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História Baby Boy - Capítulo 11


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Notas do Autor


AAAAHHHHHHHH!

Capítulo 11 - Snowman


Fanfic / Fanfiction Baby Boy - Capítulo 11 - Snowman

 

Cassian: 

Após entrar na floricultura tive que tirar meu casaco e o cachecol, o lugar era realmente quente com certeza graças as flores e plantas. O lugar era aconchegante, um amplo balcão dividindo o espaço, as flores faziam a decoração junto a madeira, havia um senhor terminando de ajeitar um vaso. 

- Com licença, vim para a entrevista. 

- Claro, rapaz você sabe dirigir? - o senhor virou para mim, não devia passar dos sessenta anos. 

- É, sim, sei. 

- Ótimo, está contratado. Seu nome? 

- Cass... Cassian! - como assim e a entrevista? 

- Está bem você começa na segunda, depois das duas. É só rapaz. 

- Oh, sim, claro. 

 

Universidade de Toronto, 11h01: 

 

- E foi assim? Fácil? 

- Sim, eu já falei! Ele nem me entrevistou direto, só perguntou e falou pra começar na segunda. 

- Adoraria achar um emprego desse. O'Que foi Cass? Fiquei feliz que você tem um emprego. 

-Eu sei é só que, foi simples demais, fácil demais, não parece certo.  

Anna estava certa eu tinha um emprego! Um tão almejado emprego! E mesmo que ainda precisasse do salário de baby eu já tinha uma certa independência, já devia ficar mais alegre, mas porque ainda to assim? Acho que não caiu a ficha do recém emprego conseguido. 

-Às vezes a vida dá chances, aproveite essa, ta? 

-Irei tentar. Mas mudando de assunto cadê o Ed? Não o vi desde que cheguei. 

- Aonde você acha? - fiquei encarando a pessoa, pois meu raciocínio não está funcionando, assim ouvindo a bufar - Capotado, aquele lá bebeu todas ontem e nem rojão o acordaria hoje. 

- Entendi – o sinal tocou fazendo nos assustar – Te vejo depois? 

-Sim.  

 

>>>>> <<<<< 

Mais um dia na faculdade passando normalmente, com acréscimo de alguns trabalhos e provas para início no meio de semana, bem agora é ir e fazer tudo o que deve ser feito. Como sempre. Partindo para última aula do dia, o que não me alegra muito já que é o Viktor – e tenho uma maldita maquete para lhe entregar até segunda – é um ótimo professor de fato, pelo que me lembro o mais novo à entrar na Toronto além de ser “gostoso”, mas o fato de ser um pé no saco acaba totalmente com minha paixonite por si. Espera, não sabia nem que isso existia. 

Ao entrar na sala me deparo com o mesmo dando boa tarde aos alunos, bem ele é um pé no saco quando quer, só que está arrasando no look, todo preto com gola alta e o coturno e tenho certeza que aquele sobretudo marrom-claro está junto. Me sentei mais pro meio hoje, não havia muitos alunos e não gostaria de me destacar sozinho ao fundo, por isso fiquei bem rente a janela, que dava vista para “floresta” – literalmente uma – do campus. eu fazia anotações sobre o conteúdo mas me concentrar na aula estava difícil, sei que tudo o que foi passado cairia na prova e mesmo com esse pensamento ainda não conseguia prestar atenção em uma palavra que Viktor falava, os acontecimentos da manhã passavam por mim e o fato de Thomas ter a confiança de me entregar a chave de sua casa não era certo. Conversamos todos os dias - sobre assuntos distintos ou não - mas o modo como uma pessoa confia para dar a chave de um lar para a outra é estranho. Nossa relação é de açúcar, devia ter tudo isso? Todo esse apego que está acontecendo? Talvez só da minha parte que esteja acontecendo isso, afinal deve ser mais uma diversão ou só um passa tempo.

 

 

-Bem por hoje é só! - A entonação alta me fez sair dos devaneios, percebendo que ainda tenho meia lousa à copiar - Ainda faltam alguns minutos para o encerramento, mas hoje é sexta. Quem acabou já está liberado, podem ir!

 

Voltei a copiar, sem pressa alguma me perder em pensamentos fizera eu ser o único a ficar na sala, o que é péssimo.

 

-Senhor Walker, algum problema? Geralmente é o primeiro a sair - desgramado.

 

-Nenhum professor, é só que ainda temos tempo - olhei para o celular, oito minutos -, gosto de aproveitá-lo ao máximo. 

 

-Claro. Espero pelo seu trabalho pronto segunda, Cassian.

 

-Sim.

 

Se esse homem não fosse um professor e gostoso, eu certamente o tacaria pela janela, mas enquanto ele é meu professor ainda eu só posso imaginar fazendo isso e com muito gosto. Talvez no dia em que lhe ver em uma balada ou algo do tipo eu derrame bebida em cima do mesmo.

 

 

>>><<<

 

Depois de sair da sala de aula, enfrentei o enorme corredor até chegar no carro, onde Anna já me esperava dentro dele.

 

-O que houve pra demorar tanto?

 

-Adivinhe. - ela me olhou enquanto colocava a ré.

 

-Viktor. O que foi dessa vez?

 

-Apenas deboche e nada mais. São quatro e meia, vamos comer muita porcaria e fazer aquelas gororobas no rosto?

 

-Sinto muito meu bebê, mas hoje esse corpinho aqui vai gozar até não querer mais. Pra isso eu preciso dormir, então vai ficar para próxima. - enquanto Anna acabava de falar isso, tentando fazer uma tentativa de dançar no banco - que para mim pareceu uma minhoca - desengonçada, emburrei no banco do passageiro enquanto pensava no que fazer.

 

-Você devia usar “sentar” em vez de “gozar” é melhor.

 

-Eu que digo isso a você, devia arrastar logo aquele homem para cama, essa chatice toda é falta de rola na cara. - e foi agora mesmo que cruzei os braços e encostei no banco, me esqueço total que essa rapariga não tem filtros na maior parte das vezes - Ou será que ontem não foi o suficiente? Porque do jeito que está se remexendo à noite devia ter sido longa.

 

-Pra sua informação, não aconteceu nada - mentira - só estou todo dolorido por causa dos tombos no gelo. - minhas nádegas estão com marcas de mordida e doloridas por causa dos tapas, mas não vou dar esse gostinho. Anna deu os ombros enquanto voltava a olhar para a rua.

 

-Se você diz.

 

 

 

Ao chegarmos a loira foi deitar, me deixando sozinho. Bom eu tinha a maquete para fazer e a neve para tirar do lado de fora. Olhei bem para aquele acúmulo, já estava quase no joelho mas para fazer a maquete eu teria que ir na papelaria, daqui a pouco Thomas poderia passar em casa. E a grande ideia surgiu, eu estou com o passaporte para sua casa, a papelaria fica mais perto de lá do que aqui e eu não iria tirar essa neve, poderia ser mais difícil depois, mas ela me ajudaria. Peguei algumas roupas, enfiei tudo na mochila conferindo se a chave ainda estava lá e sai como doido para cozinha, peguei uma nota no bloquinho da geladeira e deixei um aviso dizendo que sai e onde estaria. Hoje irei fazer uma surpresa pro Daddy.

 

 

Narrador:

 

Thomas mexia no notebook enquanto esperava o horário de saída, o dia fora agitado mais divertido, levar Cassian foi uma dádiva para si além de que cumprira com o acordo de os funcionários conhecê-lo aquele momento certamente foi divertido apesar do desespero do mais novo o olhando de segundo em segundo lhe pedindo socorro, coisa que ele ignorou. Por falar no seu baby já fazia algum tempo que o enviara mensagem avisando que hoje iriam comer fora para o mesmo se arrumar, mas nada dele responder às vezes teria dormido. Coisa que ele adoraria estar fazendo agora .

 

O horário de saída finalmente havia chegado, esse final de semana com certeza aproveitaria para utilizar de seu baby como ursinho de pelúcia, dormiria como nunca, checou o celular mais uma vez vendo que o mesmo não teria ao menos visualizado a mensagem, será que está tudo ok? Ou ele está mesmo apagado. O mais velho até pensou em ligar para ele, mas desistiu assim que colocou na cabeça que o pequeno estaria realmente dormindo. Assim adentrando o Honda Civic preto e saindo do local.

-Senhor Astruc. - o porteiro lhe chamou.

 

-Sim?

 

-Entrarei em férias, então outra pessoa me substituirá. Estou avisando a todos os moradores.

 

-Entendi, então bem, boas férias.

 

-Obrigada.

 

Assim que entrou no elevador Thomas acenou e apertou o andar do apartamento, o corredor como de costume estava vazio, bem os únicos que estavam ocupando o andar era ele e a senhora Chandler, ele agradecia muitas vezes por ela ser velhinha e não ter uma audição tão boa, já que vez ou outra os gemidos não tomavam só o quarto. Ao chegar perto da porta notou algumas coisas perto da parede e andou mais rápido para ver o'que era, ao pará viu uma bolsa de ombro e uma sacola com coisas de papelaria

 

-Será que? - Se levantou pegando tudo do chão e abriu o fechadura, adentrou o lugar olhando para todo o canto, até ver uma figura na varando fazendo um boneco de neve, deixou as coisas no sofá abrindo a porta da varanda - Cassian? - O moreno agachado levantou o rosto sorrindo para ele - como?

 

Foi a única coisa que perguntou antes de chegar perto dele e começar a ajudar na construção do boneco.

 

-Eu cheguei e tirei a mochila porque tava pesada, peguei o cartão na bolsa e abri a porta, coloquei o cartão dentro da bolsa e adentrei a casa, mas esqueci as coisas do lado de fora então fiquei preso aqui. Não tinha nada pra fazer e não consegui dormir, então peguei outra blusa sua, uma luva também e vim pra cá já que tinha muita neve. Espere que não fique bravo.

 

-Não estou, só um pouco surpreendido com sua falta de atenção - Thomas colocava a cabeça do boneco, enquanto Cass pegava as coisas que havia conseguido montando o rosto - Bem, ficou bom, mas o que acha de sairmos daqui?

 

-Acho ótimo.

 

 

Após ambos terem tomado banho, se encontravam no sofá, no caso Thomas estava sentado no móvel enquanto Cassian se sentava no tapete ao chão, os dois estavam em silêncio observando o fogo da lareira. Thomas se encontrava com outro começo de enxaqueca o que iria lhe render muito ainda por hoje, já colocara óculos com esperança que aquilo diminuirá.

 

-Anjo? - o menor desviou sua atenção ́para si - você ainda não me deu um beijo.

 

Thomas se abaixou, enquanto cassian levantou a cabeça de modo que os lábios fizessem mais contato, o mais novo apertou a calça moletom enquanto seu daddy aprofundava o beijo. Após terminarem continham um rosto de bom com quero mais, dando espaço a um suspiro do moreno.

 

-Babe?

-hn..?

 

- Você tem medo de me tocar?

 

-ãn? - Cassian virou se sentando de frente para o ser sem camisa - Não, de onde vem isso.

 

-Deve ser um hábito então, toda vez que você me beija ou afunda seus dedos no tecido da roupa ou não rela em lugar nenhum.

-Nunca reparei nisso.

 

-Certo - se levantou do sofá - senta aqui - apontou para o mesmo lugar que estava a segundos.

 

-O que vai fazer?

 

(obs rápida: imaginem isso com o crush e um sorriso ladino ;)

-Você vai ver. - Se Cassian não fosse ansioso talvez estaria menos agitado por dentro - me de suas mãos. - assim o fez, e para seu mútuo desespero se assustou quando Thomas as passara pelo peito desnudo descendo até a barra do moletom - Não precisa ter insegurança nenhuma para me tocar - Thomas voltou com a destra até sua boca depositando um beijo singelo, depois o puxando para levantar o abraçando - Certo? Pode ficar à vontade para tocar em mim.

 

Cassina assentiu com o rosto vermelho, depois de soltar o abraço e  desviar o olhar para o lado, aquilo o pegou de surpresa e nunca imaginaria que a “insegurança” de tocar lhe seria uma palta nesse seu relacionamento de açúcar.


Notas Finais


Me digam oq acharam do crush ;D
BJUUUUUS!


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