História Backup - Jikook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Hoseok, Jikook, Jimin, Jimin!top, Jungkook, Jungkookbottom!, Kpop, Namjoon, Seokjin, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 65
Palavras 548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaaa eu sou muito fanficwriter mano

Capítulo 1 - Epílogo: Quarto 17


- O seu paciente é o rapaz do quarto 17. Jeon Jungkook, 21 anos, de aparência saudável, distúrbios psicológicos e nervosos que são controlados com remédios, Síndrome de Estocolmo, idade mental: 18.

Jimin segurou a folha que lhe foi dada pela diretora do Hospital Coléstomo. De longe podia perceber que ela não era coreana ou ao menos asiática. Sem contar que o nome do estabelecimento continha um traço estranho sobre o "e". Só podia ser coisa relacionada à sua língua.

- Ele tem Síndrome de Estocolmo?

- Sim. Surpreso? - Indagou com seu sotaque forte e até forçado demais.

- Eu nunca conheci pacientes com ela.

- Será uma experiência nova e... Não diria agradável, talvez empolgante.

Ao girar a chave na fechadura a porta de ferro se abriu e a mulher me deu espaço para que eu passasse.

O quarto estava totalmente arrumado e até sorri com a organização. A cama era ocupada por um garoto moreno que encarava um ponto fixo à sua frente enquanto estralava os dedos lentamente. Seus olhos finalmente mudaram de posição e tombou a cabeça para o lado, franzindo o cenho.

- Jungkook, este é Park Jimin. Seu médico particular a partir de agora.

- Olá, Jungkook! - sorri e coloquei as mãos nas costas - É um prazer te conhecer.

Ao tentar me aproximar mais de si, hesitei por vê-lo se afastar sobre a cama e começar a hiperventilar em sinal de medo.

- Calma, eu não vou te machucar. - Gesticulei com as mãos tentando acalmá-lo - Eu juro.

- Ele é assim, tem medo de todo mundo. Mas quando suas crises atacam... Deus sabe como sofremos para fazer ele parar.

- O que... Acontece?

- Ele começa a se balançar pra frente e para trás, se arranhar, chorar e tenta matar qualquer um que se aproxime. Temos que mantê-lo o mais pacífico possível. Pro próprio bem dele.

Virei a cabeça em sua direção e notei seus grandes olhos negros em mim. Até que decidisse encarar a diretora ao meu lado.

- Sai... - Murmurou baixinho e somente eu ouvi.

- Acho que ele está ficando desconfortável conosco aqui. - Eu falei praticamente no mesmo tom que Jungkook.

- Sai. - Repetiu, dessa vez com a voz mais alta.

- Na verdade, ele quer que eu saia. Jungkook não vai muito com a minha cara.

- SAI DAQUI!

Me assustei com seu grito e imediatamente dois guardas enormes surgiram na porta.

- Precisam de ajuda?

- Não, WonHo. Obrigada. Eu vou sair antes que ele me bata. - Respondeu risonha mas eu não consegui achar nenhum pingo de graça em fazer meu paciente ficar mal.

- Eu devo ficar?

Ana. Esse era o nome gravado em seu jaleco. Apesar de estar em letras gregas consegui identificar. Agora minha suspeita de que ela é americana aumentou.

- Sim. Tente conversar com ele. Qualquer coisa, qualquer comportamento estranho ou agressivo é só gritar.

Me curvei em respeito e ela ignorou o ato, apenas sorrindo e fechando a porta.

Suspirei e olhei para a ficha em minhas mãos.

- Então.... Você quer falar comigo? - Perguntei na tentativa de incentivá-lo a conversar.

Ele se encolheu ainda mais no canto da parede e agarrou a boca da calça moletom cinza que vestia, a puxando para baixo, quase escondendo os pés.

- Você é meu hyung?

Me permiti soltar um sorriso verdadeiro. Pelo menos ele não me mandou ir embora de primeira.


Notas Finais


E bom, é um tema bastante clichê mas o que vale é a intenção não é mexmo?


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