História Back to Hogwarts - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Blásio Zabini, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black
Tags Drarry, Filhos, Harry Potter, Hermione, Hogwarts, Mistério, Nova Geração, Pansy, Rony, Zabini
Visualizações 41
Palavras 1.944
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FINALMENTE UM CAPÍTULO DE VERDADE BRASIL.

Coloquei outra foto minha pq sou idiota.

Capítulo 13 - Mansão


Fanfic / Fanfiction Back to Hogwarts - Capítulo 13 - Mansão

Sirius tinha levado Orfeu Riddle e Teddy Tonks para a Mansão Black depois dos acontecimentos de Hogwarts.

Lupin preparava alguns bolinhos e um bolo de chocolate, a tarde ele chamaria seus filhos e amigos para lá.

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Harry aparatou com seus filhos e marido na Mansão Malfoy, juntamente com Rony, Blásio e suas filhas, além de Hermione e Pansy com suas crianças.

Snape tinha ido junto para acompanhar o progresso de Lucille e Madeleine.

Assim que chegou na casa do avô, James se jogou em cima do sofá, a perna do moreno doía, mesmo depois do professor ter feito um curativo nela.

Thomas se sentou perto do Sonserino, que ainda estava sem camiseta, e tentou não olhar muito para o abdômen dele.

- Eu fiquei muito preocupado com você...

- Eu sei me cuidar, além do mais, se eu morresse, quem iria cuidar dos meus irmãos e irmãs?

- Quem iria me levar para a Floresta Proibida no meio da noite? - Gargalhou o Lufano.

- Esse é o ponto - James piscou para o garoto

- Eu queria te falar uma coisa, já tem um tempo, mas eu nunca tive coragem, só que quando eu te vi naquela tela, discutindo com o Orfeu, me arrependi de ter sido tão covarde... Certo, e-eu g-gosto de v-você. - Thomas disse tudo rapidamente, gaguejando na última parte.

- Eu sei... Era bem óbvio na verdade. - James sorriu - Só um idiota não perceberia.

- E? 

- Você é ótimo Thomas... Mas eu não sou, sei que todo mundo ainda espera que eu faça alguma coisa muito heróica, mas não sou o Harry Potter, porém, também não sou um cafajeste, por isso já estou te avisando, nós não vamos dar certo, você merece alguém melhor.

- James, por Merlin, eu não quero a porcaria de um herói, só quero você, desse jeito metido e irritante, eu sei onde estou me metendo, e quero tentar.

 O Sonserino levantou-se do sofá - Gosto muito de você para arriscar te perder. Sinto muito.

O moreno deixou para trás um Lufano chocado.

Cameron observava tudo de cima da escada, quando James passou por ele, para ir ao seu quarto, o Corvinal gargalhou.

- Thomas está caidinho por você... Coitado.

O Sonserino encarou Cam com uma cara de nojo e voltou a andar.

- Mas até que ele é bonitinho...

Potter voltou, chegando bem perto do garoto e sussurrando em um tom ameaçador - Faça alguma coisa para ele e eu te mato. Fui claro?

- Sim, como um cristal.

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Orion estava sentado encarando Madeleine, que ainda dormia, quando Aisha abraçou seu irmão.

- Não fica assim Ori... Ela vai ficar bem.

Scorpius entrou no cômodo, com uma garrafa de champanhe cara que tinha pegado de Lucios - Quem aí quer beber para esquecer as mágoas?

Os dois Grifinórios sorriram, conjurando copos.

 

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Rose permanecia deitada perto de Lucille, a perna da ruiva precisou ser decepada, a garota nem imaginava qual seria a reação da irmã ao acordar e se ver, mas pelo menos ela estas viva.

Isso era o que mais importava, Snape garantiu para a família Weasley que quando a garota acordasse, ele poderia conjurar uma perna com mágia, se ela quisesse.

Gwen adentrou no cômodo, se sentando perto de Rose.

- Sinto muito por ela...

- Eu também, sinto pela sua irmã Agnes, como está lidando com a perda?

- É difícil, me sinto anestesiada, ainda não consigo acreditar em tudo que aconteceu, de uma hora para a outra as coisas mudaram.

- A vida é tão curta, e a gente só se toca disso quando ficamos perto da morte, humanos são idiotas - Murmurou a ruiva.

Gwen fitou a Grifinória, pensando no que ela tinha acabado de dizer, até que finalmente tomou coragem, e beijou Rose.

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- Me ensina Tio Sev! - Pediu Aline.

O homem sorriu, ele adorava como sua afilhada era curiosa e dedicada.

- Qual delas você quer aprender? 

- As duas!

Snape se permitiu sorrir, e acariciou os cabelos ruivos da garota - Então vamos colocar a mão na massa.

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Hermione estava sentada no colo de Pansy, a cacheada ainda sentia seu peito doendo pela perda da filha.

Rony estava encostado na parede, com Blásio ao seu lado.

Enquanto Draco permanecia deitado, ganhando um cafuné do marido.

- Isso é ridículo - Gritou Rony - Nós lutamos tantas vezes, vencemos a guerra, por que não podemos ter paz?

- Eu não acredito que quase perdi minha filha hoje... - Zabini fixava seu olhar na janela.

- Mas eu perdi - Rebateu Pansy, voltando a chorar - Nenhuma mãe deveria passar por isso.

- Nenhum pai ou mãe deveria ter que enterrar sua própria filha - Murmurou Granger.

- Quando eu derrotei Voldemort, achei que meus filhos teriam um futuro seguro... - Disse Harry 

- E aí apareceu esse merda de Conde, que tentou matar o James, se eu coloco minhas mãos nesse filho da puta, esgano aquele pescoço magrelo - O loiro estava revoltado.

- Eu tenho certeza que aquele Riddle está envolvido - Rony se aproximou dos amigos.

- E com que provas? - Lucios interrompeu o ruivo.

- Por Merlin, foda-se as provas, ele é filho do Voldemort e da Bellatrix, vai me dizer que dois malucos psicopatas sanguinários conseguiram criar um filho bonzinho? Ele deve ser tão ruim quanto os pais, aposto que ele é o Conde.

- Então ele mesmo se prendeu em uma sala? - Hermione não conseguia acreditar que o amigo estava dizendo aquelas asneiras.

- Exatamente, para não levantar suspeitas.

Draco Malfoy gargalhou alto - Os anos passam mas você continua burro Weasley.

Narcisa entrou correndo - Madeleine acordou, mas ela não consegue falar.

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Todos os adultos e jovens estavam reunidos no quarto, olhando Snape examinando a morena.

Mad não conseguia falar nada, nem emitir sons, lágrimas rolavam dos olhos da garota, que parecia desesperada para dizer alguma coisa.

- Eu não entendo... A poção que eu dei deveria só curar a ela, e não fazê-la perder a voz - Murmurou Severo.

- Foi o Orfeu - Disse Cameron - Eu dei a poção para ela, como o senhor pediu, mas depois ele foi lá e a fez comer uma fruta.

- Eu sabia! - Gritou Ronald - Bem que eu vi aquele desgraçado perto dela, vou matá-lo assim que chegarmos na Mansão Black.

 

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Sirius tomava sua cerveja amanteigada e Orfeu lhe acompanhava.

- Adorei sua moto - Murmurou Riddle - É uma Harley Davidson?

- Exatamente, gosta dessas máquinas?

- Pode apostar, já tive algumas, todas roubadas, mas mesmo assim...

Black gargalhou e piscou para o moreno - É assim que eu gosto!

- Se me permite dizer, sempre achei fascinante o jeito que você fugiu de Azkaban.

- Muito obrigado, realmente essa é uma história e tanto...

- Adoraria a ouvir pessoalmente.

- Seria um prazer contá-lá - Sirius adorava se exibir.

- Gostaria de dizer que o jeito que você matou minha mãe foi bem impressionante, ela era uma bruxa muito forte, então admiro o homem que a apunhalou.

Black ficou confuso - Desculpe, eu acho.

- Não tem problemas, minha mãe ter sido morta pelo  próprio primo que fugiu de Azkaban e invadiu Hogwarts para matar um de seus amigos, sempre me ajudou a conquistar qualquer garota.

Sirius voltou a gargalhar - Nós vamos nos dar muito bem garoto.

- Não dê cervejas para ele Black, ou vai dormir no sofá hoje! - Gritou Lupin.

O homem se aproximou do garoto e sussurou para ele - Você sabe como se trasnformar em um animago?

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Remo estava preocupado,  pois Orfeu e Sirius tinham ficado muito quietos, o homem estava quase indo para a cozinha vê-los, quando a campainha tocou.

Lupin foi abrir a porta, ficando surpreso em ver tanta gente, Rony invadiu a casa do lobisomem, sendo seguido por seu marido, filho e amigos 

- Onde está aquele menino desgraçado - Weasley foi para a cozinha, e ficou chocado quando viu um cachorro negro e uma cobra, bebendo cerveja amanteigada.

- Sirius Black! - Gritou Remo - Não acredito que você fez isso.

O animago voltou para sua forma humana - O que foi? Pela lei Cobras podem beber, mas adolescentes não, então estou certo.

Orfeu voltou para sua forma humana, piscando para Aline - Sentiu saudades ruiva?

Rony chegou perto do garoto, e o levantou pelo colarinho - Seu desgraçado, reverta o feitiço que fez em Madeleine.

- Eu não fiz nada! Se quiser culpar alguém, olhe para seu filho, que não passa de um covarde aproveitador.

Weasley soltou Orfeu no chão, que caiu com um estrondo, assim que o moreno se levantou o ruivo deu um tapa em seu rosto.

Sirius empurrou Ronald - Ele é só uma criança, pare com isso, vamos conversar como adultos. Vão para o segundo andar crianças - Ordenou Black.

Os garotos e garotas se retiraram.

- Por que defendeu o filhote de Comensal?

- Por Merlin, eu sempre gostei de você, mas não me faça mudar de ideia - Rebateu o animago.

- Você não tem nenhuma prova contra ele - Completou Lucios. - Tente conhecer o garoto antes de julgá-lo.

- Belas palavras, pelo que eu me lembro você sempre foi um desgraçado.

- Não fale assim com o meu pai - Gritou Draco.

Aquela seria uma longa tarde de discussões.

 

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Orion, Scorpius, Aline, James e Aisha estavam reunidos ao lado de Madeleine, para tentar decifrar o que a jovem tentava dizer.

Rose e Gwen estavam do lado da morena, observando Lucille, que ainda dormia.

Thomas tentava manter a maior distância possível do Sonserino, por isso resolveu subir para tomar um banho, Cameron aproveitou a movimentação do moreno e o seguiu.

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O Lufano se olhou no espelho, sua pele cor de amêndoas tinha alguns cortes, seus cabelos negros estava baguncados, ele fitou seus próprios olhos castanhos claros, quase amarelos,  será que era tão feio assim?

Cameron abriu a porta lentamente, segurando dois copos de cerveja 

- Quer um gole? Ouvi dizer que cura corações partidos.

- Você me empurrou no sangue, sai daqui babaca.

Cam soltou um gemido, e se ajoelhou aos pés do moreno - Me perdoe Thomas, mas eu fiquei tão assustado... Se meus pais soubessem, eles me matariam, foi um momento de fraqueza, juro que nunca mais vai acontecer isso.

O Lufano achou que as palavras do amigo eram sinceras, James também tinha lhe empurrado, e o moreno o perdoou.

Então ele aceitou o pedido de desculpas e a cerveja.

Os dois garotos se sentaram na cama para beber, porém Thomas começou a ficar meio tonto, as paredes rodaram, e o Lufano deitou na cama; Cameron subiu em cima do moreno, imbilizando suas mãos, e tirando a camiseta do garoto.

- Cameron... Para, por favor.

O Corvinal ignorou o Lufano, o beijando a força.

- Soco... - Cam enfeitiçou o garoto, para que ele perdesse a voz. 

- Isso vai ser ótimo para mim e péssimo para você - O Corvinal virou Thomas de bruços, que começou a chorar.

Orfeu e James estava passando pelo corredor, quando viram barulhos estranhos vindo do quarto, e o abriram.

Assim que o Sonserino viu Cameron em cima de Thomas, sentiu tanta raiva que se jogou em cima do garoto, socando sua cara repetidas vezes, até que o garoto perdesse um dente.

Orfeu apontou sua varinha para o Lufano, para desfazer o feitiço, quando os adultos entraram no quarto, e viram James socando Cameron, e Riddle apontando sua varinha para Thomas que chorava e estava sem sua blusa.

As coisas iam ficar feias para dos dois Sonserinos.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui 💕


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