História Back - Capítulo 9


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Categorias Justin Bieber, Katherine McNamara
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Drama, Justin Bieber, Katherine Mcnamara, Revelaçoes, Romance
Visualizações 130
Palavras 1.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 9 - You're complicated


Fanfic / Fanfiction Back - Capítulo 9 - You're complicated

Los Angeles, 2012.

Eloise Butler

Estava me sentindo péssima com a briga que tive com meu irmão minutos atrás. Sempre agi assim com as garotas que ele dormia e ele nunca concordou com as minhas atitudes, mas agora ele exagerou. Quer dizer, nós dois exageramos. Ryan nunca se irritou comigo como hoje, por isso ouvi-lo dizer que gostaria que eu voltasse a morar na Itália, deixou-me arrasada. Estávamos ambos errados, mas apenas eu estava magoada com as palavras ditas na hora da raiva. Tenho certeza que ele nunca se magoou com as coisas que sempre falo durantes nossas discussões.

— Fala que os gritos que eu escutei não foram os seus. — meu primo Chaz disse assim que bati a porta.

— ELE É UM IDIOTA!

— O que foi desta vez?

— A vadia da boate.

— Ela ainda estava no apartamento dele? — perguntou sem acreditar.

— Sim. Cheguei gritando e dizendo que era a noiva dele. — disse forçando um sorriso.

— Loi, você é única. Se fingir de noiva foi hilário, a cada dia você se supera. — comentou Chaz soltando uma risada muito alta.

— Eu tive que expulsá-la e empurrá-la para dentro do elevador. Justin chegou um pouco depois.

— Então ele perdeu o show?

— Não seja ridículo. — revirei os olhos e me sentei no sofá.

— Ele vai ficar assustado com você. Provavelmente vai telefonar cancelando o almoço.

— Justin não é como você.

— Desculpe, não quero te chatear. Estou tentando fazer você sorrir.

— Impossível eu ficar mais chateada ou conseguir sorrir agora.

— Logo vocês se resolvem. — ele apertou o meu joelho e eu o encarei com lágrimas nos olhos.

— Ele disse que eu deveria continuar morando na Itália. — abaixei a cabeça e sacudi forçando uma risada. — Ryan nunca agiu assim comigo. E quando ele disse isso, foi sério. Ele não falou para me irritar, mas sim para magoar e ele sabe que conseguiu.

— Então você deve parar de agir assim com ele.

— O meu irmão precisa abrir os olhos enquanto é tempo. Você está errado ajudando-o a ser uma pessoa que nós sabemos que ele não é.

— Ryan só precisa de um tempo.

— Chaz, já se passaram quase dois anos.

— Ele a amava demais.

— Eu sei que sim, mas ela cometeu um erro terrível e nós devemos ajudá-lo. Eu não quero ver o meu irmão se afundando assim. Ele acha que é forte e finge que está tudo bem, mas não está. Ele precisa de ajuda.

— Dê tempo ao tempo.

— É isso que eu vou fazer mesmo. Não por eu achar certo, mas sim, porque eu me cansei de tentar. Estou farta de fazer o papel de irmã mais velha pra ele. Ele deveria repensar nas últimas escolhas e decisões que tomou, pois se ele me magoar novamente... — engoli seco e o encarei. — Arrumarei as minhas coisas e voltarei para a Itália ou irei para um lugar que ele não poderá me encontrar nunca mais.

— Converse com ele. Ryan te adora, ele vai se desculpar.

— Não vou, porque eu só quero ajudá-lo. Eu não cometi um erro fazendo isso, mas ele errou ao me magoar falando da maneira como falou.

— Ryan estava de cabeça quente.

— E eu não? Você quer que eu volte lá e diga tudo que está preso aqui? — perguntei apontando para minha garganta e com os olhos lacrimejando.

— Loi. — olhei em direção a porta e vi o meu irmão parado me encarando. Sacudi a minha cabeça negativamente e respirei fundo.

— Chaz, o meu carro ainda não voltou da oficina. Você pode me levar para a agência? Odeio pegar táxi nessa cidade.

— Claro.

— Vou tomar um banho rápido e quanto a você Ryan, hoje papai estará presente para uma reunião.

— E sobre a reunião com a agência de publicidade?

— É um assunto que eu irei resolver. — dei as costas e fui me arrumar.

 

[...]

Assim que cheguei ao hotel fui para meu escritório, selecionei alguns modelos que iriam participar de uma sessão de fotos para uma revista de hotéis e resorts e logo após dei início as pesquisas para a reunião que teria com uma agência de publicidade na próxima semana. Estava focada na tela do computador quando escutei batidas na porta. Era Justin. Reconheci seu sotaque canadense na hora e o cheiro de seu perfume tomou conta do ambiente. Ele vestia uma camisa de couro com um blazer preto e uma calça preta em matelassê. Achei estiloso.

— Entre. — convidei-o em alto e bom tom.

— Olá. — cumprimentou assim que abriu a porta. — Com licença.

— Sinta-se à vontade.

— Como você está?

— Cansada.

— Muito trabalho?

— Muitas pesquisas.

— Reunião importante?

— Sim. Estamos trabalhando num novo método para a divulgação dos hotéis e resorts pelo mundo.

— Tenho certeza que se sairá bem.

— É bom ouvir isso de um desconhecido.

— Desconhecido?

— Tudo bem que nos conhecemos na noite passada, mas ainda somos meio que desconhecidos. Não falei por mal.

— Tudo bem. Podemos nos conhecer agora. Esqueceu-se do nosso almoço?

— Após a cena desta manhã, imaginei que você não iria nem aparecer por aqui. — revelei forçando um sorriso e o encarando.

— Na noite passada você revelou as suas maluquices em relação ao seu irmão. Fique tranquila, eu não vou sair correndo por isso. Quero manter uma amizade com você, assim como mantenho com seu irmão e seu primo. Gostei de você Loi.

— Você é perfeito. Vamos para a igreja agora nos casar. — comentei fazendo-o sorrir.

— Digo o mesmo em relação a você.

— Se você puder esperar uns dez minutos...

— O tempo que for necessário. — Justin disse cortando minha fala.

— Não sou o tipo de garota que se apaixona, mas se você continuar agindo assim irei cair de quatro por você. — ele sorriu e eu passei as mãos no rosto. — E ainda consegue deixar-me envergonhada.

— Ainda assim, você consegue continuar linda.

— Eu deveria ter sido avisada que você é um galanteador.

— Prometo me controlar.

— Posso não querer que você se controle. — levantei para guardar alguns papeis em uma caixa. — Podemos ir.

— Rápida.

— Faminta. — corrigi e sorrimos.

 

[...]

Fui ao banheiro retocar a maquiagem e arrumar meu cabelo, peguei a minha bolsa e saímos juntos em direção ao estacionamento. Apesar de Justin respeitar todas as sinalizações e dirigir sempre no limite da velocidade permitida, o caminho ao restaurante foi bastante agradável. Caso haja uma próxima vez, irei dirigindo. Precisava comentar isso com ele mais tarde.

— Mal consegui dormir essa noite tentando entender o que você quis dizer ontem.

— Sobre eu retirar o que pensei quando te vi?

— Isso.

— Nunca gostei de saber que o mundo era pequeno demais.

— E o que isso tem a ver?

— “Quer que alguém empurre essa merda?”. — ele falou tentando imitar a minha voz e eu cobri o rosto enquanto ele gargalhava.

— Oh meu Deus, então era você? Estou envergonhada. — sorri e retirei as mãos do rosto.

— E se já não bastasse, mais tarde, enquanto eu saía do hotel, você esbarrou em mim ao entrar.

— Que vergonha! Desculpe-me. Você não imagina como fico quando estou atrasada.

— Está tudo bem agora. A sua reação foi hilária. — disse gargalhando.

— Porque decidiu retirar este pensamento?

— Nós moramos a dois minutos de distância e ao te conhecer melhor, eu gostei do mundo ser pequeno. A sua presença é muito agradável e é bom conversar com você.

— Justin, vai com calma, senão vou acabar me apaixonando por você. — revelei sorrindo e bebendo um pouco de água. — Brincadeiras a parte, eu nunca fui tratada assim, então não sei como agir.

— Se isso acontecer eu prometo não agir indiferente com você. — Justin zombou e mostrei a língua antes de sorrir.

— Tão modesto. Já sabe o que pedir?

— Gostaria de experimentar o cardápio italiano, por isso escolhi este restaurante.

— A garota que magoou você é muito tola. Você é todo perfeito. Foi feito para casar e ela deixou você escapar?

— Eloise.

— Desculpe-me. — pedi com sinceridade — Eu sou uma tola mesmo. Ryan me pediu para não tocar nesse assunto. Sinto muito. — puxei o cardápio de suas mãos e sorri — Vamos começar isso novamente. — disse me levantando e esticando a mão para cumprimentá-lo — Boa tarde, posso lhe fazer companhia? O meu nome é Eloise e eu não resisti ao seu charme.

— Se isso foi uma tentativa para me conquistar, saiba que você foi péssima. — avisou gargalhando.

— Bem que dizem que os canadenses são difíceis de conquistar.

— Nem sempre.

— Se eu não tiver chance com você, avise-me.

— E perder a diversão?

— Você é ridículo. — sorri e fiz com que ele sorrisse junto. — Gostaria de me desculpar pela maneira que agi com você mais cedo. Eu estava muito chateada.

— Notei, por isso não me importei com o seu fora. Está tudo bem.

— Sei que a maneira como me comporto em relação aos relacionamentos do meu irmão é errada, mas não consigo evitar o que sinto no meu coração. Eu o amo muito para permitir que ele acabe com sua vida por causa de um relacionamento que deu errado. Eu o conheço muito bem para saber dos valores que ele tem e sei que ele merece ser muito feliz ao lado de alguém que o ame como ele deve ser amado. Não gosto das garotas que aceitam dormir com ele por ele ser bonito e bem sucedido. Quero que elas conheçam o Ryan que eu conheço e o ame como eu amo.

— É notável esse amor e cuidado que você sente por ele. Em relação a mim, não se preocupe.

— Obrigada. E se por um acaso a ex dele aparecer na minha frente e estivermos juntos, afaste-se para não passar vergonha. Sempre quis enchê-la de porrada.

— Você é mesmo maluca. — brincou e eu sorri.

— Eu a odeio tanto que a minha vontade é de bater nela até meus dedos quebrarem.

— Seguro você para evitar que seus dedos se machuquem.

— Você pode assistir e depois cuidar dos meus dedos. — sorri.

— Seria divertido.

— Mudando de assunto, como está sendo o seu retorno?

— Agradável.

— Conseguiu organizar as coisas em seu apartamento?

— Ainda não finalizei. Estava pensando em comprar algumas coisas que faltam para tentar concluir tudo ainda hoje. Mudanças são cansativas.

— Imaginei que vocês não iriam vir almoçar juntos. — disse uma voz atrás de mim. Era Ryan.

— Combinamos ontem. Não gosto de desmarcar meus planos. — comentou Justin se levantando para cumprimentar o amigo. Permaneci quieta enquanto saboreava a comida.

— Estava com saudade da culinária italiana. Sente-se antes que esfrie. — disse encarando Justin e ignorando a presença do meu irmão.

— Confesso que está uma delícia. Gostaria de se juntar a nós?

— Ele não gostaria. — respondi encarando Ryan seriamente. — Já estamos terminando e ele iria nos atrasar.

— Você não tem expediente após o almoço.

— Nós vamos ao shopping fazer compras para o apartamento de Justin e vou ajudá-lo a terminar de organizar a mudança. — menti com um sorriso falso no rosto e Justin disfarçou o riso.

— Havia me esquecido que pedi a sua ajuda, mas seria bom se seu irmão se juntasse.

— Tudo bem, tenho que me encontrar com uma pessoa. Agradeço pelo convite Justin, nos vemos mais tarde Loi.

— Não será possível.

— Hoje é a noite do nosso jantar em família.

— Também era no café da manhã. Novos planos. Sinto muito. — ele apenas sorriu e se afastou.

— Loi, você exagerou.

— Não estou arrependida.

— Você é complicada.

— Ainda dá tempo de desistir. — brinquei.

— Adoro garotas complicadas. — ele sorriu e ergueu sua taça para brindarmos. — Agora você terá que me ajudar, caso contrário, arrasto seu irmão para nos fazer companhia.

— Pensei que não fosse me convidar. Adoro organizar as coisas de casa.

Pouco mais de dez minutos mais tarde, seguimos em direção ao shopping e compramos tudo que Justin precisava. Ficamos praticamente o resto da tarde fazendo compras.


Notas Finais


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