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História Bad Guy - Capítulo 49


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Capítulo 49 - Bem-vindo de volta!


Fanfic / Fanfiction Bad Guy - Capítulo 49 - Bem-vindo de volta!

Era segunda-feira e me desanimava um pouco pensar que Jeon só voltaria amanhã. Hoje o fluxo de trabalho estava um pouco baixo e se sentindo gripado, Bruce resolveu fechar o lugar e dar folga aos funcionários pelo resto do dia.

Ainda de tarde mandei uma mensagem para JungKook, perguntando se estava tudo bem, até mesmo me lamentando por estar com muitos “nada" para fazer no resto do dia. Pensei que ele me daria uma alternativa, propondo algo que pudesse ser interessante para passar o tempo. Mas ao invés disso, me deu uma resposta ainda melhor. 

Demorou um pouco, mas me disse que conseguiu adiantar algumas coisas e estava já voltando para casa. Eu toda animada, me ofereci para esperá-lo em seu loft. Se eu tinha a chave? Não, mas ele tinha.

Cheguei lá com o meu carro. Subi até seu apartamento e fitei o tapete em frente à sua porta.

Olhei para os lados, tendo a certeza de que ninguém olhava antes de levantar o material áspero. Realmente achei sua chave ali. A usei para abrir a porta e coloquei no lugar. Me sentei em sus cama um pouco entediada, esperando por no mínimo uns vinte minutos.

À vontade, eu até tinha me livrado da calça jeans cintura alta que me incomodava. Me contentei com minha camiseta curta e calcinha. Ouvi um barulho e corri até a porta, abrindo-a antes que ele ousasse colocar sua chave na fechadura. Sorri abertamente.

— Bem-vindo de volta!
— Desse jeito vou ficar mal acostumado. — me olhou de cima a baixo.

Entrou na casa e fechou a porta, me puxando pela cintura. Me deu um selar e foi até a cama, se jogando nela depois de tirar os sapatos. Ele não estava trajado formalmente dessa vez. Apenas uma camiseta e calça preta.

Me deitei na cama também e fui abraçada; ficamos de conchinha. Isso não era novo pra mim, considerando que quando éramos apenas amigos coloridos, essa já era uma prática comum entre nós. Eu pretendia continuar assim, deixá-lo descansar depois de tanto serviço, era algo merecido. Mas um certo alguém, parecia não compartilhar do mesmo pensamento que eu...

— Pra quem tá cansado da viagem, não acha que sua mão tá muito boba?

Perguntei, arfando em surpresa quando sua palma deslizou de minha barriga para dentro de minha calcinha exposta.

— Minha mão? Não sei do que você tá falando.

Se fez de desentendido. Suspirei, sentindo meu tecido fino ser rasgado sem maiores dificuldades.

Sendo encoxada por ele, aproveitei para esfregar minha bunda livre de tecidos em sua ereção coberta. JungKook apertou a minha carne e num movimento rápido abaixou a própria calça. Gemi ao sentir o seu membro exposto e duro contra o meu corpo.

Sem perder muito tempo ergueu a minha coxa e enfiou-se em minha cavidade. Estando ainda atrás de mim, começou a impulsionar sua pélvis contra o meu corpo. Tínhamos realmente nos reencontrado há poucos minutos e as coisas já estavam assim...

Me contorci, cobrindo minha própria boca no intuito de não gemer. Meus suspiros densos eram involuntários, os estalos surgiam cada vez mais eróticos.

Eu sentia seu peito em minhas costas, ouvia os seus resmungos. Revirei os olhos, olhando para baixo, assistindo o movimento de meu próprio corpo impulsionado para cima a cada estocada.

Os nossos gemidos ainda eram tímidos, escassos. Abraçou minha cintura, mordendo meu ombro coberto por um momento. Arfei, fechando os olhos.

— Hm... Como eu senti falta disso. — gemeu.

Ainda me estocando, tocou o tecido de minha camiseta, elevando-a até que eu terminasse de tirar com a sua ajuda, jogando-a num canto.

Apertou os meus quadris e se moveu, deitando-se de barriga para cima ainda com os nossos corpos conectados, fazendo com que eu estivesse agora inerte acima de seu corpo.

Dando um descanso à ele, passei a mover o meu quadril, rebolando. Revirei os olhos, sentindo-o apertar a minha cintura com uma de suas mãos, usando a outra para acariciar o meu clítoris.

Estremeci, ouvindo-o gemer manhoso quando me contraí, causando um forte movimento de sucção. Relaxei e meu corpo praticamente o retirou de mim. Aproveitei esse momento para nos desconectar.

Me sentei em sua barriga, ainda de costas para ele. Posicionei seu membro abaixo de mim e sem penetrá-lo, comecei a me esfregar nele. Aquela sensação era maravilhosa.

Suas mãos grandes pousaram em minha cintura, me guiando durante o atrito de nossos sexos. Gemidos baixos inundavam o quarto, o cheiro inebriante de sexo aumentava cada vez mais.

Elevei o meu corpo e o segurei com minha mão, ameaçando penetrá-lo em minha entrada. Não o fiz, ouvindo seu gemido frustrado.

Passei seu membro para frente do meu corpo no momento em que me afastei, me posicionando apenas um pouco para trás. Me sentei em seu ventre, vendo sua ereção em frente ao meu púbis. A toquei com curiosidade, arrancando um gemido gutural de meu namorado.

Repentinamente meus braços foram puxados para trás. Jeon os segurou, me impedindo de tocá-lo com meus dedos. Não permitindo que isso fosse um empecilho, inclinei meu quadril para frente e voltei a roçar ambos os nossos sexos, fazendo com que seu pênis coberto de pré-gozo roçasse em meu clitóris toda vez que eu subia e descia o meu corpo.

Eu estava quase lá e meus gemidos arrastados deixavam isso em evidência. Tentei desvencilhar o seu toque de meus punhos, mas não obtive sucesso. Estava já maluca, queria desesperadamente encaixá-lo dentro de mim.

Me soltou, me empurrando para frente. Caí de quatro, espalmando minhas mãos nos lençóis ao lado de suas pernas. Olhei para ele de canto, vendo-o agora sentado sobre a cama.

Tocou o próprio membro e o pincelou em mim, gemi alto. Encaixou-se em minha fenda e impulsionou seu quadril pra cima, entrando quase por inteiro.

Me apoiei pelos antebraços, deixando minha bunda empinada em seu colo. Afastei os meus joelhos um pouco mais e desejando contato, subi e desci o meu quadril. Seu membro entrou pela metade e quase saiu.

— Aah, amor... — gemeu manhoso.

Aquilo me fez revirar os olhos e sentar com força, fazendo-o gritar. Me deu um tapa estalado na nádega e enverguei, contendo um gemido.

Voltei com os movimentos, subindo e descendo num mesmo ritmo. Eu gemia, abaixando minha cabeça nos momentos de delírio. Arranhei as suas pernas com certa força e elevei o meu dorso. Espalmei minhas mãos nos seus joelhos cobertos pela calça e comecei a quicar.

Suas mãos iam e voltavam pelo meu corpo, me recompensando pelo prazer que eu o proporcionava.

— Gukkie-ah... — ofeguei. — Own. Fuck... — resmunguei baixo.
Baby, hm... Faça o seu daddy gozar.

Recebi um tapa na bunda. Respirei fundo, aumentando a velocidade com que me movia, gemendo cada vez mais agudo e contido.

Contra a minha própria vontade, o meu interior se contraiu violentamente. O retirei de mim num rápido movimento para cima, sentindo seu líquido quente contra a minha pele.

Eu estava exausta, mas feliz. Depois de tanto tempo, nós estávamos de volta ao nosso habitual...

Respiramos fundo, soltando o nosso último gemido aliviado ao mesmo tempo.

O meu orgasmo costumava ser um pouco longo, então por algum tempo eu continuei estremecendo com os olhos fechados. JungKook tocou a minha cintura e me puxou para trás, me abraçando.

— Porra... Eu senti muita falta de você, Katherine.
— Eu também, daddy. — suspirei. — Mudando de assunto, eu sei que você já sabe disso, mas... É mais gostoso quando eu faço com você.

Saí de seu colo, me sentando na cama. O olhei.

— Jeongguk, me explica o porquê. — bufei. — A gente pode até transar por cinco minutinhos na pose mais básica, mas você sempre vai me fazer gozar até dizer chega. Enquanto com os outros, demora um pouco mais pra eu entrar no clima. Você que é experiente, sabe a razão? É alguma técnica que você usa?

Ele riu, acenando negativamente.

— Pode ser emocional. Vai saber se você gosta de mim e ainda nem percebeu? — riu sem ânimo. — Acho que eu preciso de um banho.

Ajeitou sua roupa e se levantou, caminhando até o banheiro sem me dizer mais nada. Eu permaneci ali, fitando a cama enquanto pensava no modo como sua expressão havia mudado tão de repente. 



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