História Bad Boy - Imagine JongIn - Capítulo 8


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Personagens Originais
Tags Abo, Astro, Binwoo, Blackpink, Bts, Chanbaek, Got7, Hunhan, Hyungwonho, Jeongcheol, Liskook, Markson, Monsta X, Nct, Revelaçao, Sanwoo, Seventeen
Visualizações 8
Palavras 1.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B o m
C a p í t u l o .

Capítulo 8 - 8- Talvez só Doesse.



Aigoo! Que dor de cabeça! Whe? Esse não é o meu quarto... O que faço por aqui? 

O menino, ou JongIn se sentou na cama abandonada do SanHa, localizada no quarto do Jisung.

Para qualquer um, é totalmente estranho acordar em um quarto em que você nem conhecer, conhece.

Se levantou e saiu do quarto. Não se importou com a cara amassada, ou pelo bafo, nem pelo cabelo todo bagunçado. Só queria sair dali. Ele, e você também caso estivesse em uma situação como a dele, estaria estérico. E, Kim-Yoon JongIn, ou como o mesmo prefere, apenas Kim, é uma das pessoas que pensam rápido em caso de desespero.


—JongIn? O que faz acordado? Ainda são 05:56, querido. Você desde quando tem insônia? – um homem no fogão cozinhando com o cabelo que ia até mais um pouco de baixo dos ombros, prendidos em um rabo de cavalo perguntou-me. Ele usava um suéter branco, calças pretas e arregaçava as mangas do suéter, para ficar melhor para cozinhar. 


— Eu apareci aqui de uma hora para a outra e estou confuso. Quem é você? – perguntei ainda com medo.


— É... Eu imaginava que você não fosse lembrar de mim assim, de uma hora para a outra. Sou o JeongHan. Lembra? Eu era muito amigo da sua mãe. – sorriu fracamente enquanto colocava algumas panquecas empilhadas. – Você sempre chamava o Sannie para dormir ou brincar com você na sua casa. – se virou e continuou a cozinhar. – Mas, quando sua mãe falou que você e o Sannie eram irmãos, eu vi o seu rosto... Sei que é difícil, aos 11 anos, ainda uma criança, receber a notícia que seu melhor amigo é seu irmão deve ser difícil. Ou, porque "Por que eles não me contaram isso antes?" – fez uma voz fofa. – Você realmente se afastou do Sannie. E ele só ficou melhor quando o Sung entrou na família, mesmo que com bastante dificuldades. Mas, depois do Bambam, que hoje até mora junto com ele, ele se sentiu bem melhor, mesmo que não cem por cento, ficou bem melhor. Antes ele tinha insônia, hoje ele já não tem. – colocou ovos mexidos, presunto, queijo e leite na mesa. – Acho que foram os piores anos para uma Omma como eu. – abaixou os olhos. – Ficou dos 11 e meio, até os seus 13 assim. Eu fiquei desesperado. Não sabia o que fazer. Mas graças a Deus, tudo deu certo e agora está tudo bem. – sorriu feliz. – Eu agora fico preocupado mesmo é com o Sung, e o amiguinho Chenle dele. – terminou de colocar a mesa e se sentou. 


Eu fui capaz de fazer tudo isso? Meu Deus, eu sou um monstro. E ele era o meu melhor amigo. Por que eu fiz isso? Está vendo, universo? Eu não deveria estar aqui. 


— Desculpa... Me desculpe, mesmo. Eu não sabia que poderia causar tudo isso. Se eu soubesse não teria o feito. Eu... Sério... – se desculpou e se levantou. – Eu devo ser um embuste nessa casa. Obrigado por ter me acolhido, mas agora eu tenho que ir. – se curvou e quando ameaçou a girar a maçaneta, é ouvido:


— Mas JongIn. Tem duas coisinhas. Um, eu não mandei você sair, ou que você está sendo um embuste nessa casa. Dois, como você vai embora assim? Sem escovar os dentes, arrumar o cabelo, tomar café, nem trocar de roupa você trocou. Se você sair assim – me olhou de cima para baixo. –da minha casa, você não entra mais. Anda logo, vai lavar essa cara! – disse tirando a cara de deboche da face e tirando a mão da cintura.


Andando pelo corredor, é visto um homem saindo com roupas sociais e uma gravata na mão. O cabelo bem penteado e uma maquiagem também social. 

— JongIn, já acordado? Que surpresa. Ainda são 06:02. – sorriu, mostrando suas covinhas. O menino encarou-o confuso. – Já deveria saber que não se lembraria de primeira. Sou Choi SeungCheol. Lembra? – sorriu e o mais novo negou. – Okay, okay. 


O homem saí do corredor e aquele que parecia ter dormido a pedras, da cara tão amassada, o seguiu.


Ele apareceu na cozinha e deu deixou um selar na boca do de cabelos longos, logo depois dizendo: Amor, você pode colocar a gravata em mim? E, por que o JongIn está, sabe, daquele jeito? Esse menino ainda não tomou banho? E foi respondido com um:  Querido, não fale desse jeito. Sabe que ele deve estar confuso. Mas, também, cadê o Sannie e o Sung? Hein? Acabou de colocar a gravata. 


Eu ainda, um dia, terei esse tipo de relacionamento.


O mais novo resolveu finalmente ir ao quarto. Ficou meio confuso, mas se sentiu ainda mais quando viu um menino, que aparentava ter uns 14/15 anos saindo do banheiro do quarto com os cabelos úmidos colados na testa e uma toalha pendurada na cintura.


— JongIn! Você finalmente acordou! – deu um leve sorriso. – Você deve estar procurando por roupas. Deve ter dentro do armário. – andou até o móvel e pegou uma blusa branca, calça jeans preta e uma box nova.


— Obrigado. – sorriu leve e entrou no banheiro. Com as recomendações do menino, abriu a última gaveta e tirou uma toalha branca. Tomou um banho, e não, não vou dizer o que ele faz no banho, porque isso sim seria estranho. 


Acabou e se vestiu dentro do banheiro mesmo. Quando pendurou a toalha do lado de fora do box, ouviu o som de um secador.

Deve ser o menino. 

E saiu do banheiro. 


— JongIn, se quiser, tenho perfumes, maquiagem e prancha. Vai usar? – assentiu em resposta, e depois de duas palminhas ao seu lado na cama se sentou ao lado do menino, um pouco longe. – Aqui, toma. – entregou o secador ao JongIn, pegou a prancha e começou a passar por todo o cabelo. 

— Seu Omma me falou sobre um tal de Chenle. Quem é esse? – o mais velho perguntou depois de pegar a prancha, assim que o JiSung acaba com a mesma. 

— Tinha que falar dele. – suspirou. – É só um amigo da escola, JongIn. Quer que eu faça a sua maquiagem? – disse enquanto espalhava base na face. 

— Por favor. – ajeitou as últimas imperfeições do cabelo com a prancha. 


O menino se aproximou e mexeu na bolsinha. 


— Sou mais branco que você, vou ter que pegar a base do meu Appa. Dois segundos. – se levantou e foi até o quarto do seu Appa.

Eu sempre quis ter um tipo de família assim... Pena que a minha sempre fora o oposto de tudo isso.


— Voltei! – pegou o frasquinho e começou a espalhar por todo o meu rosto. 


Quem dera eu ter um irmão assim. Sorte do SanHa por isso. 


— Graças a Deus, sua pele já está pronta! Agora, vou fazer uma coisinha bem básica em seus olhos... Acho que só isso já está bom, não está? – o mais velho assentiu e deu um sorriso de lado. – Então tá bom! – se ajoelhou em frente ao menino, que ainda sentado meio de lado, e pegou um pincel.


Jisung? JongIn? – O SanHa se pronunciou, entrando no quarto. Um riso anal soou. – Era de se esperar, Kim-Yoon JongIn não pode deixar, nem por uma vez, de pagar as pessoas de surpresa, não é mesmo? – sorriu ladino. – Espero que, caso se aproxime do Sung, não faça o que fez comigo, apenas não o faça. – vi ele me encarar profundamente. 


— Okay... Não irei fazê-lo, só me basta agora receber a mesma notícia!  – me levantei e fiquei a sua frente.

— Engraçado é que em vez de sentar e conversar comigo, começa a praticar Bullying! Qual o seu problema! Qual era o problema de conversar?! Ah, é porque Kim-Yoon JongIn não sabe conversar! Agora eu entendi! – me deu um cutucão com o dedo no meu ombro direito, me fazendo ir para trás um pouco. – Sabe como eu fiquei? – mais uma vez. – Eu fiquei mal! – denovo. – Entrei em depressão por anos! – e denovo. – Doí muito saber que seu melhor amigo te odeia! – e denovo. – Saber que seu melhor amigo, te chama de Viadinho Qualquer. – o mais velho já estava chegando na parede do quarto. – E sabe o que eu mais queria naquele momento? – o mais novo já estava chorando. – APESAR DE TUDO! EU SÓ QUERIA UM ABRAÇO SEU! – deu socos fracos, ainda chorando, em seu ombro direito. – Apesar de tudo, eu só achava que eu era o culpado de tudo! Meu cortes diziam isso! E eu só queria o seu perdão. – sem dizer nada, o JongIn abraçou o irmão e chorou com ele.

— Eu senti saudades desse abraço Kai! – Ainda chorando, retribiu o abraço.

— Olha, só para você saber, eu não gosto desse tal de Bambam, não. – Disse ainda chorando, mais acabou dando um leve sorriso.

— E-eu também n-não JongIn! – os dois mais velhos foram surpreendidos pelo JiSung que estava ali assistindo a cena desde o começo. 

— Jisung? – o SanHa disse de separando um pouco do outro, sentindo logo depois o mais velho secando suas lágrimas, que ainda escorriam pela sua bochecha, mas com menos frequência do que antes. – Já até havia esquecido de ti. – sorriu e foi até o irmão. Encostou fracamente sobre o seu cabelo, e desceu reto, como única carícia; sabia como era difícil arrumar o cabelo, e o quanto cansativo era e por conta disso, nem chegou perto de tentar bagunçar. 

— Nosso Omma deve estar nos esperando. – os dois deram um riso baixo, e os três foram a cozinha.


— Bom dia, querido! – o JeongHan deixou um selar na testa do JiSung.

— Bom dia Omma, bom dia Appa. – deu um abraço em cada um. 


A mesma coisa ocorreu com o SanHa, e quando chegou a vez do JongIn, o loiro ficou confuso.


— Bom dia novamente, Kai! – deixou um selar na testa do mais novo, e ele o encarou mais confuso ainda, e depois deu um leve sorriso.


O de cabelo loiro não via motivos para tudo isso. Para dar bom dia com beijo na testa, se sentar em mesa todos juntos e tomar café-da-manhã, ou até mesmo conversar sobre coisas banais, as quais não tem nada haver com trabalho, mas seus pais sempre foram ausentes em sua vida, mas nunca se importou tanto.










Continua. 💜


Leiem as notas finais.


Notas Finais


Eaeeeee!
Gente, tenho uma coisinha meio que importante, então vamos lá:

Estou pensando em começar uma nova fic, só que KaiSoo.

Espero que tenham gostado sobre essa notícia, e qualquer coisa, eu faço um capítulo -nessa fic- falando sobre essa idéia.

Desculpem-me se tiver algum erro~

By:Khiomi~


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