História Back To Start - Capítulo 3


Escrita por: e SheCami

Postado
Categorias La Casa de Papel
Personagens Professor, Raquel Murillo
Visualizações 108
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como somos pessoas muito boas, resolvemos liberar o capítulo 3 hoje KKKKKK
boa leitura ❤!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Back To Start - Capítulo 3 - Capítulo 3


Mais um dia começa para Sérgio. Ele se levanta para mais um dia de trabalho, mas hoje ele estava diferente. Estava estranhamente feliz. Feliz porque encontraria Raquel novamente pela manhã e quem sabe conversariam por mais tempo já que ele entraria mais tarde no trabalho hoje. Ah, Raquel, Raquel...
Finalmente ele tinha descoberto o nome dela! Ele se arruma como todos os dias e acaba se olhando ao espelho, solta um leve sorriso e sai todo confiante para o Hanói. 

Ele chega no mesmo horário de todos os dias e percebe que ela ainda não chegou. Resolve esperar por ela, por sorte havia levado um livro e decide começar a ler enquanto espera. 

Já era 8:00 da manhã e ela ainda não tinha chegado. “Será que aconteceu algo com ela? Será que ela ficou doente?” Ele se perguntava preocupado. 

Raquel saia de casa aquela hora para ir trabalhar, tinha passado maquiagem para cobrir o hematoma no rosto torcendo para ninguém perceber. Depois do que houve ontem ela só queria ficar em casa escondida do mundo lá fora, mas tinha que trabalhar, tinha que se forçar a viver. Depois ela decidiria o que fazer com Alberto. 

Então Raquel sai de casa direito para o Hanói para tomar café, pensando que Sérgio já teria ido embora para o trabalho. Pelo menos eles não se encontrariam hoje, para o bem dele. 
Sérgio resolve insistir e espera por ela mais um pouco, mesmo que isso o atrasasse para o trabalho, ele tinha que falar com ela hoje. Então resolve ir ao banheiro. 

Nesse mesmo instante Raquel entra no local e observando que Sérgio não está, ela se sente um pouco aliviada e pede seu café. 

Sérgio sai do banheiro e se depara com Raquel sentada na mesa e involuntariamente abre um sorriso de alegria. 
Ela estava diferente hoje, abatida. Seus cabelos cobriam o seu rosto, sendo que ela sempre insistia em colocá-lo para trás. Tem alguma coisa errada. Ele pensou. Sem jeito, ele se aproxima e a chama.

“Raquel” 


Ele não se senta, espera ela o convidar. Raquel não se vira para olhá-lo mas sabe que é ele, sua voz já lhe é familiar. Ela só consegue respirar fundo e virar o rosto. Ele se senta, percebendo que realmente há algo de errado. 

“Você está bem?” - Ele pergunta. Ela não consegue dizer uma palavra e continua escondendo o rosto dele. Abaixou um pouco a cabeça.

“Sérgio, acho que não podemos mais nos falar.” 

“Eu não entendo, o que tem demais em conversarmos aqui? Eu nunca te faltaria com respeito, nunca.” - Aquelas palavras são a gota d’água para ela. Raquel olha nos olhos dele já segurando o choro. 

“Ele vai te machucar! Ele pode matar você.” 


Foi então que ele percebeu que o rosto dela estava diferente, inchado e seus olhos inchados de tanto chorar. De imediato ele pega sua mão numa tentativa de consolo e proteção.

“Foi Alberto quem fez isso no seu rosto, Raquel?” - Lágrimas começam a brotar dos olhos dele. Não podia imaginar aquela cena, era doloroso demais. Ela não consegue dizer nada, está com vergonha por ser tão fraca e sensível, balança a cabeça negativamente numa tentativa inútil de tentar esquecer e começa a chorar desesperadamente. Não queria se abrir com um homem que acabou de conhecer. Por que ele foi tão gentil com ela? Por que tinha que se preocupar com ela? Não podia simplesmente ir embora?


Ver ela chorar o machuca de uma forma que ele nunca sentiu antes. Sérgio fica atordoado com a ideia de algum homem machucando-a.

“Raquel, você precisa denúncia-lo enquanto há provas.” - disse ainda segurando sua mão. Ela balança a cabeça em negação e solta um leve sussurro.

“Ele é o pai da minha filha. Ele não pode ser preso.” 

“Ele não pode sair impune assim. Se ele fez uma vez ele fará de novo.” - Atordoada ela se levanta e, enxugando as lágrimas, diz:

“Você nem me conhece, não se envolva nisso. Será pior pra você.” - Ela pega sua bolsa e sai pela porta do café. Sérgio sem entender sai atrás dela. 

“Raquel, por favor, me deixe te ajudar.” 

“Me deixe em paz!” 


Raquel entra no carro e liga o motor. Sérgio não pode deixar ela assim e em um ato inesperado acaba por entrar no carro. 

“Eu te leva até a delegacia e você faz o corpo de delito. Por favor, não deixe isso passar, você é policial e sabe como funciona.” 

“Você não sabe do que o Alberto é capaz, não posso fazer isso.” 

“Ei, eu estou com você! Não importa o que acontecer, eu estarei lá.” - Ele diz e se surpreende por ter revelado aquilo em voz alta. Passa a mão pelo hematoma no rosto dela. Os olhos dele enchem de lágrimas novamente - “Como alguém pôde fazer isso com você?” 


Raquel só consegue chorar, ela não sabe o porquê, mas esse homem a acalma e ela se sente segura com ele. 

"Por favor, me deixe te levar. Você não está em condições de dirigir agora." - Ela apenas acena que sim e sai do carro para eles trocarem de lugar. 

“Nós não podemos ir na mesma delegacia que ele trabalha, vamos em outra na saída de Madri.” - Sérgio concorda e continua dirigindo. Eles não trocam uma palavra até chegarem à delegacia. 


Raquel desce do carro se sentindo melhor, ela está decidida que seria o melhor a fazer. Eles entram juntos na delegacia e ela entra na sala de exames para fazer o corpo de delito. Sérgio a espera do lado de fora. Enquanto ele está ali, reflete sobre o assalto. 
Existem tantos policiais em Madri, não seria possível que Raquel fosse a primeira a ser chamada para tratar do maior assalto da Espanha. Ela era super qualificada para isso e já havia participado de casos parecidos antes. Ele havia pesquisado sobre ela assim que soube seu nome. Não queria acreditar que seria Raquel a inspetora que assumiria o crime e que teria que negociar com o Professor. ‘Professor.’ 
Esse seria o seu codenome no assalto. Ele já tinha tudo planejado e esquematizado em sua casa. Todas a pessoas que iria convidar e até o lugar das aulas, só não iniciara o plano ainda porque precisa de mais dinheiro. Mas assim que ele conseguisse a quantia certa iniciaria com o plano. 

Raquel saiu da sala um pouco abalada, depois de prestar o depoimento eles se encontraram. Ela o abraça e sussurra em seu ouvido. “Obrigada.” 
Ele a abraça sem jeito e pôde sentir seu perfume. Sérgio fecha os olhos aproveitando esse momento que passa como um flash. 

“Eu não quero ir pra casa agora. Não quero encontrar com Alberto hoje, não até ele ser detido.” 

“Vamos para o carro.” - Ele olha em volta e vê vários policiais os observando. Sérgio a conduz até o carro e eles conversam melhor. 

“Eu sei que está cedo demais para isso, mas... “ - Ele gagueja um pouco não acreditando no que vai dizer. Ajeita os óculos e continua - “Nós poderíamos ir para a minha casa, para comermos algo e você pode ficar lá até termos notícias.” - Ele não queria se aproveitar de Raquel, em hipótese alguma. Ainda mais em uma situação tão delicada como essa. 

“Tudo bem. Estou mesmo com fome.” - Ela dá um sorriso fraco e ele dá a partida no carro. 


Notas Finais


se o Sérgio não é a melhor pessoa do mundo, eu não sei quem é 🤷‍♀️

desculpa por qualquer erro, bjs ❤


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