História Baby Boo - Capítulo 1


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Baby Lauren, Camren, Fluffy, Kid Fic, Kidfic, Mommy Camila, Norminah
Visualizações 71
Palavras 978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oioiiin, aqui estou eu com uma nova fic.
Provavelmente vou atualizar uma ou duas vezes na semana, e eu não quero que ela seja muito longa.

POR FAVOR, se alguém ler e gostar comenta e dá favoritinho que me deixa muito feliz. Bom dia, e espero que gostem ❤️

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Baby Boo - Capítulo 1 - Prólogo

— É agora ou nunca, entra logo palhaça. — Dinah me empurrou para a entrada do orfanato simples.

Eu me chamo Camila Cabello, tenho vinte e sete anos e acabei de passar pela experiência traumática que é um divórcio.

Eu passei seis anos casada com Shawn. Ele era um marido fantástico, ajudava em casa, cozinhava e era extremamente carinhoso.

Era. Até o assunto "filhos" começar.

Eu era pediatra, tinha um amor imenso por crianças e sempre deixei isso claro para todos.

Nós namoramos durante toda nossa adolescência e eu sempre disse a ele que meu sonho desde criança era ser mãe.

Eu era doida pra sentir dedinhos pequeninhos contra minha pele, ver rostinhos adoráveis e sorrisos desdentados.

Sempre foi meu sonho.

Mas não era o que Shawn queria. Quando eu trouxe o assunto a tona pela primeira vez ele só desconversou, disse que estava cansado

e nas outras vezes a mesma coisa.

Ele praticamente me distraía com sexo e no dia seguinte fingia que não escutou o que eu disse.

A situação estava ficando desgastante, já que eu não estava ficando mais nova.

Conversei com ele novamente, disse que o tempo estava passando e em alguns anos eu poderia ter uma gravidez não tão saudável.

E nesse dia ele pediu o divórcio. Shawn me disse que a situação estava estragando nosso casamento pra ele, e que não planejava ter filhos.

Não queria carregar o "fardo" de cuidar de uma criatura indefesa.

Ele disse que era melhor separar e no mesmo dia ele saiu da minha vida, com suas malas em mãos e sem nem olhar pra trás.

Parecia que nossa história havia sido nada para Shawn. Ele apenas desapareceu e dois meses depois reapareceu com uma nova namorada e os papéis do divórcio.

Me deixou triste, destruída.

Apenas tentando juntar os pedaços.

Mas eu tinha uma pessoa que nunca desistiu de mim mesmo em minhas situações mais horríveis. Dinah Jane, a melhor amiga que alguém poderia ter.

Ela me fazia sair, me distraía e conversava comigo sobre como eu ainda era jovem e poderia ter uma criança sozinha.

Poderia adotar, fazer inseminação, tantas opções.

E depois de mais ou menos dois meses tentando me convencer, eu decidi que iria em um orfanato.

Inicialmente não planejava adotar ninguém, apenas queria conhecer e ter contato com crianças antes de ter o meu próprio.

E por isso nesse momento Dinah praticamente me jogava para dentro do orfanato.

O lugar era modesto, não era muito grande mas parecia ser bem cuidado. Era bonitinho até.

Assim que eu entrei, vi várias crianças de vários tamanhos.

Tinha algumas maiores que pareciam na faixa dos 10-12 anos, e tinham uns pequeninhos que pareciam ter no máximo 4.

Mas o que me chamou a atenção mesmo foi uma cabeleira escura, e uma franjinha adorável.

Ela "corria" atrás de uma das crianças maiores, soltando a risada mais adorável que eu já tinha escutado na minha vida.

— Di, olha que bonitinha! — Apontei descretamente para a garotinha que tinha parado de correr e agora respirava ofegante com uma das mãozinhas no joelho.

Percebi que algo estava errado quando vi seu rosto ficar mais vermelho a cada segundo, e não pensei duas vezes antes de andar até ela e me ajoelhar em frente a ela.

— Ei, está tudo bem? — Perguntei baixo, para ela não assustar.

— N-não. D-dodói. — Ela tomava respirações curtas, estava com falta de ar. Asma.

— Dinah, chama a responsável daqui. Pergunta se a menininha tem asma, e se ela tiver pede a bombinha dela. — Falei rápido para a lerda da minha amiga que só ficou lá em pé, olhando pra minha cara.

— Anda logo, Jane! — Ela pareceu sair do transe e praticamente correu para a salinha que parecia ser da diretora daqui.

— Fica calma, olha. — Forcei seu rostinho com delicadeza a me encarar, e comecei a respirar o mais lentamente possível, deixando sua mãozinha repousar em meu peito.

— Respira que nem eu, devagar. Isso. — Depois de alguns segundos a respiração dela acalmou um pouco, porém ainda continuavam curtas.

E Dinah finalmente voltou acompanhada de uma mulher baixinha, bem fofa por sinal.

— Titia Ally, num cosigo. — A garotinha falou com sua voz adorável, ainda tentando respirar corretamente.

— Eu trouxe sua bombinha. — A mulher, que eu descobri que se chama Ally, colocou a bombinha perto dela que começou a aspirar o remédio.

Em alguns minutos ela estava mais calma, respirando normalmente e me encarando com seus hipnotizantes olhos verdes.

— Bigada. — Ela sorriu pra mim, e eu praticamente me derreti. — Qual seu nome? — Ela perguntou curiosa.

— O meu é Camila, e o seu? — Perguntei de volta, só pra escutar voz fofa dela.

— O meu é Laulen. Eu tem assim ó. — Ela colocou três dedinhos pra cima, sorrindo.

Como todo o resto dela, seu sorriso era adorável. Ela tinha os dois dentinhos da frente um pouco maiores do que os outros, parecia o coelhinho mais fofo desse mundo.

Deus, que menina fofa!

— Olha, você já é grandona né? E bem esperta também.

Nós duas nos juntamos a Dinah e ficamos horas conversando e brincando com as outras crianças, até que chegou a hora de ir.

— Num vai, tia Mila. Pufavô. — Lauren praticamente implorou com seus olhinhos verdes banhados em lágrimas.

— Mas eu tenho que ir, bebê. — Meus olhos estavam marejados também.

— Eu prometo que volto pra te ver, tá bom? — Me abaixei a altura dela e a abracei com força.

— Tá bom. — Ela assentiu meio cabisbaixa, mas pelo menos não chorava mais.

— Tchau! — Acenei pra ela, que acenou de volta ainda tristinha.

Quando cheguei em casa, não conseguia parar de pensar nos olhinhos marejados me encarando.

Eu havia adorado conhecer Lauren,

e definitivamente iria querer conhecê-la mais. 



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