História Bad Blood - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Branksome Hall, Gaahina, Itaino, Kakasaku, Sasoka, Sasuten, Shikatema
Visualizações 115
Palavras 2.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Chapitre deux - Nicotine et Chaos


Fanfic / Fanfiction Bad Blood - Capítulo 2 - Chapitre deux - Nicotine et Chaos

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Recuou para trás, arrastando a cadeira para poder avaliar o resultado final minuciosamente. O desenho ficara bem marcado, pensara o moreno, com os olhos fixos no braço do rapaz de cabelos castanhos claros. Depois de uma rápida avaliação, ele retirou a máscara de proteção bucal e as luvas de látex, jogando o seu kit de trabalho na lata de lixo mais próxima.

 

—Acabamos a primeira sessão. — anunciou o moreno, ajeitando os seus fios desgrenhados na touca, puxando a mesma para frente. Em seguida, ele levantou-se, caminhando em direção a mesa onde normalmente deixava suas parafernálias pessoais: celular, carteira (raramente com dinheiro, já que ele tinha o hábito de enfiar as notas de cédulas dentro de sua cueca) e alguns livros e revistas de artes e de técnicas de tatuagem, como um exímio tatuador, ele estava sempre atento as tendências do mercado, sempre em busca de melhoria, tanto para ele, quanto para seus clientes.

 

—Uau! Olha esse contorno! — o garoto, François, encarou-se no espelho corporal com um largo sorriso. — Ficou muito bom, cara. Mal posso esperar para finalizá-la. — disse, sorridente, antes de voltar sua atenção para Itachi. — Aqui ‘ta a grana, e um bônus pelo seu excelente trabalho.

 

—Valeu. — Itachi sorriu, aquela era a primeira tatuagem do garoto, que sorria de maneira abobada para o seu próprio reflexo. François Lámont não deveria ter mais do que dezoito anos, e tinha tanta grana como simpatia e educação. O Uchiha mais velho o considerava um rapaz bacana, apesar das piadas ridículas típicas da idade. —Não se esqueça dos cuidados que eu te falei, beleza?

 

O garoto assentiu repetidamente antes de acenar-lhe uma última vez e então, andar a caminhos rápidos até a porta de saída, despedindo-se do moreno.

 

Itachi enfiou as cédulas novinhas, como de costume, em sua cueca e então pegou seus pertences. Faltava pouco menos de oito horas da noite, o que significava que era hora de voltar para a casa.

 

 

O percurso percorrido por ele até a famosa república dos Falcões – que ele havia fundado há pouco menos de um ano e meio – não demorou sequer vinte minutos. Isso porque ele conhecia todos os atalhos pertinentes e evitou sabiamente o tráfego principal e todos aqueles motociclistas malucos, além dos motoristas bêbados que eventualmente cometiam alguma tragédia. Estacionou sua moto em frente do sobrado de dois andares, e retirou o capacete, andando a passos rápidos até seu doce lar.

 

Certo, talvez não tão doce assim. O lugar cheirava a nicotina e uísque barato, além de ocasionalmente aparecer alguns ratos ou baratas mortas. Mas ele estava determinado a transformar aquela espelunca em um ambiente de respeito, afinal, não era porque eles eram homens que tinham a obrigação de serem uns porcos do caralho.

 

Aliás, essa era uma bela tatuagem para fazer na testa de certo Sabaku cretino.

 

Destrancou a porta, deparando-se com o cenário caótico de sempre: latas e garrafas de cervejas espalhadas pela mesa, e a dupla de imbecis ( no caso, Nara Shikamaru e seu irmão , Sasuke) sentados de frente para a televisão, com consoles em mãos, enquanto gritavam inúmeros palavrões e pragas, jogando counter strike.

 

O Alfa caminhou a passos rápidos em direção a tomada e não hesitou antes de puxar os fios, desligando a TV, o som e o videogame ligados simultaneamente.

 

—Mas que porra! Quantas vezes preciso falar para não ligarem mais de três aparelhos ao mesmo tempo? — sibilou, furioso. — Será que eu sou o único que tenho olhos nessa casa? Olha ‘pra quantidade de lixo espalhado por aí. Levantem essas bundas branquelas e comecem a limpar, ou não será só o lixo comestível e liquido a ser despejado para fora daqui.

 

—‘Sim, mamãe. Nós iremos limpar. — Sasuke atirou o console em seu irmão, que sabiamente desviou-se a tempo e o encarou como um diabo deveria olhar para seus subordinados. Ao invés de se intimidar, porém, o Uchiha caçula apenas bocejou, espreguiçando-se e levantando do chão em seguida, sendo imitado pelo Nara, que ainda estava irritado com o fato de ter o jogo interrompido logo daquela maneira. Justo agora que ele estava ganhando daquele merdinha!

 

Tsc.

 

Alfa revirou os olhos, retirando a touca marrom e jogando seus espessos cabelos negros para trás, enquanto apertava os passos em direção a escada, ansioso por um banho e um cobertor quente. Aquela merda de cidade deveria estar fazendo trinta graus a menos.

 

Estava prestes a dar o primeiro passo no degrau, quando fora interrompido pela voz de um Sabaku – vulgo, demônio – sarcástico.

 

—Você não faz a menor idéia de onde o imbecil do escorpião se meteu onde a noite.

 

—Então o filho da puta finalmente apareceu? — questionou Itachi, com uma sobrancelha arqueada.

 

—Precisamente. — Gaara fungou uma risadinha de deboche, antes de virar-se para trás e gritar por cima do ombro. — O Alfa quer falar contigo, cuzão!

 

É, a forma de eles se tratarem era completamente amorosa, educada e repleta de uma sinceridade encantadora. Nada de anormal, vindo de um grupo de marmanjos que se conheciam desde a infância basicamente.

 

Um sapato fora arremessado de alguma parte do corredor, indo na direção do ruivo, que rapidamente abaixou-se, aos risos. O calçado caiu próximo ao Alfa, que estreitou os olhos.

 

—Porra, vai ‘te foder! — sibilou Escorpião, irritado, bebericando um gole da cerveja.

 

—Vocês dois podem discutir a relação dentro do quarto mais tarde, se preferirem — informou-lhes Itachi, frivolamente. — Agora pare de enrolar e diga de uma vez, Escorpião: em que porra você se enfiou?

 

Gaara, também conhecido por Tigre, apenas gargalhou estrondosamente, fazendo um gesto obsceno na direção do outro.

 

—Eu realmente não faço idéia de como fui parar lá, sério. — começou Escorpião, pigarreando. — Quando eu acordei, eu ‘tava no colégio para virgens cristãs, sabe? Do outro lado da cidade.

 

Itachi encarou-o, sem conseguir acreditar.

 

— O que?

 

—É, eu ‘tava jogado lá no gramado, não sei como diabos isso foi acontecer — justificou-se, na defensiva. — Só sei que eu nunca corri tanto em toda minha vida — disse, tentando evitar uma risada ao lembrar-se do incidente.

 

—Você por acaso é retardado Haruno? Aquela é a porra de um convento, sua anta! Só tem crianças ali! Se a polícia te pega ‘tu vai ficar marcado como pedófilo, animal.

 

—Aquela garota que eu vi na janela passava bem longe de ser uma criança — comentou, disperso, voltando à realidade com um cascudo muito bem dado em sua cabeça.

 

—Você pirou? Branksome Hall é um colégio para virgens, todo mundo ‘ta cansado de saber disso.  Fica longe delas, seu tarado de merda. Aliás — ele virou-se para os demais. — Vocês todos fiquem bem longe dos muros daquele lugar, se eu ao menos imaginar que vocês estão indo atrás de garotinhas indefesas, vou comer o rabo de vocês sem vaselina. — avisou, seriamente. — Agora vamos nos arrumar que está na hora do show.

 

E ao dizer isso, ele apenas deu as costas as aves de seu “clã” e tornou a subir rapidamente, rumando em direção ao seu cômodo particular, o único lugar dali em que ele não podia ser incomodado, caso contrário, tinha autoridade para descer porrada.

 

—Como ela era? — Sasuke voltou sua atenção para o Haruno, sorrindo languidamente. —Era bonitinha pelo menos? Dizem que a maioria das católicas são barangas.

 

—Baranga? A garota era a própria Vênus encarnada! — ele suspirou apaixonadamente, lembrando-se dos dóceis olhos castanhos da adolescente. — Pelo meus cálculos ela deve ter uns dezesseis ou dezessete anos.

 

—Tu sabe que isso não te torna menos pedófilo, né? — Shikamaru riu, cruzando os braços.

 

Sasori ergueu-lhe o dedo médio.

 

—Eu não tenho intenção de fazer nada, não sou idiota, porra. Só fiquei...

 

—Excitado?

 

—De pau duro?

 

—Vocês são mesmo doentes da cabeça. — ele revirou os olhos. — E para a informação, ela é linda.

 

—Acabei de me lembrar... — Shikamaru voltou sua atenção para Gaara, que até então ria descontroladamente e sentiu todo o seu bom humor morrer, quase instantaneamente, com as palavras proferidas pelo Nara. — A sua irmã não estuda lá também, a tal de Tamara, Tigre?

 

—Estuda sim. — ele ficou subitamente sério, impassível. — E ela é a prova viva de que só barangas são aceitas naquela espelunca. A última vez em que eu vi ela... — fez uma careta, como se estivesse sofrendo de azia. — Ela ‘ta realmente acabada, deve ter engordado uns cento e vinte quilos na dieta do peixe e parecia destruída, acho que sugam a alma das garotas naquele colégio ou qualquer coisa assim.

 

—Porra, para o próprio irmão falar assim, a garota deve ser feia para um grande caralho — Sasuke desatou a rir. — Enfim,  meu irmão deu a ordem, crianças. Nada de passar pelas redondezas do internato feminino. Ordens da chefia.

 

—Confesso que fiquei curioso para saber da namoradinha do Sasori — Shikamaru comentou. — Mas, provavelmente é melhor esquecermos essa história.

 

—Deus me livre ser comido sem vaselina por aquele imbecil. — o ruivo de olhos castanhos indicou as escadarias.

 

Ele pensou em acrescentar que sua irmã também estudava ali, mas, obviamente, não estava em seus planos comentar este fato com aqueles pervertidos de merda.

 

Gaara por outro lado respirou aliviado, ao ver que o assunto sobre sua  irmã havia sido temporariamente esquecido.  Não queria ninguém de olho em Temari, por mais chata, insuportável e cretina que ela fosse, continuava sendo a sua irmã mais nova! Era seu dever, como homem, protegê-la de tipos como...Ele.

 

 

O Petit Cabaret estava consideravelmente cheio quando eles chegaram. A primeira coisa que fizeram, naturalmente, fora procurar por Sai – o cara albino e inexpressivo, que era chefe deles e tinha um pequeno precipício por Gaara, obviamente, não correspondido. – que, por sorte, não tardaram a encontrar. O “branquelo” surgia, segurando um drink exótico que brilhava como luzes de natal.

 

—Quarenta minutos de show — elucidou, olhando para o quinteto, que balançava a cabeça fervorosamente, em afirmação, dirigindo-se até o camarim. Sai os seguiu, passando as instruções — Apenas cinco minutos de pausa, porque hoje estamos lotados.

 

—Alguma noiva? — perguntou-lhe Cobra, expectante.

 

—Sim, o nome dela é Yugao, ela está ansiosa para vê-los, então... Já sabem.

 

—Beleza. — assentiu Escorpião, empurrando os outros quartos para o camarim.

 

*

 

Após devidamente vestidos como soldados do exército – que era um dos fetiches da noiva da noite – eles subiram ao palco e esperaram as luzes serem apagadas, para então, começarem o show ao som de  Usher em um remix de “yeah” com “no hands”. A mulherada, é claro, fora ao delírio ao ver todos aqueles músculos e rostos bonitos, e a futura esposa de alguém não havia parado de gritar um minuto.  Os falcões sabiam que causavam esse efeito nas mulheres. E adoravam isso. Essa sensação de poder que eles pareciam exercer sobre todos aqueles corpos...

 

Assim que o show terminou, eles desceram do palco, indo em direção ao bar e matando um pouco da sede alucinante que tomara conta deles enquanto realizavam de maneira espetacular a coreografia, ensaiada previamente ao longo da semana. Itachi adorava a vida que levava, ora como tatuador, ora como stripper. Seu pai, infelizmente, se estivesse vivo, não ia gostar nada de saber daquela vida imoral que ele e o irmão levavam. Fugaku fora um homem controlador e rigoroso até seu último respirar.

 

Numa hora dessas,  talvez ele estivesse se revirando no tumulo – ou no inferno, como era mais provável.

 

—Existe algo mais gostoso que o doce cheiro do dinheiro? — questionou Gaara, que literalmente enfiava as cédulas novinhas em suas narinas, para poder melhor inspirá-las, como o bom e incontestável retardado que ele era.

 

—Existe o cheiro de pós-sexo. — Sasuke respondeu, fumando um cigarro enquanto adentrava a minivan, sendo seguido pelo Escorpião, que se mantinha calado e pensativo. Volta e meia seus pensamentos recaiam sobre a garota ruiva de aparência majestosa que vira pela manhã. Aquela garota era a coisa mais linda que ele já viu.

 

Ou talvez ele só estivesse ‘bebasso’ ainda.

 

—Eu tive uma idéia. — a voz de Shikamaru fez-se presente.  Shikamaru e Sasori estavam sentados, lado a lado, na primeira fileira da van, enquanto Sasuke e Gaara seguiam aos fundos, com garrafas de bebidas nas mãos. Itachi, é claro, estava sentado no banco do motorista, preparando-se para dar a partida do carro. — Por que não fazemos uma aposta? Faz tempo que não apostamos nada. — disse, rindo, da sua própria idéia genial.

 

Itachi, mantinha-se alheio a conversa.

 

—Que tipo de aposta? — Sasuke escorou-se no banco de trás, colocando-se entre o moreno de penteado de abacaxi e o ruivo de olhos castanhos.

 

—Uma bem interessante. — Shikamaru fungou uma risadinha sórdida. — Funciona assim: quem conseguir invadir o colégio para garotas e conseguir roubar uma calcinha das virgens, poderá escolher o que quiser de presente.

 

Gaara, a essa altura do campeonato, estava muito interessado na aposta, claro, mas, não conseguia evitar de pensar em sua irmã. Sasori, por outro lado, estava tão ansioso para regressar ao convento que sequer pensou em sua irmã caçula, Sakura, ao responder afoitamente.

 

—Desafio aceito!

 

—Sasori, como você é burro! Ele nem disse a conseqüência da aposta! — o Sabaku estapeou a cabeça do outro ruivo, e logo uma pseudo-discussão tivera início, com direito a ofensas e muitas provocações.

 

—Ah, é mesmo. — o Haruno abriu a janela do automóvel, que já estava em movimento, e atirou seu cigarro pela a mesma. — O que o perdedor vai ter que fazer, hacker?

 

—Vai ter que passar uma semana inteira vestido de mulher — declarou, as gargalhadas.

 

—Diabólico. — Sasuke abriu um largo sorriso. — Gostei. ‘Tô dentro.

 

—Uh, nem precisa perguntar outra vez. — Gaara esfregou as mãos umas nas outras, como um bom aspirante a mafioso faria e então ergueu-a no meio, vendo os demais colocando sua mão ali, numa resposta positiva a aposta proposta por Shikamaru.

 

—E quanto a você Alfa, não vai querer participar? — cantarolou o Haruno. — Nós sabemos que você quer isso chefinho... — disse,  improvisando sua melhor voz de diabo — Venha para o lado criminoso da coisa.

 

Itachi não conteve as gargalhadas.

 

—Vocês são mesmo doentes.

 

—Não vai me dizer que vai perder a oportunidade de ver o que tem dentro daquele purgatório? — questionou Sasuke, num sorriso estúpido. É claro que ele havia aceitado de bom grado. Sasuke era um demente.

 

Se existisse uma cidade chamada demencilandia, decididamente seu irmão seria o prefeito. O vice, ficaria empatado entre os ruivos, que eram a personificação de idéias e visões bem distorcidas da vida.

 

—Eu não quero é perder a oportunidade de ver vocês se fodendo. — retrucou, revirando os olhos. — Não contem comigo para invadir o Hall, mas, eu prometo que esperarei do lado de fora...

 

Alguns minutos depois...

 

—“Eu prometo que esperarei do lado de fora” — Cobra o imitou, de maneira estranha, fazendo-o revirar os olhos.

 

—Vá para o inferno.

 

—Já estamos em frente a ele, irmão. — ele assobiou, enquanto ele e os demais garotos encaravam atentamente o muro alto a suas frentes. — Como faremos para entrar nessa merda? ‘Ta lotado de segurança e guarda por toda a parte!

 

—Nem toda parte.  — Shikamaru sorriu. — Venham comigo. — e então gesticulou para que o quarteto o seguisse.

 

Os falcões viraram a esquina, apertando os passos para acompanharem o Nara.

 

—E o que acontece com o primeiro que for pego? — indagou-lhes, Sasori.

 

—Cadeia, é óbvio. — Itachi riu.  Ele não deveria estar compactuando com aquilo, todavia, a idéia era tentadora demais e, afinal, não é verdade o que dizem sobre mente vazia ser oficina do diabo? — Eu já vou avisando as mariquinhas, que se alguém parar na porra da delegacia, eu não vou pagar a fiança de ninguém.

 

—Isso é realmente muito bonito de sua parte, seu cuzão, mas, já parou ‘pra pensar que a mariquinha pode ser você? — desdenhou Tigre Vermelho, sorridente.

 

—Calem a boca, caralho! — resmungou Sasuke. — Nenhum soldado ficará para trás, isto é uma promessa de honra.

 

—Você só ta com medo de alguém ficar e te entregar ‘pra polícia. — afirmou Nara.

 

—Quem tem cu, tem medo!

 

O hacker revirou os olhos, e gesticulou com dois dedos, para que eles se aproximassem. Enfim, encontraram uma excelente brecha a ser aproveitada. Virou-se para o quarteto, explicando rapidamente seu plano mirabolante.

 

—O último que chegar a van, perde a aposta.

 

—Fechado! — entoaram os demais, ansiosamente.

 

—Espera, eu tenho uma dúvida! — Gaara franziu o cenho. — A corrida começa depois de pularmos o muro ou não?

 

—Depois de pularmos. — afirmou Nara.

 

—Certo. Essa é minha chance. Chupem essa, fracassados. — antes que pudesse gargalhar estrondosamente, levara um soco na boca de Sasori.

 

—Você ‘ta com tanta pressa assim de se envolver amorosamente com outros presos, Sabaku? Porra, não pode saber que nós estamos aqui. — murmurou.

 

E depois desse dialogo, seguiu-se mais uma discussão antes de, finalmente, o quarteto resolver agir.


Notas Finais


vocês acham que vai dar muita merda ou muita merda?


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