História Bad Lucky - Capítulo 34


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Original, Policial, Romance, Yaoi
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Palavras 3.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 34 - I Needed


Tivemos que passar por cima de repórteres e de pessoas que insistiam na culpa de Darel, e também pelo promotor que o encarava de longe como se ele fosse a pior pessoa do mundo. Mas ele passou de cabeça erguida, segurando firmemente a minha mão. Hunter acabou sumindo de nossa vista, mas antes de ir, ele me fez um sinal de telefone com os dedos, indicando que vai me ligar mais tarde.

Mikael ficou a nossa frente, para enfrentar os jornalistas, como se fosse um segurança, embora ele seja só um pouco maior do que Darel. Mas ele é o advogado e ao que já soube dele, gosta de estar na mídia. E não tem medo de enfrentar ou responder os jornalistas bastante insistentes e persistentes, a modo que para mim é assustador. Eu nunca tinha enfrentado antes e até assustador.

É muito na verdade, todas estas pessoas em cima de nós e câmeras e olhares de julgamento para mim é assustador. Ainda mais eu que não estou acostumado a isto, mas não me parece ser um problema para Darel que após me beijar e me abraçar, se acalmou e seguiu na minha frente, me protegendo o máximo que podia da exposição deles até saímos do fórum e chegamos a parte de fora, aonde mais jornalistas se aglomeraram.

Darel continuou segurando firmemente a minha mão, me mantendo no caminho que seguíamos embora eu fosse literalmente exprimido pelos jornalistas. Parecia até impossível, mas conseguimos chegar até o carro. Ele abriu a porta de trás do carro e me puxou para frente.

-Entre. — Ele mandou sério, porém calmo.

Eu o fitei, mas não questionei. Adentrei o carro, ele fechou a porta e se posicionou na frente do vidro como meio de me proteger. Mikael fez o mesmo, pois eu pude ver a sombra dele contra o vidro escuro. Darel começou a falar.

-A minha inocência foi provada hoje e que fique claro que eu não tive nada a ver com estes crimes. — Eu ouvi ele dizer aos repórteres que nada satisfeitos, recomeçaram as perguntas:

-O que vai fazer agora? — Um jornalista questionou.

-Pretendo iniciar uma investigação assim que possível e pegar o verdadeiro culpado dos crimes que me acusaram. — Alegou ele, me pegando a surpresa pela coragem dele.

-Pretende se manter como detetive? — Escutei outro repórter perguntar.

-Não tenho certeza. — Respondeu ele.

-Vai processar o judiciário? — Um deles perguntou, e ele ficou em silêncio.

Mas só porque ele ficou em silêncio, Mikael não ficou.

-Darei início ao processo já pela manhã, assim como fique avisado que qualquer um que manchar a imagem deste homem também será devidamente processado. Agora o deixem ir para casa. Ele precisa descansar. Quaisquer declarações a mais serão dadas no tempo certo.

A porta do carro foi aberta, mais perguntas foram jogadas no ar e foram ignoradas.

-Mais uma pergunta! Mais uma pergunta!

-Existe algum suspeito?

Darel entrou do meu lado no carro e Mikael assumiu o volante.

-Não pense que vou dar de seu motorista de novo.

-Posso dirigir eu mesmo. — Disse ele mal humorado.

-Não quero ser responsabilizado se você atropelar alguém. — Respondeu ele, olhando-o pelo retrovisor.

Mikael adicionou a direção e após algumas dificuldades para passar, conseguiu arranjar uma passagem entre os jornalistas, finalmente ficamos longe de todos eles. Darel esticou o braço e me puxou para perto dele.

-Darel.... Você está bem?

-Não me faça esta pergunta... — Ele pediu, olhando para frente. — Eu não quero mentir para você. Só fique ao meu lado, que vai melhorar.

-Ele está passando um tempo na minha casa. — Mikael disse, tomando o assunto. — Melhor você ir para lá também.

-Eu prefiro ir para meu Loft.

-Eu insisto. — Falou. — Você tem que tomar um banho quente. Depois eu levo vocês para o seu Loft.

Ele acabou assentindo, concordando.

-Obrigado, Mikael.

-Eu vou cobrar o favor. — Falou em tom de brincadeira, mas embora continuava sério.

-Claro.

Darel pós a mão sobre minha cabeça e me puxou contra o seu peito. Pude encostar a cabeça sobre o seu peito grande e firme, que fedia um pouco a suor, mas não me importava. Já era mais do que bom o suficiente eu poder ter o toque dele e o sentir como um homem livre. Apesar de toda a mágoa, afinal não deveriam ter feito isto com ele, eu sinto que a maior parte dos problemas pode ser resolver.

O percurso até a casa de Mikael foi até tranquilo, mais do que eu esperava depois de ver todo o alvoroço em frente ao tribunal. Darel continuou calado, mas me mantinha firme em seus braços, como se eu fosse sair correndo a qualquer momento. Me apertava até um pouco demais, mas eu pouco me importo, pois ele está aqui e isto é o que conta de verdade. Nada além disto pode ou vai contar.

Quase uma hora depois, chegamos em frente à casa de Mikael. Havia alguns reportares na frente, mas eles não fizeram tanto alvoroço como os outros. Deram passagem, o carro passou pelos portões da mansão dele que dirigia tranquilo ao que podia perceber. Ao menos é o que ele demonstra e também, o que devo esperar dele, como um experiente e famoso advogado.

Foi bom ver a privacidade tomando o lugar de todo o alvoroço depois que o carro entrou na mansão. Mikael dirigiu até perto desta, e parou, estacionou o carro em frente a este. Apoiou o braço por cima do banco, olhou para nós.

-Eu devo ter algumas roupas te servem. — Ele diz, olhando para Darel. — Vá tomar um banho e descansar.

-Eu quero ir para minha casa. — Protestou.

-Depois. — Retrucou. — Também temos que conversar. Por enquanto o melhor é você descansar apenas. — Recomendou. A forma como falava era séria, e quase em tom de ordem. — Vocês dois precisam. Mas nada de transar na minha casa, por favor. 

Darel fez uma careta. Eu fiquei completamente constrangido.

-Você tem que cuidar da sua vida.

-Não seja ingrato, Darel. — Rebateu ele.

-Eu não sou.

Um clima de tensão surgiu no ar, e só foi encerrado por Mikael, que terminou o assunto.

-Tá... Vamos entrar antes que a merda volte a ser jogada no ventilador.

Mikael saiu do carro primeiro, e bateu a porta com força, como se estivesse com raiva de alguma coisa. Eu me afastei de Darel que abriu a porta do nosso lado esquerdo, ele saiu primeiro e eu saí em seguida. Com um leve empurrão, a porta do carro foi fechada e nós todos seguimos para dentro. Mikael foi acendendo as luzes conforme caminhava por sua mansão e nos guiou até o seu banheiro, já conhecido por mim.

-Vá tomar um longo banho e não me obrigue a usar seu namorado para te fazer ceder. — Apontou o dedo para a cara dele. Darel fechou a expressão, mas não reagiu. — Jonas, venha ver algumas roupas comigo.  Ele vai precisar.

-Ok. — Eu saí com ele, fomos até o quarto dele.

Ele passou na minha frente, e abriu a porta, foi direto para o closet enorme dele, em que entrou e passou a buscar entre suas muitas roupas e ternos. Eu fiquei perto dele esperando.

-Por sorte ele tem o tamanho parecido com o meu. — Comentou, caçando as roupas dentro do closet. — Como você está?

-Aliviado, atordoado.

-É normal.

-Todo este alvoroço com os jornalistas, até quando vai durar? — Quis eu saber. Até me arrepio quando penso nisto, e não vou querer ver um canal de jornal por um bom tempo.

-Eu não sei. — Respondeu ele. Se abaixou, abriu uma grande gaveta do closet. — Mas mídia é mídia, assim que cansarem vão atrás de outro osso. O que não deve demorar. Aliás, eu nem perguntei antes, aonde aquele seu amigo se meteu?

-Ele se sentiu intimidado com os jornalistas e saiu escondido. — Respondi. — Prometeu me ligar depois.

Ele olhou em minha direção, fazendo uma pausa nas buscas pelas peças.

-Espero que ele saiba cumprir promessas.

-Ele trabalha como caseiro também. — Digo. — Precisa se manter no emprego.

-Ele trabalha como caseiro, é? — Comentou, mordendo os lábios levemente. — Para quem?

-Um juiz aposentado. — Digo corriqueiro. — Eu não conheço. Foi o Darel que conseguiu para ele.

-Eu acho que sei quem é. — Ele pareceu interessado na informação, mordeu os lábios de novo, e ficou sério repentinamente. Seja o que for que estivesse pensando, ficou só para ele. — Aliás, devo te elogiar, meu pobre menino. Você conseguiu domar a fera. Vê se não perde a chance, só aparece uma vez na vida. — Assenti com vergonha de dizer outra coisa.

Mikael passou a dar atenção ao seu closet e o que buscava dentro dele. Eu fiquei calado, sem jeito para continuar falando algo mais.  E esperei com paciência até ele achar o que precisava e dar em minhas mãos uma muda de roupa com um casaco preto, uma camisa também preta de mangas longas, uma camiseta branca, uma calça jeans azul e um pacote com cuecas ainda na embalagem, de cores diversas.

-Ele ficou maior na cadeia. — Comentou ligeiro. — Não sei vai servir, mas é o que eu tenho aqui. Vá lá levar para ele.

-Ok.

Ele murmurou para mim, quando eu me virei.

-E eu falei sério sobre o sexo, viu?

De novo me sentindo constrangido, não fui capaz de responder outra coisa a não ser dar um leve acenar com a cabeça. Levei comigo as peças que ele me deu e segui para o banheiro. Bati na porta, ele me mandou entrar, entrei. Darel estava se despindo, havia acabado de tirar a camiseta, e já estava sem calça e sem os sapatos.

O seu corpo se encontra um tanto peludo, mas não era o bastante para esconder as marcas em sua pele, as cicatrizes de golpes que antes não existiam, especialmente do lado direito do dorso, na parte debaixo. Era algumas marcas recentes, redondas como se ele tivesse sido socado com punhos fechados naquela região e de cortes mais a acima, finos e curtos, mas estão lá e nem parece tão antigos assim.

-Jonas...  — Ele parou, como se tivesse congelado no momento.

-Ele me deu estas roupas para você vestir. — Mostrei, colocando as peças sobre a grande pia de mármore preto, com detalhes em ouro. — Vou deixar você tomar banho.

-Fique. — Pediu. — Eu quero que você fique.

-Não precisa de privacidade?

-Não quando se trata de você. — Ele respondeu com a voz profunda. Não tive como dizer que não. Era a forma dele me dizer que não quer ficar sozinho. Eu entendi perfeitamente bem, e não posso deixá-lo sozinho neste momento.

Ele continuou a se despir e quando terminou, foi para debaixo da ducha quente do luxuoso banheiro. A porta do box foi deixada aberta por ele. Me encostei na parede, em frente, para ficar perto o bastante e também não perto demais para não atrapalhar o seu banho. O escutei suspirar algumas vezes enquanto tomava o banho quente, o vapor vinha para perto de mim. Não podia o ver, mas podia o escutar e ele murmurava algumas coisas que apesar de não entender, eram expressões de alívio e de relaxamento.

-Como ele tem te tratado?

-Bem. — Respondo. — Ele foi gentil comigo o tempo todo.

-Foi tudo bem o tempo todo?

-Melhorou bem depois que o ex-namorado dele não apareceu mais.

-O que ele fez?

-Nada. — Garanti antes que ele se preocupasse com qualquer coisa desnecessária. — Mikael disse que ele era muito possessivo. Mas ele foi gentil comigo o tempo todo. Me ajudou muito e até Hunter apareceu para me dar apoio.

-Eu vi ele.

-Também cuidei bem dos seus peixes. Estão bem. — Lembro de dizer.

-Obrigado, Jonas. — Ele diz alto. — Quero ir logo para lá.

-Mas não sou eu a questão, sou?

-Venha aqui. — Pediu repentinamente.

-Como?

-Tome banho comigo. — Pediu de novo, mais firme.

-Não é uma boa ideia. — Hesito um pouco. — Não é...

-Não estou falando de sexo, estou pedindo para que venha aqui e fique um pouco comigo.

-Tá bom.

Retirei minhas roupas, e os sapatos. Deixei todas em cima do vaso sanitário, perto das dos dele, e com os sapatos no chão. O arrepio da tarde fria me fez arrepender de tirar as roupas. Segui para dentro do box, ainda hesitante. Darel agarrou minha mão e me puxou para dentro do boxer, fechando a porta deste. Ele me manteve de costas para si, me abraçando, e apoiando o rosto sobre no vão do meu pescoço, tendo que inclinar-se para frente, devido a minha altura mais baixa.

As mãos dele se fecharam sobre minha cintura, e o seu corpo ficou preso ao meu, a ponto de sentir o coração dele batendo. A água quente caí com força sobre nós dois, produzindo um barulho alto, mas ainda era agradável e logo ficou confortável pelo calor da água que aqueceu-me e fez o frio passar depressa.

Coloquei a mão sobre as dele, a segurando de leve.

-Obrigado por ter estado ao meu lado, me ajudado. — Sussurrou no meu ouvido, sua voz batia na minha pele, dando leves arrepios.

-Eu não poderia te deixar lá, pagando por algo que não fez.

-Eu prometo que vou te proteger. Não vou deixar nada acontecer com você.

-Existe algo que pode acontecer?

-Eu te disse antes... Me defendendo, você pode ter colocado um alvo nas costas. Mas eu vou tirar, vou pegar o responsável por ter feito isto comigo e vou evitar que te machuque.

-Eu não tenho medo.

-Não minta. — Manda. — Todos têm medo.

-Você está com medo?

-Estou. — Ele respondeu honesto.

Me senti desconfortável com a resposta dele. E crie coragem para perguntar o resto.

-Darel... Por que você está com marcas no corpo? Te machucaram lá?

-Eu não quero falar sobre disto agora.

-Você vai ficar bem?

-Vou dar um jeito.

-Eu sinto muito que você tenha...

-Não tem nada a ver com você. Eu fui arrogante e descuidado, foi só isto. Eu que sinto muito...  Você foi humilhado, por minha causa.

-Não é como se fosse a primeira vez... Mas eu não me arrependo. Pelo menos, valeu a pena, como nada na minha vida valeu antes.

-Você está aqui comigo, e isto me vale mais do que tudo, Jonas. Eu amo você.

-Eu também amo você. — Falo de volta.

Ele me virou, desceu a outra mão para minha lombar. Ergueu a outra mão e tocou meu rosto. Aproximou os lábios dos meus e os selou devagar. Inclinou o corpo para frente, me abraçando com força enquanto me beijava. Meus pés quase deixaram o chão quando ele me ergueu um pouco mais, o toque dos seus lábios doces se misturava com a água quente que se derramava em cima de nós. A mão dele foi descendo até chegar a minha nádega direita, que ele apertou com força. Eu quebrei o beijo.

-Darel... — Eu o chamei, o questionando.

-Deixa eu tocar você. — Ele pediu, me apertando contra mim.

Estou precisando de um único momento nesta droga de vida.

Ele me empurrou contra a parede, me mantendo firme nos seus braços, enquanto voltava a me beijar. Sua boca se movia junto com a minha. Embora, eu pensasse que não é o melhor momento para isto, eu acabei me entregando, o calor dele me fez perder a cabeça, pois eu senti muita falta dele, muita saudade que nunca pensei antes, mas que me machucava muito meu peito. Ele desceu uma da mão para minha perna direita, e ergueu-a para cima, para a cintura dele.

-Segura-se em meu ombro. — Pus a mão sobre o ombro dele, e me mantive seguro no corpo dele.

Darel usou a outra mão dele, estava quente e tocou minhas nádegas, deslizou o dedo sobre, até chegar ao meu ânus, deslizou o dedo ali várias vezes, me fazendo estremecer de prazer. Sua boca mordiscou meu pescoço e lambia de leve minha orelha, me trazendo espasmos maiores de prazer.

Ele continuou deslizando a mão sobre o meu ânus, o meu pênis cresceu e ficou duro depressa. O dedo dele parou de se deslizar e penetrou o dedo para dentro. Eu gemi quando ele o fez. Mais um dedo foi colocado para dentro, movido em movimentos atesourados para dentro. Quase pulava nos seus braços, a cada vez que a dor se transformava em prazer.

-Vou colocar. — Ele avisa. — Não tenho como esperar mais. Aguenta?

-Sim...

Ele retirou os dedos, afastou a pena que segurava e penetrou o seu pênis duro. Me segurei para não gemer de dor, aranhando as costas dele, para me segurar. Devagar, ele entrou, a glande custou um bocado, mas entrou e o restante entrou de uma vez só. Apertei os lábios, a ardência me tomou, mas eu ignorei a dor. Darel me segurou firme, puxou o meu outro braço, o pondo atrás do pescoço dele. Uma das minhas pernas continuou no chão enquanto a outra continuava erguida e sendo segurado no ar por ele, que moveu o pênis para dentro de mim.

-J-Jonas...

Ele gemeu meu nome enquanto investia no meu interior. Meu pênis era pressionado pelo peito dele, duplicando o meu prazer quando a dor desapareceu, e deu lugar somente ao prazer. Ele me trouxe para mais perto, tirando as minhas costas da parede, me segurando apenas com seus braços e também comigo mesmo que me segurava. O meu corpo subia e descia depressa com forma como ele me penetrava com força, chegando rapidamente a minha próstata, me dando um prazer sem igual.

-Eu amo você.... — Disse no meu ouvido.

-Eu também... — Ele mantinha a água batendo somente em suas costas, para não nos afogar, mas não parava nem por um único segundo, e eu me segurava nele, pulando em seu pênis. Ele chamava meu nome, e eu gemia, arfando com força conforme minha respiração se perdia com o nosso suor e com todo os nossos corpos que se juntavam e se deslizavam juntos.

O ponto certo quase me fez delirar de prazer, e quando o orgasmo chegou, eu estremeci em seus braços. Darel gozou em mim, me dando o experimentar do calor do líquido dele que sentia escorrer de mim em seguida. Darel me ergueu mais firme e me beijou de novo, enrolando a língua dele com a minha, deixando nossos corpos aquecidos.

-Eu senti saudades, demais... — Encerrou o beijo, me olhando bem nos olhos.

Seus olhos belos azuis que eu senti tanta falta de olhar, mas que também espero de todo o coração que volte a ter o mesmo brilho de antes, pois agora nenhum brilho existe mais nos olhos dele e depois de tudo que ele passou, não me surpreende e como ficou claro, eu preciso ficar ao lado dele, e o ajudar em tudo que puder. Darel está precisando de mim como nunca, e eu também preciso.     


Notas Finais


Até o Próximo!


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