História Back To Start - Capítulo 5


Escrita por: e SheCami

Postado
Categorias La Casa de Papel
Personagens Professor, Raquel Murillo
Visualizações 143
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Back To Start - Capítulo 5 - Capítulo 5

Raquel chegou em casa, já era de noite. Sua filha já tinha ido para a cama e não tinha reparado na ausência do pai. Ela sobe para o seu quarto e encontra com a mãe no corredor. 

“Filha?” - Mariví chama um pouco preocupada. 

“Mãe!” - Raquel a abraça. 

“O que houve? Você não apareceu em casa hoje e nem o Alberto chegou até agora. Eu fiquei preocupada.” - Ela diz passando as mãos pelo cabelo de Raquel. 

“Está tudo bem agora, mãe. Mas precisamos conversar.” - Elas vão até o quarto de Raquel. 

“Alberto me agrediu ontem à noite, eu o denunciei e ele foi preso hoje.” - Ela diz um pouco triste, mas precisava contar para a mãe o que aconteceu. 

“Aí meu Deus, filha. Ele te machucou muito?” - Mariví diz passando a mão pelo rosto da filha quase chorando.

“Sim, mas já passou! Um homem me ajudou a denunciá-lo, se não fosse por ele eu não teria conseguido.” - Ela dá um leve sorriso. 

“Que homem é esse, filha?” 

“Um homem gentil, mamãe, que eu encontrei na cafeteria. Nós conversamos a alguns dias e ele se dispôs a ir comigo até a delegacia.” 

“Hum, e me diga, filha, este homem é bonito? Como ele é?” - Mariví a puxa para se sentarem na cama. 

“Sim. Ele é bonito!” - Ela solta um sorriso. - “Ele é diferente, é inteligente e carinhoso. Você adoraria ele.” 

“E qual o nome dele?” - a mais velha pergunta, agora um pouco animada. 

“Sérgio, Sérgio Máquina.” - Ela diz o nome dele como se fosse uma poesia. Não percebe, mas toda fez que fala nele ela parece uma adolescente apaixonada. - “Nós almoçamos juntos hoje no apartamento dele.” - Raquel conta toda feliz. 

“Huuum, sinto cheiro de amor nisso aí!” 

“Por enquanto não, mamãe. Não até eu estar realmente separada de Alberto! Sérgio não tentaria nada. Ele não é assim.” - Ela diz pensativa. 

“Ele parece ser um bom rapaz filha, mas não deixe ele pensar que você não está disponível agora, porque você já está!” - solta uma gargalhada. 

“Mamãe! Pare com isso!” - Raquel não segura o riso e ri junto com a mãe. 

“Já vou me deitar, filha. Mas pense nisso, não deixe esse moço escapar.” - Mariví dá uma piscadela e sai do quarto. 


Sua mãe tinha razão. Em breve ela estaria separada de Alberto e estaria livre. Ela não podia perder a oportunidade de conhecer Sérgio melhor. Talvez ele estivesse gostando dela também? Talvez. 
Ela se lembra do pedido dele. De ligar quando ela estivesse segura e em casa. 
Imediatamente pega o telefone e disca o número que guardou no bolso da calça. 

O telefone chama e ela olha no relógio, já são quase 23:00 da noite. Sérgio deveria estar dormindo. Quando ela vai desligar o telefone, ouve uma voz grave do outro lado. 


“Alô!” 

“Sérgio? Me desculpe a hora.” 

“Raquel?” - Ele solta um suspiro de alívio e um sorriso também. - “Não, não é tarde. Eu estava esperando a sua ligação.” - Ela sorri quando ouve isso. Ele estava mesmo esperando ela ligar. 

“Eu estou em casa agora. Alberto foi detido hoje à tarde.” - Ela diz meio tensa. 

“Fico feliz em saber disso. Tem alguma possibilidade dele ser solto? Você pediu a ordem de afastamento?” - Ele pergunta preocupado. 

“Sim, não se preocupe. Ele não sairá em alguns dias. Só tenho que contar pra minha filha que o pai está preso por bater na mãe.” - Ela diz isso segurando o choro e Sérgio percebe. 

“Ei, você fez o que é certo. E o que é melhor pra ela também. Um dia ela entenderá. Voce é uma mãe incrível, Raquel.” - Ela sorri. Como aquele homem que ela mal conhece conseguia conforta-lá tão bem? 

“Obrigada, Sérgio! Agora vou deixá-lo dormir. “ 

“Nos encontraremos amanhã no Hanoi, não é?” - Ele pergunta um pouco inseguro. 

“Sim, claro! Amanhã às 6:00.” - Ela diz com um sorriso no rosto. 

“Estarei te esperando.” - Sérgio diz com a voz um pouco sedutora. Isso despertou algo na feminilidade de Raquel que ela não sentia a muito tempo. 

“Boa noite, Sérgio.” Ela diz dando ênfase ao nome dele. 

“Boa noite, Raquel.” 


Naquela noite, Sérgio sonhou com ela. Em como seria o seu rosto dela quando eles fizessem amor. Ou ela tomando sorvete com ele na praia. Ou em como ela seria ao acordar. Ele está completamente apaixonado por aquela mulher. Faria tudo por ela, até mataria se fosse preciso. 

Na manhã seguinte, Paula acorda e percebe que sua mãe está dormindo tranquila ao lado dela. Ela fica toda feliz e com cuidado ela passa a mãozinha pelo de Raquel. 

“Mamãe?” - Ela chama baixinho.

“Hum...” - Raquel responde mas não abre os olhos. 

“Cadê o papai? Não vi ele ontem.” - Ela ainda sussurra. 


Raquel abre os olhos e sorri para a filha. E se lembra de aproveitar enquanto ela ainda tem chance de adormecer ao lado da filha enquanto ela é pequena. 

“Precisamos conversar, filha.” - Ela fala mansa ainda com voz de sono. Paula olha atenta para ela. 

“O papai foi preso ontem, porque ele bateu na mamãe.” - Ela diz um pouco com medo. 

“Mas por que ele te bateu mãe? Eu não entendo.” - Ela diz um pouco assustada. 

“Meu amor, isso é coisa de adulto, mas o papai vai ficar um tempo preso, porque nenhum homem pode bater em mulher. É como um castigo.” - Paula tem os olhos cheios de lágrimas. 

“Onde ele te bateu, mamãe?” - Ela se segura para não chorar, tenta ser forte por Raquel, que vira o rosto agora sem maquiagem para que a filha veja o hematoma. 

Ela se aproxima mais um pouco e beija o rosto da mãe. Raquel fecha os e solta uma lágrima sentindo todo o amor da menina por ela. 

“Pronto, já sarou.” Paula fala tentando confortar a mãe. Assim como Raquel faz com ela quando a pequena se machuca. Raquel só consegue sorrir. 

"Já sarou.” 


Elas continuam abraçadas mais um pouco até a hora até a hora de Raquel ir para o trabalho. 

Antes de ir para o Hanói, Sérgio faz algumas ligações. 

“Irmão? Conseguiu o que precisávamos? Ótimo! Podemos começar com o plano.” 


Ele pega o porta retrato com a foto de seu pai na instante. 

“Não vou te decepcionar, papai.” 

E sai de casa convencido de que o plano de sua vida daria certo. 


Notas Finais


e aí, o que acharam?

aaa, só eu q amo mt a Mariví e a Paula? ❤❤
desculpem qualquer erro e até o próximo, bjs!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...