1. Spirit Fanfics >
  2. Baby Brother (Longfic - Baekhyun) >
  3. Prove-me, sou doce

História Baby Brother (Longfic - Baekhyun) - Capítulo 6


Escrita por:


Capítulo 6 - Prove-me, sou doce


Fanfic / Fanfiction Baby Brother (Longfic - Baekhyun) - Capítulo 6 - Prove-me, sou doce

-Mommy. eu acho que estou excitado… demais. - Baekhyun proferiu de um jeito tão manhoso, me pegando de surpresa, o quanto aquele jeitinho dele me deixava tensa.

Ele sempre foi manhoso… mas, agora… e ainda pelo que ele disse… eu posso sentir realmente algo… atrás de mim… estou começando a sentir falta daquele garotinho.

-Aish…

-Você não gosta? - me perguntou apertando um pouco minha cintura, me pressionando mais em si.

Ele acariciava seu rosto em meu pescoço, igual a um gato dando carinho a dona… 

-Seu tarado. - murmurei nervosa, segurando suas mãos e as retirando de mim.

Me virei o vendo se abraçar envergonhado, seu rosto estava levemente ruborizado, seus lábios prensados um no outro, ele me encarava aos poucos com um sorriso sapeca.

-Tarado? - perguntou “confuso” me fazendo suspirar com sua reação. -Eu não tenho culpa.

Baek olhou meu corpo atentamente, e eu esqueci que estava ainda com o vestido, acabei puxando o mesmo um pouco para baixo afim de me cobrir.

-Eu não fiz nada, foi você que veio se aconchegando em mim. - resmunguei me ajeitando, e me deu um certo alívio quando o vi se encostar na mesa, e não se aproximar de mim.

-Eu posso ser assim, mas não sou um pervertido… o que aprendi foi na escola, nos filmes… quando penso em duplo sentido, é tudo o que aprendi em relação...  só tem vezes que eu penso demais… e depois, fico com vergonha. - se explicou me deixando perplexa com suas palavras, eu estava sabendo mais um pouquinho dele.

Então, ele funcionava assim, era esse o porque dele agir tão inocente quanto safado, essa dupla personalidade… e que mudava da água para o vinho...

-O que você tem de safado, tem de doce. - comentei pensando alto, eu não queria lhe dizer isso, era meio desnecessário, eu já disse isso. -Agora, olha o que isso tudo lhe fez… você vai ter que dar um jeito. - tentei não olhar, mas, era bem notório.

-Eu não você vai. - retrucou de forma até que normal, sem ser safado, e nem inocente.

Ele disse tão neutro, que eu fiquei desconcertada… será que ele não sabia o que tudo isso pode o proporcionar? Será que ele já fez algo relacionado? Até sexo? 

-Vai encher a boca de brigadeiro. - resmunguei pedindo que ele voltasse a comer o brigadeiro e não falasse besteira.

-E você vai encher a sua com o quê? - retrucou praticamente avançando em mim, eu não posso piscar os olhos com essa criança por perto.

Agora sim… ele estava com um sorriso um tanto malicioso...

-Com leite? - me perguntou convicto, me fazendo ter um arrepio na espinha. -Chocolate e leite são uma ótima combinação, você não acha? - seu sorriso sapeca já me “matou” não sei quantas vezes, e essa era pior que eu pude presenciar, eu podia sentir meu interior reagindo.

Ele sabia como eu estava, por isso disse o que disse para disfarçar, mas, quando eu ficava em silêncio por mais que eu esteja nervosa e reagindo de alguma forma, eu não queria dar confiança se posso assim dizer.

Escutamos o celular tocar novamente, justamente o meu… Baek me olhou calmo, e claro, eu tinha que atender, segui em direção a sala, mas, vejo Baekhyun correndo do meu lado, pegando meu celular… meu celular; Parei de caminhar lançando um olhar matador, e o que recebi como resposta, educação… obediência… meu irmão deu língua para mim.

-Me devolve… - senti meu sangue esquentar, eu tinha medo dele quebrar, do jeito que ele é desajeitado.

Mas, não só isso, ele é teimoso, mimado… não tem limites, não sabe o que fazer quando receber um não… uma bronca… e com isso, com meu celular em suas mãos…

-Agora, ele me pertence. - sussurrou com um sorriso vitorioso, eu temia isso.

-Não tem graça. - me aproximei pouco a pouco, enquanto ele encarava a tela do celular, pela sua expressão, deve ser meu amigo me ligando novamente. -Me dê... 

-Não vou devolver, não escutou o que eu disse mommy? - me interrompeu rapidamente desviando seu olhar do celular para mim.

-Quer o quê, hein? - peguntei sem muitas intenções, foi como um desabafo, não, como se eu estivesse aceitando algo.

-Você vai fazer o que eu quero. - me puxou pelo vestido calmamente, revirei os olhos, fechando os mesmos em seguida.

-Já disse que você é muito mimado? - sussurrei e senti ele se aproximar, mas, como eu estava de olhos fechados não deu para saber, ter certeza disso.

-Já disse que você é muito bonita? - sussurrou roçando seu lábios pertos dos meus, me assustando.

Senti o braço do sofá bater contra minhas coxas, sentindo que o pior ainda estava por vir, sem me equilibrar cai no mesmo e erradamente me segurei nele, por reflexo, no entanto, quando me soltei dele, já era tarde demais; Sim, foi uma reação boba, porém, eu ainda não o via como um homem, sem ser mesmo da mesma família que eu… iria demorar...

-Fala logo o que você. - murmurei tentando tirar ele de cima de mim, e isso só o fez se acomodar mais, suas pernas estavam no meio das minhas.

-Prove-me… agora mesmo. - pediu, em um tom mandão de sempre, como um bom mimado, o notei por meu celular na mesinha.

-Ah me dá esse celular aqui... - disse esperançosa que ele não faria nada, e ao esticar meus braços, ele se deitou mais em mim, prendendo meu braço com seu corpo, me impedindo a continuar de me esticar, em seguida Baekhyun estava me “endireitando” no sofá com suas pernas gentilmente.-Eu vou te bater. - coloquei minhas mãos em seu colo, sentindo seu peitoral, me deixando ofegante.

Eu podia sentir o calor entre nós… que só aumentava mais em comparação há pouco tempo atrás.

-Vamos mommy… eu sei que você quer… - Baek mordeu de uma forma tão gostosa meu seio coberto com o fino tecido do vestido, o que me fez fechar os olhos reprimindo minhas vontades. -Sabe o quão doce eu posso ser em sua boca…

-Não…

-Claro que podemos… estamos só eu e você. - sussurrou me fazendo sentir seu membro bem ereto em minha coxa. -Você me quer e eu quero ver seu corpo. - comentou me pegando de surpresa, tentei abrir a boca para dizer algo, o repreender, mas com rapidez ele levou seu polegar até meus lábios, o deslizando lentamente. -Não é justo você ter visto o meu e eu nunca ter visto o seu. - disse com seu tom manhoso, abri meus olhos vendo Baek atento em meus seios.

Ele parecia um jovem adolescente entrando na puberdade, que acabara de descobrir coisas novas… bem… era quase isso...

-Éramos crianças… 

-E agora somos adultos, muitas coisas mudaram não é mesmo… - me interrompeu prensando seu membro mais uma pouco em mim, só que agora em minha intimidade.

-Quer ver corpo de mulher, pegue revistas, fotos… - gemi um pouco com o contato dele em mim, na qual roçava muito bem seu membro em mim.

-Revistas… - sussurrou com seu sorriso um pouco sem graça, eu sabia o que significava.

-Então, você tem? Sua mãe sabe disso? - tentei aproveitar da situação, e implorei para que ele mudasse de assunto, e esquecesse sua excitação.

-Você serve? - me encarou nos olhos, eu só o enxergava como um baby.

E como eu tinha um certo “carinho” por ele, não queria o submeter a “carícias” que eu tinha como fetiche… ele se assustaria...

-Deixe eu… - me endireitei tentando sair debaixo dele, fiquei esperançosa que ele me deu uma brechinha pra sair. -Me levantar…

-Hum… - gemeu um pouco, enquanto me apoiava em si. -Mas antes, já que você não quer fazer nada… eu posso fazer? - seu tom foi bem doce, ele parecia mais calmo, tentando se acalmar.

-Quê…

-Sou seu baby… me dê de mamar… seus seios são tão belos e apetitosos. - comentou enquanto me sentei em sua perna, eu estava planejando o que dizer, e segundos depois reparei Baek fechar seus olhos e se deitando no sofá.

-Você é meu baby, eu não farei nada com você… 

-Ah… - gemeu manhoso, tentando cobrir seu belo rosto com os braços.

-O quê? - perguntei baixinho, e notei que eu estava sentada em cima dele, uma posição super perigosa.

-Por favor… continue… - pediu manhoso, segurando a saia do meu vestido, enquanto sua outra mão tampava sua boca.

-Eu… não… - me remexi um pouco não propositalmente, mas, eu tinha que sair de seu colo.

-Eu lhe imploro… mommy rebole mais um pouco… eu… 

Sua dificuldade para falar era enorme, ele me encarava com desejo e doce prazer, ele queria se esconder com sua mão, tentar controlar seus gemidos, até mordendo seu dedo, e de imediato eu observei a saia do meu vestido, na qual ele a segurava com força, parecia que ele já estava perto de... um ápice?

-Já…

-Sou muito sensível… - se entregou afirmando que era realmente o que parecia ser, e para poder ajudá-lo, me mexi um pouco em si, não nego que estava bom. -Não… - gemeu baixinho fechando seus olhos, se contorcendo no sofá. -Ahh…- fitei sua mão puxando a saia de meu vestido, automaticamente coloquei minha mão na sua, e ele a segurou.

-Baek… isso é… - agora pude senti mais seu pênis, eu senti pulsar… ele era grande.

-Você gosto de como seu garotinho cresceu? - me perguntou mordendo os lábios, me apoiando em si.

-Estou sentada em seu… eu… 

Prestes a sair, vejo seu rostinho com tão bela expressão de quem estava se satisfazendo, fiquei com dó de sair… deve ser muito ruim deixar o homem dessa forma e não ajudar… ainda no caso dele, um “baby” como ele… acho que ficaria sem saber o que fazer com tamanha “dor”.

-Não vá, eu quero tanto por isso… mesmo que não faça muito… isso para mim será o suficiente. - comentou tentando se controlar, e com um gesto, me aparei seu abdômen, por conta de quase cair.

Baek deu um gemidinho sôfrego baixinho, me incentivando, rebolei tentando não ter remorso depois… mas, a forma que ele agia, se expressava, era mais importante para mim, se ele estava gostando… eu também vou gostar…

Dei um pulinho e ele deixou a boca entreaberta, e por estarmos começando a nos divertir, escutamos batidas na porta, nos pegando desprevenidos, Baek chamou meu nome bem manhoso, eu podia ver o quão ele estava envergonhado… principalmente, se for sua mãe na porta.

Me retirei de cima dele e o vi de relance ajeitar seu cabelo, e se abanar, sem evitar ri com a situação, ou melhor, sua situação; Corri em direção a porta e a abri, me deparando com meu amigo, e agora que Baek me mataria.

Baekhyun Pov’s On

Eu estava completamente excitado, meu membro latejava, meu coração estava acelerado, meu rosto pegava fogo, o que estava se passando comigo? Com meu corpo?

Era errado gostar dela? Errado a querer chamar de minha? Errado gostar de uma mulher mais velha? Minha irmã… se for isso mesmo… todas as minhas vontade e desejos… serem erradas, porque parecem tão certas para mim? Porém ao mesmo tempo, eu reagia como se isso fosse totalmente errado.

Escutei uma voz masculina de longe, o que me fez levantar meu olhar para a tal pessoa… eu não posso acreditar que ele estava aqui, em minha casa; Me levantei e fui em direção a s/n.

-O que ele está fazendo aqui? - o encarei nos olhos, não me importei do quão mal educado e ousado eu poderia ser com ele. -Se retire daqui. - disse ríspido sem deixá-lo responder.

-Por favor se retire, ele mora aqui… eu…

-Não dê atenção a ele… venha, entre s/n. - disse tentando manter meus sentimentos em oculto, logo o vejo se afastar, saindo de minha casa ficando na porta, puxei s/n para dentro, e respirei fundo.

-Podemos conversar depois?

Fechei a porta na cara dele sem querer mais ouvir aquela voz, nunca mais... me virei encarando minha irmã nos olhos, e sem querer assunto com ela, passei entre a mesma com uma certa raiva.

Raiva de mim mesmo, se meu amor por ela, era tão errado... Por quê eu agia dessa forma? Eu queria apenas a proteger? Afinal, ela era minha irmã… mesmo que eu esteja ciente que ela saiba se cuidar sozinha, e muito mais que eu… eu tentava fazer isso… sinto que o meu jeito de proteger era diferente do normal… 

-Você… você pode gostar dele, mesmo que o que aconteceu antes possa mais uma vez se passar em nossas vidas… mas, ele não pisa aqui em casa. - proferir mesmo não querendo me justificar, mas era impossível não falar com ela depois disso, não quero me afastar dela.

-Eu vou me encontrar com ele… e…

-Vai me deixar sozinho? - a perguntei me virando para ela, sentindo meu coração palpitar e entristecer. -De noite… - sussurrei quase a abraçando para impedir, mas, não poderia fazer isso no automático, ela tinha sua vida. -Eu vou dormir sozinho? - a perguntei querendo logo uma resposta, e s/n nada de me responder.

Notei que ela estava ficando tensa, eu estava indignado de ser tratado de tal forma por ela, ela devia cuidar de mim, pelo que vejo, ela deve estar me achando muito invasivo em sua vida… não ligo, eu estava mesmo fazendo isso.

-Eu vou te processar. - sussurrei me virando de costas para ela, pegando seu celular e guardando comigo.

-Processar? - perguntou com um tom de total confusão.

-Por abandono de incapaz. - completei imaginando que eu poderia mesmo fazer isso, em minha mente pelo menos.

-Baek, você… 

-Então, antes de ir... me dê um abraço de boa noite. - a pedi de costas para ela, eu não sabia como a encarar, eu não sabia se aguentaria olhar para seu rosto e receber um não por isso.

Escutei seus passos, até que ela me abraçou, e logo… de frente para mim… mesmo que eu ansiava por esse abraço, igual uma criança… eu não conseguia parar de olhar para seu belo rosto… minha mommy era realmente muito bonita… me sinto envergonhado… não devo ser bom o suficiente para ela…

-Bom noite, meu doce. - beijou minha bochecha, e eu virei meu rosto devagar enquanto ela ainda me beijava, nossos lábios deslizaram um no outro de forma tão doce.

-Boa noite, mommy… - sussurrei enquanto segurava a saia de seu vestido. -Por favor… não demore muito, não gosto de ficar sozinho. - abaixei minha cabeça com medo só de pensar nessa possibilidade.

-Não vou.. agora… suba, vá tomar um banho e mimir. - mandou docemente, hesitei em concordar, e quando senti sua mão em meu queixo, me senti vulnerável. -Espero vê-lo dormindo quando eu voltar. - sorriu de um jeito tão belo que acabou me deixando hipnotizado.

-Não posso dormir, sabendo que possa acontecer algo com você. - sussurrei timidamente, eu estava com medo dela voltar a amá-lo e se machucar novamente, dele a machucar fisicamente também, e futuramente, me esquecer por causa dele, logo ele. -Ficarei acordado até você voltar…

-Preciso ir agora, antes que fique tarde então... - me interrompeu acariciando meu rosto, fechei meus olhos, assentindo lentamente.

Ela estava se afastando de mim e minha mão que tentou a segurá-la, mas, não fez, justo pelo meu consciente dizendo para a deixá-la, porque seria melhor… ela saberá o que fazer… acabei não a segurando… para mim; Espero que eu tenha agido de forma correta… pelo menos dessa vez…

Estava subindo as escadas sem muita animação, sem ao menos querer saber se ela ainda estava ali ou não, porque pelo tempo, o seu “namoradinho” deveria ainda estar do lado de fora; Mais um motivo para não ter animação… eu deveria fazer o que ela mandou, eu ganharia mais.

Abri a porta do meu quarto, tirando o celular dela do bolso colocando na gaveta da minha escrivaninha; Voltei para perto da porta do quarto, e a fechei mais um pouco, a trancando… eu tinha receio de muitas coisas… eu não estava preparado para a vida… temores, paixões… e por um momento, me encostei na porta e fui escorregando devagar na mesma, me sentando no chão em seguida.

Me abracei, juntamente com minhas pernas, apoiando meu queixo nos joelhos… pensei nas possibilidades que eu tinha de ganhar “pontos” com ela… são bem poucos… mas, não sou de desistir fácil, sempre tive o que queria… sei que agora era uma pessoa em jogo… porém… só torna o jogo mais interessante de se jogar…

Não estou expressando que a vida dela seja um jogo e nem a minha como se fosse algo divertido de se brincar… afinal, com emoções não se pode brincar… nós nunca os vencemos… só os sábios vence sentimentos mútuos, não os tolos… mas, como a vida para mim é um jogo onde perdemos e ganhamos… ser um tolo parece a melhor forma de se conquistar algo, já que perdemos, caímos… e nos levantamos para vencer…

Prefiro ser um tolo com sentimentos, perder e nunca desistir, do que um sábio perdendo suas emoções por começar a ganhar demais, e desistir de tudo tão fácil...

-Por quê ela não gosta de mim? - sussurrei para mim, querendo entender tudo. -Ele fez tanto mal a ela… mulheres gostam de ser magoadas dessa forma? Ou… é isso que o amor nos faz?

Estiquei minhas perna e sinto alguém tentando abrir a porta, era ela? Me levantei destrancando a porta, doido para lhe dar um abraço.

-Baek… eu vou ficar em casa, está bem? Eu…

-Obrigado… eu tenho medo do escuro… - a interrompi já a abraçando, pegando a mesma no colo e a colocando em meu quarto, logo à botando no chão.

-Quê…

-Só para saber… - sorri constrangido com o que acabei de revelar a ela, realmente ela não precisava saber.

-Mesmo comigo junto? - se indagou arrumando seu vestido.

-Não sei… você vai me proteger… - sorri alegre, eu queria mesmo testar esse “medo”.

-Desligue a luz...vamos fazer um teste… todas. - mandou olhando ao redor e comecei a desligar cada uma delas.

-Está bem…

Desliguei todas, e com o breu tive um certo medinho, mas, com ela parecia ser diferente… porém… não só proteção, também excitação.

-S/n me diga… você ainda perde jogando… - comentei mudando de assunto afastando tudo que é de ruim de mim, e impuro. -Você é horrível… - ri me lembrando do quanto ela era péssima jogando comigo. -Eu nunca vi uma pessoa tão ruim como você. - ri mais um pouco e sinto ela perto de mim. -Você não deve ter namorado por causa disso… você… - acho que toquei no ponto fraco dela. -Ah… - gemi ao sentir sua mão em meu pênis, tenho certeza agora toquei em seu ponto fraco com esse assunto, e ela no meu ponto fraco.

-Isso é bom? Eu vou apertar mais. - disse de forma contrária do se sentido, no entanto, eu realmente estava gostando.

-Mommy… - gemi mais uma vez, deixando minha boca entreaberta.

-Seu garotinho petulante… me diga que não vai falar isso, nunca mais. - ela me empurrava com seu corpo, até que bati com as costas na parede, sua mão aprofundava mais em me apertar.

Eu não sabia se ela estava percebendo, mas, sua mão deslizava em meu membro aos poucos, me deixando louco por aquilo.

-Eu… vou sim… - provoquei em meio a mais um gemido, que dessa vez foi involuntário.

-Não vai não… - sussurrou encostando seu corpo no meu, me deixando mais louco por si.

-Por quê? - perguntei curioso, eu queria logo sentir como ela é, no seu jeito de comandar as coisas.

-Porque eu estou mandando. - assim que ela me respondeu senti um arrepio e meu membro pulsar, e como se não bastasse, ela deslizou sua mão até o final do meu membro.

-Não me deixe louco por você dessa maneira… - soltei um gemido sôfrego, encostando minha cabeça no pescoço dela.

-Então, você gosta de ser mandado… - sua mão estava quase me masturbando, e eu senti o fôlego ser faltado.

-Amo… - a respondi ofegante, levando minha mão até a sua.

-Gosta que façam isso com você então…

-Apenas você… apenas você tem esse poder… de me deixar dessa forma… - apertei sua mão de forma mais delicada, a induzindo a me masturbar.

-Então, gosta de ser dominado…

-Ah… - gemi um pouco alto com tamanho prazer sentindo naquela hora, ela agraciava meus ouvidos com tais palavras e me satisfazia com seus gestos. -Mommy…

-Você quer ser…

-Seu submisso… é tudo que eu mais quero… - disse de um vez, eu queria senti o mais puro prazer, que ela iria me conceder.

-O que eu estou fazendo… 

-Cuidando muito bem do seu baby… - retruquei a sentindo retirar sua mão de mim, me deixando frustrado, eu poderia continuar, sim… mas, eu queria com ela.

-O que houve? - murmurei manhoso, tentando a impedir de sair. -Vai me deixar assim?

-Eu não posso…

-Você não só pode como deve… ou então, falo com minha mãe que você não cuidou de mim. - a pressionei e ela pareceu perplexa, sinal que funcionou.

-Isso não dará em nada…

-Não tentava a sorte… 

-Você é do mau…

-Se lembre que eu ainda estou com seu celular… e ele está sem tela de bloqueio. - me deitei na cama comentando o perigo que ela corria comigo.

-Seu diabinho…

-Irei consertá-la… anjinho… - retruquei com um sorriso alegre, mesmo que eu não tenha recebido meu carinho.

-Vai dormir…

-Então, dorme comigo… - me endireitei na cama, me cobrindo para desfazer de minha bermuda.

-Eu preciso fazer muita coisa… 

Após ela se justificar, vejo a luz do lado de fora, me mostrando que ela abriu a porta e saiu do meu quarto… eu tinha que terminar o seu trabalho… eu estava com meu membro doendo mais uma vez… liguei o abajur logo pegando seu celular e procurei por fotos dela, e me animei com os tipos de fotos que tinha… ela não estava seminua ou algo parecido… ela tirava foto chupando pirulito, sorvete e etc… comecei a me masturbar devagar, não pude evitar meus gemidos, eu não sei por quanto tempos mais… vou evitar me viciar em minha irmã.

Fechei meu olhos imaginando sua boca em minha, seu toque em meu corpo...

-Baek… - escutei a voz dela me chamar, eu não acredito que fui pego.

-Mommy…- sussurrei não conseguindo me conter muito, eu estava extasiado pelo prazer.

Olhei para o lado encarando ela me observar, minha boca estava entreaberta e eu queria tanto estar a beijando. 

-Solta esse celular… - deixei o celular cair de minha mão, eu podia sentir a quentura daquele prazer.

Tentei me cobrir mais um pouco, mas sinto meu cobertor ser descoberto de mim, me senti envergonhado, mas eu queria tanto ela.

-Está se escondendo… está com vergonha né… também… 

Ela começou a me dar um sermão, e eu não podia evitar o meu prazer, e aumentei um pouco mais a velocidade, até que sinto ela por a mão em cima da minha, na qual usava para meu prazer, me provocando as melhores sensações já sentidas por mim.

-Hmm… - gemi implorando por mais atenção. -Mommy prove de meu doce… eu quero saber o que você acha… de mim…

-Baek… você…

-Me toque mais, eu preciso… - segurei sua mão por baixo da minha, sentindo sua delicada mão em meu membro.

-O que vai ser nós depois disso… mamãe…

-Eu não vou contar nada para ela… mamãe não saberá de nada… - a interrompi retirando minha mão da sua, confiando nela. -Me chupe, como… como você fez com aquele pirulito… - toquei seu rosto e logo a sinto deslizar sua mão, de um jeito tão habilidoso, me fazendo fechar meus olhos na hora e inclinar meu pescoço para trás, afundando minha cabeça no travesseiro.

Comecei a desabotoar minha camisa, e inesperadamente ela morde de leve meu pescoço, me deixando bastante feliz, e com um ato seu, eu me senti viciado por seu modo de me tratar… ela estava me dando um chupão no pescoço, gemi fortemente com seu ato, segurando sua nuca a prensando mais contra mim; Eu queria receber vários chupões com esse.

Ela descia para meu colo arrancando gemidos manhosos de minha parte, mommy lambeu meu peito me fazendo delirar, eu não estava me aguentando de tanto prazer…

-Mommy, eu imploro… 

-Quer que eu acabe com essa tortura? - me interrompeu já sabendo o que eu queria, voltando a me masturbar intensamente.

Finalmente senti sua boca, me abocanhando por inteiro, aquilo era tão gostoso...

-Hmm… - gemi segurando os lençóis da cama, sentindo ela lamber minha glande cuidadosamente.

Ousei olhar aquela cena, e ela já me encarava, ela prestava atenção em minhas reações, aquilo só me deixou mais excitado; Ela me massageou muito bem, e eu estava prestes a “explodir”, ao sentir algo se aproximar, sinto ela enfiar meu membro todo em sua boca, o sugando sem parar, eu podia sentir sua língua em seu divino trabalho, suas mãos também me davam a devida atenção, eu estava no paraíso… meus gemidos começaram a ficar mais arrastados, e sinto um jato ser expelido por mim, e dentro de sua boca.

-Tão doce quanto você... 

Ela tirou meu membro de sua boca, e lambeu mais um pouco me provando até o último resido, eu ainda estava extremamente sensível e ela ainda me lambia dessa forma… isso não ajudava a me recompor; Sinto ela subir em cima de mim, me guardando, eu queria muito mais, porém, eu estava envergonhado com o que acaba de acontecer… e tudo isso foi demais… para mim…

Parece que eu tenho um novo vício…



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...