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História Baby Destiel. - Capítulo 29


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Notas do Autor


Oii gentii kkkkk

Tô de volta com pãozinhos novos no (s) forno (s) irraa

Tão aproveitando bem essa quarenta?? Eu particularmente tô escrevendo pakas kkkk

boa leituraaa💙💚

Capítulo 29 - Titio, vc tá brilhante, sabia?


Desde que Castiel deu a tão maravilhosa notícia ao Dean, o loiro resolveu mimá-lo tanto a ponto de cozinhar todas as refeições do dia e se encarregar de todo trabalho com Levi que exigisse algum tipo de esforço.

-Você sabe que eu não estou incapacitado, Dean. -Cas estava sentado no sofá, vestia um roupão confortável e pantufas -Posso pelo menos dar banho no nosso filho?

Pousou o olhar sobre o garotinho deitado no tapete da sala, ele desenhava alguma bagunça colorida que jurava ser ele acompanhado dos seus pais.

-Não… -O loiro arrastou a fala e voltou a massagear o couro cabeludo do seu anjo -Não tem que se esforçar enquanto eu estiver aqui, sabe disso. 

-Mas eu aprecio o tempo que tenho para dar banho em Levi. -Castiel fez um biquinho.

Dean sorriu e beijou sua testa.

-Tenho medo que algo aconteça, meu amor. Imagina você escorrega enquanto tem Levi no seu colo? Acaba com você, o menino e o anjinho aqui machucados. -Pousou uma mão sobre o abdômen inchadinho do moreno.

Castiel suspirou, rendido de amor pelo seu loiro. Afinal, ele só estava preocupado.

-Tudo bem, então. -Selou seus lábios.

-Você falou que seu couro cabeludo estava sensível mais cedo, mas depois dessa massagenzinha, como se sente?

-Eu me sinto muito melhor, obrigado. -Sorriu mansinho.


___.___


Estava sendo um dia úmido e friozinho de sábado, Dean lia um livro gasto sobre feitiços antigos enquanto tinha Castiel repousado sobre seu peito no sofá, o anjo acabou adormecendo depois de ser mimado e enchido de carinho o dia todo. Levi continuava a desenhar incansavelmente no tapete felpudo do chão, já estava na sua quarta folha, rabiscando-a de cores coloridas e vibrantes.

-Papai! Eu desenhei você, papai, olha! -Levantou uma folha rabiscada, onde, com traços infantis e quase impossível de se distinguir algo, havia um homenzinho verde desenhado.

Dean sorriu largo, sentindo-se orgulhoso e lisonjeado de ter sido inspiração para uma arte do seu menino.

-Esse é o desenho mais lindo de todos, meu bebê. Depois vamos colá-lo na geladeira, o que acha disso?

Levi franziu o cenho.

-Mas ele vai congelar, papai! -O menino parecia realmente aflito -Igual aconteceu com o meu suquinho, você lembra?

-Não vamos colocá-lo dentro da geladeira, Levi. -Dean soltou um risinho discreto -Mas sim na porta, do lado de fora.

O bebê abriu a boquinha, finalmente entendendo, e assentiu.

-Tudo bem, então, papai. -Pegou outro desenho -Esse daqui é a mamãe.

Naquela bagunça de rabiscos azuis, se analisasse bem, havia um homem com asas e auréola sobre sua cabeça. Levi tinha sua parte angelical, ele podia distinguir um anjo de um humano facilmente.

-Cadê os braços da mamãe? -Dean perguntou, observando cada detalhe bagunçado do desenho do seu filho.

-Tá aqui, olha… -Apontou para onde seria a barriga do Castiel desenhado -Protegendo o neném.

Dean paralisou, sentiu seus pulmões pararem de funcionar por um instante e logo voltarem ao ritmo normal.

-O neném? -Tentou ao máximo parecer relaxado -V-você sabe do neném, meu amor? -Vacilou ao gaguejar.

Levi ergueu os olhos brilhantes e confusos para seu pai.

-Sim, papai, eu sei do neném. Aquelas vozes me contaram tudo… Por que elas ficavam gritando, papai?

O caçador estava em choque, não esperava que seu filho também pudesse ouvir a rádio angelical e nem que soubesse de uma das notícias mais importantes da vida da família por meio do desespero dos anjos. Sua cabeça naquele momento faltava explodir.

-As vozes? Como elas falavam? O que diziam?

-Elas não falavam desse jeito, falavam diferente, mas eu entendi tudinho, papai. E elas falavam que tinha outro bebezinho igual eu na Terra, e que minha mamãe que carregava ele.

Dean aproveitou os segundos que seu filho concentrou sua atenção em dar os últimos retoques em alguns desenhos para tentar digerir toda aquela informação.

Pelo menos Levi parecia bem com aquilo.

-As vozes estavam certas, bebê. -O loiro murmurou, sorrindo -Há um neném aqui dentro… -Pousou uma mão sobre a barriguinha pouco inchada e coberta por uma malha grossa do anjo adormecido, que resmungou baixinho pelo toque e se aconchegou sobre o corpo alheio -E é seu novo irmãozinho ou irmãzinha.

O menininho levantou o olhar brilhando para seus pais.

-Então eu vou ter um irmãozinho?

-Ou irmãzinha. -Dean o corrigiu, sorrindo grande.


___.___


A família decidiu ir ao bunker por algumas horas, sentia falta da família e de sua antiga casa. Pela surpresa de todos, Charlie, quem havia se mudado para Nova York pela oportunidade incrível de trabalhar numa das maiores empresas de games do país, estava lá também, recebendo os três com muitos beijos e abraços.

-Eu senti tanta sua falta, anjinho… -A ruiva abraçava Levi em seu colo, que retribuiu de bom grato -Você tá cuidando bem dos seus papais?

-Eu tô, sim, titia Lie. -Sorriu com seus dentinhos pequenos -Meu papai disse que tenho que cuidar ainda mais da minha mamãe, porque ele não pode mais se machucar.

Charlie franziu o cenho e direcionou um olhar confuso ao Dean. Ela tinha noção do quão protetor ele era, mas pedir isso a um bebê como Levi não era demais?

Castiel, como resposta à pergunta silenciosa da ruiva, levou uma mão a sua barriga coberta pelo sobretudo e acariciou aquela área inchada e quentinha com carinho.

-Tem anjinho novo chegando, ruiva. -Dean abraçou a cintura do seu moreno -Tenho que usar de todos os meus recursos para garantir a segurança dos meus amores. -Acariciou a nuca de Castiel.

Charlie não poderia estar mais feliz com a notícia, quase surtou com o anjo por ele não ter ligado para ela na hora que descobriu. Sam, mais ao canto com Dean, abraçou seu irmão e lhe desejou toda a felicidade do mundo.

-Como você se sente com isso? -O mais novo perguntou, arrastando o loiro para sentar em uma das cadeiras da mesa do mapa -Deve estar bem feliz, certo?

Dean então o olhou nos olhos e suspirou pesadamente, desabafou:

-Sammy, eu tô a ponto de surtar. -Passou a mão pelo rosto -Lógico que estou feliz, juro de verdade, não sabia que esse sentimento de plenitude poderia se tornar ainda mais… completo. -Encarou os olhos atentos do seu irmão -Mas eu tô aprovado, Sam. Imagina dois Nephilins no mundo? Na mesma casa? Do mesmo sangue? Tivemos tanta dor de cabeça com Levi já nas suas primeiras semanas de vida, como será com o outro bebê? Não temos ideia alguma.

Dean tentava ao máximo não demonstrar o medo que sentia, o medo do que viria dali para frente, do desconhecido. Ele tinha responsabilidades, tinha um bebê e um anjo grávido para cuidar, não queria preocupar nenhum dos dois com aquela sua ansiedade toda.

-Ainda não sabemos como ver o futuro, sabe disso. Do contrário, a gente podia dar uma espiadinha para saber o que fazer daqui pra frente. -Sam brincou -Mas não fique pensando muito nisso, Dean. Apesar de todas as dificuldades, conseguimos manter o Levi à salvo, olha como ele está bem. -Virou seu olhar na direção do menino saltitante que naquele momento ficava nas pontinhas dos pés para alcançar a barriguinha do seu pai, depositou um beijinho singelo ali -Vamos conseguir, juntos, como sempre fizemos.

Dean sorriu pequeno e assentiu com a cabeça, agora mais confiante.

-E como anda você e o Gabriel? Agora com o bunker todo só para vocês… -O loiro lhe lançou uma careta maliciosa, tal como um pré-adolescente descobrindo o sexo.

-Idiota. -Sam riu e balançou a cabeça -Estamos… bem, por assim dizer. Ele anda meio estranho, meio mal-humorado…

-Você fez algo ou deixou de fazer algo pra ele? -Dean parecia entretido.

-Não, cara, e é por isso que eu acho estranho. Estávamos bem até esses dias e do nada ele fica todo estressadinho. Toda vez que vou abraçá-lo ou beijá-lo ele me manda sair de perto e grita que sou muito grudento. -Sammy tinha um olharzinho triste e caído -Mas ele amava meus carinhos. Eu não sei o que houve.

-Tenta fazer um agradinho para ele. -Sugeriu -Pensa nas coisas que ele mais gosta e tenta combinar tudo de uma forma harmonizada e natural, assim talvez você acalme a fera.

Sam riu e assentiu com a cabeça. Até que aquilo não parecia uma má ideia.


___.___


Na cozinha, Charlie estava sentada na bancada junto de Levi, eles dividiam uma grande barra de chocolate, enquanto observavam Cas e Gabe cozinhando algo que aprenderam durante o tempo com os Winchester's.

-Titio… -O menino todo lambuzado de doce chamou Gabriel -Você tá brilhante, sabia? Tá bonito.

Charlie franziu o cenho confusa e soltou um risinho. O arcanjo lhe parecia normal.

-Sim, irmão. -Castiel completou -Estava prestes a lhe dizer isso. Sua aura está mais intensa, mais dourada e "brilhante", como Levi disse.

Charlie riu de novo. Só ela que não via isso?

-Tô me sentindo excluída aqui, pessoal. Parece que sou a única que está vendo esse branquelo normal.

Gabriel riu e balançou a cabeça. Não havia nada demais acontecendo, aqueles dois estavam vendo coisas.

-Você também tá mais brilhante, papai. -Levi balançou as perninhas pela bancada e sorriu com seus dentinhos sujos -Titio Gabriel tá igualzinho você.

Os irmãos se entreolharam. Porém, Levi era apenas uma criança, ele poderia sim estar sendo exagerado.

Mas o arcanjo estremeceu ao observar a aura, agora mais intensa, do seu irmão. Ela parecia mais brilhante e poderosa pela… pela gravidez.

-Não. -O loiro protestou -Eu tô normal. Parem de colocar coisas a minha cabeça. -Voltou a mexer a massa doce nas suas mãos.


Notas Finais


tenho o próximo capítulo prontinho aqui já kkkkkk mas vou esperar vcs fazerem suas teorias

amooh

até mais ver


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