História Bad Girl - Rayan Zaidi - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Hentai, One-shot, Rayan, Rayan Zaidi, University Life
Visualizações 178
Palavras 4.011
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira postagem aqui, então, espero que realmente gostem da minha escrita.
Essa oneshot é em um universo alternativo, onde minha Docete segue a rota do Rayan Zaidi, um dos paqueras novos que mais me deixou intrigada.

Algumas informações:
- Minha Docete se chama Kakaw Sullivan.
- O nome do ship deles, é: Kayan.
- A relação deles era apenas sexo, até ocorrer essa noite no auditório da faculdade.

Capítulo 1 - Na sua mesa.


Fanfic / Fanfiction Bad Girl - Rayan Zaidi - Capítulo 1 - Na sua mesa.

Sexta-feira - 21:37h / Dormitório de Kakaw.

Estava irritada, acho que "frustração" seria o termo correto para o que eu estava sentido nessa última semana. Não acreditava que o Senhor Zaidi estava trocando de tempo para passar comigo, com correções das provas de seus alunos e alunas. Eu precisava de atenção! O mais rápido possível! Talvez vocês pensem que isso é drama da minha parte, mas não, com certeza não era. Fazia pouco mais de um mês que eu estava tendo um caso com meu professor de Arte Moderna e Contemporânea, no início era só sexo e olhe lá, mas de uns tempos para cá ando ficando com ciúmes da atenção que ele dá para as suas alunas. Especificamente para Melody, sua assistente de aula.

Nunca gostei dessa garota, nem quando estudei com ela no ensino médio. Antes era o Nathaniel, agora é meu querido professor na qual ela só falta comer vivo no meio da aula apenas com o olhar. Eu confiava demais nele, mesmo ele me avisando que nunca teria algo com sua assistente e que não passava apenas de uma ajudante de classe, eu me sentia mal só de pensar nela com as mãos nele. Ao pensar nessa possibilidade soltei um grito que foi abafado pelo travesseiro, e graças a Deus que meu quarto no dormitório era apenas meu, não tinha que aturar uma companhia irritante ou folgada no meu espaço de descanso.

Voltando ao assunto: Melody. Estava mais que na hora de alguém por aquela neurótica no lugar dela, para que soubesse que seu "amado" Zaidi já tinha uma parceira.

Enquanto observava a lua pela janela do meu quarto, pensei que não seria uma má ideia visitar meu professor. Em meus lábios apareceu um sorriso malicioso, confesso, eu estava sendenda por um sexo bruto, estava sentido falta do seu corpo no meu, das suas mãos me tocando nos lugares certos, de me entregar inteiramente e sem medo algum para ele. Levantei da minha cama de casal, colocando o travesseiro todo amassado por conta das minhas paranóias de minutos atrás no seu devido lugar. Chegando na frente de meu armário em poucos passos, abrindo ele em seguida e passando minha mão por cima das roupas que estavam presas nos cabides, parando ela em cima quando vi a roupa que estava procurando. Meu conjunto vermelho escuro, que continha um cropped com alças finas, tinha um decote considerável e a saia cintura alta, que ficava perfeita no meu quadril me deixando mais gostosa do que eu já era, a saia vinha um pouco acima da metade das minhas coxas. Sexy sem ser vulgar!

Peguei a peça com uma certa brutalidade, fazenda o cabide cair no fundo do armário enquanto jogava o cropped e a saia em cima da cama atrás de mim, fechando a porta do armário e abrindo a do lado direito. Procurei meus saltos scarpin na cor preta, assim que achei o que desejava, peguei o par, e colocando do lado da minha roupa, em cima da cama. Me virando totalmente na direção dela, fechando o armário atrás de mim com uma mão, pegando o que tinha retirado do armário começando a por o conjunto no meu corpo. Minutos depois já estava sentada na cama para ter apoio para colocar os saltos, me sentindo mais poderosa que o normal, já que nunca tive problema com minha auto-estima. Levanto meu corpo da cama, ficando de frente para o espelho que mostrava minha imagem inteira, sorri para meu reflexo enquanto dava duas voltinhas, vendo a minha saia levantar levemente com a movimentação e dando para ver minha calcinha fio-dental preta com rendinhas. A favorita do Zaidi, afinal, ele que tinha me dado ela, por acaso me recordei do momento que ganhei essa peça maravilhosa.

“Senti suas mãos subirem pelas minhas coxas e pararem nas nádegas, suspirei enquanto olhava para seus olhos verdes e brilhantes por cima do meu ombro direito, sorri.

— Caramba, Kakaw. Já te disse como você fica gostosa nessa lingerie? - ele disse olhando rapidamente nos meus olhos, o que me fez perder o ar naquele momento. Respondi apenas movendo a cabeça para os lados, em negação a pergunta. - Não? Que descuido meu... - ele me inclinou bruscamente sob a cama, que estava na minha frente. Deixei meu corpo cair sobre ela, empinando minha bunda na sua direção, dando a visão do paraíso para ele. Senti uma ardência na nádega esquerda, gemi baixo, era mais um de seus tapas. E como eu amava eles...

- Minha garota, todas as vezez que você vier até mim quero que esteja usando esse mesmo modelo, ok? - assim que terminou de falar, desceu seu rosto para onde estava vermelho pelo tapa recente, deixando mordidas até chegar na minha intimidade, onde colocou sua boca e me levou ao delírio, já deixando a peça rendada passar pelas minhas pernas, caindo no chão.

— Ok, p-professor... - respondi em um gemido carregado, jogando meu torço totalmente na cama macia e apertando os diversos travesseiros com minhas mãos, sentindo ele rir contra minha intimidade.”

Voltei para a realidade, sentindo minha intimidade pulsar com a lembrança que tive. Foco, Kakaw! Você tem uma missão para cumprir!

Por fim, passei um batom vermelho nos meus lábios. Passando a mão rapidamente na minha franja e colocando ela pro lado certo, vejo meu reflexo e sorrio. Colocando as coisas em ordem, pego meu celular em cima da cama eu vejo que marcava quase dez da noite.

— Ele deve estar no auditório, se eu for rápida posso acabar achando ele no caminho até lá... - comentei para mim mesma, saindo em disparada para fora do quarto. Fazendo o mínimo de barulho possível, já estava tarde e uma coisa que eu não queria agora era ser vista vestida nessa roupa, sendo alguém que não é o Rayan. Tranquei a porta devagarinho, andando com passos largos e silenciosos por conta dos saltos, até o auditório. Vejo as luzes da faculdade toda apagadas, apenas a do auditório que estava ligada e era uma bem fraca por sinal.

Coloquei a mão na maçaneta e abro apenas um pouco, me dando a visão do professor apenas com sua camisa de botões branca enquanto corrigia os diversos papéis em cima da sua mesa, suspirei ao ver como ele se encontrava concentrado no que fazia e nem tinha ouvido a porta se mexer. Era visível que ele estava cansado, algumas vezes olhava o relógio no seu pulso conferindo as horas. Enfim, tomei coragem e fui atrás do que queria: seu corpo no meu. Adentrei totalmente na sala, fechando a porta em seguida atrás de mim. Automaticamente ele me olhou surpreso, soltando um suspiro em seguida provavelmente aliviado por ser apenas eu e não o diretor mandando ele ir embora da faculdade, em seus lábios se formou um sorriso atraente, que me fez retribuir o ato na mesma hora. Ele largou os papéis em cima da mesa e jogou as costas contra a cadeira enorme que estava sentado, relaxando os ombros e batendo com a palma da mão em cima da sua coxa direita. Meu corpo vibrou com aquela visão, afastando meu torço da porta e descendo as escadas do auditório com uma postura ereta enquanto movia meus quadris por causa dos passos, indo na sua direção que logo abriu a boca para tomar a iniciativa do primeiro diálogo entre nós ali.

— O que a minha garota faz aqui à essa hora, hum? - me aproximei dele enquanto ouvia sua voz rouca em um tom baixo, e que voz! Sento no seu colo, como ele havia pedido segundos antes, enfim respondi, olhando nos seus olhos que analisavam o meu decote, faminto.

— Eu estava com saudades, e você sabe muito bem disso, professor... - fiz uma expressão de frustração, por não ter recebido a atenção devida nessa última semana. Ele ergue o olhar nos meus, assim que processa o que eu tinha falado, subindo a mão direita no centro das minhas costas, me arrepiando na hora.

— Kakaw, eu realmente sinto muito! Você sabe mais do que ninguém, que eu preferia estar aproveitando meu tempo contigo do que com uns papéis escritos, por mais que eu ame meu trabalho... Você vem em primeiro lugar. - ele subiu a mão até minha nuca, onde segurou firmemente a raiz do meu cabelo longo, levando meu rosto na sua direção. Não o respondi, apenas movi meu corpo por completo na sua direção, indo até onde queria, seus lábios. Passando meus braços por volta do seu pescoço, colando meus peitos no seu, me dando uma sensação gostosa, tomando a iniciativa de um beijo afobado. Assim que sinto a língua dele contra a minha, aperto mais meu corpo contra o dele, ficando de frente para ele enquanto colocava cada perna em um lado do seu corpo, rebolo levemente em cima do volume que se formava entre suas pernas, recebendo um gemido dele entre o beijo.

— Minha garotinha... Alguém pode aparecer aqui e nos ver nessa situação... - ele dizia depois de afastar seus lábios dos meus, que estavam inchados por conta da pressão do beijo. Ainda deixando meu corpo grudado no seu, olho nos seus olhos e respondo.

— Eu preciso de você, agora! Não aguento mais ficar sem seu toque, essa semana foi muito frustante. - digo enquanto franzia minha testa, falando rápido demais e sentindo meu peito pesar pela falta de ar que o beijo tinha consumido. Ele não responde, apenas passa seu braço enlaçando minha cintura e pressionando mais ainda nossos corpos, como se eles fossem se fundir a qualquer momento ali. Com a outra mão, ainda segurava na minha nuca com firmeza, dando uma puxada para trás, inclinando minha cabeça enquanto fechava meus olhos ao sentir sua boca molhada no meu pescoço, me deixando mais arrepiada e úmida do que já estava. - Rayan... - falei em um tom baixo, ele deixou uma trilha de mordidas até minha orelha, onde lambeu e mordeu a cartilagem dela, suspirei mais ainda, colocando pressão em seu membro coberto pela calça social.

Por uma fração de segundos, jurei ouvir a porta da sala fazer um barulho como se alguém tivesse entrado ali, não dei a mínima, estava ocupada demais sentindo a língua dele contra a minha pele. Até que, o que eu menos queria aconteceu.

— Senhor Zaidi, eu trou... Ah! - ouvi a voz de uma mulher, mas, especificamente, a de Melody. Em segundos, virei para trás dando de cara com ela na frente da porta do auditório, olhando para mim e professor naquela situação com uma expressão de surpresa, que rapidamente mudou para raiva. Não me controlei e deixei um sorriso se formar nos meus lábios que tinham antes o batom vermelho, mas que agora estava manchada igual a boca do Rayan.

— Porra... - ouço ele resmungar baixo atrás de mim, descendo a mão que ele segurava a minha nuca para passar na boca que estava suja por causa do batom vermelha, sem tirar o braço da minha cintura, que por acaso havia colocado mais pressão. - Senhorita Melody, não devia estar dormindo? - ele disse olhando para a assistente por cima do meu ombro, tentando manter a voz no seu tom normal, o que não deu muito certo.

— É, Melody. Não devia estar no seu dormitório? - meu olhar estava diretamente nos seus olhos, que pareciam querer me matar viva ali mesmo. Eu sem dúvida alguma ia aproveitar aquela situação. - Eu e o professor Zaidi estamos ocupados, não sei se percebeu, mas está nos atrapalhando. Poderia se retirar? - arqueio uma sombrancelha, falando com o meu tom padrão de ironia, fazendo questão de sorrir de lado para ela, que com certeza estava sem palavras ainda.

— Na verdade, nós... - antes que ele terminasse a frase, levo minha mão em cima do seu membro, fazendo uma pressão rápida e gostosa aparentemente, porquê ele gemeu em seguida, encostando a cabeça na cadeira e fechando os olhos. Logo falou. - S-saía, Melody. Falo com você na segunda-feira, na aula... - suspirou, já que em nenhum momento eu parei de mover minha mão, passando meus dedos por todo o comprimento de seu membro, sentindo minha calcinha ficar mais molhada.

— Vamos, Melody! Obedeça o professor! - disse com total autoridade, vendo ela olhar para os próprios pés com o rosto vermelho de raiva ou vergonha, não soube identificar. Sem dizer nada, saiu da sala batendo a porta com força, soltei uma risada, voltando minha atenção para ele. - Você ia mesmo estragar nosso momento por causa da sua "amada" assistente!? - digo, apertando mais forte o seu membro, vendo ele respirar fundo antes de falar algo.

— Kakaw... Você está sendo uma garota má. Não gosto desse tipo de atitude! - antes que pudesse fazer algo, o professor agarrou meus pulsos apenas com uma mão numa facilidade enorme. Girando meu corpo em seguida, fazendo meus braços ficarem nas minhas costas, enquanto eu estava inclinada na sua mesa, em cima de vários papéis que voaram em direção ao chão por conta da movimentação. - O que eu disse para você sobre esse tipo de atitude, hum? - ele levantou, ficando com o quadril na altura da minha bunda, gemi baixinho ao sentir ele roçar seu volume entre minhas nádegas, que estava totalmente amostra por causa da saia curta. - O gato comeu a sua língua? - sinto minha nádega direita arder, sendo o primeiro tapa da noite. Em resposta, mordo meu lábio inferior abafando o gemido, movendo minha bunda contra seu membro, aproveitando a sensação deliciosa das nossas intimidades se tocando.

— Você não faz ideia de como eu senti sua falta, Senhor Zaidi... - olhei para ele por cima do meu ombro, passando a língua entre meus lábios que ainda estavam inchados. Ele suspirou, levando sua mão livre até meus seios, enfiando ela por dentro do tecido minúsculo. Apertando firmemente meu seio esquerdo, enquanto passava o polegar por cima do meu mamilo, me fazendo gemer mais uma vez.

— Minha querida, já que você quer tanto, irei te dar a atenção que você merece... - ele apertou mais forte meu seio, antes de retirar a mão e usá-la para abrir a gaveta da sua mesa. Tirando um par de algemas, colocando ela em meus pulsos. Certo, agora ele realmente me tinha totalmente a sua mercê. - Gostosa. - falou, passando as suas ambas mãos pelas laterais do meu corpo, descendo até minhas coxas onde separou elas, me deixando aberta com a visão da minha bunda ainda com a calcinha rendada que ele tanto amava.

Uma das mãos, ele levou até minha intimidade, esfregando com pressão na entrada que já estava mais do que pronta para ser fodida. Meu corpo tremeu, ansioso para ter ele dentro de mim logo.

— Rayan... Me foda logo... - disse manhosa, deixando meu rosto entre os papéis da mesa, totalmente entregue a ele.

— Você pode esperar um pouquinho, não? - soltei um gritinho em reprovação, movendo minha intimidade contra seus dedos e revirando os olhos pela sensação que ele me dava apenas com uma carícia. - Tenho que dar mais atenção a ela. - ouço as rodinhas da cadeira se mover no chão, aparentemente ele empurrou a cadeira para trás, dando espaço para ele se ajoelhar no chão. Ficando na altura exata da minha bunda, com os dentes, puxou a lateral da calcinha que desceu pelas minhas pernas, deixando minha parte íntima totalmente descoberta. - Que molhadinha, isso porque nem comecei... - após isso, ele enfiou sem dó dois de seus longos dedos, dentro de mim. Entrando com uma velocidade rápida, eu realmente estava muito lubrificada, e isso era maravilhoso.

Revirei os olhos, quando ele começou a mover os dedos de uma forma lenta por alguns segundos, depois indo mais rápido da forma que eu gostava. Me fazendo gemer, baixinho porquê não queria que ninguém aparecesse atrapalhando a minha foda denovo. Com a outra mão, ele levou para meu clitóris, que se encontrava já super sensível e inchado. Me dando um prazer tão gostoso, quando fez movimentos em círculo em cima dele e acelerou mais a movimentação dos dedos, me deixando totalmente tonta. Reviro os olhos novamente, fechando em seguida, deixando meu rosto contra a mesa de madeira para abafar meus gemidos.

— Você está faminta, como eu pude te deixar sem atenção por tanto tempo? - era uma pergunta retórica, nem fiz questão de formular alguma resposta para ele. Minha única resposta, foram mais gemidos. Minha pele se arrepiou mais, minha respiração já não estava mais normal, meu coração batia rápido demais, e aquele homem estava acabado comigo.

Pouco tempo depois, ergo meu rosto tendo a visão das diversas mesas e cadeiras na nossa frente, chegando no meu desejado orgasmo. Forcei minhas pálpebras, sentindo meu corpo ficar tenso e ter espasmos musculares. Gozei na mão do professor, que levou sua boca até minha intimidade, me chupando intensamente, fazendo meu orgasmo durar por mais tempo.

— P-porra... - tentei me livrar das algemas, puxando elas do lado contrário de onde estavam presas. Sem sucesso. Desisti, deixando meus braços ficarem apoiados nas costas, enquanto Zaidi ainda se deliciava com meu líquido que deixou o interior das minhas pernas totalmente melado.

— Gostosa como sempre. - falou finalmente, com a voz baixa e rouca. Levou as duas mãos para cada nádega, deixando elas meladas com meu gozo, apertando elas. - Quero ver sua carinha, vire-se, minha garota. - levei aquilo como uma ordem, ouvindo ele jogar o próprio corpo contra a enorme cadeira, que rangeu pelo ato.

Ainda ofegante, sentindo minhas pernas moles demais para me virar sem cair em cima dele. Tirei minhas últimas forças e consegui ficar em pé naquele salto alto, virando meu corpo para ver ele me fuzilar com o olhar, percebendo como eu estava com o rosto avermelhado e os olhos brilham de luxúria. Ele sorriu, com a boca manchada pelo batom vermelho, um sorriso malicioso e de quem ia me foder a noite toda.

Sentei em cima do seu colo pela segunda vez naquela noite, sentindo minha intimidade molhar a sua calça social, me dando uma sensação deliciosa, suspirei. Ele subiu ambas mãos pelos meus braços ainda presos nas algemas, indo até meu rosto, onde segurou com firmeza. Inclinando seu rosto na direção do meu, como um ímã atrás do metal. Me beijou, profundamente. Perdi o ar já nos primeiros segundos, retribuindo o beijo de forma intensa e necessária, colocando meu corpo no seu, fazendo ambos suspirarem entre o beijo, pelo atrito.

Pouco antes de separar o beijo, me esfreguei na sua perna, gemendo pela sensibilidade nítida lá embaixo. Assim que o beijo terminou, trocamos olhares profundos, cheio de malícia.

— Abre a camisa. - pedi, com urgência. Queria ver sua pele se arrepiar com meu toque, assim como na semana passada quando transamos na sua cama pela primeira vez. Como uma ordem, ele me obedeceu, retirando suas mãos do meu rosto. Abrindo todos os botões da camisa branca, descendo o tecido fino por seus ombros largos, ficando nú na parte de cima. - Maravilhoso... - meus olhos brilharam com aquela visão divina, aproximando meu rosto do seu peito, onde deixei um rastro de saliva, que subia até sua mandíbula. Dando alguns chupões naquela região, percebendo ele forçar ela enquanto levou as mãos, até minha bunda, apertando com brutalidade.

Rayan forçou minha intimidade contra seu membro já duro embaixo da calça, em resposta, mordo seu ombro direito com força, deixando uma marcação roxa em sua pele. Dando um beijo molhado em cima dela.

— Não aguento mais. - falou sem me olhar, abrindo a fivela do seu cinto que prendia a calça, tirando com pressa e brutalidade. Era notável que ele estava ofegante. - Vou te foder com tanta força que vai sair mancando daqui. - falava no meu ouvido, dando ênfase no "foder". Gemi para ele, só de imaginar o que viria a seguir. Me afastou com o braço, para que eu saísse do seu colo para que retirasse a calça apertada, depois de levantar seu quadril, descendo a calça até as coxas. Vi sua cueca boxer branca, com uma marcação molhada revelando seu pré-gozo.

Abri minha boca para pedir que tirasse as algemas, mas acho que o professor aprendeu a ler mentes. Soltei um suspiro aliviado, quando livrou meus pulsos da pressão das algemas, que estavam levemente vermelhos. Sem rodeios, sentei no seu colo novamente. Enfiando uma mão dentro da sua cueca, acariciando seu membro que já estava duro e pronto pra ação.

Rayan gemeu, olhando para baixo, vendo o que eu estava fazendo. Com a outra mão, abaixei a cueca, deixando seu membro livre, finalmente. Me inclino para frente, deixando nossos rostos próximos. Olhando no fundo dos seus olhos verdes, deixei na direção certa, esfregando a cabeça inchada do seu membro, na minha entrada molhada, o que entrou com uma facilidade enorme.

— Apertada, hum... - senhor Zaidi falou gemendo, passando o braço pela minha cintura e forçando meu quadril contra o seu, com tanta força que ouvi um som alto sair quando nossos corpos entraram em contato. Ele fechou os olhos, enquanto eu passei meus braços ao redor de seus ombros, deixando nós dois grudados novamente.

Sua mão livre subiu até meu cropped, levantando ele, deixando meus seios expostos para a sua mercê. Usou a mesma mão para acariciar um dos mamilos, esfregando o bico nos seus dedos. Levando a boca para o outro bico, chupando e acariciando com a língua. Gemidos saíram da minha boca, fiz questão de tomar iniciativa na movimentação. Rebolando devagarinho, sentindo seu membro se mover dentro de mim, causando arrepios pelo meu corpo e no seu, fechei os olhos com força.

— Mais rápido. - disse depois de deixar marcas roxas em volta dos meus seios. Agarrando minha cintura com brutalidade, afundando seus dedos na minha carne. Guiando as estocadas com violência, fazendo nossos corpos criarem sons quando se chocavam. Comecei a gemer mais manhosa, revirando os olhos, pegando ele pela nuca para me beijar, enquanto minha outra mão deixava marcas de arranhões no seu ombro.

Aquele beijo foi o mais intenso. Enquanto nós dois íamos contra o quadril um do outro, atrás do prazer que tínhamos um com o outro. Nossas línguas tentavam dominar o controle, deixando tudo mais intenso e divertido.

— Kakaw... - gemeu meu nome entre o beijo, em uma voz arrastada. Senti meu corpo tremer só de ouvir o que saiu da sua boca. Comecei a rebolar freneticamente, esfregando meu corpo no seu. Angustiada para chegar a mais um orgasmo, gemendo sem pudor algum.

Pouquíssimo tempo depois, parei de me mover. Agarrando seus ombros com meus braços, pressionando nossos corpos. Começando a ter espamos pelo corpo, não fiz nenhum barulho, só deixei a onda de prazer me dominar mais uma vez naquela noite. O professor tratou de meter o mais fundo possível dentro de mim, sem paciência para ter gentileza. Aquilo me levou ao delírio, gozei logo depois, gemendo manhosa. Após de mim, ele veio. Eu senti no meu interior seu sêmen, quente e úmido.

Nenhum de nós não disse uma palavra. Paramos de mover os corpos, apenas sentindo a pele um do outro. De como estamos ofegantes e suados, o ar parecia estar super abafado e carregado por um cheiro de sexo. Apoio minha cabeça no seu ombro, tomando controle da minha respiração, enquanto ele colocava o rosto entre meu pescoço, dando uma profunda cheirada ali.

— Você é incrível... - falou contra minha pele, dando beijos molhados no local. Sorri abertamente, acariciando a raiz do seu cabelo na nuca com uma das mãos.

— Acho que estou me apaixonando por você, professor. - soltei, perto do seu ouvido em um sussurro. - Espero que não me decepcione. - ele me olhou nos olhos, com um sorriso tão largo nos lábios que me assustou de início.

— Eu penso a mesma coisa, Senhorita Sullivan. - me segurou pela nuca, trazendo sua boca na minha, inciando um beijo amoroso. Aquilo me deixou tão anestesiada, que o tempo pareceu parar ao nosso redor. - Estou aprendendo a te amar. - afastou nossos lábios, dando diversos selinhos em seguida. Sorri para ele, abraçando seu corpo.

E foi a partir dessa noite que descobri estar apaixonada pelo meu professor de Arte Moderna e Contemporânea.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...