História Back Room Taboo - Capítulo 9


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Droubble, Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Ofegantes


Droga, eu não poderia esperar uma semana para vê-lo, não saberia o que ele estava pensando, precisava de respostas urgente, estava começando a entardecer e dei uma desculpa qualquer a meus pais, fui até o local do curso na intenção de ver Pete por lá ainda e quase que não chego a tempo. Ele estava ligando seu carro quando parei em frente a ele com os faróis acesos apontados para mim, ele saiu do carro e veio a minha direção, achei que ele iria me dar um sermão ou algo do tipo, mas ele me agarrou e me deu um beijo forte, então logo em seguida ele se afastou e apenas nos encaramos, não dissemos nada, fomos até seu carro e seguimos para a casa dele.

Chegando lá mal entramos e já estávamos semi nus, ele tirava minha roupa sem desencostar os seus lábios dos meus, ele me pegou no colo e me jogou em sua cama, tirou a minha calcinha e começou a me chupar mais uma vez, eu poderia gemer naquela hora, não havia ninguém que pudesse nos ouvir. Puxei ele para cima e demos um beijo, virei ele, mudamos de posição e foi a minha vez de chupar, tirei a cueca dele e enfiei tudo na boca, passei a língua em todo o comprimento enquanto o masturbava, ele gemia, eu estava adorando fazê-lo sentir prazer.

Pete colocou-me de quatro, e na tentativa de colocar seu pau dentro, eu gemi muito alto, doía mas era gostoso, mas eu queria, eu queria dentro de mim, eu estava tão excitada que não dei a mínima, nós estávamos sem preservativo e foi ótimo sentir a pele dele na minha, ele puxara meu cabelo com uma mão e me dava tapas com a outra, metia fundo e me xingava de nomes ofensivos, que confesso que me dava muito mais tesão. Logo após sentei em seu colo e comecei a fazer todo o trabalho, ele adorava olhar para mim, me mandava ficar de pernas abertas enquanto quicava, era uma sensação maravilhosa, enquanto eu quicava ele colocava seus dedos e mexia em meu clítoris, ficou tão caloroso, eu não queria sair dalí nunca, senti que estava sendo eletrocutada, e com Pete ali em baixo de mim, cheguei ao meu primeiro orgasmo naquela noite. Fudemos a madrugada toda, descobri que adorava tapas no corpo todo, principalmente na cara, com Pete eu poderia ser quem eu quisesse, ele me mostrara quem eu era e todas minhas possibilidades.

O tempo para pós transa, ficamos quietos ali na cama durante alguns minutos, estávamos ofegantes com um sorriso no rosto, mal acreditavamos que aquilo havia ocorrido, ele pegou o meu braço e colocou em seu peito, deitados ali começamos a conversar, sobre como iríamos separar nossa vida pessoal com a vida profissional, fizemos um trato de durante nossas aulas apenas sermos profissionais, e sair durante outras noites da semana para se divertir.



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