História Babysitter (Shortfic Sehun). - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Visualizações 12
Palavras 2.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oioi, amores!

Eu sei que não devia postar outra fanfic, visto que tenho um pouco de dificuldade para atualizar a outra, mas antes que comecem a querer me matar, é que minha ansiedade foi maior que eu, poxa, eu tava louca para postar o prólogo, e saber se ela vai dar certo, tanto que tá até sem capa. Isso é apenas o prólogo, por isso, apenas irá mostrar como os pais reagiram e porque eles não falam mais com a Seo, porque o Kang deixou a Seo e como a Yuna ajudou sendo praticamente o "pai" do baby.

Boa leitura, apreciem com moderação!

Capítulo 1 - O maldito prólogo.


Seis anos atrás on.

Lá estava eu – de novo – ajoelhada em frente à um vaso, que ficava dentro da cabine do banheiro de minha faculdade, botando tudo que havia comido ou pelo menos que tentei comer. Minha amiga estava segurando meus cabelos em um rabo de cavalo desajeitado, impedindo que eu os sujasse com vômito, estava assim desde ontem, já havia tomado remédios, mas nada parava esse maldito enjoo e para compensar, eu estava exausta esses últimos dias. Terminei de botar tudo para fora de meu estômago, levantei-me do chão me apoiando na parede esquerda e fui – me arrastando – até as pias para lavar meu rosto, enquanto minha amiga dava a descarga por mim e fechava a porta da cabine onde estávamos antes. Quando, enfim, cheguei ao meu destino, abri o pequeno registro de uma das pias e com minhas mãos, fiz uma concha, enchi as mesmas com água, enquanto abaixava meu rosto para próximo à pia. Joguei a água que continha em minhas mãos, logo fechei o registro e levantei meu rosto.

Oh! Onde estão meus modos? Sou Kim Seohyun, uma univeritária de 19 anos, estou cursando fotografia, ainda moro com meus pais na Coreia do sul e sou mestiça. Acho que é só isso mesmo.

– Aqui. – Minha amiga estendeu-me alguns papeis para enxugar meu rosto molhado.

– Obrigado. – Peguei os papeis da garota e os passei delicadamente em meu – acabado – rosto.

– Hyun. – Eu estava fitando-me pelo espelho quando murmurei um "Hum?" para que a mesma prosseguisse e assim o fez. – Quando foi a última vez que você transou com o Kang?

Antes de qualquer dúvida sobre quem é Kang, ele é meu namorado à dois anos, ele fez o pedido praticamente no mesmo dia que eu virei líder de torcida. Minha amiga sempre desconfiou dele, pois de acordo com ela, é muito suspeito ele me pedir em namoro dias depois de ser aceita na torcida.

– Bom, a última vez foi segunda-feira passada, por quê? – Parei de olhar-me pelo espelho e passei a fitar minha amiga.

– Hum.. E desde quando vem sentindo-se enjoada e bem mais cansada?

– Desde ontem. – Ela arregalou os olhos e me encarou assustada, devolvi o olhar, só que o meu indicava confusão. – Onde quer chegar com essas perguntas, Yun?

– Vocês usaram camisinha? – Ela ignorou totalmente minha pergunta, fazendo outra, coloquei minha mão no queixo enquanto tentava lembra de algo para responder Yun.

– A camisinha estorou. – Falei após me recordar, logo minha amiga abriu a boca e – se possível – arregalou mais ainda seus olhos.

– Vem! – Agarrou meu pulso e me arrastou até nossa sala para fazer sabe Deus o que.

– Yun, você está me assustando, onde vamos? – Vi que a mesma estava recolhendo seus materiais, então fiz o mesmo que a menina.

– Nós estamos indo em uma farmácia. – Jogou a mochila sobre seu ombro direito e eu também o fiz.

– Fazer o que lá? Ainda temos aula! 

– Não podemos adiar isso, depois pegamos o assunto com alguém, agora chega de perguntas. – Ditou, enquanto voltava a me arrastar pelo pulso, só que desta vez para a saída da faculdade.

Eu não estava entendo bulhufas nenhuma, mas resolvi ficar calada pelo resto do trajeto.

(...)

Entramos na pequena farmácia mais próxima, Yun ainda segurava meu pulso, enquanto passava os olhos pelas prateleiras que haviam espalhadas pelo local. Assim que avistou o que queria, esticou o braço – que não estava me segurando – até a caixinha do troço, pousei meus olhos no – seja lá que caralhos era aquilo – objeto que Yun tinha em mãos, ao ler as letrinhas da caixa retangular, naquela hora, eu esqueci como se respira. Ela estava grávida?! Mas ela me disse que era lésbica, tenho quase certeza que ela odeia garotos, então, espera, SERÁ QUE EU TÔ GRÁVIDA?! AGORA TUDO FAZ SENTIDO, ATÉ A PARTE DOS MEUS SEIOS MAIS AVANTAJADOS.

Eu estava tão perdida, que nem cheguei a perceber que ela já havia pagado pelo teste e agora estava me arrastando para minha casa, que por acaso, estava à duas quadras dali.

– V-você acha que estou grávida? – Mordi o lábio nervosa.

– Noventa e cinco por cento de certeza.

– E os outros cinco?

– Sei lá, só não queria te assustar com cem por cento de certeza. – Ela dá de ombros e eu deixo escapar um risinho, só que risinho de nervoso.

(...)

E lá estava eu e Yun, ambas largadas pelo sofá da sala de minha casa, enquanto esperamos os cinco minutos para ver o resultado de meu teste, eu estava comendo todas as minhas unhas e Yun balançava suas pernas de forma frenética, nós duas estamos ansiosas e nervosas. Se der positivo, minha vida escolar acaba, já era tudo, eu iria ser expulsa da equipe de torcida, iria perder meu posto de garota mais bonita do campus inteiro, iria perder minha popularidade, mas por sorte eu tinha Yuna, meus pais e Kang para me apoiar caso o resultado fosse positivo. O cronometro apitou, nos avisando que o tempo havia se esgotado, me estiquei um pouco para poder alcançar o objeto, que repousava sobre a pequena mesa de centro; quando alcancei, o trouxe até mim, antes de conferirmos o resultado, olhei minha amiga, que também me olhava e segurei sua mão à apertando forte.

– Um. – Comecei uma contagem para olhar o resultado.

– Dois.

– Três! – Falamos juntas e Yuna se aproximou para vermos juntas, virei o teste que segurava com as minhas mãos tremulas e soadas.

Positivo, grávida de uma semana. Aquela pequena frase me acertou como um soco no estômago, eu já estava começando a entrar em pânico, desciam lágrimas pelos meus olhos e minha amiga? Bem, ela estava em choque olhando fixamente para o maldito teste. Naquele momento, eu agradeci à Deus pelos meus pais trabalharem o dia todo.

– Yuna, o que eu vou fazer..?

– Eu não sei. – Suspirou pesadamente.

– Eu posso abortar... É, é isso, eu vou abortar, e fingimos que isso nunca aconteceu. – Levantei-me convencida de ir atrás de um jeito para o aborto, mas Yuna segurou meu pulso e puxou-me de volta para sentar no sofá.

– Você é louca?! Isso é errado, e você sabe disso! – Gritou.

– Desculpe, não estou pensando direito, mas o que você acha que devo fazer? Eu mal cuido de mim, quem dirá uma criança!

– O certo a se fazer, é você contar ao Kang, e depois se reunirem com os pais de ambos e contar tudo.

– Você tem razão, vamos. – Puxei a garota para fora do sofá, enquanto recolhia a mochila da mesma, meu celular e as chaves de casa.

– Onde? – Eu e Yuna já nos encontrávamos do lado de fora de casa e eu estava trancando a porta.

– Eu e você vamos na casa do Kang dá a noticia.

– Por que eu tenho que ir? – Perguntou como se o que eu falei, fosse a pior coisa do mundo. – A grávida é você, não eu, foi você que não fechou as pernas. – Zombou, enquanto pegamos o rumo à casa do meu namorado.

– Você não presta, Yuna. – Dei um tapinha em seu braço e rimos.

– Eu sei, eu sei. 

(...)

Eu estava tomando coragem para girar a chave reserva do apartamento de Kang, quanto à praga da Yuna? Ela preferiu esperar no térreo. Quando uma pequena ponta de coragem bateu, eu girei a chave, logo destrancando a porta e me colocando para dentro do ambiente, não tranquei a porta, pois não pretendia demorar e prontamente virei meu corpo para encara o lugar, que por acaso estava escuro e tinha uns barulhos estranhos, provavelmente Kang estava em seu quarto jogando ou assistindo algo estranho – ou talvez eu apenas não quero acreditar que sou corna – sigo andando, em passos vagorosos  pela sala até o curto corredor, que dava acesso ao quarto de Kang e o banheiro, quando cheguei na frente da porta do quarto – que obviamente estava com as luzes acesas –, eu me preparei psicologicamente para dar a noticia de que estava à espera de um filho dele.

Quando estava – finalmente – pronta para encarar meu namorado, abri a porta de forma brusca.

– Oppa, precisamos conver.... – Cortei a minha frase imediatamente, ao ver Erin, a capitã das lideres de torcida, montada no meu – ex – namorado, ambos me olharam surpresos, e Kang jogou a menina para o lado e vestiu sua cueca de forma desajeitada enquanto vinha até a minha pessoa.

– Eu posso explicar! Foi um acidente! – Ele fala todo afobado enquanto segurava minha mão direita, que continha um anel de compromisso que ele me dera no dia em que me fez o pedido.

– Ah foi?! Então, você "acidentalmente" tirou sua roupa e a dela, e ela escorregou "acidentalmente" na sua rola?!

– Isso! Eu não gosto da Erin, eu amo apenas você..

– Como assim não gosta de mim? Você que me procurou dizendo que me amava e que queria ficar comigo. – Eu o olhei e olhei ela com lágrimas nos olhos, era coisa de mais acontecendo só hoje.

– É mentira, Seohyun! Eu te amo, amo só você. – Ele tentou me abraçar, mas eu o empurrei, já não aguentando conter o choro e os soluços.  

– Sabe, eu acabei de vir de casa depois de fazer um teste de gravidez, e sabe, deu positivo, eu apenas vim dar a noticia, mas não se preocupe, não quero que assuma esse bebê, eu quero que você vá para a casa do caralho! – Cuspi as palavras de forma fria e tirei o anel que ele me dera, logo jogando-o na cara de Erin. – Boa transa para os dois.

Após falar tudo, dei as costas ao quarto, e sai correndo em direção à porta, enxuguei minhas lágrimas. Quando cheguei na mesma, ainda sendo seguida pelo Kang, que ainda falava para mim ouvi-lo, mas eu apenas virei para o garoto e atirei a cópia da chave em si, abri a porta e corri o mais rápido o possível para o elevador que estava quase fechando suas portas, mas para minha sorte – sorte pelo menos aqui –, cheguei a tempo e ele – graças aos céus – estava vazio.

Escorei-me na parede atrás de mim e me permiti chorar e soluçar, eu fiz isso até chegar no térreo, as portas metálicas abriram-se, e eu dei de cara com uma Yuna preocupada e impaciente, quando ela ia abrir a boca para falar algo, eu a abracei e foi retribuido. Em meio aos soluços do meu choro incessante, eu expliquei tudo para Yuna, a mesma jurou arrancar o pau do Kang, coisa que me fez rir, mas lembrei-me de que o pior estava por vir, a reação dos meus pais sobre a gravidez.

Duas semanas depois desde o ocorrido.

Eu, minha mãe e meu pai, estávamos sentados jantando silenciosamente, até eu resolver me pronunciar.

– Mamãe, papai, eu tenho uma noticia para dar à vocês. – Larguei meus jeokkarak ao lado do potinho de arroz, e encarei meus pais que fizeram o mesmo que eu.

– Prossiga, filha. – Meu pai pousou seus cotovelos sobre a mesa e cruzou seus dedos.

– Eu estou grávida de Kang, mas terminei com ele faz duas semanas. – Joguei as palavras como se fossem bombas e encarei minhas coxas cobertas pelo short do pijama.

Meus pais só aceitaram meu namoro com Kang, porque o mesmo era herdeiro de uma grande empresa. Acho isso uma baboseira, mas de acordo com minha mãe, namorar ou casar com alguém de família boa – e rica – iria me garantir muito conforto e outras coisas muito inúteis, ao meu ver.

Silêncio perturbador.

– Isso é algum tipo de brincadeira?! – Minha mãe bateu na mesa, causando um forte estrondo, eu apenas neguei já sentido as lágrimas vindo.

 – Isso é inadimissível! Nós não criamos uma vagabunda! Você é uma vergonha para a nossa família! Quero que arrume suas coisas, e vá embora desta casa! – Meu pai ditou friamente.

Fiz tudo que eles mandaram, arrumei tudo em malas deixando apenas os móveis, parei em frente a porta pronta para sair, continuei de costas para os meus "pais".

– Desculpem-me, amo vocês. – Como não obtive resposta nenhuma, apenas saí de casa indo para o apartamento de minha amiga.

Seis anos atrás off, dias atuais on.

Haviam se passado seis anos após o nascimento de Jinwoon, fazia também seis anos desde que contei a Kang de minha gravidez e o peguei me traindo com a capitã de torcida, Erin.

Depois que meus pais me expulsaram de casa, eu fui para o apartamento de Yuna, onde ela morava sozinha, minha amiga me aconselhou assumir o meu pequeno erro, meu melhor erro. Ela me ajudou durante os seis anos, fazendo tudo que podia para me ajudar com o . Quando completei meus seis meses de gravidez, Yun me levou para ver o sexo do bebê, fiquei tão feliz ao ver o ultrason do meu filho, claro, essa não era a primeira vez que estava vendo um ultrason dele, mas ver que ele estava com seis meses já, foi uma sensação maravilhosa, foi melhor ainda saber que estava à espera de um menininho.

Sobre a faculdade, eu já estava em meu último ano, e resolvi que seria melhor pedir transferência, escolhi uma faculdade não muito cara e também não muito longe, pois a barriga estava ficando cada vez mais pesada. As despesas da gravidez, entre outras, foram os pais de Yun que cobriram todas, e disseram que não acharam certo meus pais me expulsarem de casa só porque estava grávida e a partir daquele dia, eles foram minha família, também me ensinaram coisas essenciais para cuidar do bebê, como trocar fralda, tipos de chorinho e etc.

Quando eu e Yun terminamos nossas faculdades, procuramos emprego, eu já estava no meu sétimo mês. Graças à Deus, conseguimos emprego na mesma revista e nos tornamos amigas da chefe, a mesma me cedeu alguns anos para dedicar na criação do meu garotinho, mas eu ainda ia trabalhar porque o afastamento só iria começar quando eu alcançasse o nono mês, e quando eu fosse me afastar, eu ainda iria receber meu salário normalmente. Perfeito, não?

Estava tudo voltando aos eixos, eu havia comprado uma casa e um carro para viver de forma confortável com o meu pequeno brotinho, a mesma continha dois andares, um quarto e uma suite na parte de cima, um banheiro no andar de baixo e um no de cima, a sala, a garagem e a cozinha, não era uma casa gigantesca, não via a necessidade de uma casa grande, visto que era apenas para mim e o meu bebê, mas também não era tão pequena. Vez ou outra, Yun vinha visitar o sobrinho, ela era uma tia babona, vivia mimando o pequeno e ele adorava.

Jinwoon estava prestes a completar seis anos, frequentava uma escola e o mesmo era muito tímido, por isso, falava pouco e preferia brincar sozinho e longe das outras crianças, meu filho costuma me contar tudo, e um dia desses ele me contou que um aluno novo havia chegado em sua sala e que eles agora eram amiguinhos, o nome do menino era Taewon, eu fiquei muito feliz, pois as únicas amigas do meu bebê – de acordo com ele – eram eu e a tia Yun. Eu sabia que alguns pais das outras crianças não gostavam do meu menino, porque era filho de uma mulher solteira e mestiça, mas nem eu, e nem ele, ligamos para isso, pelo menos eu não ligava mais graças à Jinwoon, que me falou uma vez que uma menina o empurrou e disse coisas feias para ele, quando ele me falou isso, eu chorei bastante, mas ele disse simplesmente que não estava nem aí para o que os outros pensavam e que me amava muito.

Eu fiz muito bem em assumir essa coisinha que eu amo muitão.


Notas Finais


Bom, a parte que ela conta aos pais foi inspirado em Glee.
Mas, e aí, o que vocês acharam? Devo continuar?
Talvez eu atualize The police officer and the serial killer, ainda essa semana, eu disse TALVEZ, não prometo nada
Levei dias e noites para escrever esse prólogo, e ele ainda sim, saiu uma bela bosta.
Que decepção.


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