História Bad End Friends - Viva No Passado - Capítulo 8


Escrita por: e legends123

Visualizações 9
Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Beast Wirt - A Primeira Árvore.


Fanfic / Fanfiction Bad End Friends - Viva No Passado - Capítulo 8 - Beast Wirt - A Primeira Árvore.

Off : Wirt

Eu estava dentro da casa de Beatriz, coberto por um cobertor e tomando um chocolate quente enquanto me sentava numa cadeira, os pais de Beatriz cuidavam de Greg no quarto tentando abaixar sua febre e tentar descobrir o que ele tem :

Beatriz : E aqui está você novamente, que falta de sorte.

Wirt : O pior não é estar aqui...mas sim a saúde do Greg.. - eu sinto um punho acertando meu braço

Beatriz : Relaxa aí o bobão ! eu já salvei sua vida várias vezes lembra ? se eu fiz isso imagina o que meus pais podem fazer ? o Greg vai ficar bem. - Eu dou um suspiro

Wirt : Se você diz...

Beatriz : Continua sendo um pé mandado que aceita tudo que dizem - ela dizia rindo da minha cara

Wirt : E pelo jeito você continua sendo aquela passarinha irritante - pela primeira vez desde que cheguei aqui eu consegui sorrir um pouco.

Os pais de Beatriz saem do quarto e vem até a sala onde nos encaram com um olhar sério, eles nos avisam que Greg sofre de uma gripe que eles nunca viram antes ( Por o desconhecido ser um mundo alternativo do meu, talvez doenças do meu mundo sejam raras aqui ), mas talvez eles consigam identifica-la se fazer mais alguns exames.

Aquilo me fez ficar pior do que antes, mas quando os pais de Beatriz percebem a expressão em meu rosto, eles logo me dizem que eu posso ficar no moinho quanto quiser ou até Greg melhorar, tenho que admitir que aquilo me animou um pouco...pensem comigo : ter que vagar por aí até o fim do desconhecido que nem a última vez é muito arriscado ! principalmente agora que perdi toda a minha experiência que consegui na primeira vez que vim para o desconhecido. Pelo menos posso ficar aqui com Beatriz e encontrar uma solução melhor.

Naquela hora que a notícia foi dada, meu estado já tinha melhorado muito ! coloquei a caneca vazia de chocolate quente encima da mesa e pegaria minha fantasia que era a única coisa que me deixava aquecido, a família de Beatriz precisava de algumas frutas para a salada que iam fazer para o almoço então eu me ofereci para pega-las. Era a única coisa que podia fazer para redimir por eles me hospedarem na casa deles :

Beatriz : Espere ! eu vou junto.

Wirt : O que ? por que ?

Beatriz : Conhecendo você, eu sei que você pretende ir até Pottsfield para pegar uma abóbora e resolver tudo com uma solução mais simples.

Wirt : Até que é um argumento...bem convincente. Tá você me pegou ! Mas por que não podemos pegar uma abóbora em Pottsfield ? assim vocês podem fazer uma torta de abóbora.

Beatriz : Ô cabeça oca ! não lembra que eles odeiam que roubem as plantações deles ?

Wirt : É verdade...

Eu peguei a cesta de frutas e saí do moinho, Nós dois vamos em direção a floresta e chegamos até as frutíferas que já estavam dando broto, eu consigo coletar o máximo de frutas que eu conseguir : como maças, pêssegos, laranjas, mangas, uvas e etc... até que finalmente encho a cesta inteira.

Mas quando estávamos voltando para o moinho, eu e Beatriz acabamos nos separando fazendo assim ficarmos perdidos. Um ruído ecoe pelos meus ouvidos fazendo eu parar de andar e prestar atenção a minha volta, mas eu não consegui perceber que a fonte daquele ruído estava bem na minha frente...aquele barulho veio da cesta de frutas ! mas agora todas elas estavam apodrecidas e com um líquido negro saindo delas, formando assim um rosto que gritava de agonia.

Aquela cena fez com que meu coração batesse tão forte quanto um tambor, a minha reação foi jogar a cesta no chão e sair correndo para longe, cada passo que eu dava fazia parecer que a floresta a minha volta dobrava de tamanho fazendo eu encolhia. Todas as raízes das árvores a minha volta começam a sair de baixo do solo e me atacarem até me segurarem pelos braços e pelas pernas e me erguerem até os céus, cada vez que eu tentava me soltar as raízes se apertavam ainda mais fazendo eu ficar sem ar e sem forças para reagir.

Ao olhar para baixo, eu vejo que toda a escuridão da mata começa a flutuar até formarem um grande tornado que fica girando envolta de mim, mas a escuridão desse tornado começa a forma de um ser alto e magro, com dois chifres na cabeça e duas asas que ele usava para voar. De cara não deu para reconhecer muito bem mas logo eu consegui compreender o que estava a minha frente :

Wirt : É você...

Fera : Olá Wirtgen.

Wirt : Pelo jeito o senhor da mata não teve coragem de acabar com você...

Fera : Está errado criança, minha alma acabou sendo apagada e meu corpo afundou no solo, mas a Fera não é um ser e nem mesmo uma coisa...ela é uma essência que amaldiçoa esse jardim.

Wirt : Veio tentar me convencer novamente a pôr a alma do meu irmão no lampião ? eu já falei que isso é burrice.

Fera : Eu não preciso, porque logo você aceitará.

Wirt : Como assim ?

Fera : a Fera se formou quando a primeira árvore de Edelwood nasceu da primeira criança que se perdeu no desconhecido, essa árvore ganhou vida por causa da consciência e do corpo humano, mas a sua alma não poderia permanecer num tronco de árvore que precisava frequentemente de óleo para crescer, então ele a prendeu num lampião e usou o óleo de Edelwood para continuar vivo.

Wirt : Virou conto de fadas agora ? vai logo direto ao assunto.

Fera : O que estou querendo dizer Wirtgen é que já que a fera se foi e a floresta está em paz, ninguém mais se perdeu, então as árvores de Edelwood se foram ! mas...com a sua chegada você se tornou a primeira criança a se perder, logo sua alma não poderá suportar viver em uma árvore em fotossíntese.

Wirt : Uma coisa que eu aprendi quando soube de você pela primeira vez é que não devo acreditar em suas mentiras !

Fera : Você não tem que acreditar, você verá por si mesmo.

A escuridão se desfaz formando assim uma grande névoa que avança na minha direção e entra na minha boca, descendo até minha garganta e chegando no meu estômago. aquilo fez com que meus olhos ficassem tomados pela escuridão e o sangue de minhas veias saltarem para fora do meu corpo, mas agora o meu sangue possuía a cor negra. 

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//--Fora Do Mundo Dos Sonhos--//

Eu abro meus olhos e me vejo com a cabeça deitada sobre uma mesa que ficava ao lado de uma cama, nessa cama estava Greg ! eu não sei como eu acabei chegando aqui pois o tempo inteiro eu estava numa ilusão maluca, mas ao juntar todos os fatos eu consegui concluir que apenas a minha mente estava alucinando, o meu corpo ainda se movia sozinho. Para deixar mais claro...eu estava em piloto automático.

Eu já tinha almoçado, ajudado na louça e etc...Mas por minha mente estar desligada, eu não consegui processar que eu tinha comido então eu estava morrendo de fome. Eu não podia sair do meu quarto e nem mesmo ir pra geladeira ver se ainda tinha algo, pois todos da casa estavam dormindo e eu não queria incomoda-los.

Eu sai pela janela do quarto de Greg e fui andando pela mata, eu me lembrei que perto dali tinha aquela taverna onde se contam histórias ( Aquela onde eu fui rotulado um Peregrino.), Mas meu corpo estava super fraco por causa da fome então no meio do caminho eu acabei caindo no chão sem forças.

Um barulho de algo se arrastando no chão chamou minha atenção, ao olhar para o lado eu vejo uma figura minúscula andando entre as pedras, por minha visão estar turva eu não consegui identificar o que era aquela coisa, mas logo de cara por instinto eu a agarro com uma de minhas mão e a levo até minha boca.

Minha mente não estava funcionando direito, eu não resisti ! a criatura minúscula se debatia para escapar, mas eu rapidamente a engoli mastigando a carne com um prazer imenso, tinha uma parte tão dura que eu não conseguia arrancar com meus dentes, tive que usar umas pedras e uns gravetos pontiagudos para arrancar pedaços daquela coisa e devorar. Saiu rasgando minha garganta por causa da sua dureza.

Quando eu consigo enxergar novamente, eu vejo o que sobrou da pobre criatura em minhas mãos, era apenas metade de um casco ! isso mesmo...eu comi uma Tartaruga Negra !

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CONTINUA...



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