História BAD BOY - Niall Horan - Capítulo 20


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Categorias Niall Horan, One Direction
Personagens Niall Horan
Visualizações 5
Palavras 947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - O reencontro


Já tinha terrado em Zurique. Fiquei instalado num hotel perto de onde seria o show. Ficava cada vez mais ansioso só de pensar que ela podia ir para o mesmo sitio que eu. Tremia igual a uma varra. Na primeira vez que ela me bloqueou, comprei vários cartões.  Remexi a minha mala, sabia que lá tinha posto um.

WhatsApp

Inês

- Vi que estas em Zurique?

- Como estas?

(Inês visualizou)

- Desculpa, eu sei que não há explicação possível

- e que de facto desta vez não há mesmo perdão, ou oportunidade que escape…

- Sei que me estas a ignorar…

Inês: O número para o qual esta a contactar não tem o voice mail activo! Por favor não volte a tentar contactar!!!

- Sabes que não te estou a ligar, para o voice mail falar ;)

- Ouve, desculpa…

- Já vi que vais lançar a tua marca daqui a dois dias, por favor, deixa-me felicitar-te por isso.. Queria mesmo estar presente..

Inês: Não tens mesmo escrúpulos nenhuns !

Inês: Ao fim de tanto tempo, tens alguma necessidade de me vir inquietar?! Eu estava bem, feliz, tinhas mesmo que vir estragar isso?

- Tens razão…. Não mereço nada de ti.. Eu sei disso, não te consigo explicar o porque deste afastamento, podia explicar, mas não ias entender

Inês: Sabes se tivesses vindo a um tempo atrás, teria ouvido, teria tido paciência para te escutar e talvez perdoar, mas eu pensei bastante e percebi que não existe nada para perdoar, porque tu de facto não eras nada para mim. Apenas desperdiças-te uma oportunidade.

Inês: Agora ou sabes viver com isso, ou não. E se não souberes lidar, temos pena.

Ouvi o pessoal chamar-me no corredor. Abri a porta e sai. Dirigimo-nos para a sala onde seria o show.

Inês: Por favor, deixa-me em paz, segue a tua via, como a decidis-te viver!

 - Estas em Zurique! Em que sitio estas?!

Inês: Não tens nada a ver com isso!!

Inês: Por favor não me procures mais!

(Inês esta offline)

Mandei um murro numa das malas que transportava equipamento. Bufei. Dirigi-me ao camarim, ainda era cedo, o concerto seria á noite. Eram 18h. Remexi e volteia remexer no tlm. Consegui através da foto dela com uns rapazes ver para onde eles iriam. Ristorante Bindella.

(INÊS – POV)

Entrei para dentro do carro. E pus a melhor cara que tinha para dar naquele momento. “Acabou de me estragar o dia” pensei para comigo, enquanto ouvia Lucas a falar comigo. Hoje íamos jantar todos juntos. Costumamos ir sempre quase 1h mais cedo, gostamos de estar a conviver todos juntos enquanto pomos a conversa em dia, antes do jantar. Vamos sempre ao mesmo, e adoramos mais por causa dos bares que existem perto.

Lucas (Irmão mais velho de inês) : HEYY INÊS!! – ele gritou do banco da frente

- Eu ouço com os ouvidos Lucas – revirei-lhe os olhos

Lucas: Ui, porque esse mau humor?! – deu uma risada

Kate (mulher do Lucas) – Hey, não comeces – deu um tapa valente em Lucas.

Vi Leandro (irmão do meio de inês) a rir-se e a sua namorada a fazer-lhe cara de gozo. Ignorei. Tínhamos chegado, pedi o meu gin favorito. Vi os meus tios já sentados a rir. Senti um aperto no coração. A minha tia tinha passado por uma fase difícil. Luta contra o cancro da mamã. Doí-a olhar para ela. Lembrar que já era o segundo que ela ultrapassava. E que apesar disso ela sorria sempre. Mexi no tlm e mandei um sms a Rita, ela estava em Dublin a preparar a sessão, ela só me dizia que a pessoa com quem ia fotografar era um espetáculo. Senti de novo o tlm a vibrar.

WhatsApp

(+2114539565126)

X: Podemos conversar?!

- Não!

X: Só uns minutos, pff!

- Não!!

- E já te disse para me deixares em paz!

X: Vem há porta pff!

- HÃN?! o.O

X: Vem a porta Inês, estou aqui na entrada do Restaurante. Precisamos de conversar. PFF

- Estas a passar-te?!

- Psicopata!!

- Deixa-me em paz!!!

- Pelo amor de deus.

X: Já me viste?! Agora vem cá!

X: Ou vou ai …

- Não, não te vi, e nem quero ver-te! Ou vais embora ou chamo a policia!!

X: Podemos ser adultos, ou não?

- Fala quem me seguiu, como é que sabias que aqui estava?

X: Vi no instagram do teu irmão, podes chegar aqui?

- Não! Vai embora, falamos depois!!

(Inês esta offline)

(NIALL – POV)

Quando sai da sala, fui confiante até ao restaurante onde ela estava. Antes de lhe dizer alguma coisa, fiquei uns instantes a observa-la. Ela era tão linda. Esplendida. A luz que transmitia notava-se ao longe, era impossível não ficar contagiado por aquele ser tão fascinante. Percebi ali, o que eu tinha feito. O que poderia ter perdido, ou o que nunca vou ter mesmo. Vi a forma como ela sorria para uma senhora sentada ao seu lado, ela a abraçava com tanta garra, que parecia que a ia perder se assim não fosse. Vi ela sentar aquela garota loira e linda ao seu colo, e fazer-lhe tantas cocegas que ela chora a rir. Alegria. Amor puro. Fraternidade. Levidade. Isso e tantas coisas que se podia ser ou vê-la com a família dela. Ficava preso ao olhar para ela. Chamei-a e ignorou-me. Pensou que estava a brincar com ela. Chamou-me de psicopata. Pensei nesse assunto, não o era, só não podia perder o momento de a encarar. Acho que o medo com que estava, fazia transpirar-me como se tivesse saído da sauna.

- Boa noite – falei ao dirigir-me á mesa onde eles estavam, via cuspir o gin de novo para o copo 



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