História Back to You - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack And Jack, Mahogany Lox, Matt Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Sofia Carson, Taylor Caniff
Visualizações 11
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Os primeiros capítulos são sempre “chatinhos”, mas eu juro que são necessários. Logo logo o Gilinsky vai aparecer, amém.

Capítulo 2 - Family


Fanfic / Fanfiction Back to You - Capítulo 2 - Family

Respirei fundo, minhas mãos tremiam, uma estava com a foto que eu tinha com meu pai, e na outra estava a mão prestes a tocar a maldita campainha. Uma simples campainha, mas que me aterrorizava de um jeito inexplicável. Meu medo era algo que eu não sabia lidar, eu não sei como que meu pai vai reagir, e eu nem sei nada sobre ele. É algo surreal, mas eu preciso tentar, preciso de uma vida, e preciso ainda mais de explicações.

Respirei mais uma vez e, enfim toquei a campainha. Ouvi vozes e uma delas se aproximava para abrir a porta.

- An, olá? - abriu a porta um garoto MUITO alto e bem musculoso. Ele me fitava com uma cara não muito agradável e provavelmente estava esperando alguma reação ou resposta minha. 

- O senhor Joel Martinez mora aqui? - perguntei com a voz um pouco trêmula, e ele assentiu. - É, então, é um caso urgente e eu queria muito que você chamasse ele por favor. 

- Quem é você? - ele perguntou 

- Pelo que eu sei, sou a filha dele, acho que isso só já basta. - falei e em menos de um segundo ele arregalou os olhos e voltou rapidamente pra dentro de casa chamando o meu pai. A questão é que ele não chamou pelo nome, e sim por “pai” também. O que significava que ele era meu irmão (?). Ok, muita informação pra minha cabeça.

Fiquei debruçada na parede esperando alguém me notar e vir logo, e não demorou muito pra um homem mais ou menos de 40 anos super bonitão vir, e parecia tão nervoso quanto eu. Eu por incrível que pareça não disse absolutamente nada, só entreguei a foto para ele. O mesmo analisou-a e começou a chorar, tipo, chorar muito. 

Eu não sabia o que fazer, ele chorava de soluçar e eu não sei muito bem como consolar uma pessoa. 

- Olha, eu... eu não tinha a intenção de fazer o senhor chorar, me desculpa - coloquei a mão sobre seu ombro e ele logo secou as lágrimas e finalmente me encarou de igual para igual. 

- Só por favor me dê um abraço, só peço isso 

Eu hesitei por um segundo abraçá-lo, mas qual é né, ele é meu pai até onde eu sei, não posso negar isso. Dei um passo e o abracei, era meio estranho porque ele era muito mais alto que eu, mas eu me senti bem o abraçando. Eu acho que nunca na vida tinha sido abraçada com tanta vontade assim, nem pela minha mãe, mas já era de esperar. 

Saímos do abraço e ele fez um gesto para que eu entrasse na casa. Aquilo nem era pra ser considerado uma casa porque era gigante e tinha até segundo andar! No sofá estavam sentados o garoto que me atendeu e mais uma moça muito bonita de cabelo curto castanho. Os dois agora me olhavam curiosos, mas é como se já sabiam quem eu era. 

- Então, eu nem sei por onde começar a explicar tudo... - meu pai juntou-se a eles no braço do sofá e sussurrou algo para a moça que provavelmente era sua esposa, logo depois ela saiu do cômodo.

- Acho que você poderia começar explicando o porquê de ter me abandonado e me deixado nas mãos daquela mulher que eu chamava de mãe. - meus olhos queriam encher d’água e eu lutava contra isso, não queria parecer frágil. 

- Olha, é uma longa história, tudo começou no acidente que você com certeza deve saber, né? - eu concordei com a cabeça, então ele seguiu falando - Então, no hospital soubemos que você estava em coma, e eu estava bem machucado, sua mãe era a menos ferida. A culpa do acidente foi toda minha que bebi e não contei pra sua mãe. Na mesma noite em que nos internaram, sua mãe exigiu que você ficasse num quarto bem longe de mim. Eu fiquei uns 2 dias sem ter absolutamente nenhuma notícia de você, depois disso eu tive alta, e sua mãe iniciou um processo contra mim, ela alegou que eu era um bêbado maluco que tinha te deixado em coma, não queria deixar eu te ver e obrigou os médicos a não deixarem eu ver você. Eu não podia fazer nada, nada mesmo, eu tentei vencer o processo, mas não deu. Eu só sei que ela te levou pra outro estado e eu nem sequer pude me despedir. - ele concluiu já chorando novamente.

Eu não tinha reação, eu comecei a chorar, mais do que queria. A moça bonita me entregou um copo d’água e surpreendentemente me deu um abraço, curto, mas que significava muito. Eu sequei as lágrimas e agradeci pela água.

- Olha, a única coisa que eu sei disso tudo é que eu perdi a memória, eu não sei quem é você, não lembro nada sobre você, eu só sei que você é meu pai porque um dia eu perguntei sobre você e achei sua foto na gaveta da minha mãe. Eu só quero dizer que eu vivi um inferno nesse tempo que eu fiquei com ela, ela me botava pra dormir na rua, Joel. NA RUA - a última frase eu falei gritando praticamente e obviamente chorando mais ainda. Eu queria MUITO não ter essa mágoa da minha mãe, mas não dá, foi tudo horrível

Joel de imediato se levantou

- Eu pensei que era mentira da sua mãe quando ela disse no tribunal que você havia perdido a memória. Sua mãe sempre foi um monstro, pena que enxerguei isso muito tarde. Me desculpa, eu queria muito ter ficado com você, mas eu por pouco não fui preso, não tinha como - ele veio na minha direção e eu não fiz outra coisa a não ser abraçar ele e chorar o máximo que pude. Eu já não aguentava mais encher o saco deles chorando e lamentando parecendo uma pobre coitada que perdeu a memória e era maltratada pela própria mãe. 

- Você não tem culpa, eu sei. Eu só queria te pedir uma coisa, eu não posso morar sozinha até ter 18 anos, então.... 

- Claro!!! Óbvio, você pode e deve ficar aqui. Por favor, fica aqui. Se puder fica até você ter 50 anos, mas fica. Tem um quarto sobrando, tem comida e eu posso te matricular amanhã mesmo na escola do Jacob. - eu mal falei e ele já tinha feitos milhões de planos, to começando a adorar esse homem. 

- Tá, mas quem é Jacob? - perguntei ainda rindo da empolgação dele. 

- Me perdoa, esqueci de apresentar, Jacob é meu filho, e essa é Lana, minha esposa. - acenei pra eles, e fui retribuída com sucesso graças a Deus. - Você deve estar se perguntando de onde surgiram eles, e essa história eu te conto depois de você colocar sua mala no seu mais novo quarto e comer alguma coisa com a gente. 

Assenti sorridente, e como não tinha muita coisa, subi com minha malinha de mão. Eu nunca tive um quarto só meu, e pelo visto nessa casa tem uns 4 quartos. Cada quarto tinha uma placa “Pais”, “Jacob”, “Hóspedes maravilhosos” e um não tinha nenhuma placa, acredito que seja o meu, né? Entrei e realmente fiquei encantada. Era enorme, socorro! Eu tinha uma cama de casal aaaaaaaaaaa, eu só queria gritar. Eu tinha prateleira e até banheiro tinha ali dentro, isso é o paraiso!!

Apesar de toda essa maravilha, eu estava aflita, eu tinha um bom pressentimento sobre meu pai e até bons pressentimentos sobre o filho e a esposa dele. Mas eu sinto que aqui é mais que isso, eu não sei como vou lidar com as adaptações novas, não sei como vou conseguir estudar, e eu quero muito arrumar um emprego. Eu só quero que tudo dê certo, e que não demore muito pra tudo se encaixar corretamente...

 


Notas Finais


SOCORRO QUE ESSE CAPÍTULO FICOU MUITO GRANDE!!! Gente, então, a história da Malia é muito muito grande, e se fosse p contar as coisas dela e da mãe então, seriam uns 4 capítulos só disso kkk, mas fica chato, então eu vou contando ao longo dos capítulos. E GARANTO que o próximo vai ter os meninos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...