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História Bad Guy - Capítulo 28


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Capítulo 28 - Vídeo amador.


Fanfic / Fanfiction Bad Guy - Capítulo 28 - Vídeo amador.

O combinado foi que ele viria me buscar de moto às 22 horas. E como eu sou muito paciente, aproveitei esse tempinho para me arrumar. Afinal, não é todo dia que se faz um pornô caseiro, não é mesmo?

Escolhi aquela lingerie especial, uma que até hoje eu nem tinha tirado da gaveta do armário e não achei que teria a oportunidade de usar tão cedo.

Tendo como iluminação a lanterna de meu celular e algumas velas espalhadas pela casa, antes de mais nada eu tomei um banho frio, sem paciência e tempo para aquecer a água no meu fogão. Me depilei, porque já fazia uns dias que eu não brincava com alguém e hidratei muito bem o meu corpo. Ainda que aquele vídeo fosse ficar só para nós dois assistirmos, eu queria que fosse uma noite para se marcar na memória.

JungKook tinha até mesmo cumprido com o meu desejo de transar no carro, então por que não cumprir o seu também?

Depois de estar limpa e perfumada, resolvi vestir as peças polêmicas. O conjunto era preto, uma de minhas cores favoritas. As alças eram finas; o tecido do sutiã numa renda propositalmente transparente para que meus mamilos não ficassem incapazes de serem notados. A calcinha tinha uma alça presa à cintura, ligada por um feixe acoplado à peça principal, também transparente e de renda. Mas essa peça em especial tinha um diferencial que me impedia de ter tido coragem para usar com qualquer outra pessoa...

Digamos que... Ela tinha sido feita para um momento quente. Mais precisamente, a calcinha se abria na parte debaixo. Mas esse era um detalhe que só quem a manuseasse seria capaz de perceber.

Vesti também uma daquelas finas joias corporais. A que escolhi era prateada e delicada. Passava pelo meu pescoço e descia, contornando abaixo de meus seios.

Hoje era dia de estreia, já que eu nunca tinha usado absolutamente nada disso antes.

Por cima coloquei um vestido branco e nos pés um salto alto. Me olhei no espelho já pronta, fazendo poses.

— Garota... — falei sozinha. — Você sabe ser um mulherão quando quer.

Ajeitei meus cabelos, tendo certeza que estavam bem penteados e apaguei as velas acesas pelo caminho. Desci as escadas, planejando espera-lo ali com uma pequena bolsa com uma troca de roupas para depois. Quando eu ia me sentar no sofá de minha sala escura, a campainha tocou e eu ri. Pela primeira vez Jeon estava sendo pontual.

Quando abri a porta, olhamos um para o outro de cima a baixo, iluminados pelo poste de luz alaranjada à poucos metros de minha porta. JungKook tinha caprichado também. Com brincos prateados em suas orelhas, roupa social toda preta, sem gravata... Até parecia que nós dois iríamos para um evento. E não deixava de ser...

— Puta merda, hein? Katherine Jones, você merece uma salva de palmas.
— Você também merece, se é que entende do tipo de palmas que eu tô falando.

Ergui minhas sobrancelhas com uma cara sapeca, cortando a tensão sexual que acabava de surgir com uma piadinha de duplo sentido. Ele gargalhou, mostrando um sorriso descontraído bonito.

— E aí? Vamos?

Concordei e tranquei a minha porta. Felizmente a chuva tinha ido embora faziam algumas horas. JungKook foi até sua moto e subiu primeiro, vestindo o capacete. Esperou por mim mas acabei mudando de ideia, resolvendo apenas acompanha-lo em meu carro. Algo me dizia que eu precisaria dele amanhã. Não que eu estivesse preocupada em bagunçar as madeixas, isso sequer me fazia diferença.

Eu não podia dar importância à isso hoje, porque sabia que se dependesse do nosso fogo, estaríamos completamente bagunçados em alguns minutos.

JungKook foi igual um foguete para o próprio prédio, estacionando na garagem interna. Fiz o mesmo e como num daqueles filmes clichês, desci do carro de salto alto, toda poderosa. Jeon me ofereceu sua mão e eu a segurei, caminhando com ele para dentro do lugar.

Dentro do elevador havia um grande espelho. Olhei o nosso reflexo risonha.

— Olha que casalzão da porra.
— Não é?

Riu soprado, soltando nossas mãos para segurar minha cintura, colocando a outra no bolso de sua calça. Falei:

— Quem nos visse assim ia pensar que somos dois ricos, recém-casados em lua de mel. Nem iam desconfiar que se nos soltasse assim numa festa, faríamos um estrago nos corações de outros convidados.
— Pior ainda é que a gente tá chique, só pra gravar um filme pornô.

Olhamos um para o outro e começamos a rir muito, a ponto de sair lágrimas do canto dos olhos.

Fomos ainda imersos naquele clima cômico até o seu quarto. Contudo, foi só ele abrir a porta que tudo se transformou. As luzes néon eram as únicas acesas, ao lado da cama havia um balde de gelo com champanhe, velas aromatizantes para todos os lados e uma música lenta que já tocava. Joguei minha bolsa num canto.

Fechou a porta atrás de nós enquanto eu me mantinha boquiaberta. Eu não esperava que ele fosse caprichar tanto assim. Antes de mais nada nos livramos dos nossos sapatos e meias.

— Que música é essa?

Ela era boa de se ouvir, em inglês também. Mas eu não sabia o nome dela. Olhei para Jeon e ele fez uma dancinha, me fazendo rir. Dei uma espiada no quarto e também não achei a câmera ou as câmeras, já que considerando toda essa preparação profissional, eu não duvidava nada que tivessem mais de uma.

Por um lado seria bom que eu não as encontrasse. Assim ficaria menos nervosa e pensativa sobre isso.

JungKook segurou minha cintura, me guiando até a frente da cama. Beijou meu ombro, fazendo uma trilha até o meu pescoço enquanto já passava a mão pelo meu vestido, procurando um modo de retirá-lo em breve.

Toquei seu paletó e em segundos a peça foi parar no chão. Jeon me olhou nos olhos, fitando meus lábios enquanto eu abria cada botão de sua camisa. Não resisti e o beijei, notando que se livrava do tecido quando todos os botões já estavam soltos.

Arranhei seu abdômen definido, desfivelando o seu cinto enquanto nossas línguas brincavam uma com a outra, deixando nossos corações acelerados no peito.

Abri seu zíper e interrompi o nosso ósculo, me abaixando a medida que fazia uma trilha de beijos pelo seu corpo, puxando sua calça até que estivesse completamente livre delas.

Ajoelhada em sua frente, arranhei sua cinturinha e beijei seus gominhos, deixando-o na expectativa ao me levantar.

Retirei meu próprio vestido, mostrando a ele o meu conjunto.

— Uau, babygirl. — segurou minha mão, me fazendo dar uma voltinha.

Sorriu abobado e aproveitei sua distração para empurrá-lo, fazendo com que caísse sentado na cama. Lhe dei um selinho e me ajoelhei outra vez, abaixando sua cueca sem esperar que me desse mais algum elogio.

Seu falo pulou para fora, ainda não complemente duro. Ajeitei meus cabelos para trás e lambi sua glande, chupando-a. Suspirou alto. O segurei e lambi toda a sua extensão, provando seu gosto exótico e suave. Percebi que apenas com isso seus ofegares tornaram-se mais constantes e seu membro passou a crescer ainda mais.

Lambi o seu pré-gozo, umedecendo meus próprios lábios antes de coloca-lo por inteiro na boca. No momento em que o fiz, seu ventre se contraiu e ele grunhiu. O chupei devagar, arranhando-o de leve com os meus dentes enquanto subia e descia minha cabeça ao seu encontro.

Apertei suas coxas. JungKook resmungava cada vez mais manhoso, puxando o ar pela boca, soltando-o como um suspiro longo e sofrido. Fui mais fundo, sentindo-o quase em minha garganta. Nesse momento ele gemeu e automaticamente levou sua mão à minha cabeça, afagando meus cabelos. O fiz com mais dedicação, sentindo-o começar a pulsar seguidas vezes.

Impedindo-o de chegar ao limite agora, retirei de minha boca e o masturbei com minha mão, lambendo o seu topo. Jeon me olhava com luxúria, gemendo em resmungos. Fechou os olhos com certa força e percebi que iria gozar.

— Aaah... — ele se desfez, estremecendo.

A cada vez que fazíamos sexo, eu descobria algo nele que não conhecia. Os seus gemidos iam surgindo mais soltos a cada contato, agudos e bonitos de se ouvir. Sua voz me excitava e seu rosto submisso me fazia querer conhecer mais desse seu lado ainda não descoberto por mim.

Me levantei e ele também, me empurrando contra a cama. Caí sobre ela e sem esperar, retirou sua última peça por completo, ficando acima de mim. Selou a minha boca, tendo como alvo as minhas tatuagens depois disso.

Ele beijava cada uma delas. As da minha clavícula, braços e até as que eu tinha feito há pouco tempo e ele acabava de conhecer. Como por exemplo, a rosa entre os meus seios ou a borboleta em minha coxa. Até mesmo as tatuagens de meus dedos ele beijou.

Quando cada um de meus desenhos foram selados, JungKook me virou de costas. Abriu o feixe de meu sutiã e distribuiu chupões por toda a minha pele, até mesmo em uma de minhas nádegas, mordiscando minha carne enquanto apertava a outra. Eu estava quente, minha respiração também.

JungKook POVS

Depois de ter tido um orgasmo revigorante, eu quis retribuir o favor que Kathie havia me feito. Eu estava sendo cuidadoso, não tinha pressa alguma. Queria deixa-la quente e bem encharcada para quando fôssemos começar a parte mais importante.

Dei um tapa leve em sua bunda macia e segurei seu quadril, erguendo-o até que ela empinasse. Foi nesse momento que percebi algo interessante em sua calcinha. Sorri ladino e afastei o tecido com se fosse uma cortina de renda, tendo a visão privilegiada de suas entradas convidativas.

Espalmei minha destra em sua nádega, dando um tapinha estalado nela. Arfou e sua vagina se contraiu. Mordisquei os lábios. Ela estava louquinha por atenção, eu sabia disso e não a deixaria sofrer muito.

Levei meu dedo anelar à sua fenda e a penetrei, fazendo círculos por dentro. Resmungou e empinou um pouquinho mais. Adicionei outro, agora fazendo movimentos de tesoura ali dentro.

Katherine não era muito difícil de se ler. Em pouco tempo eu já conhecia cada sinal que seu corpo dava nos momentos de prazer.

Estoquei meus dedos duas vezes, tirando-os dali já melados. Passei seus fluidos pela sua segunda entrada e ela envergou, gemendo baixinho.

Ajoelhado sobre o colchão, me ajeitei entre as suas pernas. Pressionei meu membro contra a sua sensibilidade, vendo-a mover sua bunda para cima e para baixo instantaneamente, nos causando uma fricção molhada.

— Hm... — resmungou.

Eu amava o som dos seus gemidos. A cada resmungo ou grunhido, eu me arrepiava por inteiro. Jones não fazia ideia do controle que sua voz tinha sobre mim e por enquanto, eu não deixaria que ela soubesse.

Seus movimentos faziam com que barulhos estalados se espalhassem pelo quarto, me deixando ainda mais fora de controle. Depois de seus gemidos, aquele era o som mais satisfatório que eu poderia ouvir num momento como esses.

— JungKook. — me chamou baixinho.
— Diga, babygirl. Você quer que eu te preencha? — dei um tapa em sua bunda.
— Ah, daddy. E-Eu quero...

Era a primeira vez que ela me chamava assim durante o uma transa e pode apostar que eu tinha gostado de ouvir. Segurei seus cabelos num rabo de cavalo frouxo e a puxei ao meu encontro, ouvindo-a gemer enquanto não deixava de mover-se, agora com suas costas em meu peito.

— Me diz, o quanto você quer meu pau em você, amor?

Mordisquei sua orelha, descendo minha mão até seu clítoris inchadinho. Ouvir isso a tirou dos trilhos. Parou o que fazia, deliciando-se com o modo que eu acariciava seu ponto de prazer.

— Ah... — gemeu. — Eu quero você fundo em mim, JungKook.

Segurou minha mão, levando-a ao seu peito agora descoberto. Apertei seu mamilo, beijando seu ombro enquanto meu pênis tocava sua bunda. Kathie gemeu e em provocação ficou de quatro em minha frente outra vez, rebolando. Fechei meus olhos, soltando um gemido até então contido.

Sorriu, me olhando de canto. Acenei negativamente, rindo de sua audácia. A virei bruscamente na cama, fazendo com que se deitasse de frente para mim.

O fato de estar ainda de calcinha tornava tudo ainda mais sexy, mesmo assim resolvi tirá-la e ver seu corpo completamente entregue e despido.

Kathie balbuciou a música que conhecia baixinho, passando as mãos pelo próprio corpo. Ela sabia que mexia comigo e fazia isso de propósito. Me masturbei, vendo-a fazer o mesmo em minha frente. Seus dedos delicados entravam parcialmente, saindo melados toda vez. Suspirávamos alto, olhando um ao outro.

Percebi que ela iria gozar quando revirou os olhos, arqueando as costas. Afastei sua mão dali. Me aproximei, parando de me tocar. A beijei e inverti os nossos lados, ficando por baixo.

Gememos entre o ósculo lento, compartilhando do seu próprio sabor adocicado.

Nos afastamos apenas quando o ar faltou em nossos pulmões. Seus olhos estavam nublados de volúpia. Kathie mordiscou os lábios e se afastou. Sentou-se em meu colo, de frente para mim.

Deitado, dobrei os meus joelhos, deixando meus pés planos sobre o colchão. Jones deitou suas costas sobre minhas coxas erguidas, me penetrou em seu interior e permaneceu imóvel. Movi minha pélvis para cima, estocando-a continuamente daquele jeito.

Seu corpo pulava acima do meu, seus seios delicados se moviam com o impacto e ela gemia cada vez mais alto, deixando sua voz ecoar.

— Awn, Jung...

Franziu suas sobrancelhas, rebolando enquanto eu a estocava por baixo. Ofeguei, sentindo os movimentos de pompoarismo que seu interior fazia, me apertando e me soltando.

Mordi meus próprios lábios com força e a puxei contra o meu corpo, fazendo-a se deitar em cima de mim, gemendo em meu ouvido.

D-Daddy... Hah. — arfou.
— Deita na cama.

Saiu de cima de mim e se deitou. A corrente prateada que contornava seu corpo, brilhava sobre a luz néon. Ela estava linda em meus lençóis bagunçados. Seus cabelos espalhados pela cama, seus mamilos durinhos com piercings, suas tatuagens; cada mínimo detalhe me fazia perder a sanidade.

Ergui suas pernas, deixando suas panturrilhas apoiadas em meu ombro. Me encaixei e comecei forte logo no início, rápido, até um pouco bruto. Nossas peles se chocavam, seu corpo era impulsionado pra cima e ela agarrava os lençóis, puxando-os.

— T-Tão forte, Koo... Ah!

Gozou, estremecendo inteira. Me retirei antes que acabasse gozando também. Dei um tempo para que se recuperasse e abri o champanhe.

— Abre as pernas pra mim, baby?

Me obedeceu. Despejei um pouco do líquido em sua sensibilidade ainda pulsante. Gemeu arrastado e inclinei, chupando sua fenda agora com gosto de álcool. Kathie envergou, com o rosto corado e os lábios quase sangrando de tanto que ela os mordia.

Coloquei a garrafa de volta no lugar e puxei Kathie pelos braços. Ela me abraçou, posicionando suas pernas acima de minhas coxas. Me encaixei em seu interior agora gelado pela bebida. Um calafrio percorreu o meu corpo.

Segurei a cabeceira e passei a rebolar em seu interior, movendo meu quadril circularmente.

— Hm, Kathie...

Arranhou as minhas costas, mordendo minha pele com certa força. Grunhi, sentindo dor e prazer. Eu sentia como se estivesse derretendo dentro de sua cavidade gostosa. Era macia, me apertava de um jeito alucinante.

Continuei, gemendo com mais frequência quando percebi que iria chegar ao orgasmo. Retribuí seu abraço e beijei a curvatura de seu pescoço, ajeitando-a em meu colo.

Só pra me provocar, subiu e desceu enquanto eu ainda gozava. Gemi um pouco alto, apertando sua cintura.

— Goza mais, daddy.

Disse autoritária em meu ouvido, o fazendo com mais força. Se afastou de mim e nos olhamos nos olhos durante o contato.

— Che... Chega, Katherine.
— Eu não terminei ainda, Jeonggukie.

Sorriu. A empurrei, jogando-a na cama com selvageria.

— Não terminou, é? — negou.

Abri minha gaveta, retirando dali um aparelho oval, com um fio acoplado a ele e um controle remoto. O enfiei em sua intimidade melada pelo meu esperma, colocando-o logo na potência máxima para castigar o seu ato impulsivo.

Seus olhos se arregalaram e ela afundou sua cabeça no travesseiro, soltando um gemido longo e alto, seguido de outros entrecortados. Seu ventre se contraía vez após outra, ela se contorcia de prazer.

Mordiscou os lábios e me olhou. Sua expressão era erótica e necessitada. O prazer dominou o seu corpo a ponto de fazê-la choramingar. Gozou uma, duas vezes seguidas. Sorri, ouvindo seu gemido abafado quando cobriu a própria boca.

Ao invés de pará-lo, me aproximei e mordisquei seu mamilo, lambendo seu piercing.

— Ah, ah, ah, ah... — sua voz soava cada vez mais fina e manhosa.

O desliguei e o puxei de volta, retirando-o de dentro rápido. Normalizei minha respiração, afobado por vê-la delirar. Eu já estava quase duro novamente e se continuasse assim, aquele filme caseiro passaria de uma hora tranquilamente. As duas câmeras eram pequenas e estavam todas localizadas em lugares estratégicos.

Eu tinha as instalado durante a tarde e pegando um controle remoto as desativei todas de uma só vez. As imagens tinham sido mandadas automaticamente para o meu computador.

— Humm... — respirou fundo.
— O que achou da experiência? — falei me deitando ao seu lado.
— Filho da... Pensei que não ia desligar essa coisa nunca. — comecei a rir. — Que merda de vibrador é esse? Minha nossa, pensei que eu ia morrer de verdade!
— Morrer de tanto gozar? — concordou, emburrada.

Fiquei acima de seu corpo e mordisquei a corrente que ainda a envolvia, puxando-a com os dentes só por diversão. Kathie tocou meus cabelos, me olhando. Dei um beijinho rápido em sua boca, como pedido de desculpas por fazê-la quase “morrer” de prazer e me deitei cansado.

— Você é um pouco pesadinho, viu? Só pra avisar.

Ri soprado. Seus joelhos estavam um de cala lado do meu abdômen, enquanto eu estava deitado em seu peito.

— Eu tava pensando em colocar silicone nos peitos...
— Tá maluca? Eles são perfeitos assim. — respondi sonolento. — Cabem certinho na minha mão.

Toquei um deles e ela riu soprado, afagando meus cabelos. Seus batimentos estavam calmos, tranquilos. Não houve sequer um aumento quando toquei em seu peito. Isso mostrava que ela se sentia realmente confortável comigo. Até demais, eu diria.

No que eu estou pensando? Não é como se eu quisesse que ela estivesse apaixonada por mim... Droga, eu deveria estar dormindo ao invés de pensar nessas coisas inúteis. Infelizmente vou ter que acordar muito cedo amanhã.” Bufei.

 



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