História Bad Blood - Capítulo 7


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Categorias Academia de Vampiros (Vampire Academy), Teen Wolf, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Adrian Ivashkov, Alaric Saltzman, Carol Lockwood, Caroline Forbes, Decaulion, Derek Hale, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Isaac Lahey, Kira Yukimura, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lydia Martin, Malia Tate, Matt Donovan, Melissa McCall, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Mikael Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Richard Lockwood, Rosemarie "Rose" Hathaway, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Theo Raeken, Tyler Lockwood, Vicki Donovan
Tags Adrian Ivashkov, Dezesseis Luas, Lobisomen, Vampiro, Zoey Deutch
Visualizações 9
Palavras 1.980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie mais um cap!!!! Sei que demorei para postar mais vou usar o feriado para me ajudar kkkk

Capítulo 7 - Parentesco


Fanfic / Fanfiction Bad Blood - Capítulo 7 - Parentesco

P.OV’S Rose

Acordei suando frio. Ultimamente tenho tido sonhos estranhos. Como acordei adiantada peguei meu diário e comecei a escrever.

Querido Diário, hoje vai ser diferente. Tem que ser. Vou sorrir e será acreditável. Sorrir e dizer “Estou bem, obrigada". Sim, me sinto muito melhor. Não serei mais a garotinha que perdeu os pais. Começarei de novo, serei alguém diferente. É o único jeito de conseguir seguir em frente. Hoje é o primeiro dia de aula, e o primeiro dia de uma vida nova.

Fechei o "caderno" e fui para o banheiro, tomei um banho quente e terminei de fazer minhas higienize. Fui até o closet para escolher algo para vestir, peguei uma blusa branca, uma calça preta rodada até o joelho e um tênis branco sem nenhum detalhe. Escovei o cabelo e o deixei solto, arrumei as minhas coisas e coloquei o meu diário em um fundo falso da minha bolsa. Desci e fui até a cozinha, encontrei minha tia Rebekah, (Rebekah ficou como nossa "responsável" legal) ela estava arrumando sua bolsa.

-Bom dia - Eu disse assustando ela.

-Bom dia, quer café? Eu pego pra você! - Ela esta tentando ser legal, a verdade é que ela não sabe como cuidar de adolescentes, nem um pouco.

-Não precisa, eu pego – Digo. Pego uma xícara e coloco café e leite e quando ia levar a boca Jeremy a toma de minha mão.

-Ok - Peguei um copo de suco, nunca tomo café e quando quero... - Você não tem uma reunião? - Perguntei a Rebekah.

-Sim, eu tenho uma reunião... - Ela olha o relógio - Daqui a... Agora - Ela diz eufórica e desfaz o rabo de cavalo soltando o cabelo, depois me olha. - Vocês vão ficar bem?

-Sim, eu levo o Jer. - Ela sorriu pegou a bolsa e as chaves e saiu, aproposito eu ganhei um carro, e posso ir pra escola sozinha. Eu e Jer saímos e fomos para o colégio. Logo que entro procuro meu armário. Um tempo depois vejo Vicky chegando de fininho.

-Oi como você... - Ela foi interrompida por Caroline, que chegou me abraçando, a mãe dela é a xerife Forbes, ela já foi minha melhor amiga de infância e da Vicky também, mas acabamos nos distanciando, ela me abraça apertado.

-Como você está? - Ela pergunta.

-Bem - Digo e ela ergue uma sobrancelha – Serio, se precisar de alguma coisa é só chamar - Ela sorri e sai, seus cabelos loiros estão presos num coque e ela esta com um vestido azul e uma jaqueta jeans por cima (ela é o tipo de pessoa que todos querem ser), e com olhar ainda naquela direção vi Jeremy entrando no banheiro apressado. Fui atrás dele. Eu finjo que não vejo, mas isso já está me dando nos nervos. Entrei e ouvi vozes dizendo que era o banheiro errado. Sim, era o banheiro masculino.

-Cadê ta com você? - Ele me olha como se eu fosse louca. Ele está usando drogas, eu sei não sou idiota. Comecei uma rápida busca por sua jaqueta e ele me disse para parar.

-Para, o que não tá comigo?- Ele diz se fazendo de idiota.

-Olha Jeremy eu te deixei livre nas ferias, não peguei no seu pé, mas agora você ta pior do que antes. - Ouvi uma descarga e um menino abriu a porta e saiu, corei.

-Escuta, eu não to com nada, e se me da licença minha próxima aula é de biologia e eu preciso pegar meus livros. - Ele me deixou falando sozinha. Sai do banheiro e esbarrei em alguém, corando instantaneamente.

-Oi - É o... Não sei o nome dele mais os olhos dele verdes são perfeitos. - Eu... Estou entrando no banheiro errado? - Ele mexeu em seu cabelo castanho e eu só visualizei aquilo com cara de perfeição, ele corou.

-Não, é complicado. - Eu disse com vergonha por ter entrado naquele... Lugar horroroso e fedorento.

- Você é? – Ele pergunta.

-Rose Duchannes - Respondi e ele pareceu surpreso.

-Sinto muito por seus pais - Ele diz e fica sem jeito - Meu nome é Daniel Ivashkov.

-Prazer em conhecê-lo - Eu digo.  - Eu preciso ir - Digo sem jeito.

-Sim, claro, nos vemos por ai. – Ele diz e eu sorrio saindo. Minha próxima aula é de História. Cheguei à sala e sentei perto da Vicky que insistia para eu contar o que eu fui fazer no banheiro masculino, vi os alunos entrando e também vi o Adrian, já faz um tempo que não o vejo, o corte de cabelo está diferente, mas seus olhos continuam no mesmo tom de verde. Ele se senta um pouco atrás de mim e eu me viro para frente, o professor fecha a porta, mas alguém bate no mesmo instante.

-Desculpe ainda posso entrar? - Era Daniel, o professor afirma ele passa por mim e sorri e eu novamente coro. A aula estava um tédio, primeiro dia de aula e já querem dar conteúdo? Meu Deus. O professor terminou de escrever no quadro e disse:

-A batalha de Willou Creek aconteceu no fim da guerra... Bem aqui em nossa Mystic Falls... Quantas foram às baixas dessa batalha? – Ele pergunta e sinto meu celular vibrar, o pego discretamente e vejo que é uma mensagem da Vicky.

D e A estão te olhando.

Eu tento me concentrar, mas não consigo, escuto risadas ecoarem do fundo da sala e o professor encara Vicky.

-Srta. Bennet? - Ele pergunta a ela que se meche desconfortavelmente na cadeira. – Quantas foram? As baixas da batalha?

-Muitas? Não tenho certeza, mas acho que foram muitas. - Ela diz e a sala ri.

-A beleza vira burrice em um minuto Srta.Bennet. - O professor diz.

-Sr. Donavann gostaria de aproveitar a oportunidade para desfazer esse estereótipo de atleta? – Ele pergunta a Matt, meu atual ex-namorado e um dos alunos mais populares.

-Tá tranquilo, Sr.Tanner. Estou bem assim. - Matt responde e mais risos ecoam.

-Rose? - Ele me olha - Certamente você pode nos esclarecer sobre um dos fatos históricos mais importantes da cidade.

-Desculpa, eu não sei. - Respondo com a voz falha.

-Eu fui condescendente ano passado por razões obvias Rose, mas as desculpas terminaram com as férias de verão. - Ele diz e eu o olho desconfortavelmente.

-Foram 346 baixas, a não ser que inclua os civis mortos. - Escuto a voz de Daniel, mas não me viro para olhar.

-Está correto. Sr...? - O professor pergunta.

-Ivashkov. - Daniel responde.

-Ivashkov, é parente do Adrian? - O professor pergunta

-Sou Irmão. - Daniel responde e fico curiosa, então esse é o irmão que Adrian não gosta de comentar. Isso explica os olhos.

-Algum parentesco com os fundadores de Mystic Falls? – O professor pergunta.

-Distante. - Daniel responde.

-Muito bom. Claro, tirando o fato de não ter havido vitimas civis nessa batalha... – O professor diz, mas Daniel o interrompe.

-Na verdade, foram 27 senhor. Soldados confederados atiraram em uma igreja, porque acreditavam que era um deposito de armas. Estavam errados. Foi uma noite de muitas perdas. - O sorriso do professor se desmancha. - Os arquivos da época estão no prédio da prefeitura se quiser confirmar os fatos, Sr.Tanner. - Daniel termina e todos riem baixo. Isso com certeza vai servir para o professor baixar a bola. O resto das aulas passou rápido eu e Vicky ficamos em varias aulas juntas, e muitas pessoas me perguntavam se eu estava bem e outras nem tinham coragem, mas a verdade era que eu só queria ir embora. Quando o sinal da ultima aula tocou eu fui para o estacionamento, peguei meu carro e dirigi até o cemitério. Cheguei la e procurei o tumulo de meus pais, abri a minha bolsa e tirei o diário de dentro, sentei ao lado das sepulturas e comecei a escrever.

Querido diário, eu não poderia estar mais errada, eu achei que conseguiria sorrir e seguir em frente, fingir que está tudo bem. Mas estava enganada, as coisas ruins ficam com você, elas seguem você. Não da pra escapar, por mais que se queira.

Eu terminei de escrever a ultima frase e uma neblina, surgiu do nada. Me levantei e vi um corvo em cima da sepultura da minha mãe

-Vai embora – Digo jogando minha mão em sua direção. Ele voou, mas depois voltou e passou por mim. Me levantei e olhei para o outro lado parecia ter visto alguém, mas estava impossível de ver por causa da neblina. Comecei a correr, e de repente eu cai.

-Você esta bem? – Escuto uma voz e me assusto. Olho procurando a direção da voz e vejo Daniel.

-Eu to bem foi só um arranhão. - Digo com a voz tremula.

-Tem certeza? – Ele pergunta e eu olho para o meu tornozelo e estava sangrando.

-Posso ver? – Ele pergunta e eu afirmo. Ele pega um paninho de seu bolso e passou ali tirando o sangue, sentir seu toque fez minhas bochechas corarem instantaneamente.

-Foi só um cortezinho não foi muito profundo. – Digo assim que ele se afasta.

-Você mora na cidade? A primeira vez que te vi foi hoje. Cidade pequena, geralmente todos se conhecem. – Digo.

-Sim, me mudei pra Sidney quando era pequeno e voltei agora. - Sorri e senti meu celular vibrar e começar a tocar, olho na tela, vendo Vicky escrito.

-Oi

-Oi onde você tá?

-No cemitério - Disse e na mesma hora me arrependendo de ter dito - Já estou indo pra casa, você ta... Na minha casa? – pergunto.

-Sim, algum problema?- Ela me questiona

-Não, o Jeremy já chegou?

-Não, por quê?

-Filha Da... Não, não vou xingar minha mãe, tchau. - Desliguei antes que ela perguntasse mais alguma coisa.

-Algum problema?- Daniel pergunta.

-Não é só o inconsequente do meu irmão, ele é muito... Patético.

-Eu sei – Por um minuto imaginei ele e Adrian brigando.

-Hum, eu preciso ir – Digo e ele afirma – Até.

-Até. – Ele diz e eu saio do cemitério indo para o meu carro. Ele é perfeito, Daniel é perfeito, é até estranho. Quando cheguei em casa Vicky estava assistindo TV, fiz brigadeiro para nós e Vicky disse que estava ali só pra me perguntar se eu tinha visto a bolsa dela da monterië, que ela havia perdido. Disse que não e ela foi embora (claro que depois do brigadeiro), fiquei sozinha, liguei para o Jer e ele não me atendeu. Subi e fiquei ouvindo minha playlist. Fui pegar o meu diário na bolsa e ele não estava lá, olhei em todo lugar, mas não encontrei. Devo ter derrubado no cemitério! Torci pra ninguém ter lido. Enfim o que eu posso fazer? Tomei um banho, coloquei um short e uma blusa regata azul e fiz um coque no cabelo. La pelas 07h30 da noite eu desci e comi um pedaço de bolo com leite. Rebekah havia me enviado uma mensagem dizendo que não dormiria em casa, estava fazendo uma pesquisa muito importante. Ouvi uma batida na porta e a campainha foi tocada abri a porta.

P O V' S Daniel

-Oi - Eu digo.

-Oi, o que você faz aqui? - Ela me pergunta e uma mecha do seu cabelo caiu em seu rosto e ela colocou a mesma atrás da orelha.

-Eu vim te dar isso - Entrego seu diário a ela, ela deixou no cemitério e eu achei melhor devolver, eu já sabia tudo sobre a vida dela.

-Você leu? – Ela pergunta e ouço seus batimentos aumentarem um pouco.

-Não... Não ia gostar que lessem o meu. – Digo, também tinha um diário, longos anos no mundo, sem ninguém pra conversar. O papel é mais confiável que as pessoas.

-Você tem um diário?Que legal! – Ela diz.

-Obrigado. – Digo dando um passo para trás. Eu já estava me retirando, e estava em duvida sobre o que eu vim mesmo fazer aqui.

-Você quer entrar? – Ela pergunta.

-Claro.

 


Notas Finais


E ai? O que estão achando? Comentem e Favoritem!!


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