História Bad Boy - Imagine JongIn - Capítulo 7


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Personagens Originais
Tags Abo, Astro, Binwoo, Blackpink, Bts, Chanbaek, Got7, Hunhan, Hyungwonho, Jeongcheol, Liskook, Markson, Monsta X, Nct, Revelaçao, Sanwoo, Seventeen
Visualizações 14
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B o m
C a p i t u l o .

Capítulo 7 - 7- Sonho.


Fanfic / Fanfiction Bad Boy - Imagine JongIn - Capítulo 7 - 7- Sonho.

→Sonho←

Me levantei devagar e distraidamente da minha cama. Olhei em volta e vi que estava no meu antigo quarto. Fui ao antigo banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes e prendi o cabelo em um coque frouxo. Depois de me ajeitar, mais ou menos, desci as escadas e fui até a cozinha. 

— Bom dia, empregada. O café já está na mesa? – falei me aproximando da pia, assim, ficando ao lado da nossa empregada. No caso, minha favorita, a Ketellyn. 

Sim, sim. Caso se coloque na mesa, o Sr.Louis e a Sra.Suzanna estarão por lá. Aliás, coma. Pois não vejo tu comendo ultimamente. Bom, vai lá. Acho que eles estão preocupados.

— Okay, obrigada.

— De nada, flor. Anda logo, vai.


Sorri em sua direção e saí. Chegando na sala, fui ao meu pai e dei um beijo na sua testa, o cumprimentando com um : "Bom dia, pai.", e depois fui a minha Madrasta e sorri falsamente para ela, a cumprimentando com um : "Ah, Suzanna. Oi." e segui ao meu assento. Comi animadamente, pois sim, eu estava morrendo de fome.


— Er, pai. Licença, vou me ajeitar para ir a escola. Será que, ao menos, hoje posso ir de bicicleta? – perguntei depois de me levantar, já ao seu lado.

— Mas, querida, aí por fora é perigoso. Sabe como é o Brasil, cheio de violentos e maconheiros. Você não anda com esse tipo de gente, né? – é, bem que ele sabe de trocar de assunto.

— Pai, primeiramente, não. Não ando com maconheiros. Segundamente, não troque de assunto. Deixa, vai. Por favor! – fiz um biquinho fofo.

—O que você não me pede sorrindo, que eu não faço chorando? Hein? – abro um sorriso bem grande. – Anda, que de bicicleta demora mais. – sorriu de forma bonita. Como um verdadeiro pai. O meu pai.

— Ah, pai! Obrigada! Obrigada! Obrigada! Obrigada! Obrigada mesmo! Te amo! – dei um abraço de lado e subi correndo para o meu quarto.

Me ajeitei, e com isso quero dizer: tomei banho, lavei o cabelo, penteei meu cabelo, vesti a farda da escola (a blusa. Não uso a saia, porque não gosto muito de saias, e aquela era realmente curta.), coloquei meu colar que minha mãe me deu, meu All Star preto, meu casaco preto, um rímel e coloquei minha mochila nas costas.

Desci correndo, dei tchau para meu pai e a Suzanna, para a Ketellyn e peguei minha Bike*.

O vento e meus cabelos balançando eram como uma coisa única. Como sangue e percussão. Meus fones emitiam a melhor música do mundo.


°Nobody See°

{Ninguém vê.}

°Nobody Knows.°

{Ninguém sabe.}

°We Are a Secret, Can't Be Exposed°

{Somos um segredo, não podemos ser expostos}

°That's How It is, That's How It Goes°

{É assim que é, é assim que deve ser}.

Far From The Others, Close to Each Other

{Longe dos outros, pertos um do outro}.

Meus pensamentos foram interrompidos por um muleke'.

— Ô idiota! Você é cego ou o que? – disse parando com a minha Bike'.

— Desculpa aí, estressadinha.


Passou na minha frente. Pedalei mais rápido e o ultrapassei. Ele então fica do meu lado e fala:


— Acha que corre mais que eu? Tadinha tão estressadinha e iludida. – correu mais rápido, e quando eu estava passando dele, freei fortemente.

— Okay. Então eu fico por aqui, idiota. Até mais. – saí da Bike' e entrei na escola.

× Q. D. T. ×

Depois das aulas acabarem, fui direto para casa. Mas, no caminho, sou impedida por três idiotas e um babaca.

— Olha só... Não é a estranha que gosta de coisas estranhas? – 

Nada. Eu não consigo sentir nada. Mas, no fundo, talvez, um ponto de ódio e tristeza. Talvez, a vontade de só deixar o tempo parar, que fosse bom para mim.

— Huh! Não vai falar nada? Ta vendo! – a menina me dá um tapa e depois puxa o meu cabelo, na intenção de me machucar. Mas fazer o que? Eu não sinto nada. Nada. Absolutamente nada. 

— Hey! Parem! Por qual motivo fazem isso? – o menino da Bike' aparece.

— Você não vê? Ela não tem expressão, Dezinho! Nem quando apanha! –eu não posso falar nada... Não dá para falar nada. Pois eu sou assim. Alguém sem muitos sentimentos.

— Legal! Mas e daí? E se você tiver sentimentos de mais? E ser estranha, é sinônimo de única. Então, ela é a estranha, e vocês são pessoas idiotas tentando ser cosplay da Barbie e do Ken. Ah, e para vocês é DeHyun! Se liguem! Vem. – disse e me pegou pela mão. Deixando minha bicicleta ali. 

— Hey. Por qual motivo fez isso? Sei me defender sozinha. – disse convencida.

— Sabe é? Então... Você sabe se defender e estava sendo espancada? É sério? Então tá... – riu nasalmente.

— Ah... É só q-que... – praguejei mentalmente por ter gaguejado.

— Tudo bem, (S/N). Tudo bem. Sabe andar de Skate? Não pera... Vamos fazer assim. Vc anda na minha bicicleta, e eu no Skate. Tá bom? – perguntou se aproximando.

— Okay.


×Q. D. T. ×


Depois de ter chegado em casa, fui tomar banho. Vesti uma roupa de ficar em casa e fiquei no meu quarto reassistindo 2Moons.


— Menina! Vem! Chegou a hora. – minha Madastra chegou me puxando pelo braço.

— Para! Por favor! Só dessa vez! Eu já estou cansada! – eu disse quase chorando.

— Não venha se fazer de boa menina, (S/N). – disse e me levou ao porão.


Eu já estava cansada de tudo aquilo. Pois, como que meu pai nunca notou o que aquela maldita fez? Como? Hein? Argh! 

A Suzanna pegou um par de algemas e me prendeu na parede, acorrentada.

Pegou sua bolsa de baixo de muitos pacotes e a abriu, retirando dali um chicote.

Incrível. Novamente, era como se meus sentimentos se esgotassem, e pela primeira vez no dia, o tempo parasse, e eu podia ouvir todos os meus pensamentos. Não era dor, não era ódio, não era a tristeza, não era nada. Na verdade, era... Era o nada. Minha expressão tão vazia quanto meus sentimentos. Tão profundos, sem algum sentido, ou alguma forma de me puxar para cima novamente, porque eu ando descendo tão rapidamente por aquele tão fundo poço. Talvez eu já esteja cansada, mas o que eu posso fazer? É isso que eu sou, e não podemos mudar o que nós somos.

Suzanna bateu com o chicote nas minhas costas, e depois puxou o meu cabelo, no intuito de me machucar.

O tempo parado, e sentindo nada; é nisso que eu me formo aos anos. Aos poucos, construo muros estruturados em volta do meu coração, deixando uma pequena brexa para a minha própria dor. "Minha Auto Estima Sobe de Escada, e Desce de Elevador.". Todos os meus pensamentos passando como um turbilhão, tão rápido quanto um trem-bala. Mas espera, os trens-balas sempre andam cheios, esse é um especial, um único, aquele que sempre anda vazio. 

Só não anda mais rápido do que a Dor correndo atrás de mim. Uma fumaça preta, algo que eu não compreendo, que fala: "Morte,Vazio, Dor, Tristeza, Ódio, é nisso que você se formou aos anos. Você não tem mais salvação, entenda, só me deixe atravessar esse seu muro que você construiu em volta de si. Só deixe eu te tornar ainda mais aquilo que você já é: você mesma. Uma pessoa sem coração e sem vida. Alguém que não sente nada. Alguém que sofre, e tenta construir uma barreira para TENTAR, dizer que sofre menos." e eu inspiro essa fumaça, que dói... Mas é um dor boa, uma dor inevitável. 

Sim, ao tempo, eu me acostumei. Me acostumei com a solidão. Com o Só que eu sou. Talvez pura, pura como o nada. O nada que eu sinto, talvez, seja algo comparado a mim. 


— Está vendo? Está vendo por qual motivo eu lhe bato? Olha! Você não tem expressão nem quando apanha! Bem que sua mãe preferiu morrer, ao ficar do seu lado! Na verdade, sua mãe era só mais uma do seu pai! 


Ela falou aquilo para me machucar. Mas, por que a minha mãe? Por que ela SEMPRE menciona a minha mãe? Argh.

Toda vez que mencionam a minha mãe, eu sinto uma pontada de culpa... 

Pois, pense, e se eu não tivesse nascido? Já que sou um grave problema na vida das pessoas, seria melhor, não seria? Ela estaria viva e meu pai estaria feliz com a sua amada. Por qual motivo esse tipo de coisa acontece? Eu não entendo esse tipo de coisa... Pq? Por que isso?


— Prontinho... Acabei. Agora, você vai ficar aqui de castigo! Bem presinha e sem comida, para aprender o que é bom! – disse sorrindo e deixando a faca ensanguentada jogada no chão. Só agora que eu fui perceber, ela tinha pegado uma faca e tinha posicionado a faca no meu pulso, atravessou meu braço, passou por de baixo da minha clavícula e foi parar no outro pulso. 

Okay. Ela realmente me odeia, e eu odeio isso. Talvez aquela idéia meio doida de me deixar em um orfanato durante a viagem do meu pai não fosse lá tão boba e doida. Talvez se fosse para mim me livrar de tudo isso, fosse bom.

Eu já fui presa mais de um milhão de vezes por aqui, então eu já sei como sair. Como meu pai chega antes de eu acordar, amanhã de manhã, é melhor eu começar a me livrar.

Toda vez que ela me deixa aqui presa, ela me prende em uma cadeira e ela deixa sua bolsa com coisas estranhas aqui. Dentro da bolsa tem um canivete. Pulei, ainda presa na cadeira, até a bolsa e me joguei no chão. Com a boca, peguei o canivete e o joguei para as minhas costas. Com a minha mão meio presa, peguei o canivete e cortei a fita-durex que me prendia. Logo depois, com as mãos livres, cortei a fita que prendia minha perna e tornozelo na cadeira. 

Me levanto meio bamba e vou até um canto muito sujo.

Tiro as plantas e a terra e vejo um tipo de porta de madeira. A abro, com muita força, e me penduro na aba do chão do lado de fora e então coloco o pé do lado de fora e depois o outro. 

Me levanto e ando apressadamente e sigilosa até a porta do fundo da casa.

Entrei na área e depois fui para a cozinha, peguei um copo de água, porque já havia gastado muito sangue. Bebi dois copos com bastante água e subi rapidamente ao meu quarto.

Coloquei a banheira para encher enquanto eu caçava meu pijama.

Entrei no banheiro, me despi e depois me sentei dentro da banheira.

Passei a esponja ensaboada por todo o meu corpo, depois, encostei minha cabeça na aba da banheira e meu corpo ficou imóvel. 

In-crí-vel.

Denovo, todos os meus pensamentos novos passavam pela minha cabeça e, por um momento, o tempo parasse só para mim. Só para eu poder saber que tudo aquilo que um dia foi meu, na verdade, eu ainda vou perder. É como a areia em minhas mãos, caindo sem parar e acabando rapidamente. Sentindo tudo girar, mas ao mesmo tempo, sentir-se parado no mesmo lugar, como se soubesse que isso não acabaria por ali. Saber e sentir os muros que um dia você achou serem  estruturados serem derrubados por uma fumaça preta, e essa mesma fumaça preta, se tornar o seu novo muro. Uma fumaça preta que conseguiu entrar e derrubar os meus muros. Sem esforço algum. Eu acho isso meio anormal, mas eu não sou normal. A pequena brexa para a dor a fez se sentir em poderamento a mim, a pequena brexa fez a dor ser mais forte e se tornar aquela fumaça preta. Estou abismada com isso. Mas o.k., essa não é a primeira vez, provavelmente nem a última. 

Ditecionei meus olhos a ponta dos meus sangrentos e levemente cortados dedos e nos notei enrugadinhos, ou seja: passei tempo demais dentro da banheira.

Peguei uma toalha e saí dali. Vesti o meu pijama e fui dormir.


Enquanto eu dormia, ouvi a porta rangendo e abrindo. Abri meus olhos fracamente e me sentei abismada com o que estava vendo.

Era a Dor. A fumaça preta sussurrando coisas quase inaldíveis.

A Dor chegou mais perto e cravou uma faca no meu peito. 


←Sonho→


Acordei suada e gritando.


A Dor me matou.








Continua💜




Notas Finais


Então, espero que tenham gostado desse capítulo, e eu fiz esse capítulo bem bonitinho, e eu não tinha preparado ela... Bem, eu realmente quero agradecer por quem está lendo.
Desculpa se tiver algum erro~
2bj


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