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História Bad Bitch. - Capítulo 3


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Notas do Autor


acho que nunca foquei tanto numa putaria como essa. espero que vocês gostem e esse é o último capítulo :( perdoa qualquer errinho.

boa leitura!

Capítulo 3 - 3. Let's have sex.


— Caralho, finalmente!

Sehun exclamou ao sair da empresa junto com os outros empregados. Chanyeol estava lá.

— Sextou, galera, bora tomar uma breja!

Oh aumentou o sorriso e fez um hang loose. Alguns funcionários concordaram imediatamente e Sehun usou aquele momento de distração para chegar mais perto do dono da firma. Park estava muito estranho ultimamente.

— Chanyeol, cara, você vem né?

O gerente de Marketing perguntou, ao passo que colocava a mão em cima do ombro do CEO. Sehun e Chanyeol eram amigos desde o fundamental, realmente melhores amigos. Quando o Park soube que herdaria a empresa de seu pai, não pensou duas vezes e chamou Sehun para trabalhar lá.

Com um suspiro nervoso, Chanyeol respondeu.

— Olha, hoje não vai dar...

— Chanyeol, fala sério, vamos sair e tomar uma cerveja!

— Eu estou falando sério, Sehun. Hoje realmente não posso.

Oh bufou estressado. Se lembrava bem, faziam vinte e um dias que o Park andava se comportando estranho; chegava tarde no trabalho, não tinha paciência pra nada, mal falava com os funcionários... parecia estar sempre ansioso para algo. E Sehun morria de curiosidade para saber o que se passava na cabeça do amigo.

— Tá, tudo bem. Até segunda, Chanyeol.

— Até. — Chanyeol acenou e andou rapidamente na direção do próprio carro.

Oh deu um sorrisinho de canto, seguindo para o estacionamento.

— "Até" uma porra, eu vou descobrir o que tá acontecendo e vai ser agora.

Dando partida no veículo, seguiu o Park.


×


Assim que estacionou o Audi A5 2.0 na frente do puteiro, Chanyeol bateu as duas mãos com força no volante, fazendo o automóvel tremer.

— Porra! — esbravejou, observando o carro de Sehun estacionar ao lado do seu.

E agora? O que faria?

— Não sabia que você curtia esse tipo de lugar.

Oh disse, observando a fachada chamativa do bordel. Chanyeol precisou de muito autocontrole para não surtar ali mesmo. Porra, passou os malditos vinte e um dias sentindo como se nunca fosse pisar outra vez na casa de prostituição e, quando finalmente pôde, alguém atrapalhou.

O CEO deu um sorrisinho amarelo e se arrependeu de não ter subido o vidro do carro.

— E-Eu não curto, na verdade só parei pra descansar um pouco. Sabe como é, né? Ando muito cansado, ahh... — fingiu um bocejo.

E Chanyeol era péssimo em fingir.

— Corta essa, cara. Tá certo que eu sempre achei que as mulheres te procuravam e não o contrário... mas e aí, você tá todo estranho por causa de uma puta?

Sehun riu. E pela primeira vez Park teve medo daquilo vazar na mídia. Não conseguia nem imaginar o problemão que seria. Tudo culpa de Baekhyun! Tudo! E da sua fodida necessidade de vê-lo.

— Sehun, faz o seguinte, você não fala dos meus rolos e eu não falo dos seus com o novo estagiário de TI. Jongin, não é?

Oh parou de sorrir imediatamente, assumindo uma postura nervosa.

— O-O que? Como-

— Eu sei de tudo que acontece na minha empresa.

Chanyeol deu um risinho de canto, apoiando o cotovelo na porta do carro.

— Boa noite de sexta, Sehun.

— Boa noite... Chanyeol.

Sehun desejou boa noite vagarosamente, no mesmo ritmo que processava as informações. Engoliu em seco e deu ré no próprio veículo, saindo dali bem rápido.

Park desceu do carro e o trancou, caminhando aliviado até a recepção do bordel.

— Hoje eu quero o máximo de horas possível. — mandou, entregando as notas de dinheiro para o recepcionista.

— Sim, senhor Park. Com ele, né?

— Isso.

— Pode ir, ele disse que está te esperando.

O CEO se afastou, mas o sorrisinho ansioso não deixou de enfeitar seus lábios. Estava sentindo uma confusão no estômago, como se fosse um adolescente prestes a perder a virgindade. Suspirou, aquela sensação não era bem-vinda.

Não era o mesmo desde que encontrou com Baekhyun. Infelizmente sabia que a única pessoa que podia lhe proporcionar prazer igual aquele era singelamente o Byun.

“Que decadência, Park Chanyeol...” Disse o CEO mentalmente, repensando seus atos.

Não havia se deitado com mais ninguém após ter conhecido o garoto de programa. Permaneceu apenas se masturbando pra ele e isso era patético. Como o CEO mais influente do país estava de quatro pra um prostituto? Como isso foi acontecer?

Chanyeol tremeu a mão antes de girar a maçaneta e entrar no quarto. Ao encarar Baekhyun de lingerie preta e uma cinta liga da mesma cor, todas as suas dúvidas foram sanadas. Ele estava de costas para si, porém percebeu o scarpin preto que usava; assustadoramente alto e ainda sim Byun se movia tranquilo. Assistiu-o colocar um champanhe caro na taça de cristal e virar-se para si.

Byun Baekhyun estava usando batom.

Um fodido batom escarlate.

Sentiu o baixo ventre queimar de um jeito desesperador. Chegava a ser cômico a forma como Baekhyun mexia consigo.

O garoto de programa sentou na cama, cruzou as pernas e ingeriu o álcool aos poucos. Park prestou atenção na cena tão fixamente que pegou o exato momento em que os lábios pintados deixaram uma marca na borda da taça. Os dedos dos pés se contorceram dentro dos sapatos caros.

Mesmo em roupas designadas femininas, Byun conseguia ser o homem mais bonito que Chanyeol já tinha visto em toda sua vida. E se os cabelos ruivos não estivessem ligeiramente desbotados, combinariam com o batom que usava na boca bem desenhada.

O CEO, então, fechou a porta e foi se aproximando aos poucos enquanto afrouxava a gravata.

— Um colega do trabalho descobriu que eu venho aqui.

Baekhyun apenas lhe encarou por cima da taça com olhos felinos, sorvendo um último gole ao mesmo tempo que a voz grossa atingia seus ouvidos.

— E ele sabe que você gosta de um tratamento mais bruto?

Parecia haver uma pitada de divertimento na fala do ruivo. Era o que toda a situação deveria ser para Baekhyun; uma diversão. Concluiu Chanyeol mentalmente.

— Baekhyun, você tem noção do que aconteceria se eu me envolvesse num escândalo desses?

Byun terminou de consumir o champanhe. Se levantou, depositou a taça de cristal no criado mudo e andou até o mais alto.

— E a culpa é minha se você gosta de vir aqui pra se submeter?

O ruivo enlaçou os braços ao redor do pescoço alheio, aparentando estar contente pela faceta raivosa que deixou no rosto do CEO; sobrancelhas franzidas e maxilar cerrado.

Park, por outro lado, viu-se completamente sem palavras. Baekhyun aproveitou do seu momento de fraqueza para fazer menção de beijá-lo, mas, se afastou a tempo, rindo ladino. Chanyeol suspirou, rendido. Aceitou que, sim, era uma cadela nas mãos daquele homem. Portanto, foi para frente buscar o beijo prometido.

Os lábios se juntaram de maneira calma, até então. Park parecia sorver do champanhe misturado na saliva do ruivo; não tinha pressa alguma. Chupou a língua dele devotadamente, deixando-o fazer o que quisesse em sua boca. Baekhyun agarrou a gravata do CEO e aprofundou o ósculo, de forma que as cabeças se moviam tentando acompanhar o ritmo do outro.

Quando se afastaram, recuperando o ar gasto naquele beijo gostoso e demorado, um filete de saliva ainda conectava as línguas. Chanyeol sorriu minimamente, conseguindo sentir o batom do mais baixo na própria boca. Já Baekhyun tinha os lábios borrados e levemente inchados.

— Pode desmanchar esse sorrisinho do rosto, Chanyeol. Eu sei que você queria tirar meu batom com a sua boca.

Ah, sim. Era verdade. Chanyeol não parava de pensar naquilo desde o momento que viu Byun usando o produto escarlate nos lábios.

— Você vai tirar todas as suas roupas e me esperar sentadinho na cama, ouviu? — perguntou o ruivo, recebendo um aceno positivo de cabeça. — Muito bem.

Enquanto Baekhyun foi embora, Park retirou as vestimentas apressadamente. E, vendo o corpo tremendo, percebeu que estava mesmo se comportando como um adolescente prestes a perder a virgindade. Que merda!

Respirou fundo. Deitou-se na cama e encarou o teto. Também era vermelho. Tudo que lhe cercava era vermelho. Sentou, olhando para o meio das pernas. Sustentava uma semi-ereção. Sabia que se tivesse continuado naquele beijo gostoso estaria completamente de pau duro. Acabou por rir, já não se surpreendia com o próprio corpo – lembrava bem da primeira vez que pisou no quarto e Baekhyun lhe fez gozar com uma simples punheta.

— Eu espero que você se comporte agora e não estrague tudo.

O dono de seus pensamentos entrou no recinto novamente, com tubos de lubrificantes e preservativos – constatou que ele havia retocado o batom. A única diferença era que havia abandonado a parte de cima da lingerie. Park, neste instante, podia ver os mamilos eriçados.

— Eu não vou estragar nada, Baekhyun.

Falou enquanto acomodava o corpo menor em cima do seu. Baekhyun apenas sorriu prepotente, ficando de joelhos e lhe puxando para outro beijo.

Enquanto tinha a língua mordida de um jeitinho muito gostoso para sua sanidade, deu um solavanco na cama, assustado. Byun agarrou seu pau e começou a masturbá-lo da maneira que apenas ele conseguia fazer.

Hmmn...

Chanyeol gemeu rouco. E Baekhyun bebeu daquele gemido com gosto.

O pulso do ruivo começou a aumentar os movimentos gradativamente, até segurar uma ereção completa na palma da mão. Byun ousou forçar a unha do dedo indicador na fenda sensível onde saía alguns resquícios de pré-porra. Assistiu sorrindo as pernas do CEO tremerem violentamente e quase de imediato mais pré-gozo escorrer.

Chanyeol era só mais um dos que se diziam ativos na hora do sexo e caíam de joelhos pra Baekhyun. O garoto de programa adorava fazer aquilo com homens, descontruí-los por dentro e fazê-los admitir seu segredo mais profundo: amavam ser submissos.

— Chanyeol.

Chamou o CEO, que parecia estar envolto numa nuvem de prazer somente dele.

— Chanyeol.

Chamou de novo, rindo ao vê-lo abrir os olhos atordoado.

— Eu vou te chupar agora e depois você vai fazer o mesmo comigo, entendeu?

— E-Entendi.

— Ótimo.

Era muita coisa pra processar. Como assim Baekhyun ia lhe pagar um boquete? Devia estar mesmo sonhando acordado igual fazia ultimamente em seu escritório.

O ruivo ajeitou a posição e empurrou Park para trás com a mão bonita espalmada no peitoral alheio. Ficou de quatro no meio das pernas deste e agarrou o pau pela base; deu um sorrisinho que desestruturou o CEO por inteiro. Colocou a língua pra fora e esfregou no freio sensível, ao passo que lambia as veias saltadas uma de cada vez. Acomodou a cabecinha inchada dentro da boca e chupou com avidez, percebendo a mão grande de Chanyeol agarrar seus fios ruivos imediatamente.

Parou com o que fazia e encarou-o.

— Desculpa.

Baekhyun achou bonitinho o bico que Park fizera naquele pedido de desculpas e logo voltou a chupá-lo. Agora ele segurava nos lençóis, descontando a vontade de agarrar seu cabelo nos tecidos de pura seda.

Engolia o pau duro de tempo em tempo, a extensão atingindo sua garganta quando ia ficando mais acostumado. Estava relaxado o suficiente para fazer uma garganta profunda perfeita.

E Chanyeol, céus, Chanyeol estava em seu próprio paraíso. A cabeça jogada para trás, as costas arqueadas e as mãos puxando os lençóis. Usava da sanidade que restara para não se desesperar e estocar a boca quentinha que lhe chupava tão magnificamente. O suor escorria pela lateral de seu rosto; estava quente como o inferno. A adrenalina à mil correndo no sangue.

— Baekhyun... Ah...

Gemeu arrastado.

Byun já podia sentir o maxilar doer devido ao esforço constante, do mesmo jeito que a língua formigava esfregando no pau duro. Os lábios também doíam, contraídos para que os dentes não machucassem a ereção sensível. O ruivo respirou fundo, captando todas as reações de Chanyeol com os olhos espertos. Certamente sorriria se a boca não estivesse ocupada.

Deu uma atenção especial à cabeça inchada, circulando a língua e sentindo o pré-sêmen dominar seu paladar progressivamente. As bochechas estavam ocas, tamanha era a força e vontade aplicadas naquela atividade. Quando Baekhyun pressionou a pontinha da língua na fenda entumecida, Park estocou a boca sem querer. O pau fora quase totalmente para dentro da abertura, ocasionando um volume próximo ao pomo de Adão do outro. Sentiu perfeitamente o exato momento em que a garganta fechou-se ao redor de sua glande. Caralho, ia gozar.

— Baekhyun! Porra, eu vou gozar. Eu vou gozar!

Avisou frenético. Byun se afastou e encarou-o. Os lábios completamente borrados – assim como também havia batom ao redor de seu pau –, inchados e provavelmente doloridos, Chanyeol pensava. Havia uma mistura de pré-porra e saliva nos cantos da boca de Baekhyun. Suas bochechas também estavam róseas.

A visão fora o suficiente para o pau do Park dar uma guinada brusca.

— Sua vez, Chanyeol.

O ruivo se livrou dos scarpins pretos, assim como a calcinha e a cinta liga. Estava totalmente nu na frente do CEO. Sentou-se ao lado dele e abriu as pernas.

Chanyeol respirou fundo, não havia se recuperado do boquete indescritível que recebera. Sério, com certeza fora o melhor oral de todos – e na altura do campeonato, pouco se importava se aquele boquete tinha vindo de um homem.
Ajeitou o corpo grande no meio de Baekhyun e resolveu masturbá-lo antes de enfiá-lo na boca.

O problema era que Chanyeol não se lembrava de nada. Estava ocupado demais enlouquecendo. Sabia que devia tomar cuidado com os dentes e não poderia engasgar, mas era somente isso.

Friccionou o polegar na glande dele, mexendo o pulso pra cima e pra baixo. Em algum momento, Baekhyun segurou no próprio pau e sorriu ladino para o Park.

— Diga "ah", Chan.

O CEO abriu a boca, emitindo o som que fora ordenado. Nem teve tempo de raciocinar o Byun lhe chamando por um apelido porque, lentamente, ele enfiava a cabeça do pau em sua boca. Era estranhamente gostoso, tinha que confessar. Fechou os olhos, procurando se acostumar com todo aquele volume na língua.

— Chupa direitinho, senhor Park.

Ouviu o deboche de Baekhyun e em seguida o riso soprado. Passou a subir e descer a cabeça no ritmo adequado para si. Até que estava fazendo direitinho.

Chanyeol ousou descer a boca para as bolas sensíveis do ruivo, chupando-as cuidadosamente. Aquilo pareceu arrancar alguma reação dele.

— Chan-Chanyeol!

Ambas as mãos foram parar na cabeleira preta do Park, puxando-a com força. Havia um excesso de saliva no pau de Baekhyun, tal como pré-porra. O garoto de programa desceu os olhos para Chanyeol e percebeu como ele estava uma completa falta de ordem. A ereção pulsou dentro da boca do CEO.

Naquele dia era Byun quem estava preocupado com o tempo. Tinha tantas coisas que queria fazer com Chanyeol e sabia que, lamentavelmente, nem todas poderiam ser exercidas de uma vez. Se pudesse, passaria horas e horas numa cama com o Park, dando-lhe prazer e sendo retribuído na mesma intensidade. Tendo isto em mente, Baekhyun puxou os cabelos do outro até fazê-lo se afastar de seu pau. Um som de "plec" ecoou no quarto.

Os olhinhos preocupados de Chanyeol percorreram o rosto do ruivo, analisando alguma feição de repreensão. Não encontrou nada. Byun apenas riu.

— Você vai me mamar, Chanyeol.

“De novo?” Park pensou. E antes que pudesse abaixar a cabeça para abrigar o pau duro na boca, Baekhyun lhe parou.

— Não. Você vai mamar lá atrás.

Chanyeol congelou no lugar. Se nunca tinha feito um boquete em um homem, imagina um beijo grego. Não sentia nojo nem nada do tipo, somente receio de não ser bom o suficiente – tinha um total de 0 experiência –. Era sempre assim, possuía puro receio de não ser bom para Baekhyun porque ele era inalcançável.

— Não me olhe com essa carinha de cachorro perdido, Chan. Se você fizer gostosinho, deixo você me dedar depois, hm?

Park, inesperadamente, sentiu-se motivado. Queria muito fazer aquilo em Baekhyun.

O ruivo procurou algum sinal de aprovação pela parte de Chanyeol e quando obteve um acenar tímido, arrumou o corpo até estar de quatro na frente dele.

O CEO engoliu seco.

Baekhyun era perfeito em tudo.

O pau intocado no meio das pernas pulsou desesperado. Sentiu muita vontade de se masturbar, porém não podia. Tinha que obedecer a ordem do ruivo. E não era como se não quisesse. Queria e bastante.

Chanyeol passou a língua pela entradinha fechada, sentindo um estranho gosto de morango. Continuou lambendo, esfregando-se ali. Os gemidos e suspiros que Byun dava eram o gás que precisava para continuar, cada vez mais devoto.
O ruivo esticou a mão e agarrou uma das bandas da própria bunda, se abrindo mais para o Park. Aquilo fez o CEO sorrir. Lambeu seguidamente, até forçar a ponta da língua ali. Pressionou uma, duas, três vezes, praticamente estocando a entrada alheia com sua língua.

— Co-Coloca um dedo, Chanyeol.

Baekhyun mandou em meio a um gemido arrastado. Puxou os lençóis e se empinou mais. O corpo estava fodidamente quente e sensível. Chanyeol fora o primeiro a lhe tocar daquele jeito, com a língua e os dedos. Porém Byun jamais deixaria-o saber disto.

Park lambeu e mordeu o próprio lábio inferior, se retirando de perto da bunda do outro, apenas para inserir seu dedo indicador lentamente. Não era perito em sexo gay – sequer tinha tocado outro homem! –, mas algo lhe dizia que Baekhyun estava anormalmente largo. Sorriu triunfal, decido a tirar proveito da situação.

— Você estava se dedando antes, não é, Baekhyun?

A voz grossa atingiu os ouvidos do ruivo como um golpe certeiro de chicote. Não devia ter arrepiado tão intensamente como fez. E, acima de tudo, não devia ter ficado calado. Seu silêncio significou muita coisa naquele momento.

— E foi pensando em mim?

Baekhyun se desesperou porque, sim, fora totalmente para ele.

Park começou a retirar e enfiar o dedo numa velocidade alta. Pela primeira vez deixou-o calado e nada no mundo podia comprar a sensação satisfatória de falta de resposta. Aquilo explicava o gosto de morango.

— Chanyeol não se ach- Ah!

Byun gemeu alto e sôfrego. Chanyeol enfiou mais um dedo, movendo-o na mesma velocidade que o outro.

O CEO podia sentir o quão apertado Baekhyun era. As paredes internas tentavam lhe expulsar, porém, contraditoriamente, lhe abrigavam tão bem. Não demorou para acrescentar um terceiro dígito, agora tendo o ruivo gemendo palavras desconexas e alguns xingamentos.

Tinha medo de gozar só de enfiar o pau naquela entrada estreita. Não era a merda de um virgem, mas possuía plena noção de que aquilo aconteceria.

Chanyeol curvou os três dedos e esfregou superficialmente um pontinho de extrema sensibilidade dentro do Byun.

— Chanyeol! — a voz bonita lamuriou.

— Sabia que você fica muito melhor usando essa sua voz pra gemer meu nome?

Meteu sem dó alguma, dedando Baekhyun com uma maestria invejável. Nem parecia que fazia aquilo pela primeira vez.

— Ch... Chega, já chega.

Retirou os dígitos na mesma hora que Byun mandou.

— Senta na cama, Chanyeol.

Sentou, observando-o com o cabelo bagunçado procurar pelo lubrificante e camisinha. Era impossível tirar o sorrisinho dos lábios.

Baekhyun apoiou-se em suas coxas e colocou o preservativo no pau duro, lubrificando-o corretamente após. Ergueu o corpo com os joelhos e alinhou a ereção entumecida na sua entrada, descendo de uma vez só.

— Baekhyun! — fora Chanyeol quem gritou extasiado.

Byun rebolou lentamente, sentindo cada centímetro da extensão socado dentro de si.

— Você pode me tocar. Mas só vai gozar quando eu mandar, entendeu, Chanyeol?

Ele também era o primeiro que tocava Baekhyun.

— Si-Sim.

Park levou as mãos grandes até a cintura larga do outro, apertando e descontando toda a vontade negada de tocá-lo propriamente.

Baekhyun constatou que Chanyeol era o melhor na primeira estocada; o melhor cliente que já tivera. Queria estar sentindo-o devidamente em seu interior; o relevo das veias, o pau esfregando sua entrada cada vez que entrava e saía, o pulsar gostoso e frenético do caralho sensível esmagado por suas paredes internas. Merda. Queria mais, queria muito mais.

O CEO afastou as costas da cabeceira da cama e capturou os lábios de Baekhyun num beijo completamente bagunçado e sem ritmo. As línguas se esfregaram e ficaram naquela disputa por dominância durante uns bons segundos, até Byun acelerar o ritmo no qual sentava no pau do Park. Passou a ser praticamente impossível se beijar. Portanto, Chanyeol arrastou os lábios e desceu para o pescoço alheio orvalhado de suor. Selou a pele sensível várias vezes, mordeu e chupou também. Teve que se afastar para gemer o nome do ruivo.

— Baek... Baekhyun!

— Mais rápido, Chanyeol, mais forte.

Baekhyun ordenou.

Entretanto, fora uma ordem que não obteve retorno. Chanyeol estava com medo de obedecer o comando e acabar perdendo o controle de novo, terminando com tudo igual a última vez. Agora tinha que pisar em ovos quando se tratava de Byun Baekhyun.

O ruivo ficou nervoso no momento em que a ordem fora desobedecida. Encarou o Park e o barulho do tapa foi seco contra seu rosto.

O último citado colocou a mão no local recém maltratado e sentiu-o mais quente que o resto do corpo; formigando. Olhou Baekhyun com uma feição desacreditada.

Ele bateu de novo, agora mais fraco que antes, e segurou em suas bochechas, as apertando.

— Eu mandei você meter mais rápido.

Foi tudo o que disse. E o pau do Park pulsou violentamente dentro de si.

O CEO segurou em suas coxas e teve mais força para estocar sem dó alguma a entrada sensível. Metia forte e rápido como Baekhyun mandara.

O ruivo apoiou as mãos nos ombros largos do outro, jogando a cabeça para trás e gemendo xingamento atrás de xingamento. Era gostoso demais pra ser verdade. E Baekhyun não queria acreditar que sua melhor foda estava sendo com Park Chanyeol.

— Porra, Chanyeol, Ah... — manhou bem pertinho do ouvido do CEO, ganhando uma estocada certeira em sua próstata. Gritou outra vez.

Chanyeol sabia que não ia durar. Ou melhor, ele sentia. Mas estava se segurando tanto e tudo que almejava ouvir da boca de Baekhyun era "pode gozar". Mas, droga, nunca chegava o momento.

Byun jogou o quadril contra o do Park, os movimentos se encontrando num ritmo perfeito. O quarto estava dominado com cheiro de sexo e o barulho dos corpos se batendo sem piedade. Baekhyun se jogou no pescoço de Chanyeol e encheu ali de mordidas e chupões, pensando no trabalho que ele teria para esconder aquilo tudo. Antes que continuasse, o CEO esfregou seus mamilos com os dedos suados e não pôde conter o gemido que saiu rasgando a garganta.

— Eu vou gozar, Chan. Não... Hmm... Não para!

Mandou, levando a mão para o próprio pau e se masturbando desajeitado enquanto Chanyeol metia em si brutalmente. Não conseguia mais adiar seu orgasmo. Segurou no rosto do Park com as duas mãos e o beijou, ao passo que diminuía as estocadas por vontade própria e rebolava lentamente, contraindo o interior e arrancando um gemido lânguido do outro.

Baekhyun partiu o ósculo de um jeito abrupto, ouvindo o barulhinho gostoso dos lábios babados. A cabeça fora para trás e contorceu o corpo todo, fechando as pernas involuntariamente, enfiando as unhas nos ombros de Chanyeol – arrancando alguns filetes de sangue no processo. Gozou enquanto chamava pelo CEO desesperadamente – coisa que não havia feito com nenhum dos seus clientes: gemer o nome.

Onde Park conseguiu apertar, ele apertou – perdurando mais tempo na bunda gostosa do ruivo –. Certeza que no dia seguinte ficaria um hematoma ou outro, mas era o preço que se pagava por estar segurando o orgasmo daquele jeito. Podia sentir o pau doer dentro de Baekhyun, a contração ficando mais forte com o próprio orgasmo dele. Alguns jatos de porra atingiram seu abdômen e ele não pensou duas vezes ao levar a mão para o meio das pernas de Byun e prolongar a sensação.

O ruivo estava... em outro lugar. Nunca havia gozado tão intenso e gostoso antes, nunca sequer tinha tido uma experiência de prazer como esta.

— Po-Pode gozar, Chan.

No segundo seguinte, Chanyeol apertou Baekhyun contra o próprio corpo e gemeu sofrido o nome dele, gozando dentro da camisinha, acabando por arranhar suas costas fortes.

— B-Baekhyun... Ahh, caralho...

Sentiu a alma saindo e voltando para si. Demorou uns bons segundos até que parasse de gozar. Com um sorriso de canto, completamente satisfeito, olhou para o Byun. Ele estava inteiramente sujo de batom escarlate, desde os lábios até os mamilos. Havia rastros do produto para todos os lados, colorindo a tez pálida; os cabelos ruivos bagunçados, suados e apontando para diversas direções diferentes. Corado, cheirando a sexo e ofegante, Baekhyun não deixou de ser o homem mais bonito que Chanyeol já tinha colocado os olhos.

O garoto de programa sorriu, desarrumando ainda mais os fios negros do Park. Beijou-o uma última vez e saiu de cima de si. A única coisa de que se arrependia, fora não ter sentido Chanyeol lhe encher com sua porra.

Toc, toc, toc.

Três batidas consecutivas na porta.

— Baekhyun? A hora limite de vocês se excedeu. — avisou uma das gerentes.

Ambos resmungaram, porém se afastaram, indo se limpar e arrumar.

Nenhum dos dois disse uma palavra ao juntarem as bocas e se beijarem intensamente na frente da porta. As mãos do Park desceram de imediato para a bunda de Baekhyun e apertou-a com força.

— Você precisa ir, Chan. — mordeu o lábio dele e se distanciou.

— Até a próxima, Baekhyun.

O CEO girou a maçaneta e saiu do quarto. Entretanto, antes que se esquivasse muito, Baekhyun disse:

— Na próxima eu que vou te comer, Chanyeol. 



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