1. Spirit Fanfics >
  2. Bad Guy >
  3. New friends

História Bad Guy - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


desculpe a demora, e por não ter cumprido com a promessa de um capítulo grande, mas espero que gostem desse. 💞

muito obrigado pelos favoritos e pelos comentários, eu fico imensamente feliz, nem sei o que dizer. só obrigado, vocês me deixam muito inspirado a continuar. <3

• não betado •

Capítulo 5 - New friends



— Nene-chan? Você está bem? — a voz doce de Aoi pegou a garota desprevenida, que tão distraída, nem notou o olhar preocupado que a amiga lhe dera a manhã quase toda. Estava bem avoada, pelas coisas vem acontecendo, e nem mesmo sabe como começaria a contar que se encontra, no mínimo, curiosa sobre aqueles irmãos. E principalmente; não sabia como acreditar naquilo. Ela mesma achava tudo aquilo bizarro. No entanto, estava indo longe demais para desistir.

Piscou algumas vezes, dando um bocejo alto. Ainda eram por volta das oito horas da manhã, e aquela era mais uma troca de sala que fariam, e a albina acabou ficando para trás. Estava cansada por ter conversado até bem tarde com Tsukasa, já que trocou seu número com ambos no final do passeio que teve com eles, e o mais novo parecia bem mais amigável e gentil do que ela realmente pensou que ele seria. Ambos tinham uma relação, a princípio, saudável, e aquilo, querendo ou não, atiçava ainda mais a vontade de descobrir mais sobre eles.

No entanto, isso não era a prioridade agora.

— Ao — sussurrou, logo se levantando e juntando seus materiais de forma bem rápida. — Me desculpe, eu dormi pouco a noite. Estou dando trabalho de novo, não é?

— Ah, tudo bem — respondeu risonha com o jeito atrapalhado que a amiga agia. — Então é por isso que dormiu as últimas duas aulas.

— Você estava me vigiando? — ergueu a sobrancelha, observando a roxeada com seu típico sorriso.

— Talvez — deu de ombros. — Vamos? Todo mundo já foi.

— Ah? Sim! — se apressou para acompanhar a mesma, que foi seguindo em passos mansos em direção a porta.

— Se não fosse por mim, você teria ficado lá.

— Eu sei — choramingou, fazendo uma cara desgostosa. — Vou tomar mais cuidado.

— Eu te acoberto quando for necessário — deu um riso baixo. — Mas você realmente precisa tomar cuidado.

— Se você diz isso — se deu por rendida. — Eu vou ser mais responsável. Eu juro!

— Ah, sim! Ficou sabendo? — lembrou-se subitamente de algo importante.

— O que? — a questionou com certo interesse.

— Hoje a aula de sociologia vai ser junto do outro terceiro! — Nene pareceu processar o que acabou de ouvir. Aoi continuou: — Essa semana o professor deles não vai poder comparecer, e como estudamos basicamente a mesma coisa, no mesmo dia, acharam mais prático assim. Legal, né?

Ter Akane — do conselho estudantil — como namorado proporcionava algumas informações privilegiadas, que Yashiro tinha uma pequena inveja de não saber. A amiga era sortuda de todas as formas possíveis — era bonita, tinha fama, namorava um rapaz belo, que faria de tudo por ela, além de ter facilidade em todas as matérias e sempre tirar as melhores notas. Às vezes se perguntava quem era perto de alguém tão perfeito como Aoi.

Porém, se deprimir por causa disso não estava nos planos daquele dia. Algumas outras coisas mais interessantes estavam por vir.

— Muito legal — sussurrou em resposta, ouvindo a maior cantarolar baixinho.

— Vou ver o Akane-kun! — ela deu alguns pulinhos animada, sorrindo de forma um tanto quanto apaixonada.

— Eu fico tão feliz por vocês dois! — sua voz soou um pouco tristonha no início, mas deu um belo sorriso para amenizar.

— Você também vai encontrar alguém — percebeu a fala da mesma, e achou bom se pronunciar. — Só precisa olhar com calma. Você sabe como eu era com Akane a três anos atrás.

Yashiro riu. Akane vivia atrás de Aoi, que sempre foi relutante demais para se deixar ter um relacionamento, com qualquer pessoa. Naquela época estava confusa sobre sua sexualidade, mas ao perceber que, no final, ela de fato se importou com gênero, o fato dela ser bissexual não pegou Nene de surpresa, afinal — na mesma época também havia se descoberto poli. Nada realmente mudou na amizade delas depois daquilo, até porque, um tempo depois eles começaram a namorar, e estão muito bem até hoje. No entanto, Yashiro continuava ali e aquilo de alguma forma a deixava insegura, mesmo que estar sozinha nunca tenha sido a maior das suas preocupações.

— Eu vou, algum dia — disse de forma sincera. — Esse não é o problema. Eu tô bem sozinha.

— Depois conversamos sobre isso — disse após avistarem a sala, e verem alguns alunos entrando. A roxeada agarrou Nene pela mão e foi a puxando. — Vamos!

— Ao-chan!

Logo elas passaram pelo professor, que não parecia contente pela demora dos alunos, mas decidiu não falar nada. Era um formato de aula diferente, e isso com certeza trouxe estranheza a vários alunos, que não estão tão acostumados a dividir aulas. No entanto, aquilo era o menos para Nene no momento.

Assim que entrou, a primeira coisa que viu foi a sala cheia. Haviam vários rostos que conhecia por alto ali, e vários que nunca tinha visto antes, ou simplesmente não reparou que existia até aquele momento. Não era tão amigável como Aoi, mas possuía várias amizades em outros anos. Por falar nela, foi direto de encontro ao namorado, que soltou um sorriso apaixonado ao ser abraçado pela mesma. Por um segundo se perdeu ali, mas logo achou Minamoto Teru em uma das primeiras carteiras, e até iria se sentar com ele, se uma voz familiar não tivesse a chamado.

— Yashiro! — escutou ao fundo, direcionando seu olhar quase de imediato para lá, encontrando Tsukasa junto de outras três pessoas. Ali residiam Nanamine, Hyuuga e Sousuke, o menino que sempre dá dor de cabeça a Kou, e que o Minamoto mais novo parece gostar muito. Viu o moreno lhe chamar com a mão, e quando menos reparou, foi só caminhando até eles. Não tinha muito o que fazer mesmo.

Foi recebida com um belo abraço do Yugi, que estava sorridente e animado, como ele parecia sempre estar. O ruivo, que se chamava Natsuhiko, se não se enganava, estava escorado na cadeira de Mitsuba. Sakura era a que estava mais perto de Tsukasa — a face neutra dela assustava um pouco, mas ela era linda de toda forma. Era inegável como ela era bela. Esses quatro faziam parte do jornal da escola. Bom, Tsukasa ela não sabia, mas os outros três sim. Eram bem reservados, e mesmo sendo consideravelmente conhecidos pelas suas matérias, dificilmente é comum vê-los com outras pessoas além deles mesmos. Eram basicamente uma panelinha, e se sentiu especial por estar ali no meio deles.

Quando Tsukasa finalmente a largou, deu um sorriso simplório, bem infantil.

— Os professores de sociologia são bem tapados como você pode ver — ele em um tom relativamente alto, visto que o professor explicava o motivo deles estarem ali, e simplesmente era ignorado pelo restante. Um ou outro prestavam atenção no que ele dizia. — Acho que estamos livres nessa aula.

— Ainda bem, eu preciso descansar minha beleza — o rosado disse, e logo após deitou a cabeça na mesa, se desligando de todos os outros ali presentes.

Ele nem disse um "olá" pra ela. Se conheciam pelo Kou, mas não sabia que sua existência era tão… vazia pra ele. No entanto, se ocupou com outras coisas quando o ruivo decidiu cumprimentá-la.

— Hey! Tudo bem? — perguntou de forma descontraída. — Não liga pro Mitsu-chan, ele é chato assim mesmo.

— Eu ouvi isso sua peste! — disse abafado por não sair de sua posição, tirando um riso alto de Tsukasa.

— É pra ouvir mesmo, seu cabeçudo mal educado — deu um tapa na cabeça do mesmo que cruzou os braços, e saiu de sua posição, olhando-o de forma indignada, enquanto apoiava nas costas na cadeira. — Enfim, né? — disse ignorando Mitsuba. — Qual seu nome, gracinha?

Sentiu suas bochechas queimarem pela forma como ele lhe chamou, mas decidiu ignorar. Natsuhiko era bem galante, e isso não era exclusivo para ela.

— Yashiro Nene… — respondeu de forma insegura, desviando o olhar. Estava nervosa.

— Nene? Ah, que fofo! — ele ergueu suas mãos, capturando as bochechas dela. — Combina tanto com você! Eu posso te chamar de Nene-chan? Ou YaoNene? EU POSSO?

— Sai de cima dela, Natsuhiko. Vai assustá-la. — Sakura disse sem olhá-los, muito concentrada em seu livro.

— Oh? Tudo bem, desculpe! — saiu de perto da mesma, massageando a nuca de forma envergonhada. — Eu me empolgo rápido. A Querida tem razão.

"Querida"? Eles possuíam alguma coisa? Quer dizer, não é tão comum um garoto ser gentil dessa forma com uma garota, simplesmente por ser. Não que isso fosse da conta dela, mas estava um tanto curiosa sobre o que era a relação deles. Estavam longe um do outro, e ela o chama pelo seu nome de forma seca. Alguma coisa estava, no mínimo, estranha.

— Não, não temos nada se é isso o que está pensando — ela sequer a olhou — ou se olhou, não reparou quando —, mas mesmo assim a respondeu da sua forma direta e sem sentido que costuma ter.

Natsuhiko pareceu incomodado, sorrindo como se aquilo doesse, mas tentava relevar. Ele não disse nada, parecia sem graça demais, quando Tsukasa se pronunciou baixinho do ouvido de Nene.

— Ele gosta dela e ela gosta de mim — sussurrou de forma inocente, se afastando e vendo o rosto corado de Nene. Riu alto, entretido.

— E você gosta dela? — mesmo com vergonha, se aproximou dele e sussurrou de volta.

— Quem sabe? Eu nunca gostei de ninguém romanticamente. Isso é meio novo pra mim.

— Isso é um sim? — voltou a perguntar.

— É um "não sei"! Serve pra você? — a garota pareceu pensar por um instante. Ele aproveitou e se aproximou dela o suficiente pra esconder seu rosto no pescoço dela, sorrindo levemente. — Ou você está com ciúmes?

— Y-Yugi-kun? — ela quase perdeu o fôlego, observando ele se afastar na hora com um sorriso travesso.

— Era brincadeira! — disse e logo após um silêncio se instalou entre eles.

— Ei, vamos! Silêncio não combina com a gente — Natsuhiko disse em uma tentativa de revive-los.

— Mas seria ótimo — Sakura disse ao vento, alheia a eles.

Hyuuga suspirou e Yugi riu baixo. Logo os dois iniciaram uma conversa. Mitsuba quase caía da cadeira dormindo e Nanamine, como sempre, não parecia estar muito ligada no que os outros faziam. Pareciam um grupo bem paralelo, mas que funcionava na medida do possível. Nene pensava no que Tsukasa lhe disse — ele era tão pretensioso ao ponto de deixar alguém esperando por ele, ou simplesmente só estava confuso com os sentimentos? Soava tão estranho, mas ele era bem confuso em um geral, tanto em ações, quanto em palavras, por isso, não sabia bem o que dizer ou pensar quanto a isso. Apenas se permitiu estar quieta observando-os.

E mais: porque estava tão interessada naquilo?




...




Que a verdade seja dita: Nene queria apenas estar em casa dormindo naquele momento, mas como era o último dia da semana que daria aula ao Yugi, ali estava ela. Diferente do dia anterior, a atmosfera estava bem mais leve e tiveram menos conversa, mas as poucas foram muito simples, mas acolhedoras, de alguma forma não muito convencional. Sentia-se bem mais solta depois que tudo foi resolvido, e mais ainda depois daquela tarde fofa que teve com os dois. Inclusive, não conseguia parar de pensar sobre aquela tarde, olhando agora Amane tão concentrado em sua lição, depois de uma longa explicação que recebeu agora pouco da mesma.

Tsukasa e Amane eram bem diferentes, mas se sentia muito bem com ambos. Queria estar mais próxima como amiga, e indo calma, desvendar cada um dos pontos soltos que achou em meio a tanta coisa que ela, ainda, tem dúvidas. Estava mais segura em tentar, e aquilo com certeza deixava tudo mais leve — às vezes, apenas uma conversa muda tudo. Nene descobriu isso da melhor forma possível.

Suspirou, um pouco avoada e cansada. Ainda se sentia sonolenta, mas isso não a impediu de focar-se por alguns segundos em Yugi. Ele estava inclinado sobre a mesa, enquanto resolvia alguns cálculos; pela expressão suavizada, ele parecia mais seguro as resolvendo. Estava feliz por isso. Estavam, aos poucos, tendo grandes avanços, tanto na matéria, quanto na própria relação deles que começava a se formar. Sorriu boba. De alguma forma, era muito bom pensar que tudo estava caminhando bem e que isso não interferiu em nada na sua vida, além de estar genuinamente mais alegre do que o normal.

Mas com certeza não era apenas Amane e Tsukasa. Era o conjunto de acontecimentos que, de forma bem suave, vão a levando para um humor mais singelo.

Se desfocou por um tempo do rapaz, deixando levar-se por alguns pensamentos paralelos sobre seu dia. Mesmo que tivesse sido meio corrido, gostou bastante de tudo o que aconteceu. Desde as novas amizades, até o momento a sós com o Yugi que estava tendo, e o silêncio aconchegante que eles tinham. A sala parecia bem pequena comparada a sensação que batia em seu peito; uma felicidade por algo simples, que a muito tempo não possuia.

Tão inerte, não percebeu que estava sendo chamada por seu "aluno".

— Yashiro? — a chamou pela segunda vez, vendo a mesma piscar algumas vezes, como se tivesse acabado de acordar de um transe. Ele sorriu com a expressão confusa da mesma. — Tudo bem?

— Oh! Sim, sim! — bateu levemente as palmas das mãos na bochecha, deitando a cabeça na mesa. — Só estou pensativa hoje.

— Entendo. — riu, voltando a escrever em seu caderno. — Queria perguntar uma coisa pra você.

— Hm… — ela soltou, olhando-o como se o julgasse, mas da sua forma fofa, claro. — Já perguntou, bobinho.

Amane parou de escrever, direcionando seu olhar da mais pura indignação para a garota, que escondeu o rosto, rindo baixinho.

— Eu estou tentando soar educado, ok? Não ria. — seu tom sério não combinava com sua expressão risonha.

— Tudo bem! Me desculpe! — levantou a destra em forma de rendição, ainda sem olhá-lo. — Pode perguntar, Yugi. — virou seu rosto na direção do mesmo, sorrindo.

Ele suspirou, demorando alguns instantes, enquanto voltou a escrever. Nene franziu o cenho, não entendendo porque a demora, se era uma simples pergunta. Porém, o moreno levantou-se, deixando o seu estojo e levando apenas o caderno, o colocando na mesa. Viu que possuia todas as respostas, então foi as corrigir. Amane se encostou na parede ao seu lado, em silêncio.

Assim que ela iria o entregar tudo, feliz por ele ter aceito basicamente todas, com exceção de uma, que teve o cálculo feito errado, mas uma resposta bem próxima da que realmente era a certa, Yugi finalmente se pronunciou:

— Ahm, você está livre hoje de novo, não está? — quando ela estendeu o caderno, ele o pegou, mas sem sair da posição em que estava.

— Ah? Sim, eu estou. — o respondeu, mesmo que sem saber exatamente o que ele queria com aquilo.

— Então você pode… sair de novo comigo e o Tsukasa? — notou um risinho dela pelo seu nervosismo, e foi se consertar. — Olha, o Tsukasa quem sugeriu isso, tudo bem?

— Oh, ele comentou comigo hoje.

— Comentou?

— Uhum. — observou o garoto voltar a sua carteira, guardando seus materiais de forma bem calma. — Hoje tivemos aula de sociologia juntos e ele me sugeriu isso.

— Entendi… — pareceu um pouco incomodado por ter perguntado aquilo, sendo que já havia sido arrumado por ambos. Poderia ter se poupado, se soubesse.

— Só preciso ligar pra Vovó antes — ela deu um riso baixo. — Ela vai ficar tão felizinha de saber que estou saindo com amigos de novo. Ela sempre reclama que fico muito em casa — disse animada, pegando seu celular com um sorriso.

— Você mora com seus avós? — deixou a mochila em cima da mesa, tirando o celular do bolso e mandando uma mensagem para o irmão os encontrar ali.

— Faz alguns anos. — ela ainda sorria, digitando no celular. Amane desviou os olhos para ela, a observando. — Minha relação com o papai meio que não é muito boa. E mamãe morreu quando eu tinha cinco anos.

Possuia um sorriso triste enquanto colocava o celular no ouvido. O rapaz desviou o olhar, voltando sua atenção as mensagens que trocava com o irmão. Suspirou. Como ela conseguia sorrir e ser tão pura com tanta coisa na cabeça? Queria ele lidar com as coisas dessa forma, mas só acabava fazendo mais mal a todos ao seu redor. No entanto, sempre havia alguma chance de mudar, e isso era como uma luz no fim do túnel.

Não prestou atenção na conversa das duas, mas notou como eram carinhosas e atenciosas uma com a outra; pensar que, ao menos esse conforto, de possuir adultos responsáveis ela tinha, o fez sorrir. A última mensagem visualizada de Tsukasa foi a três minutos, logo ele estaria ali.

— Vamos esperar lá fora? O Tsukkie já, já deve estar aqui.

— Ah, claro! — respondeu afastando o celular. — Vovó eu vou desligar agora, ok? Não vou demorar muito! Te amo, tchauzinho!

E assim desligou, guardando o celular e se levantando, pegando sua pasta. Não disse nada, só balançou a cabeça o chamando, e assim os dois saíram.

Não ficaram muito tempo do lado de fora esperando. O Yugi mais novo chegou radiante como sempre, se agarrando no irmão. Nene só conseguia morrer de fofura internamente com eles. Amane era carinhoso da forma dele, e mesmo que não retribui-se da mesma forma que Tsukasa, era bem nítido como eles se amavam e cada um demonstrava isso da sua forma.

Depois do mais velho quase ter que expulsar o irmão, o mesmo foi cumprimentar a garota do trio.

— Yashirooo! Olá de novo! — como com o irmão, ele foi atirado em recebê-la, ouvindo-a rir enquanto retribuia o abraço.

— Oi, Tsu! — ele a apertou um pouco.

— É tão bom abraçar gente pequena! — ele fez alguns sons fofos baixinho, como um gatinho. Aquilo a impediu de brigar com ele sobre sua altura, se contentando em apenas rir.

— Obrigada, eu acho. — ela sussurrou, já que ele estava bem perto de si.

— Pra onde podemos ir hoje? — disse se afastando da mesma, eufórico. — Eu tô TÃO animado!

Amane sorriu de lado de forma amável, vendo o ânimo do irmão, sendo acompanhado de uma risada alta de Nene.

— Não sei… — fez uma pausa, se lembrando da sugestão de Tsukasa no passeio anterior. — Que tal o parque? — deu um sorriso cúmplice para o mesmo, que o retribuiu.

Um silêncio se formou entre os três.

— Sim! — a albina e o moreno menor disseram juntos. Amane negou com a cabeça, sorrindo. Eles eram iguais em tantas coisas.

— Vamos, vamos! — pegou a mão de ambos, já os puxando. — A gente pode comprar sorvete também, né?

— Sim, Tsukasa — o irmão o respondeu, sendo arrastado pelo mesmo.

— Eba!

Fazia muito tempo que não se sentia tão bem quanto estava agora. Tão genuinamente feliz em conhecer duas pessoas, e passar um tempo com eles.

Sentia que tudo estava caminhando bem, e estava orgulhosa de si mesma.




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...