História Bad Blood (Interativa). - Capítulo 10


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Barão Sangrento, Cassandra Trelawney, Córmaco Mclaggen, Dino Thomas, Fílio Flitwick, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Neville Longbottom, Personagens Originais, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Rita Skeeter, Rolanda Hooch, Ronald Weasley, Rose Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Sibila Trelawney, Tiago S. Potter, Victoire Weasley, Wilhelmina Grubbly-Plank
Tags Abus Potter, Brynn Mclaggen, Drama, Evan Mclaggen, Gryffindor, Harry Potter, Hogwarts, Hufflepuff, Interativa, James Potter, Rawenclaw, Romance, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Sexo, Slytherin
Visualizações 32
Palavras 2.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


.Pontos das Casas:

Sonserina: 200
Corvinal: 280
Lufa-lufa: 130
Grifinória: 210

Capítulo 10 - 1x6. Warm kiss.


Fanfic / Fanfiction Bad Blood (Interativa). - Capítulo 10 - 1x6. Warm kiss.

Madame Pomfrey saiu de seu escritório com um cálice prata em mãos e andou até a maca onde a garota loira estava sentada de frente para o garoto moreno, de pé, massageando as suas mãos com os dedões em cima das marcas deixadas por suas unhas afiadas. Ela estendeu o cálice para a garota enquanto lhe dizia que logo a poção faria efeito e depois de algumas horas de sono poderia voltar para a sala comunal da Sonserina, e para Dorian, ela disse que era melhor ele se apressar antes que perdesse o almoço. Mas assim que Madame Pomfrey voltou para o seu escritório com o cálice vazio em mãos, o garoto pegou a mochila cor-de-rosa do chão ao lado da maca enquanto a garota loira deitava na maca tentando se aconchegar no colchão macio sob o estrado de ferro.


— O que você ta fazendo com a minha mochila? — Brynn perguntou franzindo a testa.


— Vou pedir pra minha irmã deixar no seu quarto. — respondeu. E ao lançar um breve olhar para a garota, ele perguntou: — vocês dormem no mesmo dormitório, não é?


— Unhum. — ela o olhava com as sobrancelhas erguidas esperando o motivo de tanta gentileza.


— Eu volto logo, vou trazer alguma coisa pra você comer antes de cair no sono.


— Por que você tá sendo tão legal comigo? Tipo, você é o cara que me irrita querendo show, como se pudesse colocar a sua irmã e eu dentro de uma gaiola, como a se gente pudesse se matar.


— Eu nunca deixaria vocês se matarem. — ele sussurrou, tão baixo que a loira não pôde ouvir. — você pode passar mal se comer sem dormir, ninguém merece isso.


Brynn se limitou a um sorriso gentil sem discutir, apesar de que Madame Pomfrey não ter dito nada sobre comer antes de dormir, e ela é a enfermeira da escola. Mas antes que pudesse agradecer a gentileza de Dorian, ele já estava deixando a enfermaria com sua mochila nas costas segurando a sua mochila cor-de-rosa pela alça pequena. E poucos minutos depois, Dorian entrou ofegante no salão principal e correu até a mesa da Grifinória. Ele enrolou duas maçãs e duas bananas em dois guardanapos que pegou de cima da mesa e guardou em sua mochila ignorando as perguntas de James sobre a sua pressa, ele deixou a mesa de sua casa e correu ofegante à mesa da Sonserina, procurando pela sua irmã, e quando a achou, cutucou o seu ombro chamando-lhe a atenção.


— O que aconteceu? — perguntou Sienna, de sobrancelhas erguidas observando o seu irmão dos pés a cabeça, assustada por vê-lo tão ofegante e agitado. A ruiva franziu o nariz ao vê-lo segurando a mochila cor-de-rosa de sua arqui-inimiga.


— Ninguém morreu! — ele exclamou com as mãos nos joelhos tentando recuperar o fôlego antes de voltar a correr até a enfermaria.


— Que tipo de resposta é essa? — ela exclamou de volta, ainda mais assustada com o que quer que estivesse acontecendo com o seu irmão.


— Escuta, preciso que você leve isso pro seu quarto. — ele largou a mochila de Brynn no colo de sua irmã. — não tenho tempo de explicar agora, eu tenho que ir.


— Dorian, espera! Por que você me deu a mochila dela?! — Sienna exclamou mais uma vez.


Mas era tarde demais, o seu irmão já estava deixando o salão principal o mais rápido que suas pernas enormes conseguiam. Dorian continuou a correr pelos lances de escada e não parou nem mesmo quando passou por Pirraça, o poltergeist da escola, atirando bolinhas de papel com um canudo em quem quer que passasse pelo corredor. E quando entrou na enfermaria, ele sorriu, satisfeito que a garota ainda estivesse acordada e aconchegada na maca. Dorian caminhou até a maca onde a loira estava deitada enquanto abria a sua mochila e tirava as maçãs e bananas enroladas em guardanapos. Ele colocou a comida no criado-mudo ao lado da maca e sentou ao lado das pernas da garota, afagando carinhosamente a sua cintura com a sua mão grande.


— Eu trouxe banana e maçã, não sabia o que você gostava. — Dorian sussurrou quando Brynn sentou na maca esfregando sua cabeça pesada de sono com os dedos magros entrelaçados em seu cabelo loiro.


— Obrigada. — ela respondeu em um sussurro baixo com a testa franzida e sobrancelha arqueada, ainda esperando pela parte em que o lado maligno do garoto apareceria.

Dorian estendeu um dos guardanapos com frutas para Brynn e observou comer enquanto ele próprio comia. Em momento algum ele conseguiu parar de olhar para o rosto cada vez mais sonolento de Brynn, admirando cada detalhe da garota desde o modo manhoso como bocejava escondendo a boca com a mão até o jeito que seus dedos se entrelaçaram em seu cabelo como se isso fosse lhe impedir de dormir. Quando eles esticaram os braços para colocar o lixo dentro da lata de lixo entre a cama e o criado-mudo, Dorian se sentiu enfeitiçado pelo jeito que a garota loira voltou a se afundar no colchão aconchegando-se nos travesseiros fofos, e quando deu por si, ele estava inclinando o corpo na direção da garota com a mão direita esticada para tocar a pele macia do seu rosto. Uma vozinha no seu cérebro gritava sem parar mandando-lhe parar, mas seu corpo parecia se mover sozinho. Ele tocou a pele macia do rosto de Brynn e afagou a sua bochecha com o seu dedão enquanto o seu rosto se aproximava cada vez mais do rosto da garota, e pouco antes dos seus lábios se tocarem, ele achou estar imaginando os olhos azuis de Brynn se fechando e seus lábios avermelhados entreabrir-se hesitantes e ansiosos.


Seus lábios se tocaram gentilmente espalhando um calor incomum pelo corpo de ambos como o calor aconchegante da lareira em um dia de frio, as mãos de Brynn automaticamente pousaram nos ombros de Dorian ao aprofundarem o beijo suave que parecia estar acontecendo a horas sem deixar-los cansados, naquele momento, Brynn franziu a testa surpresa de descobrir o quanto esperava por aquele beijo sentindo o dedões do garoto afagarem a sua bochecha e a sua cintura, diferente de qualquer garoto já havia beijado. Dorian mantinha seus olhos castanhos fechados enquanto beijava a loira, ele sentia suas línguas travando uma batalha gostosa em que ambos saiam ganhando e sentia os seus peitos colados um ao outro, mas não havia malícia de nenhuma parte, eles apenas aproveitavam o beijo ao máximo desejando que pudesse durar para sempre. Mas o ar, inimigo número um dos amantes, decidiu que era hora do beijo chegar ao fim. Mesmo quando seus lábios se separaram, Dorian e Brynn continuaram com as testas coladas misturando suas respirações ofegantes.


Dorian afastou o seu rosto enquanto afagava o cabelo de Bynn tentando convencer a si mesmo de se afastar, mesmo que ela ainda estivesse com as mãos em seus ombros lhe observando com os seus olhos azuis sonolentos. O garoto se sentia em um caminho sem volta após o beijo, como se nunca, não importa o quanto tentasse, conseguiria ser capaz de mudar os seus sentimentos pela garota. E todas as dúvidas que ainda restavam foram embora, ele já não se importava se era gay ou bissexual, tudo o que importava era a garota loira de olhos azuis lhe observando hesitante. Ele beijou a testa de Brynn enquanto a ajudava a se aconchegar para dormir antes de deixá-la na enfermaria sob os cuidados de Madame Pomfrey enquanto corria para fora do castelo em direção às estufas para a sua aula de herbologia.


Durante o resto da tarde Dorian ficou alheio a tudo ao seu redor, preso em sua própria bolha de pensamentos avaliando o que faria com a sua vida certo de que aquele beijo mudaria tudo. E quando a hora do jantar chegou, ele levou um susto ao ver Rebecca entrando no salão principal acompanhada por Brynn, que parecia obviamente muito mais calma e relaxada do que pela manhã, a poucos passos na sua frente. Dorian observou Evan McLaggen levantar da mesa da Grifinória e correr preocupado até Brynn enquanto James falava sem parar ao seu lado.


— Como você tá? — ele ouviu Evan perguntar ansioso, com a testa franzida de preocupação. — eu mandei uma coruja pra mamãe, com a sua carta e contando o que aconteceu.


— Dedo duro. — a loira o acusou friamente cruzando os braços. Às suas costas, Dorian sorriu admirando o jeito firme de se posicionar da garota, defendendo a si mesma com unhas e dentes. — eu nunca te dedurei Evan, tenho certeza que dedurar irmãs é crime. Eu não quero falar com você agora.


— Eu contei pra professora Bagman o que ele babaca fez com você, ele ta ferrado. — Dorian se sentiu satisfeito com a notícia, mas Brynn continuava brava com o irmão. — eu só faço isso porque eu me importo com você, você é minha irmãzinha Brynn! E você sabe que às vezes você é um tanto impulsiva.


— Eu sei me virar sozinha Evan, muito obrigada, mas já pode para com isso. — ela retrucou.


Dorian e Brynn viraram a cabeça aturdidos ao ouvirem os seus nomes serem chamados pela professora Bagman no momento em que Dorian e James estavam passando ao lado de Evan, parado em frente a sua irmã e Rebecca. Os dois soltaram um suspiro pesado ao mesmo tempo ao se virarem de frente para a professora Bagman, parada em frente ao salão principal com um sorriso suave e amoroso que encantava a todos, exceto Dorian e Brynn. Eles andaram lentamente até a professora de poções e diretora da casa da Sonserina e ficaram parados na sua frente, esperando pelo que quer que tenha a dizer.


— Eu conversei com a professora McGonagall e o professor Longbottom essa tarde. — ela os informou. — e nós chegamos a um acordo de que vocês dois farão detenção comigo todos os dias após as suas aulas até o fim do mês, os seus amigos cumprirão suas detenções com tarefas designadas pelo sr. Fletcher, exceto o sr. Potter, a detenção dele será um pouco mais dura.


— Hm. — os dois resmungaram ao mesmo tempo.


— Vejo vocês na segunda-feira, queridos. — ela disse sorrindo como se eles não a olhasse como se fosse louca ou a coisa que mais odiavam.


— Eu odeio essa mulher. — Dorian sussurrou quando a prof. Bagman se afastou.


— Ela é uma vaca. — Brynn concordou. — “querida, talvez queria prestar atenção em como a sua colega de casa, a srta. Gaunt preparar as poções, você não se dedica o suficiente”. — ela imitou a professora fazendo aspas no ar, arrancando risadas de Dorian.


— Sinto muito. — seu rosto adquiriu um semblante sério anormal. — hm… Sobre hoje…


— Tá tudo bem, Dorian, não precisa falar nada. Foi só coisa de momento, esquisito confesso, você nem gosta de garotas, mas foi coisa de momento. — Brynn respondeu, tentando convencer a si mesma de suas palavras.


— Eu gosto de você. — disse Dorian, em um sussurro inaudível quando a loira virou de costas ainda assentindo com a cabeça, incapaz de olhá-lo.


Ariel devorava a sua comida furiosamente enquanto comia sentada à mesa da Lufa-Lufa observando a sua melhor amiga pelo canto dos olhos, usando a sua habilidade com legilimência para saber o que se passava pela cabeça de Dorian Gaunt, o que não a animou nem um pouco. Ela mordeu um pedaço da sua coxa de galinha espetada no garfo prata que estava segurando e apressou-se a terminar o seu jantar antes de correr até a biblioteca. Theo Mcmillan notou a expressão furiosa no rosto sempre gentil de Ariel e a observou quieto por mais um tempo tentando decifrar o que havia acontecido de errado, mas antes que tivesse a chance de desconfiar de alguma coisa, a garota veela deixou a mesa da Lufa-Lufa se despedindo de Kate e Maia com poucas palavras e saiu apressada do salão principal.


Ariel entrou na biblioteca ofegante após correr vários lances de escada e depois de cumprimentar Madame Pince, se dirigiu apressada em direção à sessão de poções. E foi em um livro de poções para alunos da sexta série que a garota veela encontrou instruções de como fazer uma poção do amor. Ariel olhou em volta se certificando que não estava sendo observada por ninguém e com muito cuidado, arrancou do livro a página sobre poção do amor e a enfiou no bolso das suas vestes. A garota loira deixou a biblioteca em caminhou o mais rápido que pôde ao porão do castelo, para a sala comunal da Lufa-Lufa. Ela entrou em seu dormitório e com um pergaminho e uma pena escreveu uma carta rápida para o Boticário Slug & Jiggers no Beco Diagonal pedindo os ingredientes para um toque de dois meses de poção do amor e o dobro com ingredientes comuns de um aluno do quinto ano. Ariel enfiou a carta e saquinho cheios de galeões dentro dos bolsos da sua vestes e deixou a sala comunal da Lufa-Lufa apressada para chegar ao corujal e pegar uma coruja-de-torre da escola para enviar a sua carta.


Na madrugada de sexta para sábado, Dorian estava sentado a um canto da sala comunal da Grifinória perto de uma das janelas da torre refletindo a luz do luar com o seu violão no colo, dedilhando-o a várias horas cantarolando em voz baixa canções trouxas que insistiam em não abandonar a sua mente como um insistente lembrete da existência de uma certa garota loira de olhos azuis que estava sempre em sua mente.


♪ Yes I do, I believe
That one day I will be, where I was
Right there, right next to you
And it's hard, the days just seem so dark
The moon, and the stars, are nothing without you
Your touch, your skin, where do I begin?
No words can explain, the way i’m missing you
Deny this emptiness, this hole that i’m inside
These tears, they tell their own story
You told me not to cry when you were gone
But the feeling’s overwhelming, it's much too strong
Can I lay by your side, next to you, you
And make sure you’re alright
I’ll take care of you,
And I don’t want to be here if I can’t be with you tonight
I’m reaching out to you
Can you hear my call
This hurt that I’ve been through
I’m missing you, missing you like crazy

You told me not to cry when you were gone
But the feeling’s overwhelming, it's much too strong
Can I lay by your side, next to you, to you
And make sure you’re alright
I’ll take care of you,
And I don’t want to be here if I can’t be with you tonight
Lay me down tonight, lay me by your side
Lay me down tonight
Lay me by your side
Can I lay by your side, next to you, you. ♪


James levantou a cabeça com um sorriso malicioso no rosto enquanto seus pupilos Jonathan Dustin e Hunter Finnick anotavam as suas ideias para a próxima pegadinha que pregaria na escola, ideias mirabolantes e ousadas dignas de um sobrinho de George e o falecido Fred Weasley. Ele olhou para o seu melhor amigo tão alheio ao que se passava à sua volta quanto esteve na maior parte da tarde, cantarolando diversas músicas de amor com o violão desde que se sentara no chão ao lado de sua poltrona em frente a janela da torre da Grifinória. James esticou o braço e tocou no ombro de Dorian apertando-o levemente para chamar a sua atenção e quando o seu amigo finalmente o olhou, o sorriso malicioso no seu rosto ficou ainda maior.


— Quem é o cara? — James perguntou sorrindo.


— O que? — Dorian franziu a testa ao encarar o seu melhor amigo.


— Cara, você tá aí faz um tempão e não para de cantar músicas melosas. — ele fez uma careta ao dizer a última palavra como se nunca, na vida de James Potter, aquela palavra seria capaz de se encaixar em suas atitudes. — é óbvio que você ta apaixonado!


— O que? Um cara não pode simplesmente estar no humor de músicas melosas? Eu esperava mais de você irmão. — o garoto de olhos castanhos retrucou dramaticamente com a mão no peito como se James tivesse partido o seu coração, mas um pequeno sorriso dançava no canto dos seus lábios admitindo sem precisar de palavras que realmente estava apaixonado.


Notas Finais


.Copa das Casas.

1. Segundo o livro Harry Potter and the globet of fire, onde Harry e Cho tem um encontro no dia dos namorados?
2. Segundo o livro Harry Potter and the Half-Bood Prince, quem é o garoto de quem a Murta-que-geme fala para o Harry?
3. Segundo o livro Harry Potter and the globet of fire, quem é o aluno que caí no lago negro?
4. Segundo o livro Harry Potter and the cursed child, quem foge do Expresso de Hogwarts?
5. [Pergunta extra] E quem já tentou escapar do Expresso de Hogwarts sem sucesso?
6. Segundo o livro Harry Potter and the chamber of secrets, onde se localiza a entrada da câmera secreta de Salazar Slytherin?


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