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História Bad Guy - Capítulo 3


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Notas do Autor


desculpe a demora ~ leiam as notas finais pf

• não betado •

Capítulo 3 - Regret in your eyes



Naquele dia em questão, havia acordado em seu horário normal, sendo acalentada pela fraca luz solar que começava a aparecer e se mostrar bela como de costume. Acordar cedo era o problema de muitos jovens como Nene, que apenas queria estar deitada em sua cama até tarde, mas não podia se dar a esse luxo e sabia bem disso. Mesmo relutante, tinha se rendido ao seu imperdoável destino de levantar, separar suas roupas, tomar banho e se arrumar. Acabou os fazendo bem rápido, pois não podia demorar tanto e a ducha havia lhe acordado definitivamente. Estava pensativa sobre muita coisa, principalmente sobre o garoto problemático que havia lhe ameaçado no dia anterior – ele parecia bem, bem sério, e isso definitivamente era o que mais assustava a mesma. Toda aquela situação aconteceu quando pensou que tinha começado bem; e de certa forma, se sentia frustrada por ter escorrido pelos seus dedos, e mais ainda por não saber o que faria ou diria quando o encontra-se de novo. Acabou suspirando, se olhando no espelho de forma avoada enquanto fazia um rabo-de-cavalo alto. Deu alguns passos para trás quando terminou. As mechas soltas moldavam suavemente seu rosto, enquanto seus longos cabelos estavam adoráveis daquela forma. Para quem não queria levantar, estava perfeita para mais um dia exaustivo de aulas.

Acabou rindo, enquanto arrumava rapidamente o broche de caveira em sua blusa escolar, sabendo que deveria descer logo para tomar café. Porém, parada ainda em frente ao espelho, certas inseguranças podiam facilmente serem vistas em seus olhos rubis, que mesmo brilhantes, pareciam tão opacos ao pensar em si mesma. Talvez a preocupação esteja acabando consigo aos poucos, mas não sabia bem como controlar sua ansiedade – nem se realmente poderia a evitar. Deveria apenas estar pensando em terminar a escola e no que cursar após ela – mas, olhe só onde havia se metido justamente no último ano escolar! Uma parte de si queria que tudo acabasse e a outra não queria amarelar, o que só piorava a situação toda.

Passou as mãos pelo rosto, virando-se de forma meio robótica, indo em direção a porta, que estava encostada apenas. Guiou seus dígitos até a maçaneta, a puxando levemente enquanto passava, sem se importar em a fechar depois. Seus pés batiam calmamente pelo chão de madeira e o corredor iluminado pelas janelas, que refletiam o sol e seu calor. Acabou por dar um bocejo enquanto descia as escadas, ouvindo baixinho o som da televisão ligada – seu avô, Yashiro Kazuo, provavelmente era quem a assistia, como sempre fazia. O cheirinho de café invadiu suas narinas assim que virou a direita em direção a cozinha, encontrando sua avó, Yashiro Shizuko, justamente passando o café. Sorriu de forma preguiçosa e cansada, sendo recebida com um belo e cativante sorriso, da senhora que esbanjava bom-humor mesmo sendo tão cedo.

— Bom dia, Nene — a mais velha a recebeu de forma animada.

— Bom dia, vovó... — o desânimo matinal já era comum.

A mesma logo se sentou, observando a senhora de cabelos grisalhos terminar de passar o café. Na mesa, os vários doces e pães que sua avó costuma fazer e que, por sinal, ela faz muito bem e salva aquela casa, pois Nene não é lá a melhor cozinhando, mesmo que faça o possível para não queimar a casa quando precisa estar no comando da cozinha. Se considera alguém que tenta, mas nem sempre consegue resultados bons de verdade. Enfim, aquilo a deixava pra baixo, então é melhor apenas relevar.

Quando finalmente terminou, o bule com a bebida favorita da Yashiro mais nova foi posta na mesa, e seus olhinhos brilhavam de ansiedade. Shizuko a observava entretida, enquanto também se sentava para fazer companhia a menor.

— Seu avô não vai fazer companhia hoje — sorriu levemente vendo a animação da neta ao pôr o líquido quente e negro na xícara, enquanto se inclinava para alcançar um dos pães doces que estavam do outro lado da mesa.

— Hm — resmungou, parecendo um pouco incomodada. — Vovô não anda muito bem, né?

— Não muito — suspirou, colocando o cotovelo na mesa e apoiando o queixo em sua destra. — Parece apenas piorar a saúde a cada dia. Quase nem come, para você ver.

A prateada de olhos grunhiu, descendo seus olhos ao café, o balançando levemente, vendo a fumaça do mesmo se mexer conforme seus movimentos. Sabia da situação, mas por ter uma rotina relativamente corrida e meio cansativa, quase não conseguia ver o mais velho, que também quase sempre passa muito tempo em seu quarto deitado. Era complicado, pois não queria o perder tão cedo e sentia medo.

— Ele anda tomando os remédios direitinho, não? — bebericou do conteúdo de sua xícara.

— Os remédios da memória pouco tem efeito nele agora — pegou o bule e derramou o líquido em uma xícara similar a de Nene. — Ele às vezes nem lembra de coisas básicas, e você sabe como ele é cabeça-dura.

As duas riram.

— Vovô é um caso complicado mesmo — bebeu outro gole, mas dessa vez um pouco maior, enquanto finalmente colocava na boca o pão que havia pego. — Inclusive, quando vão mudar o remédio dele?

— Provavelmente só no próximo mês — a mesma fez uma cara preocupada, atraindo a atenção da grisalha. — Mas, nem precisa se preocupar com nada disso. Estude, apenas.

— Difícil, viu? — pegou mais dois dos pequenos pães, suspirando. — Eu prometo que vocês ainda não vão precisar se preocupar com mais nada. E também, vou parar de dar tanto problema — riu baixo.

— Ei, ei! Você não dá problema — fez uma expressão emburrada, que logo foi substituída por um curto sorriso. — Você é uma boa garota. — se inclinou levemente, de maneira que podia facilmente alcançar Nene para lhe conceder um cafuné.

— Hm, céus — a Yashiro engoliu quase a seco o que comia, tomando em um gole só o restante do café, enquanto já se levantava. O horário no relógio da parede indicava que ela chegaria atrasada se não fosse rápida. — Tenho que ir logo.

— Ah, tome cuidado! — se de forma alta, pois Nene já levava sua louça para a pia.

— Pode deixar, vovó! — sorriu, dando um abraço na mesma velha enquanto já tomava o rumo de voltas ás escadas.

E depois, apenas escovou os dentes, lembrou de dar comida para seu ratinho e teve que a sair toda — não sem antes se despedir de seus avós, os desejar um bom dia e receber seu bentô de sua avó.

E ali definitivamente começava mais um dia de aulas.

 

 

 

Quando ouviu o sinal do intervalo, o alívio não poderia ter sido tão evidente. Odiava aulas de história, e o professor também não ajudava em nada sendo tão rabugento, então, após sua amada aula de química, os dois horários seguintes até o intervalo foram um verdadeiro sofrimento. Passou as mãos pelo rosto de forma preguiçosa, observando sua melhor amiga se aproximar de si.

— Bom dia, Nene-chan! — ela parecia bem animada, e aquilo com certeza era por causa do namorado, que felizmente era do outro terceiro e não estava ali, ou então seguraria uma vela enorme. Mas, provavelmente ele viria para passar um tempo com Aoi, então não tinha outra opção. Sempre ficava de escanteio.

— Bom dia, Aoi — a respondeu de forma menos animada.

A roxeada puxou uma cadeira e se sentou na frente da albina. Nene mexeu um pouco e achou seu bentô, o colocando em cima da mesa junto ao da amiga.

— O que houve? Está bem animada hoje — resolveu perguntar, recebendo um risinho da mesma.

— Vou sair com o Akane-kun hoje ~

— Eu imaginava — riu. — Vocês são tão fofos.

— Ah! Obrigada, Nene-chan! — sorriu. — Mas e você?

— Huh? — inclinou a cabeça para o lado, sem entender — Eu? Eu o que?

— Você sabe — começou, dando uma pausa dramática, enquanto abria seu bentô. — Namoros. Já faz tanto tempo que eu não te vejo com ninguém.

— Ninguém me ama de verdade, Aoi... — dramatizou, separando seu hashis.

— Não diga isso! — riu baixo — Acho que logo você consegue alguém que seja tão incrível como você.

— Eu não sou incrível — murmurou envergonhada. — Mas, obrigada mesmo. Não sei se tenho interesse em relacionamentos no meu último ano escolar.

— Te entendo! E não se sinta forçada a nada. Você sabe que eu as vezes brinco com essas coisas.

— Ah, não! Tudo bem! — deu de ombros — Eu realmente não me importo. Quero apenas terminar logo esse ano e começar a faculdade.

— Verdade! — Aoi pareceu animada — Já sabe o que quer cursar?

— Sinceramente? Eu amo pedagogia e quero me dedicar a isso.

— Ah, você ficaria perfeita de professora! Consigo até imaginar! — Yashiro sorriu com a animação da mesma — Eu vou fazer designer.

— É tão a sua cara, Aoi.

— Eu sei — sorriu. — Esse ano é bem especial para mim, até porque, vou deixar de ter contato com muitas pessoas que eu gosto muito.

— Te entendo — suspirou, pegando com o auxílio dos hashis um okonomiyaki* e logo o colocando na boca. — É difícil abrir mão de tudo isso que a gente já conhece. — disse após terminar de mastigar.

— Demais. — também comia calmamente seu bentô — Mas pelo menos algumas amizades vão ser ótimas ter nesse momento tão estranho, como a sua.

Yashiro sorriu de forma meiga olhando a amiga.

— Eu digo o mesmo, Ao-chan.






Faltavam alguns poucos minutos para que o sinal bate-se quando Nene decidiu ir ao banheiro. Aoi acabou ficando na sala, pois Akane havia chegado alguns minutos atrás — e não tinha almoçado com ela por compromissos do clube estudantil. Saiu mais por não querer segurar vela do que por tudo, mesmo que realmente fosse usar o banheiro. Talvez usaria o tempo restante para ir ver seu kouhai, mas pensaria naquilo em outro momento.

Caminhava tranquilamente entre alguns alunos que passavam, meio distraída e paralela em meio a elas. Nunca foi uma garota que presta atenção no ambiente, nem nas pessoas, então isso fazia de si, muitas vezes, mais desligada do que realmente deveria ser, se tornando um problema pela forma despreocupada que sempre era vista. Até mesmo sua avó reclama desse jeito da menina.

Não demorou muito para que chegasse ao seu destino. Às vezes ficava encarregada com a limpeza do local, então era um caminho bem conhecido pela mesma. Ao terminar de fazer suas necessidades, saiu da cabine e levou as mãos, aproveitando para também se analisar e arrumar alguns fios fora do lugar. Sorriu. Mesmo sem muita produção ou qualquer maquiagem, conseguiu se sentir minimamente bem consigo mesma e aquilo era um passo enorme, principalmente para alguém com tantos problemas de autoestima.

Caminhou em direção a porta, abrindo-a e fechando atrás de si com um ar satisfeito, virando-se na mesma direção de onde viera.

— Precisamos conversar — a voz estridente no corredor onde não haviam muitas pessoas além dela mesma a fez travar, sem reação. Virou de forma lenta seu corpo e encontrou a pessoa que justamente não queria encontrar tão cedo.

— Y-Yugi-san — piscou algumas vezes, observando o rapaz encostado na parede e com os braços cruzados, sem manter contato visual com a mesma naquele momento. No entanto, ao ouvir seu nome sair da boca da mesma, sem sair de sua posição, apenas olhou-a pelo canto dos olhos, que não sabia como reagir. — E-Eu…

Não conseguiu terminar a frase. Aqueles olhos âmbar pareciam lhe esmagar. É claro que ainda não havia acabado, estava se preparando psicologicamente para o dia seguinte e o diria para ele; no entanto, ele realmente não parece alguém que espera oportunidades, mas sim as cria. E ali estavam. A tensão acabava totalmente com a albina, não conseguia desviar seu olhar de tão penetrante que o dele era. Sentia sua respiração se dificultando aos poucos.

— Yugi-san — sussurrou, voltando a chamar o nome dele quando o mesmo saiu de sua posição, caminhando de repente para sua direção. Se assustou, não tendo muito tempo para pensar no que fazia, dando um passo em falso que foi abertura o suficiente para que maior a encurrala-se na parede mais próxima. Ele era maior do que si, embora não fosse tanto como, por exemplo Kou era, mas ainda sim era intimidante e junto de seu olhar tão perto, Nene não sabia o que fazer. — O que–

— Quem faz as perguntas sou eu — rosnou, de forma que Yashiro se encolheu; ele estava tão perto que conseguia sentir sua respiração batendo em seu rosto.

— T-Tudo bem — murmurou, tendo a certeza que ele a escutou.

A intensidade do olhar dele ali, tão perto, jamais poderia ser explicada. A lua em suas íris parecia lhe julgar, examinar cada ação sua, cada erro, por menor que ele fosse. Se sentia constantemente desconfortável com tanta coisa de uma vez só. Mas decidiu, naquele momento que não faria nada. Se as coisas tomassem rédeas problemáticas, ai sim agiria de verdade.

— Você tá muito perto… — comentou, sendo ignorada completamente.

— Quanto você tá ganhando pra isso? Quem mandou você se aproximar? Porque tá fazendo isso? — disparou em perguntas, sempre encurtando a distância que possuiam, deixando a de olhos rubis sem saber por onde começar, acabando que o silêncio foi a única coisa que teve dela. — Me responde!

Odiava quando as pessoas falavam de forma talvez grossa consigo, principalmente por ter histérico de relacionamentos abusivos que começavam exatamente assim. E odiava ainda mais quando era alguém que não possuía vínculos, ou a menor intimidade, por justamente se sentir ainda mais intimidada e amedrontada. No entanto, as palavras surgiram de forma quase desesperada em seus lábios, que nem mesmo soube o porquê de as dizer.

— Eu faço as coisas por mim mesma — um soluço pode ouvido, e naquele momento Amane percebeu que a pressão exercida havia saído pela culatra, o que fez quase instantaneamente se afastar dela, mesmo que ainda a mante-se na mesma posição. — As pessoas… Elas… Elas às vezes se importam, sabe? — seu olhar era baixo, evitando olhá-lo diretamente para não sucumbir a aqueles olhos que podiam facilmente a assustar.

O moreno a olhava, não sabendo muito bem o que sentia com suas palavras. Pareciam verdadeiras, ao passo que não queria acreditar em nada dito pela mesma.

— O mundo não funciona assim. — ditou.

— Eu funciono assim! — exclamou, levantando a cabeça; naquele momento viu seus olhos marejados e a expressão determinada. — Porque é tão difícil aceitar ajuda? — e uma lágrima rolou pelas bochechas dela. Foi o suficiente para que ele se afasta-se completamente, enquanto a menor tentava entender de que parte obscura de sua alma aquelas palavras haviam saído.

Ele parou, virando-se de costas, parecendo visivelmente abalado com alguma coisa. Uma espécie de conflito interno acontecida bem diante dos olhos de Nene, que por alguns segundos tentava entender o que poderia passar pela mente dele. Yugi era exatamente o que havia pensado: um enigma com muitas faces, e que poderia ser exaustivo demais até para si. No entanto, ali, parecia mais do que isso: ele parecia um quebra-cabeça faltando peças.

— Eu te fiz chorar — ele disse e rapidamente a mesma limpou seu rosto, observando que ele ainda não havia se virado. — Desculpa. — havia soado baixo, mas conseguiu escutar com certa clareza.

— Ei, — se aproximou lentamente, encostando de forma meio tímida seu ombro, chamando a atenção dele para si. Ela sorriu, da forma mais genuína e singela que ninguém nunca havia sorrido ao rapaz, que a admirou em silêncio por alguns momentos. — Tá tudo bem, sim? Podemos passar por isso e sermos amigos, o que acha? — o mesmo a olhava sem reação.

— Amigos… — este sussurrou. Amigos era algo que não teve o prazer de ter tantos, mas os que ainda possuía eram o seu tudo.

— Sim, amigos! — repetiu com animação — Como vamos passar bastante tempo juntos, é uma boa forma de começar!

Ela estava convicta em esconder que toda a situação anterior a deixou mal, se esforçando e sendo tão forte por alguém que ela nem conhece. Por alguém sem valor como ele. Porque ela estava fazendo aquilo? Sendo tão legal e até mesmo engolindo o próprio orgulho? O que ela ganharia com aquilo? Não fazia sentido.

Sua cabeça lotou de perguntas, observando aqueles olhos presos em si.

— O que foi? — inclinou a cabeça — Tudo bem?

Falhou uma respiração, desviando o olhar do dela.

— Preciso ir — disse rápido, já virando-se ao lado oposto do qual ela veio.

— O que? — não entendeu — Ei, espera!

— Desculpa. 

Tentou, mas ele já havia ido e não havia mais o que pudesse fazer.

No momento em que ficou sozinha, suspirou, e só ali conseguiu pensar nas coisas que aconteceram tão depressa e se sentir mal por ser vista de forma tão patética pela pessoa que justamente quer se aproximar. Talvez tenha exagerado na tentativa de parecer que nada daquilo lhe afetou. Abraçou seus próprios braços, procurando algum conforto em sua mente repleta de perguntas sem resposta sobre aquele rapaz.

Deu alguns passos e suas costas voltaram a parede. Naquele momento estava imersa em pensamentos.

— Ele nem deve aparecer amanhã — suspirou profundamente.

E então, a visão de seus olhos arrependidos ficou clara em sua memória, que apenas conseguiu ficar com o coração ainda mais apertado.

— Espero conseguir te ajudar…

E com esse sussurro voltaria para sua sala.






— Nene! — a roxeada a chamou assim que atravessou a porta, sendo recebida também pelo namorado da mesma. Faltava pouquíssimo para sinal, e Akane já se despedia da namorada.

— Aoi. — sorriu para ela, se sentando em seu lugar, dando um aceno com a cabeça para o ruivo.

— Tudo bem? Você tá meio pálida — a mesma levou sua destra a testa da amiga, com uma expressão preocupada.

— Eh? Eu tô bem! — sorriu sem graça, balançando suas mãos em sinal de rendição. Aoi bufou.

— Tem certeza?

— Absoluta!

E o sinal, a salvação, soou e com aquilo, Akane se foi e Nene conseguiu driblar os questionamentos da amiga por algum tempo. O dia ainda era longo para si, e mal havia começado.



Notas Finais


demorei demais por x motivos, mas prometo postar com mais rapidez!

como podem ver, os capítulos terão sempre no mínimo 3k e pode ir até sabe-se lá deus onde pq eu gosto de por detalhes, mas se isso for cansativo, eu posso simplesmente fazer menos, ok?

outra coisa:
*okonomiyaki: bolos fritos passados por polme com saborosas coberturas.

é isso ai! quem quiser me perguntar coisas da fic ou só conversar, meu twitter é @tsukasalol <3


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