História Bad Boy or Good Boy? - Capítulo 7


Escrita por: e Cereiginha

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), BLANC7
Personagens Jean Paul, K-Kid, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Spax, Taichi
Tags Colegial, Drama, Escolar, Jean Paul, Jimin, K-kid, Romance, Spax, Taichi
Visualizações 141
Palavras 2.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorou, mas voltamos meus amores!
Por favor me desculpe pela enoooooooooooooooooooooooooorme demora!
Eu e a @Cereiginha estavamos com bloqueio de criatividade, então me desculpem mesmo. Demos o nosso melhor para que esse capítulo saísse. Me desculpe se não estiver tão bom, vamos melhorar.
Boa leituras meus amores♡

Capítulo 7 - K-Kid?!


Fanfic / Fanfiction Bad Boy or Good Boy? - Capítulo 7 - K-Kid?!

Involuntariamente meu corpo me trouxe para atrás balcão, me escondendo de Jean.  Ouço seus passos mais próximos e meus ossos se petrificam.
— Alguém em casa? S/n? — Ouço ele parar enfrente ao balcão. — Dois chás? — Ele anda mais um pouco para a esquerda, sinto algum peso e uma enorme dor e quando eu percebo, seu pé está em cima de minha mão.
— AHHH! — Gritamos em uníssono.
— Você é cego? — Digo me levantando.
— E você é louca?! O que estava fazendo ai embaixo? Por acaso estava procurando seu cérebro? — Ele da um peteleco em minha cabeça.
— Me erra! — digo emburrada analisando minha mão. — Você devia fazer uma dieta!
— E você deveria deixar de ser menos esquisita. 
— Baleia idiota... — murmuro.
— Onde está nossa mãe? Tenho que avisa-la que teremos que trocar você. Veio com erro de fábrica.
— Você quer morrer? — Vou para cima dele e ele me segura.
— Me responde uma coisa... por que tem duas xícaras de chá se só tem você aqui?
— Dois chás? — Me faço de desentendida.
— Sim! Não se faça de sonsa S/n. Na verdade você é, mas isso não vem ao caso.
— Ah é que.... era um para você! — Peguei uma das xícaras e entreguei para ele.
— Para mim? — Ele me olha de cima a baixo com desconfiança. — O que você quer? Já avisando que não tenho dinheiro.
— Nada. Só achei que quisesse.
— Nada? Hum... estranha. — Ele mostra a língua.
— Infantil. — Retribuo o ato. — Ingratidão é seu segundo nome.
— Eu não irei agradecer, eu lá sei o que você colocou para me envenenar. 
— Eu não coloquei nada! Que feio duvidar da própria irmã. — coloquei a mão no coração fingindo estar ofendida.
— Tome você primeiro. Afinal sou educado, primeiro as damas, maninha.
— Você é educado? Essa é nova!. Mas se esta duvidando tudo bem. — Peguei a xícara da mão dele e tomei um pouco. — Viu? Não morri.
Entrego a xícara e ele recusa. — Acha mesmo que irei tomar algo em que você deixou saliva?
— Sério isso? Que frescura. — O entreguei a outra xícara. — Essa eu não bebi. 
— Talvez porque essa contem o veneno. — Ele faz uma péssima atuação de novela mexicana.
— Eu iria beber nessa, e eu não quero me matar. 
 — Hum... será que devo? Vou confiar em você. — Ele pega a xícara da minha mão e sai andando. 
—Você pegou a da minha mã... Ah deixa... Ele é maluco, só pode.  

Droga, eu havia me esquecdoi de Jimin! Jean não pode por hipótese alguma encontra-lo, ainda mais pelado no banheiro. Ele me mataria! Sem falar que ele falaria para minha mãe, e ela não tolera garotos se não forem amigos de Jean, ou filhos de suas amigas, eu estou ferrada.  O que devo fazer?
Vejo que Jean foi para varanda da sala. Preciso ir até o banheiro e esconder Jimin em algum lugar.
Subu as escadas o mais rápido possível e sem fazer barulho para que Jean não estranhasse da minha duvidosa agitação pela casa.
Ouço o barulho do chuveiro. Havia uma fresta de luz saindo pela porta.  Por que diabos ele está tomando banho de porta aberta? 
Sem ter o que fazer e com medo de que minha vaga estivesse garantida em um convento, entro dentro do banheiro. 
— O que está fazendo?! — Ele se assusta com minha presença e tampa as partes íntimas. Seria engraçado se eu não estivesse tão nervosa. 
— Cala a boca e fica quieto! — sussurro. — Jimin você precisa se esconder.
— O que? Por que? — ele sussurra de volta.
— Não pergunta nada só me segue. — Viro me para a porta enquanto ele veste o roupão.
Indo  em direção da porta me deparo com a sompra de dois pés. Empaco no meio do caminho fazendo Park trombar comigo. 
— O que ta fazendo? — ele murmura irritado.
— Shhhh! 
Vejo a maçaneta girar. Meu estômago pula para minha boca junto do coração.  Sinto a mão de Jimin apertar meu braço. Ambos previam a morte. 
Fecho meus olhos temendo uma dolorosa morte.  E eu nem tive meu encontro com Taichi. Que lástima. 
Abro meus olhos e suspiro aliviada quando percebo que está trancada. Eu estou tão desordenada que mal me lembrava que havia trancado.
— Ah não S/n! Sai desse banheiro, eu estou apertado! — Jean batia repetidamente na porta.
— Eu não posso agora!
—  Por que não? 
— É-e.... Vai por mim, você não vai querer saber. — Disse a primeira coisa que me veio  a mente.
— Credo garota, qual seu problema?
— Exatamente esse, eu sou uma garota, eu sangro! Se não sair daqui você também vai! — Meu Deus o que eu estou dizendo? As palavras saem da minha boca  sem que eu ao menos percebesse. Que mico!
— Eu poderia morrer sem ouvir isso  — Park sussurra.
— E eu poderia morrer sem ter dito isso ja sua frente — retruco.  
— Nossa, okay... Am...  tá bom! Mas anda rápido!
— Você não vai ficar esperando ai, né?
— E por que não?
— Eu quero privacidade! Vai embora! — Grito em tom grosseiro.
— Grossa! Você é adotada, garota! Nunca que eu, esse cara lindo, jovem e educado, teria uma irmã tão insuportável e estúpida como você.
— Ainda bem que eu sou adotada, imagina ter sangue de burro na veia? 
— Que amor lindo o de vocês dois... — Park outra vez sussurra.
— Você fica quieto! — Grito sem perceber.
— Mas eu estou calado!  — Jean responde confuso.
— Ah, eu não ligo... — Tento disfarçar. — E o que esta fazendo na porta ainda?
— Te esperando? — disse como se fosse algo obvio.
— Vai embora logo! Grr!
— Por que? Está escondendo um tesouro ai dentro? — Como ele é inconveniente...
— Será que eu posso usar a merda do banheiro em paz?! — digo irritada.
— Eu vou embora, antes que essa TPM me atinja. 
— Ué... mas você tem todos os dias Jean. Devia ter se acostumado.
— Vai se fuder. — A voz dele pareceu distante mas preferi esperar um pouco.
— Acho que podemos ir — sussurei depois de um tempo. 
— E o que iremos fazer? Irei passar a noite aqui? — exclama ele exaltado.
— Passar a noite aqui? — engulo a seco. — Se não restar outra alternativa. 
Ele abriu um pequeno sorriso.
— Mas só se eu não tiver escolha. Deixando isso bem claro. 
— Nunca desejei tanto que chovesse. — Ele sussurra bem perto do meu pescoço me fazendo arrepiar. 
— Jimin! — Dei um tapa fraco em seu braço.  — É o seguinte, vá para o meu quarto e se vista, depois nos encontramos. O meu quarto é o último do corredor a esquerda. 
— Está bem! 
Saímos quase que na ponta dos pés para que Jean não nós houvisse.  Abri a porta para Jimin e ele entrou para se trocar. Desço as escadas e vejo Jean cabisbaixo no sofá. 
— Por que você chegou mais cedo hoje? — Pergunto.
— Min e eu terminamos...  — Ele me olha de soslaio com os olhos brilhando.
— Ah Jean... Sinto muito. — Sento ao seu lado no sofá e acaricio suas costas tentando conforta-ló.  — Agora me sinto culpada por ter te tratado daquele jeito. 
— Tudo bem, ter minhas "briguinhas" com você é engraçado, faz meu dia ser completo. — Ele sorei sem mostrar os dentes.
— Owwwnt, eu sei que você não vive sem mim, baby. — Dou um peteleco em seu nariz e ele me ri e me abraça.
— Você é insuportável, sabia? Mas você tem razão, não viveria sem minha irmãzinha chata que eu tanto amo. Eu nem sei como irá ser quando você trazer pela primeira vez um garoto pra casa. — Eu engulo a seco. — Afinal, desde que appa morreu eu me tornei o homem da casa e... Eu não sei se estou preparado pra ver o quanto minha menininha cresceu.
— Credo Jean, parace um pai coruja falando. — Rimos. — Mas, então... Por que vocês terminaram?
—  Ela disse que amava outro. Um garoto mais novo... Mas então eu percebi que eu também não a amava mais, eu não estou arrazado ou com o coração aos pedaços. Essa relação já tinha acabado a muito tempo, eu fui o último a perceber. 
— Então por que está cabisbaixo assim? — Tiro uma mexa de cabelo que estava em seu rosto. 
— Ah, S/n... Mesmo não tendo mais nada é difícil, afinal foram 5 anos de namoro.
— Entendo...  E você conhece o garoto? 
—  Não tenho certeza, mas ele estuda em sua escola, tem sua idade.  
— Hum... Bom, irei lá pra cima, qualquer coisa me grite. Fique bem, maninho. — Dou um selar em sua testa. — Chame seus amigos, mamãe chegará tarde hoje. 
— Obrigado, irei fazer isso. — Ele se esforça pra esboçar um sorriso.  
 Subo as escadas e entro no meu quarto com os olhos tampados.
— Já se vestiu? — Sussurro.
— Por que não abre os olhos e descubra? —  Sinto sua respiração próxima ao meu pescoço e me arrepio. 
— Deixe se ser idiota! Quer que eu grite e diga a meu irmão que você é um stalker tarado que invadiu meu quarto? 
— Você está lando muita fanfic. Vai, pode abrir.  
— Como sabe o que é fanfic? — Abro meus olhos o encarando confusa. —  Ah, eu não me importo.  Bom, vou ver se arranjo um colchão para você. 
— Para quê?
— Vai dormir no chão com a América?
— América?
— Minha cachorra. 
— Por que diabos o nome dela é esse? Deixe pra lá, prefiro não saber. Medo de pegar sua loucura para mim. — Ele se afasta de mim e pula em minha cama. — Não precisa de colchão, acho que sua cama é espaçosa o suficiente para nós dois. — Ele faz uma expressão sugestiva com as sobrancelhas.
— Estou pesando seriamente em gritar agora. 
— Mas você não quer fazer isso.
— Ah é? E por que tem tanta certeza?
— Vai me dizer que nunca sonhou com este momento? Nós dois sozinhos no seu quarto, eu totalmente vulnerável em cima da sua cama. Só pra você. — Ele lança um sorriso sapeca, como uma criança. Sem querer acabei rindo de sua cara.
— Vulnerável a que? Uns bofetes na cara? Se liga o bad boy, eu não sou como as outras. 
— Eu estou "ligado" madame, mas fique você sebendo que as outras nunca tiveram uma beldade como essa na cama delas. — Disse refirindo a se mesmo.
—  Ah, então era na sua.
— Da pra parar?  Está estragando meu personagem de Don Juan. — Ele faz bico com a cara emburrada.
— Eu não preciso assistir esse seu espetáculo para ter certeza que o seu papel de trouxa lhe cai muito bem — digo sorrindo provocativa. 
Ele se levanta da cama e vem em minha direção. 
— O que está fazendo? — Ele não diz nada. Mas num piscar de olhos ele começa a me fazer cocegas e me empurrou na cama. — Para! — Grito e ele tampa minha boca. 
— Shhh. Ta doida? Quer que seu irmão mate o dono desse rostinho bonito? — Soltamos uma pequena risadinha.
— Até que não seria tão mal assim...
— Sabe o que não seria tão mal? Repetir nosso beijo. — Ele se aproxima de mim, e ai eu me dou conta que ele estava em cima de mim o tempo todo. Posso sentir sua respiração bater contra a minha. Minhas bochechas estão em brasa pura. 
O mesmo se aproxima casa vez mais, e com os olhos fechados. Um turbilhão de sentimentos invedem meu peito. Meu olho se fecha quase que involuntariamente. Estou prestes a fazer umas das maiores besteiras...
Me inclino esperando desfrutar daquele doce veneno. Mas dessa vez eu sabia, e não importava com minha morte. 
De repente alguém bate na porta. Demos um pulo. Jimin caiu no chão, foi parar no outro lado da cama. Quase solto uma gargalhada, mas estou preocupada demais do que poderia ser. 
— S/n? Você está bem? — Mas o quê? Que porra é essa? O que ele esta fazendo na minha casa?!
 K-Kid?!


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo.
Bijin na boca amores😘💋💕


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