História Bad Lucky - Capítulo 32


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Original, Policial, Romance, Yaoi
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Palavras 3.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 32 - Hope


Mikael pós a mão sobre meu ombro, se colocando a minha frente quando chegamos na imponente sala. Ele abaixou de leve o tronco, se inclinando para frente enquanto me fitava diretamente nos olhos. Se ele achava que assim iria me acalmar, talvez fosse melhor saber que me deixava bem mais nervoso.

-Mantenha a calma. — Ele disse sério, como algum incentivo que não funciona comigo, como ele gostaria e nem como eu poderia querer. — Tente ser apenas honesto, entende o que eu digo, Jonas? Jonas? Me ouviu?

Focalizei em seus olhos, como ele me pedia, era para prestar atenção nele.

-Eu ouvi...

-Você está bem? — Perguntou, apertando de leve o meu ombro.

Respirei fundo, enquanto pensava em uma resposta. Na reposta que eu queria dar, e não na que era verdadeira.

-Estou. — Eu menti descaradamente. E, lógico que eu não sou a primeira vez que minto, que finjo estar bem quando não estou. Mas creio que esta é a primeira vez em que digo isto, mas sinto-me tremendo, e um forte sufocamento no peito, que parece que a qualquer momento, vou ter dificuldades em respirar.

-Tente se lembrar da razão para estar aqui? Certo?

-Sim.

-Ótimo. — Estapeou de leve meu ombro direito, o soltando. — Logo vai começar, tome seu lugar.

-Tá bom.

Respirei fundo, tentando acalmar meu coração e aplacar minha angustia, embora me pareça impossível. Mikael olhou envolta do tribunal cheio, com diversas pessoas indo e vindo.

-Cadê aquele seu amigo?

-Eu não sei... — Disse eu, olhando envolta sem me importar.

-Que coisa mais feia mentir neste momento.

Hunter chamou meu nome. Me virei, ele se aproximou com a cabeça um tanto baixa.

-Oi... Desculpe. Eu não estava conseguindo achar este fórum.

-Obrigado por ter vindo.

-Bem... — Ele ergueu a cabeça, mesmo que estando sem jeito, até um pouco assustado diria eu. — Eu disse que vinha, certo?

Eu assenti, agradecido no mais profundo da minha alma. Mikael também pareceu aliviado, apenas pela presença dele. Ele conversou comigo rapidamente e Mikael me deu uma breve explicação, repassando o que já tínhamos repassado na casa dele antes de virmos para cá.

Eu fiz o que pude para prestar atenção no que ele disse, e fiz um esforço para decorar. Quando ele terminou de falar, já iríamos nos dirigir para dentro da corte, quando um grupo médio de repórteres com câmeras chegaram perto de nós. Dois se aproximaram de mim como se fosse pular e me agarrar, para que eu respondesse as perguntas dele.

-Senhor, quer dar uma palavra a mídia? — Um deles perguntou, enfiando o microfone na minha cara.

-Acredita mesmo que ele seja inocente? — O outro também perguntou, junto com outros que perguntaram e me filmavam sem pudor e respeito algum.

Mikael se pós na minha frente, Hunter foi para atrás de mim logo, para não se expor.

-Sem declarações. — Ele disse, quase que cobrindo nós dois com o corpo maior dele. Ele fez um movimento curto com os dedos, na direção oeste e logo dois seguranças enormes apareceram para retirar os repórteres do caminho.

-Não podem ficar aqui. — Os dois seguranças arrastaram os repórteres para longe de nós, sob o protesto dos mesmos, que apesar de resistirem um pouco, saíram.

Mikael se virou, com a mão esfregando a testa. É surreal estar nesta situação, nunca estivesse neste vivendo este tipo de situação, vivendo este inferno de situação, que eu não tenho como se quer controlar e tenho medo de piorar.

-Meu Deus. — Murmuro comigo mesmo.

-Se mantenha calmo. — Ele disse, tentando me tranquilizar novamente. — Se lembra do que eu disse antes?

Eu assenti, dizendo afirmativamente. 

-Vamos. — Ele disse.

 -Eu vou te mostrar aonde você tem que ficar. — Falou, me levando com ele.

Entramos na sala, era enorme cheia de cadeiras em madeira, com uma mini porta baixa na frente. Como uma cerca que separava a área do público da área da do judiciário. Do outro lado, havia um grande conjunto de cadeiras juntas do lado esquerdo. Outro do lado direito. No meio, uma enorme mesa mais alta do que qualquer móvel na sala, e na frente deste, estavam duas mesas de madeira grandes com duas cadeiras cada.

A iluminação da sala a torna intimidante. Em cima da mesa maior havia um martelo de madeira e um apoio para este. No canto, alguns quadros com o nome do estado, uma pequena estátua da justiça em cima da mesa maior e ao fundo, duas portas, cada uma de lado, as duas fechadas e pelos cantos guardas com o uniforme e armas na cintura, apenas observando tudo de longe.

Quase iguais ao que vi em sérias judiciais.

-Vamos, você vai ficar lá e você pode se sentar aqui. — Disse para Hunter, mostrando uma cadeira para a primeira fileira.

-Por que eu tenho que ficar aqui? — Eu quis saber, já que não gostei da ideia de ficar tão exposto.

-Você é testemunha. — Explicou ele. — Todas ficam ali e do outro lado os jurados. Mas eu duvido que você seja ouvido hoje, talvez amanhã só. A promotoria conseguiu liminar para que todas as testemunhas de acusação falem primeiro.

-Complicado isto, né? — Hunter comentou, tenho que concordar com ele.

-Muito. — Mikael também concordou. — Tomem seus lugares.

Eu fui me sentar aonde Mikael havia dito e ao meu lado, também se sentaram pessoas que eu nunca vi antes, e que olharam curiosamente para mim, mas não disseram nada. Lentamente, a corte foi enchendo, a ponto de todos os lugares serem tomados. Depois que todos estavam em seus lugares, outro grupo de pessoas que deveriam ser os jurados chegaram e tomaram seus lugares. Mikael também o dele, além de um homem mais velho e alto, que remexia em alguns papéis.

Em questão de minutos, as portas foram fechadas e um guarda pediu para que todos levantassem, levantei conforme foi requisitado. Uma mulher de estatura média, com os cabelos curtos, loiros, um tanto gordinha entrou vestindo a roupa típica de juiz, carregando uma pasta fina nas mãos. Ela tomou o lugar da grande mesa, e bateu o martelo duas vezes.

A porta dos fundos foi aberta e dois guardas entraram segurando os braços de Darel, vestido de laranja, com as mãos algemas na frente do corpo, com um cinto preso a cintura para manter as mãos para baixo. De cabelo ainda mais curto, e mais pálido, ele foi guiado até estar ao lado de Mikael. Os guardas o fizeram se sentar, Darel foi mantido algemado, estava de cabeça baixa. 

Meu coração se encheu de tristeza ao o ver neste estado. Eu olhei diretamente para ele, com lágrimas nos olhos, mas ele não olhou para mim, de fato, ele não olhou para ninguém. O restante das pessoas se posicionou, e por último, um homem com crachá do tribunal se posicionou num ponto alto e ligou a câmera, a direcionando na parte da frente da corte.

-Vamos dar início a sessão. — Ela bateu o martelo e olhou para frente. — A promotoria pede?

Estamos diante de um homem perigoso. Um homem que tem ser afastado permanentemente da sociedade e pagar pelos crimes em igual gravidade ao que cometeu. A promotoria pede capital ao réu, meritíssima.

Embora, eu não entenda termos jurídicos, entendi bem o que isto significa e meu coração se apertou mais ainda. Como se pode considerar isto como sendo justo?

A juíza assentiu e em enfim perguntou para Darel.

-O réu se declara?

-Inocente de todas as acusações, meritíssima. — Mikael respondeu, como que eu creio que seja um procedimento normal.

Ela também assentiu, sem dizer nada a questão disto.

-Promotoria, inicie a demanda de provas. — O promotor assentiu, remexendo em uma pasta preta na mesa, em que ele tirou alguns papéis.

O promotor pegou alguns papéis e se pós no meio da sala, mostrando e todos e explicando coisas que eu não entendia. Uma vez ou outra, Mikael interrompia com palavras como objeção e outras que eu não entendo ao certo o significado. Tudo o que realmente entendi, foi as coisas ruins que diziam de Darel, e como o promotor descrevia crimes que era impossível ele ter cometido.

E como havia falta de provas, tudo se baseava muito mais em acusações verbais do que em provas significativas. Embora, meu coração estivesse desesperado, apertado e eu não conseguisse parar de olhar para Darel, eu percebi que tudo isto mais parecia um circo, e um desespero para provar que ele era culpado, do que se importar com a justiça.

Me senti pior ao perceber, quanto mais era falado, que Darel é inocente, que ele não matou ninguém. E piorou quando as testemunhas de acusação começaram a falar coisas terríveis sobre Darel. Foi neste momento, em que percebi como ele está sozinho e me lembrei, com dor no coração como é todos se voltando contra si, como todos se voltaram contra ele. E pensar, que eu quase fui um deles. Como pude ser tão injusto com ele e comigo mesmo? Pensei a todo momento, enquanto via impotente, eles acusarem Darel e se direcionarem a ele, como se fosse o maior criminoso da terra.

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Tive que juntar toda a coragem que eu tive quando fui chamado para testemunhar. Estou cansado de enfrentar tudo isto, e tem sido dias difíceis, uma semana terrível, cheio de dias sendo enchidos de acusações e coisas ruins que não param de serem ditas. E agora, chegou minha vez de testemunhar. E eu espero fazer o que é certo. Espero conseguir.

Caminhei até onde me foi indicado, que era para frente de um homem com uma bíblia na mão. Eu o fiz, como ele havia pedido, fazendo o que posso para me manter firme, e forte perante ao que tenho que fazer.

-Encoste a mão aqui.

Ergui a mão direita, mantendo a esquerda sobre a bíblia enquanto pronunciava o juramento que é exigido da minha parte, já que chegou minha vez. E eu estou de tentando de todo o jeito, manter a calma, e por fora, até que tenho conseguido, ou eu acho.

-Eu prometo dizer a verdade e apenas a verdade. — Termino de dizer, me mantendo firme ao máximo que posso.

O meirinho assentiu, quando eu terminei.

-Pode se sentar. — Instruiu, me apontando, aonde eu deveria me sentar para dar início ao meu depoimento, que no caso, era ao lado da juíza, um espaço mais baixo e de frente para todos.

O promotor, ajeitou alguns papéis, e veio até mim. Seus olhos acusadores me encaravam, e me intimidavam mais do que antes. Talvez o cansaço, de quarto dia de julgamento esteja tirando o resto de força que ainda me resta.

-Pode me dizer o que você é do réu? — Ele veio, perguntando logo de cara.

-Namorado... Estamos namorando.

-O senhor, ama o homem sentado ali? — Apontou para Darel. Olhei para ele, mas ele não olhou para mim, estava de cabeça baixa, como todos os outros dias, mas sem algemas desta vez.

-Amo. — Respondo firme, tentando me manter pronto para a torrente de perguntas que vão vir a seguir.

-Confia nele?

-Confio. — Replico.

-Faria qualquer coisa por ele? — Ele perguntou, com uma insinuação forte que me encabulou, e me espantou, me deixando sem saber o que responder.

-C-Como? — Eu não tinha ideia de como responder, e nem do que responder. O temor me encheu, pois se eu pudesse errado, poderia o prejudicar e se não respondesse...

-Responda a pergunta.

-Eu...

-Objeção! — Gritou Mikael, ao lado de Darel, que se tornou um homem totalmente inerte. — Esta pergunta é irrelevante.

-Negado. — A juíza respondeu duramente. — A testemunha responda a pergunta. — Ela olhou para mim, em tom de ordem.

-Não.

-Então, por que está aqui? — O promotor continuou severamente.

Pensei rápido, tinha medo de dar a resposta errado, então a única que me veio a mente:

-Para dizer a verdade.

-Que seria?

-Ele não fez isto?

-E como você sabe?

-Eu estava com ele.

-Quando?

-Durante os períodos que dizem que ele não estava.

-E você o viu no trabalho alguma vez?

-Sim. Pessoalmente.

-E o que viu lá?

-Ele trabalhando e sendo desrespeitado por seus colegas de trabalho, que inclusive, desrespeitaram a mim mesmo.

-Como?

-Me ofendendo pessoalmente. — Eu respondi.

-Sem motivo?

-Sim.

-E o que o réu fez?

-Apenas exerceu sua autoridade.

-Que seria?

-Uma bronca.

-Ok. Vamos mudar o foco. — Ele voltou para a mesa, pegou uma pasta, abriu e depois olhou para mim de novo. — Aqui diz que você foi suspeito em uma investigação de assassinato e que ele o livrou.

-Objeção! — Mikael protestou de novo, mais alto desta vez. Até mesmo se levantou, e continuou com seu argumento. — Esta pergunta é inútil e já está comprovado que a testemunha não teve participação ou conhecimento do crime cometido.

-Aceito. Promotor, seja mais direto perante a sua pergunta. — Ordenou a juíza ao promotor.

Ele mexeu o maxilar incomodado, mas continuou.

-Ele te ajudou, trazendo problemas para si mesmo. Então, eu repito a pergunta, você faria qualquer coisa para ajudá-lo? Inclusive mentir em corte por ele?

-Não.

-Por que não?

-Eu não preciso. Ele é inocente.

-E se não for, como você alega, o que faria?

-Nada. — Digo, torcendo que minhas respostas o ajudem e não piorem as coisas.

-E diz isto baseado no que você chama de amor por ele?

-Sim. E pelo o que é justo.

-Se você diz. Mas está cego de amor por não ver a verdade. Vê esta foto?

O promotor me mostrou a foto de um homem brutalemente espancado e morto. 

-Sim.

-Sabe o que é isto?

-Uma pessoa morta...

-Sim. Ele era pai de família, e vê o que aconteceu com ele? Foi o seu namorado que fez isto, sabia?

-Não foi.

-E como você pode saber?

-Moro com ele. Conheço a rotina dele.

-E isto significa que ele não pode mentir?

-Pode, mas eu...

-Então, você tem que admitir que está errado, não acha? — Ele rebateu, me encurralando.

Olhei para Mikael que claramente não poderia me ajudar em nada e também para Darel, que pela primeira vez do início do julgamento, quatro dias atrás, não me olhou em nenhuma vez, mas desta vez, ele o fez e olhou diretamente nos meus olhos, me lembrando do porquê estar aqui.

-Eu sei o bastante dele para saber que ele não seria capaz de matar alguém. Darel é um homem bom, gentil e honesto que nunca faria algo tipo. Um homem que sempre presou pela justiça.

-E você está ciente do passado dele?

-Estou. Ele me contou tudo, e eu soube as notícias. O pai dele foi inocentado. E eu acredito piamente nele.

-O amor é cego. — Ele disse, em tom de crítica. — Eu já acho que já deve ter ouvido isto antes. E creio que é isto que acontece aqui, certo?

-Eu estou ciente do que vejo e do que sei.

-E o que isto quer dizer? Que você se tornou cúmplice dele?

-Não. — Comecei a me sentir mal. Estava perdendo o foco, me sentindo mal, por ele estar querendo jogar a culpa em mim.

-Então como você me explica, três pessoas dizerem sob juramento que o viram matando este homem?

-Podem ter mentido. — Tento.

-E se eles podem ter mentido, você também pode estar mentindo. — Ele rebateu, me apontando como se fosse me acusar de qualquer coisa, no segundo seguinte. Só não fez, porque Mikael interveio de novo, falando bem mais alto.

-Objeção! A promotoria está apenas humilhando a testemunha, sem fazer uma pergunta objetiva. — Ele disse, se pondo em pé de novo. Agradeci a ele por intervir.

A juíza olhou para mim, e depois para o promotor.

-Aceito. Promotoria, reveja suas perguntas. Advogado, a testemunha é sua. — Ela disse a Mikael. Ele ajeitou a gravata e veio até mim, o promotor voltou a se sentar.

Ele me olhou sério, falando comigo formalmente.

-Senhor Jonas, você deu depoimento no dia em que o réu foi preso, certo?

-Sim.

-E nele foi respondeu às perguntas que foram feitas, todas, certo?

-Sim.

-Então, vamos repassar. — Ele voltou para a mesa, pegou uma pasta e veio para perto, enquanto a lia e voltou a falar comigo. — Segundo seu depoimento, no dia 20 de abril, ele estava com você certo? Pode me descrever o dia?

-Ele me deu um celular de presente, e me levou para uma confeitaria. Me comprou um bolo, era meu aniversário. Diversas pessoas estavam lá, e nos viram. Ele cantou parabéns para mim. Passou toda a noite comigo. Fomos para um restaurante depois disto.

-Se refere a este dia, certo? — Mikael ergueu uma foto nossa, que tiramos naquele dia impressa em papel.

-Sim. — Eu respondi.

-E no dia 15 de maio? — Continuou ele.

-Fomos ao boliche. Ele me ensinou a jogar.

-E no dia 7 de maio, depois da 01:00. Pode me responder? — Pediu.

-Eu estava com ele.

-E pode me descrever o que fizeram?

Fiquei com vergonha de responder, mas sendo necessário, eu o fiz.

-Tivemos intimidades. — Eu disse. — Ele passou toda a noite comigo. Tomamos café da manhã juntos.

Mikael continuou com algumas perguntas simples, fazendo confirmações comigo e fazendo perguntas mais objetivas, até perguntando sobre o comportamento dele e sobre como eu vi os companheiros deles o desrespeitando. Mikael também questionou o fato de não haver digitais ou qualquer outra prova real dos crimes, a não ser depoimentos de outros réus.

Ele foi bom, e embora eu estivesse nervoso, Mikael soube como me deixar um pouco mais confortável, o máximo que era possível, mas principalmente mais calmo. E continuou assim, até ele terminar:

-Isto é tudo, meritíssima. — Mikael encerrou e voltou para perto de Darel, que de novo, evitava me olhar.

-Promotoria, pode recomeçar. — Ordenou a juíza. — Mas seja mais objetivo.

-Sim, meritíssima. — Ele disse e voltou para perto de mim.

Ele recomeçou com outras perguntas, mas nenhuma delas tinham um sentido real. Eram intimidantes. E muitas vezes, eu me perdia em respostas que deveria dar. No entanto, embora eu me sentisse terrivelmente intimidado e preocupado com o que o júri poderia estar pensando, com as minhas reações sem uma direção correta, apesar de tudo, eu comecei a notar como as acusações e perguntas dele, perdiam o sentido, mostrando que as provas contra Darel praticamente nem existiam, e isto me deu um pingo de esperança.   


Notas Finais


Este capítulo deveria ter sido postado antes, mas por um equivoco da minha parte, postei o seguinte de forma errada. Mas tudo bem, só corrigindo. Desculpem-me pelo transtorno.


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