História Back to you: T.C. - Capítulo 23


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Categorias Magcon, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Visualizações 43
Palavras 1.105
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Surgery


TAYLOR POV'S ON.

Eu estava eufórico, parecia a primeira ida a um parque ou algo que eu queria fazer a muito tempo e não cheguei a ter a oportunidade, era explicita a minha animação com aquilo, o médico disse que ainda poderíamos ter complicações, mas o que eu sentia agora, a positividade que estava em mim falava mais alto que tudo naquele momento, eu tinha certeza de que tudo daria certo, que o corpo dela não iria rejeitar o órgão, daria tudo certo, ela sairia dalí bem e...bom, a única dúvida que eu ainda tinha infelizmente é que se ela iria me perdoar.

Essa era a minha única aflição, se ela iria me aceitar de volta, se ficaria bem depois de tudo que eu contasse, não queria que ela me odiasse, mas tinha certeza de que não, era da Faith que eu estava falando, por mais que as pessoas a decepcionassem ela continuava alí, persistia, lutava pelo melhor daquela pessoa, tanto que qla continuou insistindo em mim, só esperava que ela não tivesse desistido como eu pensava que sim.

Tem medo de que algo dê errado?— Cameron sussurrou ao meu lado.

O paciente estava chegando e logo já iriam fazer a cirurgia nela.

Não, tenho mais medo de que ela me perdoe, mas não me queira na vida dela— ele suspirou.

Acredite em mim por mais que eu tenha feito merda, Faith é minha amiga de infância, conheço ela melhor do que qualquer um, as pessoas que entram na vida dela não têm um prazo de validade para sair— deu uns tapinhas em minhas costas.

Eu sei disso, ela é bem intensa com as pessoas, isso me faz pensar o quão injusto foi isso ter acontecido com ela, mas como eu acredito que tudo tem um motivo e nada é atoa, isso serviu como um belo exemplo do que eu perderia, agradeço não ter perdido para dar valor, não pedido dessa maneira— disse calmo encarando o nada, pensando que não me perdoaria de jeito nenhum se algo pior acontecesse a ela.

Ainda bem que você acredita que nada é atoa, sinto que vocês são a porcentagem que nasceram para dar certo juntos, de coração, aquela porcentagem que os outros invejam—ele disse rindo, não sabia o que dizer depois disso.

Foi engraçado quando ela voltou, eu não acreditei que era ela mesma, não tinha me avisado antes e quando ela te conheceu, não tinha parado de falar sobre você para mim— o olhei surpreso.

Ela dizia o quão incrível você era, que agora além de mim ela sentia que tinha outros motivos para ficar, eu achava legal por ela ter encontrado alguém ela estava feliz— continuou dizendo algo que eu não sabia.

Você fez dos dias dela mais coloridos, Faith não cansava de dizer que não tinha medo de se jogar de cabeça dessa vez, que sentia que era para valer e que era recíproco— sorri involuntariamente, era legal ouvir sobre ela de outras pessoas.

Espero que ela saiba que por mais que eu não tenha demonstrado tanto o quanto eu queria, ela foi e é uma das pessoas mais importantes para mim, que ela não tenha dúvida de que é recíproco — acho que chegamos no momento desabafo.

Acho que Deus me enviou um anjo chamado "fé"—ri da minha própria piada.

Nos enviou —me corrigiu e de um empurrãozinho de leve.

O paciente de Manhattan chegou, já está tudo pronto para a cirurgia, depois que concluírmos dentro de algumas horas ela estara fora do comando induzido podendo acordar amanhã ou até hoje mesmo—essa foi a vez que o médico foi mais direto possível com a gente, isso era bom já que eu odiava enrolações. Não soube o que dizer então só concordei com a cabeça.

Vi eles passando provavelmente com o paciente pela porta de entrada e seguindo entre os corredores.

Acho que eu estou tão nervoso quanto você agora—Cameron disse e eu soltei todo o ar de meu pulmões.

Nem sei o que dizer num momento como esse— parecia que eu tinha travado.

{•••}

Estava do lado de fora da sala fazia um tempo, a cirurgia já tinha acabado, mas ninguém tinha dito nada, eu estava nervoso por tudo naquele momento, só queria entrar e poder conversar com ela, mesmo ela não respondendo essa era a única forma que eu consegui para não surfar de vez, isso reconfortava meu coração.

Me sentei e um daqueles bancos, estava a alguns minutos sozinho, Cameron tinha saído para pegar algo, ele insistiu que eu tinha que comer já que não queria mais ninguém doente. Alguns minutos pensando sobre a cirurgia e a porta se abriu saindo o médico dela.

Tá tudo bem?— assim que eu consegui formar uma frase perguntei.

—Sim, a cirurgia foi um sucesso, já providenciamos tirá-la do coma e em algumas hora ela pode acordar—respirei aliviado assim que ele disse. 

Não sei ao certo o que deu em mim, não consegui controlar o que eu estava sentindo, só senti meu corpo escorregar pela parede e ir de encontro ao chão, meu rosto estava molhado pelas lágrimas que tanto segurei, nem acreditava que aquele sufoco. aquele susto tinha acabado.

Vai ficar tudo bem, filho, ela está fora de risco agora, só precisa acordar— concordei me levantando do chão.

Posso entrar e conversar com ela?—concordou.

Vamos lavá-la até o quarto e você poderá entrar— sequei meu rosto. Em alguns segundos vi a levarem em uma maca até o quarto onde ela estava antes. Ele apareceu na porta e me chamou com um gesto.

Entrei cauteloso como se eu pudesse estragar algo, de verdade ainda tinha meus medo e não queria estragar mais nada. Andei vagarosamente até ela, e fiquei ao seu lado organizando o que dizer a ela.

—É estranho pensar o quanto eu quero clichês com você, agora?andei pensando sobre daqui pra frente, quem sabe uma casa com cerca branca e cheia de crianças — senti lágrimas caírem novamente.

Nunca quis ter essas coisas com ninguém, mas você me fez mudar, mudar para melhor, quero que saiba que apesar dos meus medos eu não desisti de você, nem iria, pensei que o que eu queria antes era te afastar, só que depois de quase te perder o que eu mais quero e te ter por perto— disse com a voz um pouco falha.

—O Cameron me disse como você se sentia em relação a mim e posso te dizer que não existe satisfação maior que ouvir alguém falar bem de alguém que a gente ama, enfim, eu vou deixar você descansar agora, não vou sair daqui, mas espero voltar quando já estiver acordada— sorri comigo mesmo por isso. Meu coração estava em paz, numa paz tão grande que eu não sabia explicar.

Em algumas horas eu teria minha Faith de volta, fora de risco e saudável.

•••


Notas Finais


Esse é provavelmente o penúltimo capítulo da fic (╥_╥) a menos que o último capítulo (o próximo) seja grande de mais aí eu corto ele em dois.

Aviso aleatório, leiam 'Moon Girl'.

Bjs até o próximo cap😘💋💋


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