de Mitsuba? Isso não é nem uma opção. No quarto do sádico? Nem pensar! No sofá-cama, ao lado dele? Mas isso não seria se aproveitar de um doente?! Não queria dormir no chão! Afinal, não se incomodaria de deitar ao lado dele e... Argh, pare de pensar nisso!

Timidamente, Kagura sentou-se ao lado do garoto adormecido, admirando a beleza do rosto dele. É tão fofo desse modo que nem parece um sadista quando está acordado. Respirou fundo pela milésima vez na falha tentativa de controlar seus batimentos cardíacos.

Colocou uma de suas madeixas ruivas atrás da orelha, deslizando a outra mão livre pelo rosto de Sougo. Ele dormia tranquilamente e usava a manta do sofá como um cobertor, acompanhando de sua respiração pesada que deixava seus lábios entreabertos. Ah, aqueles lábios...

Duas vezes, esses mesmos lábios haviam roubado seus primeiros beijos; esses mesmo lábios fizera com que Kagura se apaixonasse perdidamente por seu dono. Só queria vê-lo bem, sorrindo daquele jeito meigo novamente. Mas é claro, queria que ele sorrisse verdadeiramente para si, e não por uma alucinação febril.

Fora lentamente fechando os olhos conforme abaixava seu rosto de encontro ao dele, sentindo seu coração pular em seu peito. Céus, faria mesmo isso? O beijaria estando inconsciente em um momento desses? Mas se não agora, quando? Só os deuses sabem de onde ela muniu coragem para isso.

Sentindo seus olhos marejarem devido aos sentimentos embargados, Kagura finalmente sussurrou a verdade que tanto gritava em seu peito:

–Sádico... eu amo você.

E o beijou.

Nada intenso ou rápido, até porque ele estava adormecido e não queria acordá-lo. Mas somente esse encostar de lábios fora o bastante para acender a chama em seu coração, a chama que a fazia ter certeza que estava apaixonada por ele. Aquela chama que ela tanto recusou aceitar, mas que agora estava acesa e não parecia querer se apagar.

Naquele milésimo de segundo, rezou para todos os deuses possíveis para ajudá-lo com essa perda. Queria vê-lo sorrir novamente. Kagura sabe que jamais irá ocupar o lugar de Mitsuba, mas alguma parte dentro de si realmente tinha esperanças que ele algum dia lhe visse como a Okita mais velha havia lhe dito.

“Eu ficaria muito feliz de tê-la como cunhada.”

Kagura soltou um baixo riso, concordando mentalmente: sim, também amaria ter Okita Mitsuba como sua cunhada. Foi pensando nisso que a ruiva apagou todos seus pensamentos e deitou-se ao lado do sádico, tendo apenas uma manta de sofá os separando. Por ele estar deitado de barriga para cima, a garota apenas ficou de lado enquanto segurava a mão fria do mesmo, a beijando gentilmente enquanto fechava seus olhos.

Quando menos percebeu, já estava apagada com a cabeça encostada sob o ombro de Sougo e com suas mãos enlaçadas, ambos dormindo com um sorriso em seus lábios.

 


Notas Finais


OWN <33333
As coisas irão retomar ao normal no próximo capítulo. Mas que normal? Esperem para saber...! kkkkk


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