História Back home - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Visualizações 10
Palavras 887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sou famosa -entre eu e minha melhor amiga- por começar uma fic e nunca terminar, portanto eu também não posto. Eu tenho uma estória medieval/atual maravilhosa, mas não sei como continua-la já tentei duas vezes. Eu fiz essa e decidi postar, provavelmente eu não a continuarei, pois eu estava escrevendo ela no word e já estava pensando em desistir, sem falar que me deu uma cólica braba na hora em que eu pensei em posta-la, ou seja, um sinal dos deuses. Porém eu sou teimosa, irei postar um cap a cada 5 anos? talvez, mas vou tentar terminar.
Então, boa leitura...

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Back home - Capítulo 1 - Capítulo I

´´O medo é o caminho para o lado negro. O medo leva a raiva, a raiva leva ao ódio, o ódio leva ao sofrimento.`` (Yoda)
 

P.O.V Kang Soo Jin

Sinto o ar tóxico e seco da cidade invadir minhas vias respiratórias assim que eu saio do aeroporto, da presença de pessoas estrangeiras.

Entro no táxi me livrando um pouco do frio e da neve que cai em toda a cidade. Levo o meu olhar para a janela do carro sentindo ele começar a andar, enquanto eu observo a neve cair, os postes de luz ligados iluminando as ruas de Samara - Rússia – com suas luzes alaranjadas e os prédios brancos e cinzas de tamanhos diversos lembrando-me dos meus 15 anos vividos aqui nessa cidade, antes de eu ter ido para o internato Foreing boarding school na Inglaterra, eu sinceramente não queria voltar e deixar a vida pacata que eu construí durante esses 9 anos.

Saio do automóvel e vou até o porta-malas pegar minha mala, e enquanto eu ouço o barulho das rodas do veículo se arrastando na neve eu fico observando o grande prédio que parece tão convidativo, mas se engana quem acha isso, quem entra nunca mais sai, dentro dele há um gás tóxico que ultrapassa as paredes e parece ter mãos para apertar seu pescoço e olhos para lhe hipnotizar e fazer o que ele quiser.

Respiro fundo e começo a andar arrastando minha mala cinza de rodinhas giratórias para dentro do prédio. Entro no elevador sentindo uma mistura de sentimentos me possuir – sentimentos, como: culpa, agonia, dor, ódio e terror. -. Ao sair do elevador no andar 16 eu começo a andar pelo longo corredor branco até parar na porta branca do apartamento 274, no final do corredor. Com minha mão na fina maçaneta preta em formato de ´´L`` deitado puxo-a para baixo empurrando a porta um pouquinho para a minha frente, a porta se abre e eu passo os meus olhos por toda a sala de estar e cozinha do apartamento, vendo-o diferente, suas cortinas anteriormente brancas agora estão vermelhas, o sofá creme virou marrom, o tapete amarelo quadrado que passava por baixo do sofá, da mesa de centro e do raque feitos de madeira escura, agora é redondo, branco e só fica embaixo da mesa de centro, a cozinha continua tendo seus móveis brancos e uma divisória de balcões, e as paredes tanto da cozinha quanto da sala continuam um amarelo pastel.

Olhar o apartamento me fez ter lembranças, de quando eu tinha 10 anos e meus olhos se encheram de lágrimas imediatamente...

Flashback on

O homem ruivo, com cabelos lisos e amarrados em um coque samurai, um terno preto tradicional e um sapato da mesma cor de bico quadrado, robusto, alto, com ombros largos, pele clara e olhos azuis claros, que parecia sugar qualquer pessoa que olhasse para eles, tinha na sua mão direita um cinto fino e preto de couro, com o qual batia no menino fazendo sua pele queimar feito brasa e um mar se formar nos seus olhos azuis assim como o do pai, quando o cinto se chocava com a sua pele lhe marcando com uma linha vermelha e uma ardência de tirar a alma.

O ruivo alto estava possesso de raiva e só não soltava fogo pelas narinas por não conseguir, o adolescente ao sentir cada impacto pressionava seus lábios um no outro e apertava seus olhos fazendo as lágrimas presas descerem, ele tentara explicar para seu pai que foi um acidente, que ele não queria ter machucado o garoto, menos ainda deixa-lo tetraplégico, porém o homem a sua frente não entendia, ele só conseguia enxergar a ruína da sua carreira, até porque, quem vai querer nomear como prefeito da sua cidade o pai de um monstro, um descontrolado?

O garoto olhou para a sua irmãzinha como um pedido súbito de socorro, mas o que ela poderia fazer? Ela não viu nada além do cara caído no chão gritando de dor, enquanto seu irmão se mantinha em pé na sua frente. Os olhos profundos do seu pai estavam vidrados nela, um bolo de saliva se instalou na garganta da coitada, suas mãos começaram a suar e ela sabia que qualquer palavra que passasse pela sua garganta incriminaria seu irmão, então, ela só abaixou sua cabeça e abraçou sua mãe que estava a sua direita.

Seu pai entendeu esse ato como uma afirmação do que ele pensava, então, voltou a bater no menino. Esse que mantinha seu olhar fixo no da irmã que lhe suplicava desculpas, mas isso não importava, ele queria faze-la sentir a culpa desse momento para sempre e conseguiu, pois ela carrega essa culpa à 14 anos.

Flashback off

Enxugo minhas lágrimas e saio arrastando minha mala pelo corredor dos quartos até chegar no meu e ao abri-lo, vejo-o totalmente reformulado. Suas paredes estão cinzas, o lençol da minha cama, a fronha do meu travesseiro e meu lençol são roxos e a janela está protegida por uma cortina vermelha como a do resto da casa, a escrivaninha ao lado da porta é a única coisa clara do quarto  - é feita de madeira de carvalho – e a sua cadeira é de veludo marrom, assim como o sofá.

A primeira coisa que eu faço é me jogar em cima da cama...


Notas Finais


beijo no cangote...


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