História Backstage Pass (G!P) - Capítulo 76


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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 565
Palavras 2.745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi! 😎
Vocês estão bem? Espero que sim porque eu estou bem. Um dia após o outro... E, Piper, sossega mulher!

Capítulo 76 - Capítulo 26.



— Tem certeza que precisamos levantar? – Alex murmurou e puxou a professora para seus braços.

Ambas estavam pegajosas com gozo, suor e saliva. A guitarrista duvidava que pudesse devorá-la novamente, mas estava longe de deixá-la na mão. O sexo da noite e minutos atrás havia deixado-a exausta.

— Temos que estar em Boston Street daqui vinte quatro horas.

— Então, nós podemos ficar na cama por mais doze horas. Duas horas de viagem estamos lá.

Piper riu.

— Só se você tiver um carro veloz, querida. Nem arrumamos as malas ainda e tem as crianças...

— Está tudo okay, baby – a guitarrista a interrompeu. – Polly levou as crianças ontem à noite. Temos tempo de sobra para arrumar as malas e pegar um avião.

A professora a beijou e levantou.

— Então, vamos tomar um banho? Estamos nojentas.

Alex levantou a cabeça sobre uns centímetros fora do travesseiro, mas não conseguiu reunir forças para abrir os olhos e olhar para ela.

— Juntas?

— A menos que você tenha uma ideia melhor.

— É uma ótima ideia. Eu só não acho que posso suportar. – Ela baixou a cabeça no travesseiro. – Você acabou comigo, baby.

— Aw, pobrezinha. Montei no monstro por muito tempo? – Piper perguntou, deitando-se ao lado da guitarrista.

Alex sorriu.

— Não estou reclamando.

— Talvez se você não tivesse insistido que tinha um revólver de seis tiros hoje de manhã. – a professora riu e desceu a mão até de seu amigo flácido. 

A guitarrista se contraiu.

— Deveria ter parado depois de três tiros.

— Você durou mais de meia hora da última vez. – Piper se levantou em um braço e olhou para ela. – Achei que ao final iria desmaiar.

— Estou surpresa que gozei da última vez. Eu não achava que havia ainda algo em minhas bolas, além de poeira.

— Estou um pouco tenra lá também – admitiu.

— Você precisa de mim para beijá-la e fazê-la se sentir melhor? – Um beijo pousou na ponta do queixo da professora, pois foi o único lugar que Alex poderia alcançar sem esforço.

— Não me tente. – Piper a beijou e saiu de seu abraço fraco. – Espero que você encontre energia para se juntar a mim.

Alex gemeu, mas ficou esparramada por todo o centro da cama. Um momento depois, ouviu o barulho do chuveiro. A professora começou a cantar a música delas "Beautiful With you", e isso trouxe um sorriso aos seus lábios. Ela flutuou até o fundo da consciência com as lembranças até ouvir o grito de terror que a fez pular. 

Chegou ao banheiro e encontrou Piper, toda molhada e ensaboada, de pé sobre a tampa do sanitário agarrada à barra da toalha.

— O que há de errado?

Ela apontou para o chuveiro com a mão trêmula. A água ainda estava correndo atrás do vidro embaçado pelo vapor. A guitarrista abriu o box, esperando ver um corpo morto, ou pelo menos, um bicho enorme.

Não havia nada lá.

— Por que você gritou?

— Ar-aranha!

Alex procurou no chão, olhando para a enorme tarântula peluda que a fez hiperventilar. 

Não. Nada.

— Não vejo nada.

— Está logo ali – a professora gritou, agarrando-se a seu ombro enquanto apontava para o canto mais distante. – Parece ser a aranha dos meninos.

A guitarrista entrou na banheira, a água batendo-lhe nas costas, e encontrou o pequeno esconderijo do aracnídeo atrás do frasco de xampu.

— Sim, é a Spider. – Ela pegou a aranha em sua mão, e a deslizou até seu pulso.

O ato enviou Piper em um ataque de histeria. Ela saltou do sanitário e correu para o quarto, fazendo sons estranhos e esfregando as mãos por todo o corpo, enquanto atravessava o tapete.

— Droga, eu falei para os meninos mantê-la no vidro com a tampa! – gritou, ainda trêmula.

A guitarrista capturou a aranha e segurou-a em um punho solto. Suas perninhas peludas corriam na palma da mão enquanto tentava escapar. Assistindo-a surtar, era muito grande a tentação para ela resistir a provocá-la.

— Peguei – Alex anunciou quando se juntou a ela no quarto.

— Ela está bem? – Ela queria saber, contornando um amplo espaço ao seu redor.

— Está respirando – a guitarrista garantiu a ela e abriu a mão. 

A aranha correu para a ponta do dedo, a ponto de se jogar para o chão, quando Piper gritou e saltou para a cama assustando a aranha encolhida.

Rindo, Alex prendeu a criatura em sua mão novamente.

— É apenas uma pequena aranha, baby. Ela não vai te machucar.

— Odeio aranhas.

— Nossos filhos adoram.

— São louquinhos igual a você. – a professora sorriu e olhou para as mãos dela. – Livre-se dela!

Alex abriu a porta para a varanda e colocou a aranha para fora. Ela virou-se para encontrar Piper ainda de pé no meio da cama com uma mão sobre o centro do peito.

— Ela se foi.

— Os meninos vão ficar chateados. – Ela pulou da cama e abraçou a guitarrista que concordou. – Bem, vou voltar ao meu banho.

— Eu deveria acompanhá-la, no caso de uma outra criatura assassina tentar te atacar, mas estou tão exausta.

— Acho que só há uma coisa a fazer em uma situação como esta.

— O quê?

Piper riu e a abraçou com entusiasmo.

— Dê-me dez minutos. – Ela beijou a guitarrista e empurrou-a até a cama. 

Agarrando uma sacola no closet, ela correu para o banheiro e fechou a porta atrás dela. Terminou o banho rapidamente, se secou e começou a se vestir. Desejou que tivesse mais tempo, mas Alex ia ter que viver com uma enfermeira impertinente sem maquiagem.

Ela estava puxando suas meias vermelha de coxa alta, quando ouviu duas batidas na porta.

— Baby, eu não posso esperar mais.

A professora sorriu para a sua ansiedade.

— Quase pronta.

— Tenho que fazer xixi. Estou tão apertada que não posso esperar.

Ah, é por isso que ela estava ansiosa para entrar no banheiro.

Piper deslizou para os sapatos e ajeitou o pequeno chapéu branco em seu cabelo antes de abrir a porta. Seu queixo caiu quando a guitarrista a viu.

— Sra. Vause, se apresse. Em seguida, volte para a cama. É hora de seu banho de esponja.

— Eu posso segurar – assegurou a ela.

A professora a empurrou para o banheiro.

— Basta ir. Não quero que você tenha um acidente, querida.

— Não posso ir quando o monstro está duro, e vê-la assim, definitivamente, o tenho muito duro.

— Experimente – Piper disse e fechou-a no banheiro.

Ela ouviu algo bater no lado de dentro do banheiro repetidamente. Preocupada, abriu a porta e achou Alex batendo a cabeça contra a superfície sólida.

— O que você está fazendo?

— Tentando me acalmar com a tática da Boo. Estava na metade do caminho antes de você abrir a porta. – Seus olhos correram sobre seu corpo. A saia de seu uniforme era tão curta que não cobria a parte de cima de suas meias. Ela provavelmente poderia dizer que não estava usando calcinha sem a professora ter que se curvar. Seus seios foram empurrados para cima e presos juntos por um corpete. Não havia material suficiente para cobrir os mamilos. – Oh porra, baby, você está tão sexy. Por favor, posso voltar para a cama?

— Pare de bater a cabeça na porta, e faça xixi. – Piper fechou a porta na cara dela e foi para o espelho sobre a cômoda para ver se poderia prender seu cabelo esvoaçante e deixar sob controle e protegido sob o pequeno chapéu que usava.

Ela estava começando a se preocupar com Alex quando finalmente a porta abriu. Estava totalmente nua e olhava mais sexy do que ela poderia ter a esperança de olhar em traje de enfermeira. Seu amigo estava amolecido quando a guitarrista saiu do banheiro, mas já duro quando se mudou atrás dela e segurou seus seios.

— Para a cama, agora – ordenou a professora. – E mantenha suas mãos para si mesma.

— Vem cá, vem – Longe de cumprir com as suas exigências, suas mãos desceram abaixo em sua barriga e ossos do quadril. – Você está usando calcinha? – Ela soprou em seu ouvido. Sua mão encontrou o interior de sua coxa e empurrou a saia para cima.

Piper se afastou e olhou para ela.

— O que está debaixo da minha saia, não é para o seu bico. Vá para a cama. Devo começar o seu cuidado pessoal imediatamente. Você não iria querer que eu fosse demitida, não é?

Seus lábios roçaram em seu pescoço logo abaixo da orelha, que enviou um arrepio de excitação percorrendo-lhe a espinha.

— Jamais. Eu não iria querer isso. Enfermeiras excepcionais, como você, é impossível de encontrar.

A professora colocou o braço em volta dos ombros e encorajou-a a inclinar-se sobre ela.

— Eu vou ajudá-la a voltar para a cama agora. Você está desesperada necessitando da minha atenção.

— Estou na minha última eereção. Felizmente, é um inflável.

Piper mordeu os lábios para que não começasse a rir e acabou bufando pelo nariz, feito uma porquinha. Ela recuperou a compostura rapidamente, tentando ser sexy. Ronronar pelo nariz não era tão sexy.

Mão espalmada sobre sua cintura, era tudo o que podia fazer para não enterrar o rosto em seu lado e inalar o cheiro de Alex. Decidiu que ia ser muito difícil ficar no personagem, especialmente quando sua mão estendeu para seu seio. Seu mamilo ficou tenso na palma da mão imediatamente. Ela considerou bater-lhe no rosto, como se tivesse ficado ofendida, mas não teve coragem de fazê-lo.

A roupa de enfermeira foi a primeira que ela pegou quando olhou para os trajes na loja, após sair para as compras com Polly. Estava fingindo ser uma enfermeira muito desobediente e incentivar a atenção dela. Ela esperava que não estragasse a fantasia.

Piper torceu um pouco para que sua mão acariciando mudasse de seu mamilo direito para fora do bojo de seu uniforme. Fingiu não notar. Como isso fosse possível com a guitarrista apertando o polegar rebelde.

Quando chegaram à cama, a professora levantou o braço por cima da cabeça e deitou-lhe sobre o colchão. Alex agarrou-a no caminho para baixo, e ela se viu esparramada sobre seu corpo.

— Sra, Vause – ela disse, levantando a cabeça para olhar em seus olhos o desejo presente. – Isto é altamente inapropriado.

— Baby, estou tão excitada no momento. Você pode esquecer o ato e imediatamente sentar no monstro?

Piper sorriu e beijou-a.

— Você sempre diz exatamente o que quero ouvir.

— Eu acho que eu merecia apanhar por ser tão direta.

— Você quer que eu dê um tapa em você?

— Não, eu quero que você me foda.

A professora riu. Ela adorava provocá-la.

— Você não está em condições para esse tipo de atividade, Sra. Vause.

Alex mudou de posição, de modo que o monstro duro pressiona-se contra seu quadril.

— Eu discordo, enfermeira.

— É hora do seu banho de esponja.

A guitarrista bufou em fingida exasperação.

— Bem, se você insiste.

A professora saiu de seu abraço apertado e levantou da cama. Podia sentir seus olhos sobre ela enquanto se afastava. Fez ter certeza de que havia muito balanço em cada passo calculado. Ela pegou um recepiente vazio, foi para o banheiro e encheu-o até a metade com água morna. Não havia esponjas, então ela usou uma toalha de rosto, mas tinha a intenção de limpar cada centímetro do corpo de Alex. Cada centímetro. Claro, alguns centímetros mais do que uma vez.

— Enfermeira – a guitarrista gritou do quarto. – Estou precisando desesperadamente de ajuda aqui.

Piper segurou o recipiente de água contra o peito e voltou para cama. Parou abruptamente assim que a água espirrou sobre seus seios e escorreu entre seus eles.

— Ops!

Alex produziu um som muito próximo de um rosnado. Isso fez arrepiar por todo o corpo.

— Você está pronta para o seu banho?

— Você sabe para o que estou pronta. – Ela balançou a cabeça enfaticamente de seu amigo sem esforço.

— Oh, meu Deus – a professora murmurou e colocou a água na mesa de cabeceira. – Isso precisa de minha atenção imediata. Está tão inchado. Está doendo?

— Só quando você não o toca.

Piper embebeu o pano na água morna e espremeu o excesso antes de subir na cama. Ela usou dois dedos envoltos no pano para limpar o seu umbigo.

— Um pouco mais embaixo – Alex sussurrou.

Ela passou a toalha ao longo de seu "caminho da felicidade" para baixo. O monstro contraiu quando parou uma polegada de tocá-la. Moveu o pano ligeiramente para a esquerda, para direita e trouxe de volta a sua barriga.

— Volta. Volta – a guitarrista pediu sem fôlego. Para baixo novamente. Pare. De novo para cima. – Você esta deixando um local sujo.

— Não vejo – Piper disse, tentando não rir e parcialmente sucedendo.

— Então, fique mais perto.

Ela molhou a toalha e espremeu novamente. Tomando cuidado para não passar um de seus saltos agulha através de sua pele, ela montou seu corpo, um joelho de cada lado do peito, palmas das mãos sobre a cama de cada lado de suas coxas.

— É aqui? – ela usou o pano para lavar o joelho com movimentos circulares vigorosos.

— Isto é lindo e sexy pra caralho! – Alex suspirou.

A professora olhou por cima do ombro para encontrá-la olhando para suas costas. Duas mãos deslizavam sobre a parte de trás de suas coxas para empurrar a saia os dois centímetros restantes que cobriam sua bunda. Enquanto ela esfregava o outro joelho, Alex traçou suas dobras inchadas com dois dedos. Encontrando-a já molhada de excitação, mergulhou os dois dedos dentro dela.

Piper engasgou.

— Sra. Vause – ela sussurrou –, o que você está fazendo?

— Apreciando a vista.

— Você olha com seus olhos, não com as mãos.

— Também estou me divertindo com a sensação, o cheiro e o som. Muito em breve irei apreciar o sabor, também.

A professora inclinou nos cotovelos para que a cabeça de seu amigo aparecesse em seu decote.

— Isso! – Os dedos de Alex moveram dentro dela. Empurrando profundo. Torcendo. Retirando lentamente.

Piper tentou se concentrar em sua tarefa, mas seus dedos se moviam tão bem que só aceitou e os tomou. A mão livre da guitarrista acariciava as coxas acima de suas meias. Sua bunda. Alex tirou os dedos livres para lambê-los e, em seguida, empurrou-os para dentro profundamente de novo.

— Alex – Piper gemeu. – Esfregue-me.

— Pensei que era isso que estava fazendo.

— Oh, meu clitóris. Por favor, querida.

— Mostre-me o que você quer.

A professora apoiou sua parte superior do corpo de um lado no colchão e desceu uma mão entre as próprias pernas para acariciar seu clitóris.

— Isso, baby – Alex gemeu, penetrando sem parar. – Goza pra mim, vai.

Piper continou esfregando-se e gritou quando as primeiras ondas do climáx a atingiu. A guitarrista xingou sob sua respiração irregular, deslizou por baixo de seu corpo e se ajoelhou atrás dela. Tirou os dedos livres da sua boceta apertada e os substituiu com seu amigo. Ainda acariciando seu clitóris, ainda gemendo, a professora baixou o rosto sobre o colchão e balançou para trás para encontrar suas rígidas, estocadas profundas.

— Você é a mulher mais sexy e linda que existe – disse Alex em um rosnado baixo, e pela primeira vez, acreditou nela.

Ela se inclinou sobre a professora e empurrou o corpete para baixo para libertar os seios. Amassou-os mais ou menos enquanto golpeava e beliscava seus mamilos entre os dedos, puxando os piercings de leve em seguida. Piper moveu a mão suavemente para acariciar suas bolas quando ela empurrou para dentro dela.

A guitarrista se endireitou novamente e inclinou-se ligeiramente para trás para que ela pudesse alcançá-la melhor. Piper olhou por cima do ombro para pegá-la observando a ação entre seus corpos.

— Sua boceta é tão linda quando engole o monstro. – Alex sussurrou. – Você pode ouvir o quão molhada está?

Ouvir? Sim, ela podia ouvir o barulho de seus fluidos cada vez que seus corpos se uniam.

— Está molhada para você, querida. Você a preenche tão bem.

A guitarrista recompensou o elogio tirando o plug, que havia colocado na noite anterior, e mergulhando novamente no orifício dela.

— Ah! – ela gritou. – De novo.

— Você é uma enfermeira tão safada – Alex sorriu diabolicamente. – Você gostaria do meu dedo na sua bunda?

— Oh, sim. Muito.

A guitarrista empurrou um dedo fundo dentro dela, fazendo-a gritar. Piper massageou suas bolas mais vigorosamente e contraiu as paredes internas de sua boceta. A respiração de Alex aumentou e agarrou seus quadris para mantê-la imóvel enquanto gozava dentro dela.

Mais calma, ela beijou as costas da professora, puxou o monstro para fora com cuidado e caiu na cama.

 Obrigada, enfermeira. Isso foi um tratamento incrível.

Piper sorriu. Estava apenas começando.


Notas Finais


Stop Hot! Vamos partir para a continuação da história, se não num dá! (Sem choro, garotas)

Ps: Piper com medo de aranhas sou eu na vida! #morro 😫


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