História Bad Reputation - Capítulo 9


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Bad Reputation, Romance, Shawn Mendes
Visualizações 49
Palavras 1.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Maravilhosa leitura para todos vocês!

Capítulo 9 - Sms On


Fanfic / Fanfiction Bad Reputation - Capítulo 9 - Sms On

Levanto rapidamente daquela pedra, minhas pernas bambeiam... como vou dizer toda a verdade para ele? Vai me achar uma maluca, com certeza.

— Anjo? - Do um sorrisinho fingindo não saber de nada — Do que está falando, Shawn?

— É, você disse quando me viu... digo, quando estava caída no chão e eu fui te acudir. Logo em seguida, desmaiou - Viro para ele que me observa com aquele olhar que faz as minhas penas bambearem mais ainda.

— Deve ter sido alguma alucinação... digo, eu não me lembro de nada disso - Ele apenas dá um sorrisinho e se levanta vindo até mim.

— Pensei que me achava um anjo - Sorri largo.

— Ahahahah - Dou uma risadinha forçada.

 

Algumas horas depois

 

— Não acredito que fez isso, meu Deus, Shawn! - Rimos alto nos olhando. Estamos ainda sentados na pedra e sim, já está de noite. O papo está tão bom que nem vimos o tempo voar.

— Acho que foi o dia mais diferente da minha vida... entramos em uma festa errada e ficamos lá curtindo por horas até nossos amigos nos ligarem e perguntarem aonde estávamos... fingimos que tínhamos nos atrasado para não sermos motivos de piada no outro dia. Mas eles descobriram e ficamos sendo zoados a semana toda, até alguma outra coisa acontecer e o foco mudar de posição.

— E vocês não perceberam... digo, eram muitas pessoas estranhas que vocês literalmente não conheciam.

— Eu sei lá - Dá de ombros com aquele sorriso lindo no rosto — Eu não sei, estava tão legal que nem botamos noção.

— Já fiz bastante coisas, mas nunca entrei em festa errada - Acalmamos nossas risadas.

— Faz um dia, vai gostar.

— Acho que dispenso... - Ele dá aquele sorrisinho dele sem mostrar os dentes olhando fundo nos meus olhos. O silêncio toma conta do lugar e confesso que começa a rolar um clima diferente ali, vamos nos aproximando mais, mas eu travo cortando tudo aquilo.

— Bom - Digo em voz alta — Acho que já deu meu horário - Ele se afasta de mim um pouco sem graça, mas sorri simpático como sempre.

— Está certa! O papo estava tão ótimo que nem vi as horas correr.

— Me desculpa qualquer coisa, tá? - Levanto da pedra, ele faz o mesmo ficando na minha frente.

— Te desculpar pelo quê, Helena? Não me fez nada - Dou de ombros.

— Sei lá... por ter tomada seu tempo. Duvido que não tinha nada para fazer agora a noite.

— Pode ter certeza que ficar aqui com você foi muito mais legal - Dou um sorrisinho tímido — Sério, agora eu vou mesmo!

— Eu te acompanho.

— Acha, não precisa. Já fez demais por mim hoje.

— E te deixar andar por aí sozinha esse horário... jamais! Não é cavalheiro de minha parte.

— Tudo bem então... sendo assim, eu aceito!

...

No caminho para casa confesso que não nos falamos muito. Ele pegou seu carro e me trouxe até em casa.

— Muito obrigada pela carona - Agradeço enquanto ele estaciona o carro na porta de casa.

— Quer que eu entre e te ajude com seus avós? Assim, acho que talvez eles estejam um pouco furiosos com sua fuga, não acha?

— Você só causaria mais alvoroço neles... é melhor eu resolver isso sozinha. Mas obrigada pela tentativa.

— Qualquer coisa me liga - Diz retirando um papel e uma caneta do porta luvas do carro e anotando seu número — Está aqui... sempre que quiser fugir, eu vou amar passar por essa aventura - Ri me entregando o papel. Eu pego um pouco tímida — Ou quando quiser apenas conversar mesmo - Será que ele já quer se aproveitar de mim? Como todos fazem depois do que aconteceu comigo e Ian? Mas sei lá, Shawn não se parece com esses tipos de caras... talvez seja realmente só simpatia, certo?

— Obrigada! - Respondo rápido agora saindo carro.

— Venho te fazer uma visita - Grita me olhando pelo vidro aberto do carro — Desculpa pelo atropelamento - Apenas assento com a cabeça sorrindo e subo as pequenas escadas até a porta de casa. Abro a porta e respiro fundo entrando, me viro para fechar a porta e observo Shawn sorrindo para mim agora acelerando o carro e saindo.

— Onde pensa que estava, senhorita? - Minhas mãos soam e meu corpo gela. Fecho a porta e viro para meus avós que agora me encaram nada felizes, principalmente minha avó.

— Tyler! - Grito surpresa ao vê-lo sentado no sofá. Ele agora levanta. 

— Não pense que Tyler vai te ajudar, Helena. Onde estava? Fomos até o hospital e quando entramos com as enfermeiras para te visitar você tinha sumido... S-U-M-I-D-O - Soletra para mim — Sumido! - O tom de voz da minha avó não é nada agradável.

— Dona Aurora, o importante é ela estar bem - Tyler calmo como sempre.

— Desculpas, eu... eu... - Gaguejo tentando pensar em algo.

— Eu nada, Helena! Isso não é coisa que se faça... fugir de um hospital? Como pode fazer isso?

— Vovó, perdão... é que estava impossível ficar lá. E também, já estava de alta e... - Ela me corta.

— Não interessa, minha neta. Ainda não estava liberada para sair. Se te acontece alguma coisa a responsabilidade cai para o hospital, o que acha que estava fazendo?

— Aurora... mantenha a calma - Meu avô tenta a acalmar pacientemente — Ela é jovem... jovens fazem isso.

— Não... não faz!

— Desculpa, tudo bem? Eu só queria viver... depois de semanas trancafiada aqui eu só estava me divertindo, mas se isso é um crime para vocês, eu volto me trancafiar naquele quarto! - Subo as escadas batendo o pé e bato a porta me trancando no meu quarto. Me jogo na cama e começo a chorar... depois de semanas dentro de casa, por mais insano que tenha sido. Fugir daquele hospital e ficar sentada naquela pedra falando coisas atoa com o Shawn foi algo maravilhoso, divertido... foi tão bom, eu realmente me senti viva de novo. Respiro fundo e pego aquele papel um pouco amassado em minha mão e vejo o número do Shawn, eu precisava conversar com alguém que por mais que não me entendesse completamente não me julgava por nada, não ficava me questionando, apenas me distraia de alguma forma. Pego meu celular no criado mudo e salvo o contato dele, crio coragem e então resolvo mandar uma mensagem.

~Sms On~

— Shawn, é a Helena! Pode conversar?

Continua...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e fiquem com Deus <3
Aaah, quem pode ser o Tyler na nossa história?


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