História Back To You - Capítulo 1


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Levi Ackerman "Rivaille"
Visualizações 42
Palavras 2.369
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E depois de muitos pedidos de dona Barbara e dona Letícia, eu trouxe essa one maravilhosa com nosso Heichou!

Ps: Ter usado aqueles gifs como moeda de troca foi muito vacilo, Letícia!

Capítulo 1 - Capítulo Único


° BACK TO YOU °

Capítulo Único – My body on your body, baby, stickin like some glue.

Eu sempre disse para que ela não se preocupasse comigo, pois eu prometi que voltaria ao final do dia junto com – a maioria – dos soldados da Tropa de Exploração, mas ela nunca realmente fez o que eu pedi. Desde que nos conhecemos por acaso após eu salvá-la de um titã, minha menina sempre se mostrou extremamente preocupada com minha segurança, até mais do que com a dela própria. Eu ainda ponderava se isso era bom ou ruim; talvez fosse um pouco dos dois.

Ao meu lado e também atrás de mim, os soldados traziam expressões tranquilas em seus rostos. Pela primeira vez em anos, todos tinham conseguido voltar vivos e sem ferimentos graves. Um estranho alívio fazia meu coração bater calmo, ainda que controlar meu cavalo já cansado pelo dia um tanto agitado exigisse mais esforço do que o normal. Eu não me importava de me desgastar um pouco, desde que isso significasse que eu veria minha esposa mais rápido.

- Capitão! – um dos soldados se aproximou de mim. Ele ofegava sobre o cavalo negro que montava, mas parecia tão contemplativo quanto eu. – Alguns soldados deram a ideia de comemorarmos o sucesso de hoje. Querem fazer uma pequena festa com suas esposas, filhos e parentes.

- Façam – puxei as rédeas com força quando meu cavalo pulou sobre uma pedra no meio do caminho. Tive que me segurar para não cair. – Mas não causem problemas.

- E o senhor não vai?

- Não... – sorri de canto. – Tenho coisas importantes para fazer.

Olhei para minha mão, vendo a fina aliança em meu dedo anelar. Eu comemoraria, de fato. Mas ao meu jeito.

•⊰❂⊱•

Pulei de meu cavalo assim que atravessamos o portão da grande muralha. O sol se punha, trazendo um tom alaranjado e reconfortante para mim. Suspirei. Estava em casa outra vez. As varias pessoas que nos esperavam gritavam como se aquele fosse o melhor dia de suas vidas, sorrindo emocionadas. Algumas corriam jogando-se sobre os soldados com quem tinham algum parentesco, olhando-os de cima a baixo para garantir que estavam bem. Demorei um certo tempo para entender o quão significativos esses tipos de momentos eram, talvez porque tivesse passado muito tempo para ter algo ou alguém por quem lutar.

Mas depois de quase toda minha vida ter sido solitário, eu finalmente tinha alguém para quem voltar depois de livrar o mundo de algumas dezenas de titãs.

Olhei em volta, procurando por ela. Meus olhos corriam pela multidão, meu coração batia ansioso. Eu queria vê-la. Queria abraçar seu pequeno corpo e dizer que estava de volta; dizer que estava bem e alí com ela novamente. Era sempre uma tortura ter que deixá-la só e partir sem garantia de que voltaria vivo, muito embora fosse considerado o Melhor da Humanidade. Há muito tempo esse título já não me valia mais.

- Levi, Levi! – uma estranha sensação de alegria tomou conta de cada pedaço meu ao ouvir aquela voz que eu sempre amava ouvir.

Virei, vendo-a correr em minha direção com seus belos olhos marejados. Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa, ela se atirou nos meus braços e eu a ergui girando-a no ar. Ela sorriu para mim. O sorriso mais lindo do mundo e eu não pude segurar o impulso de beijar os seus lábios rosados. A segurei firmemente, apertando sua cintura, com um leve medo de que ela sumisse. Suas mãos estavam em minha nuca, fazendo um carinho leve alí.

- Levi... – ela repetia meu nome como um mantra, olhando-me nos olhos, enquanto algumas pequeninas lágrimas escorriam por suas bochechas.

- Shh – sussurrei passando meus dedos por seu rosto, na tentativa de enxuga-lo. – Estou aqui, meu amor, bem aqui. Não chore, por favor...

- E- Eu fiquei tão preocupada! – ri por seu tom de voz meio alegre e meio choroso. – Você nunca mais vai sair, ouviu? Nunca mais.

Era apenas uma brincadeira, mas eu sabia que havia um fundo de verdade. Notei que seu corpo tremia. Ela estava chorando de preocupação e alívio. Mordi o lábio pensado no quanto ela deveria sofrer todas as vezes em que eu saía. Senti raiva de mim mesmo por alguns segundos... eu precisava cuidar dela; recompensa-la por tudo aquilo. E eu o faria.

•⊰❂⊱•

A lua cintilava no céu. O brilho prateado dela invadia todo o quarto que eu dividia com minha esposa, iluminando a cama onde eu amava estar enroscado ao corpo cálido dela. Tão atenciosa, minha menina tinha se oferecido para me preparar um banho, mesmo eu dizendo que ela não precisava se esforçar tanto, afinal eu poderia me virar sozinho, ela não me ouviu. Fingindo que não tinha escutado nada enquanto ia esquentar a água e colocá-la na banheira.

- Levi... – sua voz tímida atravessou meus ouvidos. – Seu banho está pronto.

A encarei, vendo seu belo corpo coberto apenas por um roupão de tecido fino. Seu rosto estava corado e eu sorri com aquilo. Não importava o quão íntimos fôssemos, ela sempre se mostrava constrangida em momentos como aquele. Seus olhos fitavam meu abdômen descoberto, uma vez que estava com uma toalha enrolada na cintura e somente isso.

- Você é tão boa para mim – divaguei me aproximando. – Mas eu não sou tão bom assim, não é? Sempre estou preocupando você... – agarrei seus quadris, colando o corpo dela ao meu.

- N- Não diga isso – ela soltou um suspiro quando eu beijei seu pescoço suavemente. – Você é muito bom para m- mim também...

- Eu não quero ser bom para você – sussurrei. – Quero ser o melhor. E eu serei. Hoje à noite, você vai esquecer todas as preocupações e sentimentos ruins que sentiu por minha causa...

Minhas mãos desceram até seus glúteos, onde apertei a carne macia, fazendo-a arfar.

- Me deixe cuidar de você hoje, meu amor – pedi quase em uma súplica.

Ela me fitou com os olhos brilhantes, em um misto de desejo e paixão. Conhecia suas reações e jeitos. Sabia que ela queria aquilo tanto quanto eu.

- S- Sim, cuide de mim, Levi... – ela me beijou com ternura e eu correspondi, pegando-a no colo, enquanto a levava para a banheira que nos esperava no banheiro.

A coloquei no chão, desatando o nó de seu roupão, tirando a peça. O tecido deslizou pela pele macia e cheirosa da mulher e eu senti uma fisgada em meu baixo ventre ao ter o prazer de ver o corpo nu e perfeito que somente minhas mãos podiam tocar. Ela sorriu envergonhada ao passo que tirava a toalha de mim.

Entrei na banheira, segurando sua mão delicada enquanto a puxava para se sentar em meu colo. Seu quadril se chocou com o meu e inevitávelmente, nossas intimidades acabaram se friccionando. Minha menina gemeu baixo, sussurrando meu nome. Suas costas ficaram coladas em meu peitoral e eu envolvi sua cintura fina, trazendo-a mais para perto.

- Abra suas pernas – pedi e ela prontamente me obedeceu. – Isso... agora relaxe.

Minhas palmas fizeram uma lenta massagem em sua barriga, com movimentos circulares. A mulher deitou a cabeça em meu ombro, respirando pesado, enquanto me dava alguns beijinhos simples no pescoço. Aos poucos fui subindo, vendo-a tremer sob meus toques. Quando envolvi seus seios com minhas mãos, ela apertou minhas coxas com as mãos embaixo d'água, suas unhas afundaram em minha carne, a sensação de ardência despertando meu lado libidinoso.

- O- Oh – continuei com os movimentos, dessa vez circulando os mamilos já intumescidos. – Continue, por favor, continue – ela implorou me fazendo soltar uma risada rouca em seu ouvido.

- Você se sente bem, anjo? – perguntei. Ela assentiu. – Ótimo... Eu vou te fazer se sentir ainda melhor.

- Ann? O que voc- AH! – arqueando suas costas, minha esposa choramingou ao sentir meus dedos em sua intimidade, circulando o seu pontinho inchado. – P- Por Deus! L- Levi, hum...

Virei meu rosto, adentrando sua boca com minha língua. Ela gemia contra meus lábios enquanto eu me empenhava para a dar prazer. Afastei-me um pouco para vislumbrar sua linda expressão: seu rosto completamente vermelho, olhos nublados, lábios entreabertos com belos sons saindo de sua garganta. Aumentei a velocidade, adentrando seu interior com o dedo médio e o indicador, ela soltou um gritinho, fechando os olhos com força.

Ela estava quase em seu limite e por isso eu parei. Não a deixaria gozar ainda.

- Levi! – ela exclamou.

- Shh... – sorri puxando-a para outro beijo. A fiz virar de frente para mim, apertando sua cintura com força. Meus dedos ficariam marcados alí. – Tenha calma meu amor.

- Eu não quero calma – ela circulou meu pescoço com os braços. – Eu quero você. E quero já.

Suas palavras fizeram algo dentro de mim esquentar, como se no lugar de sangue, houvesse fogo líquido em minhas veias. Levantei sem aviso. Ela se agarrou em mim com medo de cair, mas eu a segurei para deixá-la mais tranquila. Mesmo encharcado, a levei até nosso quarto, colocando-a sobre a cama. Mordi o lábio com a visão de seu corpo molhado, sem roupas e entregue em minhas mãos.

Fiquei por cima de seu torso, entre suas pernas, segurando os pulsos finos contra o colchão. Ela me olhava com ansiedade, provavelmente pensando no que eu faria. Sem dar-lhe mais tempo para pensar em mais alguma coisa, ataquei seu pescoço, mordendo, lambendo e beijando a região que eu sabia ser sensível. Movimentei meu quadril contra o dela, simulando leves estocadas, roçando propositalmente em seu ponto frágil.

Desci meus carinhos um tanto brutos até sua clavícula, abusando do lugar. Ela tremia, arfando perdida entre as sensações. Quando cheguei aos seus seios – local onde ela amava ser estimulada – tive um pouco mais de cuidado, pois tratava-se de uma região delicada. Suguei seu mamilo esquerdo, puxando entre os dentes, em seguida lambendo a auréola. Continuava com meus movimentos pélvicos, um pouco mais calmos. Não iria ser tão maldoso. Não daquela vez.

Soltei suas mãos para ter mais apoio, levando meus lábios até sua barriga. Eu sempre demonstraria o quanto a amava. Tocando-a com cuidado, venerando cada pequena parte. Fiz um rastro de fogo com meus beijos até sua intimidade, onde após segurar suas coxas para mantê-la no lugar, afundei a língua sem pudor nenhum. Ela gritou, tentando se mexer por estar sensível pelo estímulo recente, mas eu não permiti.

- A- Ah! T- Tão bom! – ouvir minha menina gemer era uma das melhores sensações para mim.

Fiz círculos com a língua em seu interior molhado, sorvendo o líquido que saía aos montes por sua entrada pulsante. Abri seus lábios vaginais, chupando o máximo que conseguia, ao mesmo tempo em que acariciava seu ponto mais sensível com meu polegar. Sentia meu cabelo ser violentamente puxado por suas mãos, tentando descontar seu prazer de alguma forma.

- E- Eu... Levi, h- hum! – suas pernas tremeram e ela arqueou as costas, choramingando alto.

- Já meu anjo? – me afastei um pouco de sua intimidade, para então olha-la nos olhos. – Pode vir – sussurrei.

Voltei ao que eu fazia, com rapidez. Ela gritou meu nome, gozando. Seu líquido invadiu minha boca e eu gemi em satisfação. Ela respirava com dificuldade soltando alguns chorinhos meio perdidos. Dei uma leve lambida em sua entrada e ela teve um espasmo, segurando meus ombros.

- N- Não... Eu estou s- sensível – minha menina fez bico.

- Eu sei meu amor, eu sei – segurei seu quadril e ela me encarou trêmula. – Mas eu tenho que limpar você, hm?

Com muito cuidado, suguei cada gota que restara, ouvindo-a gemer e choramingar pela sensibilidade. Ao terminar, limpei a boca com as costas da mão e me coloquei sobre ela novamente, beijando-a. Fiz um carinho em seu rosto durante o beijo, como um pedido de desculpas por ter sido um tanto quanto intenso demais. Esperei um tempo para que ela se acalmasse, mesmo que meu membro estivesse latejando.

- Pronta? – questionei.

- Sempre vou estar pronta para você, capitão – aquilo foi meu gatilho.

Me posicionei em sua entrada, segurando na cabeceira da cama, enquanto minha mulher segurava minhas costas. Em um só movimento, invadi seu interior e ela envolveu suas pernas em minha cintura gemendo alto. Sem esperar, iniciei uma sequência de estocadas fortes e ritmadas.

- M- Mais! Mais f- forte Levi! – ela grita, arranhando minha pele.

Eu arfava aumentando a velocidade, apertando a madeira da cabeceira. Estar dentro dela era como o melhor e mais doce dos pecados. O mundo poderia acabar e eu não ligaria apenas por estar com ela naquele momento. Em determinado momento, atingi um ponto dentro dela, que, gritando, pediu-me para acertar no mesmo lugar.

- E- Entendo – sorri. – Então é aqui? – impulsionei meu quadril com toda a força que tinha e ela choramingou arqueando as costas. Seus seios balançavam a cada movimento, deixando-me encantado com a visão. – Não se preocupe, eu vou te fazer vez estrelas.

Concentrei as estocadas alí, eu queria fazê-la se sentir como nunca antes. Queria dar o máximo de prazer que ela aguentasse. Não importava se no final eu ficasse exausto. Minha menina iria ter a melhor noite da vida dela.

Sua intimidade se contraiu e esmagou meu membro. Joguei a cabeça para trás gemendo com a descarga elétrica que atravessou meu corpo.

- LEVI! – ela me encarou com seus olhos marejados. Ela estava no limite.

Me apressei, soltando a cabeceira para então apoiar as mãos uma de cada lado de seu rosto, investindo ainda mais rápido se é que isso era possível. Quando meu orgasmo veio avassalador, ela soluçou engasgando com o ar, tendo vários espasmos chamando por mim. Levei minha mão até sua intimidade, estimulando-a enquanto ainda estava dentro, fazendo-a chegar rapidamente ao ápice.

Me retirei de seu interior devagar. Ela ergueu os braços para mim, pedindo um abraço e eu não pude deixar de dá-lo. Beijei seus cabelos úmidos pelo suor, me ajeitando na cama com ela deitada em meu peito. Ficamos um tempo quietos, apreciando a presença um do outro.

- Você está bem, meu amor? – perguntei quebrando o silêncio.

- Uhum – ela se aconchegou em mim. – Isso foi tão bom...

- Podemos repetir se você quiser... – brinquei.

- Levi! – ela bateu em meu abdômen.

- Estou apenas brincando – ri apertando-a contra meu corpo. – Amo você.

- Também te amo, heichou...



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