História Bad Girl (Jeon Jungkook) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Taeyong
Visualizações 65
Palavras 2.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem FINALMENTE está atualizando.

Ai mores, realmente não gosto de enrolar para postar, mas esses vestibulares estão acabando com a minha pessoa (aliás me desejem sorte pro enem amanhã, por favorzinho kkkkk)

Sem mais enrolação... desejo a todos uma ótima leitura❤

Capítulo 4 - Sonhos e Coelhos assustados


Fanfic / Fanfiction Bad Girl (Jeon Jungkook) - Capítulo 4 - Sonhos e Coelhos assustados

ÁRIA 

Estar nua sobre a cama de um dos meus melhores amigos depois de uma incrível tarde de "fortalecimento de laços" é sempre algo extremamente relaxante. É engraçado ver como mesmo eu estando desprovida de qualquer peça de roupa, enquanto fumo um de meus cigarros, a descontração entre eu e Jimin permanece inabalável.

Assim como eu, o asiático se encontra sem nenhum pano o protegendo enquanto o mesmo caminha do closet ao quarto em busca de algo para vestir para o jantar dessa noite.

— Você acha melhor uma jaqueta jeans ou uma camisa social? — Ele me consulta mostrando as opções penduradas no cabide.

— Bom, se você quiser que sua mãe tenha outro ataque, sugiro a jeans. — Digo com humor e o rosado me mostra a língua.

— Aish, eu odeio essas confraternizações idiotas!

— Não seja tão ranzinza, a comida sempre é ótima. — Argumento mesmo que isso não faça diferença alguma para Park.

Sua mãe é uma das chefes executivas de uma exportadora gigantesca de tabacos e constantemente obriga Jimin a participar dos eventos em prol dos negócios. Sua maior desculpa para isso é que, segundo ela, meu amigo já está se tornando um homem e precisa tomar ciência de suas responsabilidades.

Totalmente antiquado.

— Queria que você fosse comigo… — Ele diz manhoso se jogando ao meu lado.

Sorrio com seu charme e apago a bituca do cigarro no cinzeiro ao meu lado. De forma carinhosa, me viro de frente para ele e passo a acariciar suas madeixas.

— E estragar a probabilidade de você encontrar uma pretendente? Jamais! — Ele ri com a minha fala e logo faz uma careta.

— Por favor, não me lembre disso, só de pensar em casamento minha alma pede pra sair do corpo.

— Você não vai fugir da Sra. Park por toda vida, ela quer netinhos. — Faço uma entonação infantil.

— Vai se ferrar Ária, eu só tenho 18 anos!

— E logo terá 30, precisa de herdeiros. — Provoco.

— Você não verá tão cedo minha porra se transformar num ser humano. — Ele diz encabulado e é impossível não rir dessa fala.

Nem em mil anos eu consigo imaginar Jimin sendo pai. Por Deus, ele é um garoto, um garoto que rebola muito bem dentro de mim, admito… mas ainda sim um garoto.

Ficamos por um longo tempo cogitando todas as tragédias que podem vir a acontecer nesse jantar e todas as conclusões chegavam em uma Sra. Park surtada estrangulando Jimin com as duas mãos até ele ficar roxo. Seria engraçado ver isso.

Agora, com o sol já se pondo e na companhia da banda Avenged Sevenfold tocando no rádio, dirijo plenamente ao rumo de casa. Apesar de adorar sair e estar na casa de Jimin, me sinto feliz sempre que volto para casa e me encontro com meus pais, é, como posso dizer? Acredito que gratificante!

Não demora muito mais que vinte minutos até que estou na frente dos enormes portões da residência Moon. Entro passando pelo enorme jardim e dou uma volta na fonte de água que enfeita a entrada da casa que meu pai herdou de sua falecida tia. Após estacionar, desço já sendo recepcionada pelo enorme cachorro de pelagem preta, definitivamente meu xodó.

— E aí garotão, como foi seu dia? — Pergunto fazendo a voz mais ridícula possível enquanto o acaricio.

Depois das boas-vindas, sigo para dentro de casa que se encontra envolvida por uma melodia maravilhosa que vêm do piano. Me afundando para dentro da casa, sou levada pelas notas musicais que dão direto na sala enorme sala de "recreação" dos meus pais. Ali, encontro o homem de cabelos castanhos a tocar alguma música que não sei identificar, mas que me agrada totalmente.

Esse é um dos meus cômodos favoritos, tem um planejamento perfeito para agradar os dois. Em um lado da sala existe uma estante enorme que abriga inúmeros exemplares de livros, e acredito que mesmo que eu fique a vida toda lendo, jamais terminaria de ler todos. Na outra extremidade, o piano e um espaço para pintura se harmoniza a todo o resto. Admito que já me atrevi a fazer alguns rabiscos e por algumas vezes me atrevi no piano, mas não tenho o dom. Como toque final, a lareira posicionada entre esses dois lados da um tom elegante por aqui.

Tudo para agradar os dois homens da minha vida, meus pais.

— Chegou cedo hoje. — Meu pai Chunghee, diz parando de tocar ao notar que estou ali.

— É, Jimin tem um jantar e também vou sair com Namjoon e Lisa. — Explico caminhando até ele.

O mais velho torce o nariz em um sinal claro de desaprovação e sorrio me sentando ao seu lado no piano.

— Sabe que não gosto quando volta tarde, não sabe?

— Pai… — Meu tom sai manhoso — …estarei com Namjoon e Lisa.

— Este é o problema. — Ele tenta falar sério mas acaba rindo.

— Não se preocupe, terei de voltar cedo de qualquer maneira, amanhã começo um trabalho com um colega de classe. — Digo desatenta enquanto mexo nas teclas do piano de forma aleatória.

— Que colega de classe? — Seu tom zombeteiro sai carregado por malícia.

Reviro os olhos em resposta.

— Esse é realmente apenas um colega e vamos somente fazer o trabalho. — Explico.

— Desde que você não me dê netos… — Ele da ombros.

— Pai?! — O repreendo totalmente indignada — Ele sequer faz meu tipo, ok?

— E quem faz seu tipo, Jimin? — Agora seu tom transformou em algo acusador.

— Exato, Jimin é exatamente meu tipo. — Confirmo mesmo que não seja totalmente verdade.

Honestamente eu não tenho um tipo, mas quero encerrar essa discussão sem fundamentos por aqui.

— Papai ainda não chegou? — Pergunto me referindo ao outro homem, Moon Kwan, de cabelos já grisalhos.

— Ele me disse que iria passar em um restaurante italiano antes de vir. O que acha?

— Adoro!

Após uma o jantar e conversas aleatórias em família subo para meu quarto e me banho devidamente. Após estar totalmente perfumada, visto um vestido preto que fica colado na minha pele e ressalta os dois piercings que enfeitam meus mamilos. Na perna, coloco uma meia preta que vai à altura de minhas coxas e em seguida coloco minha bota também preta. Para completar, jogo uma jaqueta jeans por cima dos ombros.

Checo pela última vez a imagem refletida no espelho e me sinto satisfeita com o que vejo.

Estou ótima!

(…)

Eu não consigo identificar ao certo onde estou, mas se parece com uma colina, uma linda colina com diversas flores brancas ao redor. O vento é fresco e sinto meu pulmão se purificar. Me sinto leve.

Olho ao redor, mas não encontro nada além de mim mesma e não sei se me sinto feliz com isso. Não demora muito até que noto a roupa que visto, é um lindo vestido azul com borboletas em bordado, eu o conheço, era o meu favorito aos seis anos.

Mas… como isso está em mim?

— Ária! — Ouço meu nome ser chamado.

A voz que ouço faz com que cada mínima parte do meu corpo se arrepie. Há quanto tempo não a ouço?

Levanto meu olhar e posinada na ponta da colina, eu a vejo. Seu vestido é longo e branco, seus cabelos negros como a noite estão em uma maravilhosa trança embutida. Ela está linda.

— Mãe… — Minha voz sai por um fio e o meu peito se enche, mas não sei se gosto da sensação.

— Ária. — Ela repete meu nome.

Apressadamente me levanto e começo a caminhar até ela. Quero abraça-la e dizer o quanto senti sua falta, explicar para ela que jamais esteve sozinha e tudo o que significava para mim.

Contudo, assim que eu estava a poucos passos da mulher, um sorriso amargo se formou em seus labios. Seus olhos se encheram de lágrimas e meu corpo congelou.

Não… eu sei o que vêm depois disso.

— Por favor, não… — Eu peço totalmente fragilizada.

Meu peito dói como o inferno e a sensação de impotência me toma. Meu corpo todo está congelado e por mais que eu me esforce, não consigo me mover.

— Eu te amo.

Posso escutar cada letra saindo dolorosamente por seus lábios agora brancos e num impulso seu corpo se joga para trás.

— Mãe! — Grito em pleno pulmões ainda sim a voz parece não ecoar.

— Ária! — A voz mais forte me chama.

Desperto num impulso tomada pelo susto.

— Ei, ei, calma. — O corpo duas vezes maior que o meu me abraça.

Retomando melhor a consciência noto que estou no meu quarto e quem me abraça confortavelmente é meu pai, o mais velho. Imediatamente o agarro em busca se algo que não sei definir o que é.

Eu não acredito que isso aconteceu de novo.

— Sonhou com ela novamente? — Ele pergunta preocupado afagando meus fios pretos assim como dela.

— Sim… — Respondo sentindo ainda fragilizada com o que minha mente reproduziu em um sonho.

O homem de cabelos grisalhos suspira e me aperta mais nele.

Alguns meses haviam se passado desde a última vez que tive a infeliz oportunidade de sonhar com a mulher de rosto marcante e pele bronzeada. Aquilo sempre me machucou de forma ácida e dolorida e eu estava feliz por, aparentemente, ter me livrado de tais pesadelos. Tola.

— Vim te chamar porque um colega seu acabou de chegar - Explica me fazendo ficar confusa — Um tal de Jeon, mas se não estiver bem posso dizer para ele voltar outro dia. — Completa quebrando por um momento o clima tenso que eu mesma havia criado.

Arregalo os olhos no mesmo instante. Droga, eu havia me esquecido completamente do trabalho.

— Já são quatros horas?

— Na verdade quatro e meia. — Explica e desesperada me levanto.

— Aish, não acredito que dormi tudo isso! — Digo encabulada enquanto entro em meu closet em busca de uma roupa descente já que só visto uma camiseta com o dobro do meu tamanho.

— Bom, então eu vou fazer o papel de um bom anfitrião para aquele coelhinho assustado. — Ouço meu pai dizer do quarto — Você realmente está bem para isso? — Pergunta com tons de preocupação.

— Não se preocupe, já sei lidar. — Respondo simplista não querendo incomodar — Mas, coelhinho assustado pai? — Desvio rapidamente o assunto enquanto visto a calça moletom.

— Você vai entender quando vê-lo. — Responde apenas.

Logo após isso o ouço sair do quarto e o barulho da porta se fechando confirma isso. Me sinto então, livre para soltar o suspiro angustiado que guardei no peito.

Por que? Por que depois de tanto tempo ela volta e me provoca essas dores horríveis no peito? Por que ela simplesmente não me deixa?

— Não, você não vai deixar isso te afetar! — É o que digo para mim mesma em busca de me auto-consolar — Foi só um sonho bobo sem fundamentos. — Concluo.

Ignorar isso por hora é melhor, não quero que tudo aquilo volte a me afetar.

Após colocar uma blusa de alça fina e tacar uma água no rosto depois de escovar os dentes, decido que isso já é suficiente para receber Jeon. Apesar de ainda haver alguns resquícios de maquiagem no meu rosto, acredito que ele não ligará para isso.

Desço as escadas e vou para sala, a atmosfera ali parece densa e o constrangimento das únicas duas pessoas ali é palpável. No sofá está meu pai e na outra extremidade, Jungkook. Ele parece acanhado e não encara meu pai nos olhos, suas bochechas levemente coradas denunciam a timidez, realmente parece um coelhinho assustado.

É…fofo?


— Oi, Jeon. — Forço um sorriso cordial.

Ambos parecem aliviados em me verem e o suspiro de meu pai denuncia isso. Tenho vontade de rir, mas me limito.

— Bom, agora que você chegou os deixarei em paz. — O mais velho diz em um tom brincalhão — Foi ótimo conversar com você, Jeon. — Meu pai diz amigável e a resposta do mais novo é um sorriso contido — Ária, irei buscar seu pai no clube de tênis, talvez passaremos na sua tia, então podem ficar à vontade. — Avisa se levantando e vindo até mim — Bom estudo e… não faça o que eu faria. — Sussurra a última parte de forma divertida e deposita um beijo doce na minha testa.

— Tchau pai. — É o que respondo tentando não rir.

Logo meu pai abandona o cômodo e o que resta é um Jeon silencioso e uma Ária intrigada. Por que tão quieto?

Seus olhos apresentam um pouco de confusão e solto uma risada com isso, sei o que provavelmente está pensando.

— Pois é, dois pais. — Me jogo no sofá ao seu lado.

Ele arregala um pouquinho os olhos e tenho vontade de rir, quase todos tem essa reação, não há nenhuma novidade aqui.

— A-ah que legal. — Ele diz parecendo um pouco constrangido por não saber o que dizer e o tom avermelhado se intensifica na sua bochecha.

Ah, ele realmente é um garoto fofo, não vou negar.

— Vamos começar isso logo? — Dou a iniciativa para tentar poupa-lo de algum constrangimento à mais.

— V-vamos.


Notas Finais


Jungkook tímido é a minha perdição aaaaaaaa

Ária muito hospitaleira KKKKK

Sério, acho o que ta faltando na minha vida é um amigo como o Jimin lklkllkkklkk o que acharam????

Aliás, deixa eu esclarecer umas coisas, eu curto bastante esse lance da mulher ser a dominadora e tudo mais então a base da fic meio que será essa. O que acham?

Comentem sobre o cap de hojeeeee

Até a próxima❤


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