História Baby Boy (Niall Centric) - Capítulo 36


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Categorias 5 Seconds Of Summer, One Direction
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Larry, Lilo, Lirry, Narry, Niam, Nouis, Nourry, Zarry, Ziall, Zialliam, Ziam, Zianourry, Zouis
Visualizações 219
Palavras 2.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


COMO ASSIM 110 FAVORITOS? MUNDO PARA QUE EU QUERO DESCER...mentira não quero não
Estou sem o que dizer, ainda não acredito <3
Sobre esse cap, só digo que, foi difícil escrever, eu escrevia e logo apagava por que achava que estava ruim, mas deu trabalho, mas espero que gostem, obrigada por esperarem e não desistirem de mim e da historia
<3 QUASE 2500 PALAVRAS, MAIOR CAPITULO DA MINHA VIDAAAAAAAAA

Capítulo 36 - A verdade



_Por que se importa tanto em se desculpar quando diz obrigada? -Harry perguntou

_Por que não é certo um garoto falar obrigada-respondi ainda corado

_Você acha errado? -Ele me questionou

_Meus pais e professores sempre falaram que é errado-respondi

_Mas e você acha que é errado? -ele voltou a me questionar

_Não-não sei-respondi

_Você se sente mal falando assim? -Ele me perguntou novamente

_N-não-falei baixo

_Então não precisa se desculpar -ele disse sorrindo, e eu sorri tímido

_Agora vamos ao que queremos saber a um bom tempo, por que vocês se mudaram?

_Bom...

Niall On

_Bom...e-eu já disse a vocês o por que, mais vocês querem acreditar -eu disse tentando esconder o nervosismo, o que provavelmente não funcionou

_Por que sabemos tanto quanto você que é mentira-Louis disse 

_O que vai mudar na vidas de vocês, sabendo ou não da verdade? -eu perguntei

_Você acabou de confirmar que era mentira-Zayn disse- não que nós estivéssemos acreditando

_E eu meio que já respondi isso no parque-Louis disse-Por que não quer nos contar? - Louis me olhou com olhar interrogativo 

_Não conheço vocês, por que deveria confiar em vocês-respondi sua pergunta, e logo corei ao notar que pareci grosseiro-D-desculpe

_Por que deveríamos te desculpar? -Harry me perguntou- você apenas foi sincero

_Mas foi rude da minha parte-respondi

_as vezes confundimos sinceridade com arrogância-Harry disse

_Mas você tem razão-Louis disse me olhando com um sorriso de lado- você não tem motivos para confiar na gente, mas esperávamos que apenas se abrisse conosco, você é um garoto muito interessante Niall-ele disse aquilo olhando profundamente em meus olhos, como se ele estivesse vendo tudo que está dentro de mim

_Foi por minha culpa-disse olhando nos olhos do Louis, eu não queria dizer, mais apenas saiu, as palavras pulavam da minha boca, e eu não podia fazer nada pra impedir, e mesmo se pudesse eu não faria, eu não queria fazer...-eu...eu deixei que descobrissem coisas sobre...sobre os meus pais

_Que tipo de coisas? -Louis me perguntou

_Segredos-Respondi

_Como descobriram? -Zayn perguntou

_Eu conheci um garoto-comecei a contar- ele tinha acabado de se mudar para a casa ao lado, minha mãe insistiu para que fossemos dar as boas vindas aos novos moradores, então fomos até a casa deles e os convidamos para jantar lá em casa-estava brincando com as minhas mãos, pois não conseguia olhar para eles- quando eles chagaram lá em casa para o jantar, meus pais ficaram conversando com os dele enquanto nós dois estávamos no sofá, ele começou a puxar assunto comigo, mas eu era...sou tímido então apenas o respondia com sim ou não, mas ele foi insistindo e a minha vergonha foi sumindo, nós passamos a noite toda conversando depois do jantar, e quando ele teve que ir embora, ele pediu meu número e ficamos conversando por mensagem, ele me disse que se matriculou na mesma escola que eu, e perguntou se podíamos ir juntos, eu concordei, no outro dia fomos a escola juntos, ele ficou na mesma turma que eu na maioria das aulas, e passamos o intervalo juntos, fomos embora junto, pra resumir fazíamos quase tudo juntos, acabamos por nos tornamos melhores amigos, ele acabou se tornando uma pessoa especial pra mim, queria ele sempre por perto, ele cuidava de mim, não deixava que me fizessem mal, já que a maioria dos meus colegas de escola não gostavam muito de mim, ele me protegia deles, e por um bom tempo eu voltava pra casa bem, sem nenhum machucado fisicamente ou emocionalmente, ficamos tão próximos um do outro, que eu acabei gostando dele, mais do que como um amigo, eu não sabia o que fazer, nunca tinha gostado de alguém, não de alguém tão próximo e que me tratava como ele tratava, não sabia se falava ou se apenas ficava quieto e deixava as coisas como estavam- eu já podia sentir minhas bochechas molhadas por conta das lagrimas que caiam, lembrar daquilo não era algo que eu gostava de fazer- mas, posso dizer que não sou bom em esconder os meus sentimentos das pessoas, então ele acabou descobrindo, eu achei que ele iria me xingar, me bater, iria destruir meu coração, mas ele fez totalmente o contrario, ele me abraçou, e sorriu, que foi o mais lindo que eu já vi-sequei algumas lagrimas- e por umas duas semanas ele me dava o dobro de atenção, o dobro de carinho, o dobro de proteção, mas ele não dizia nada sobre eu estar gostando dele, do que ele achava, então eu apenas ficava quieto, mas teve um dia que depois que saímos do colégio nós não fomos para casa como de costume, ele disse que queria me mostrar algo importante, então eu fui, ele me levou em um lugar tão bonito (1) era em um parque, naquele tempo eu não gostava muito de parques, mas aquele era tão bonito, tinha gente lá, mas era bem calmo, não dá pra explicar, mais era um lugar lindo. Nós nos sentamos na grama e ficamos olhando as pessoas que estavam ali e o lago que era realmente lindo, eu estava olhando para uma família se divertindo, a mãe e o pai correndo atrás do filho deles, os três estavam sorrindo tanto, que eu senti inveja daquela família, queria que a minha fosse daquele jeito, senti um aperto tanto no peito, quanto na mão, quando olhei pra minha mão eu vi a dele cobrindo a minha, eu olhei pra ele e ele estava sorrindo pra mim, o mesmo sorriso que ele me deu quando ele descobriu que eu gostava dele, eu apenas deu um sorriso tímido, mas ele foi se aproximando de mim, ele fechou os olhos, e eu estava meio paralisado no lugar, eu sabia o que ia acontecer mais não conseguia acreditar, logo eu só senti a boca dele sobre a minha, as mãos dele foram pra minha cintura, e logo eu tinha me entregado ao beijo dele, foi bom, muito bom, na verdade foi incrível, nós ficamos lá apenas aproveitando a companhia um do outro, e quando já estávamos indo embora, quando nos levantamos do chão, ele disse algo que fez meu coração acelerar de um jeito que eu pensei que ia sair pela boca, ele disse que estava gostando de mim também, e que naquele dia em que ele descobriu que eu gostava dele, ele ficou em choque, e que não sabia o que dizer, então ele ficou pensando durante as duas semanas, e que ele tinha percebido que gostava de mim, quando ele disse isso, eu já estava vermelho dos pés a cabeça, mas fiquei mais ainda quando ele foi até o meu ouvido e sussurrou ‘’quer ser meu namorado?’’ eu fiquei sem reação, mas logo respondi com um grande sim, aquele dia estava ficando cada vez melhor. Voltamos pra casa de mãos dadas e eu não conseguia disfarçar minha felicidade, ficou tudo bem durante oito meses, que foram os melhores meses que eu poderia imaginar, mas assim que completamos oito meses, ele começou a insistir muito em ir lá em casa e falarmos para os meus pais que estávamos juntos, e eu sempre falava a mesma coisa, que não era uma boa ideia, meus pais não seriam tão compreensivos quanto os dele, nós contamos aos pais deles quando estávamos dois meses juntos, eu pedi a eles que por enquanto não falassem com meus pais sobre nosso relacionamento, eles não iriam entender, não naquele momento, eles concordaram e não falaram, eles gostaram de saber que estávamos juntos, eles eram tipo uma segunda família, uma que eu nunca tive. Mas quando fizemos oito meses não só meu namorado estava estranho, querendo ir na minha casa, os pais dele também queriam que eu levasse logo ele, naquele momento eu pensava que era por que eles não queriam mais que eu escondesse algo tão importante dos meus pais, e de tanto eles insistirem eu aceitei, e marquei com meus pais-vi que eles me olharam com uma cara de não ter entendido, o por que marcar- desde aquele tempo, meus pais nunca tinham um momento pra mim, se eu quisesse conversar com eles, almoçar com eles, tinha que falar um dia, ou até mais, antes nunca foi algo muito fácil, mas com o tempo você acostuma. Então eu levei meu namorado pra jantar lá em casa, ele chegou lá em casa cumprimentou meus pais, e então fomos jantar, o jantar ocorreu bem, conversamos normalmente, mas assim que terminamos, ele me olhou como se pedisse permissão pra falar naquele momento, e eu apenas concordei com a cabeça, ele começou a contar, e eu apenas olhava pro meu prato, quando ele terminou de contar, eu só ouvi o som dos talheres batendo no prato, e quando olhei pros meus pais, minha mãe estava com uma cara de surpresa, o que eu entendi, mas o meu pai, ele não tinha expressão alguma no rosto, não sabia se ele estava surpreso, bravo, mais feliz era uma coisa que ele não estava. Depois disso, meus pais não disseram mais nada, se falássemos com eles, a única resposta que tínhamos era um sim ou um não com a cabeça, então como vimos que a noite já tinha acabado, acompanhei meu namorado até a porta, ele se despediu dos meus pais, e de mim, assim que vi ele entrando na casa dele, eu também entrei na minha, meus pais me olharam estranho e não disseram mais nada, eles foram para o quarto deles e eu pro meu, até que não tinha sido tão ruim quanto imaginei. Depois daquela noite, meus pais ficaram mais distantes ainda, meu namorado vivia querendo ir lá em casa, os pais dele insistiam que ele fosse, mas eu não desconfiava de nada, até que quando completamos um ano juntos, ele foi lá em casa, isso foi em um sábado, ficamos assistindo Tv no meu quarto, até que ele disse que queria beber água, eu disse que pegava pra ele, mas ele insistiu em ir, eu apenas concordei, ele saiu do quarto, mas demorou pra voltar, e quando eu estava levantando da cama pra ir ver o que tinha acontecido, ele voltou, ele disse que demorou, por que a mãe dele ligou perguntando se ele queria alguma coisa do mercado, e o que queria de jantar, então apenas deixei pra lá, e voltamos a assistir, passamos a tarde toda juntas, e foi maravilhoso, mas ele teve que ir pra casa, nesse dia meus pais tiveram que ir pra empresa resolver algumas coisas, então quando eles chegaram apenas eu estava em casa, nós jantamos, como sempre em silencio, terminei de jantar e fui para o meu quarto, depois de mais ou menos meia hora, eu ouvi meus pais me chamarem, e pela voz deles, eles não estavam nada contente, então fui até o quarto deles, e quando cheguei lá eles estavam muito zangados, muito mesmo, eles me perguntaram se eu tinha entrado no quarto deles e mexido em alguma coisa, e eu disse que não, mas eles não acreditaram, eles começaram a gritar, dizendo que era pra eu devolver o que eu tinha pego, mas eu não tinha pego nada, e era o que eu dizia, até que meu pai perdeu a paciência e me puxou pelo braço, me levando até uma cômoda que eles tinham no quarto, ele abriu uma das gavetas e apontou dizendo que era pra ter alguns papeis ali, mas eles não estavam ali, eu falei que eles devem ter pegado e esquecido onde deixaram, mas meu pai apenas me empurrou pra longe me fazendo cair no chão, e continuou a gritar, ele apenas gritava pra mim devolver, antes que as coisas piorassem pra mim, e eu não podia fazer nada, eu não tinha pego nada, até que o telefone do meu pai começou a tocar, eu nunca vi ele atender o telefone tão irritado quanto naquele dia, alguns segundos depois que ele atendeu, toda a raiva que ele sentia se transformou em um medo, foi a primeira vez que eu vi meu pai com medo, ele apenas estava escutando o que a pessoa do outro lado da linha dizia, até que depois de algum tempo ele respondeu a pessoa com um ‘’está bem’’, ele desligou o celular e se virou pra mim, e naquele momento, todo o medo que ele expressava se transformou em ódio, ele me olhava como se a qualquer momento fosse...-fechei os olhos e respirei fundo, as lagrimas tinham aumentado, eu não sabia como estava conseguindo falar, sem soltar nenhum soluço, lembrar de tudo aquilo, não era fácil...-ele...ele olhava pra mim com tanta raiva, pensei que ele fosse fazer alguma coisa, mais ele apenas disse, ‘’a culpa é toda sua, você trouxe aquele garoto pra dentro da nossa casa eu sabia que, aquele seu namorado não era confiável , agora por sua culpa, ele e os pais dele, estão com algo que pode acabar com tudo que eu e sua mãe construímos, tudo de mais importante para nós. Você não consegue fazer nada certo. Você em algum momento vai me dar orgulho?’’- abri os olhos e olhei para os meninos que me olhavam como se quisessem dizer algo mais não soubessem o que- e foi assim que viemos pra cá, tivemos que nos mudar por exigência deles, ou então, tudo o que eles tinham pegado lá em casa ia parar na mídia, e meus pais estariam arruinados

_E-eu sinto muito-Louis disse -por te fazer lembrar disso

_ Está tudo bem- eu disse voltando a olhar pras minhas mãos- meu pai tem razão eu não consigo fazer nada certo

_ Não, ele não tem-Louis disse- você não sabia

_ Acho que eu estava tão feliz por finalmente conseguir achar alguém que realmente gostasse de mim, que eu não consegui ver o que estava ao meu redor, perceber o quanto ele e os pais dele sempre queriam ir lá em casa e conhecer cada canto- eu disse enquanto brincava com meus dedos- A culpa foi toda minha.....          

 


Notas Finais




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