História Bad Revenge - Capítulo 2


Escrita por: e DanGomez

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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Festa, Inveja, Ódio, Vingança
Visualizações 8
Palavras 826
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Nuvem negra


Fanfic / Fanfiction Bad Revenge - Capítulo 2 - Nuvem negra

Enquanto Sasha e Ashley pensam no roteiro da festa, eu cuidadosamente revejo o meu.


1- Vestido

2- Amigas

3- Mamãe

4- Convidos

5- Namorado


Alguns candelabros iluminam o salão, dando um toque sofisticado à sala que costuma abrigar alguns moveis mais sofisticados ainda. Os meus futuros móveis, os mesmos que aquela vaca jamais irá pôr a mão.


Próximo à escada, há uma mesa com petiscos excessivamente caros, que foram pagos com o dinheiro que deveria ser meu. Ashley é uma vadia de sorte, mas veremos até quando essa sorte irá durar. Próximo à mesa, Catelyn e Samantha conversam sobre alguma coisa.


— Qual é a nova? — Pergunto a elas.


— Ah, oi, Grace! — Samantha me lança um sorriso gentil enquanto meche nos fios ruivos. — Estávamos falando sobre o quanto essa festa está divina.


— Por que não nos disse antes que tinha uma irmã tão incrível? — Catelyn sorri, mas é algo bem mais venenoso que o da amiga.


— Não costumo dar muita atenção às pequenas coisas.


Dois garotos que pegavam bebidas na mesa, passaram por entre nós, interrompendo a destilação de veneno.


— Esse vestido lhe cai bem, querida. — Smantha diz.


— Eu tenho bom gosto.


Vestido.


— Eu preciso fazer algo, e ah, obrigado por me lembrar, Sams.


— Lembrar o quê?


Subo as escadas abruptamente sem mesmo me despedir, lembro-me de ter reservado a tinta vermelha que sobrara das minhas últimas pinturas para algo mais conveniente.


Deixando cuidadosamente o ateliê, faço ecoar o som dos meus Gucci acrílicos pelo corredor. Entrando no quarto temporário de Ashley, encontro-a falando ao telefone.


— Meia hora é um absurdo… — discute ela com alguém do outro lado da linha — espero que vocês resolvam isso logo, minha mãe teve que sair para contornar a situação, e gostaria de lembrá-los que estou pagando uma quantia significativa por isso, então exijo profissionalismo.


Aproveito seu momento de distração para derrubar acidentalmente a tinta em sua cadeira próxima à escrivaninha, em seguida deixo cair o pequeno frasco no chão e o chuto para um caPe





— Ah, você está aí, Grace. — Ela diz assim que me nota.


— Problemas?


— O serviço de buffet atrasou, e a mamãe teve de acionar o plano B.


— Hum, plano B?!


— Você sabe, mulheres como a gente tendem a ser calculistas e prevenidas.


— Ah, claro, com certeza — digo com vestígios de escárnio na voz, mas não é como se ela tivesse entendido.


Vontade de rir na cara dessa vadia.


— Então, como estou? — Ela inquiri atônita, dando uma pequena voltinha, exibindo o longo e justo vestido champanhe.


Infernal, eu respondo em pensamento.


— Deslumbrante.


— É Prada, foi a mamãe quem escolheu.


A forma como Ashley pronunciou a palavra mamãe, é como se ela estivesse zombando de mim, como se estivesse realmente contando vitória antes da batalha.


É o que veremos, bitch!


Retiro meu IPhone estrategicamente da minha bolsa de mão prata e vou para a área de gravações de audio.


— Você e a mamãe tem estado muito próximas ultimamente.


— Essa festa ajudou muito — ela fala enquanto corta o espaço do quarto e senta exatamente na cadeira da escrivaninha para verificar sua extensa lista. Eu abafo uma risada.


— Fico feliz que não exista ressentimentos entre vocês.



Ela me entre olha com uma vaga expressão no rosto, como se algo não condizesse com o que falei.


— Na verdade — ela diz enquanto clico em gravar —, ainda estou tentando esquecer o fato dela ter me abandonado quando bebê. Você sabe, essas coisas são dificeis de digerir.


— Ah, eu posso imaginar — esforço-me para parecer condescendente.


— Toda a minha vida fora uma mentira, e bem, ela tem você. Não acha que fora um pouco cruel o que ela fizera comigo?


Mantenho me calada.


— Eu deveria odiá-la. — Bingo, pressiono em encerrar gravação. — Mas não a odeio, ao invés quero lhe dar a chance de recuperar todo o tempo perdido e me dar todo o amor e carinho que nunca me deu.


Ela sorri como querendo dizer “o mesmo amor que você sempre teve de sobra”.


— Espero que vocês se tornem grandes amigas.


— Já somos, querida.


Não por muito tempo.



Descemos juntas para o térreo, mais convidados chegaram, o momento perfeito para um desfile vergonhoso. Avisto novamente as duas puxa-sacos e caminho até elas.


Um telão muito bem ajustado na parede exibe algumas fotos da infância de Ashley, algo aterrorizante.


— Vocês viram o Robert por aí? — Pergunto a elas.


— Acho que ele ainda não chegou — responde Catelyn com a sua insuportável voz robótica.


— O que é aquilo? — Samantha hesita olhando diretamente para alguém.


Um riso vitorioso forma-se em meus lindos lábios avermelhados, e virando-me, vejo algo digno de graça.


— Parece que alguém está naqueles dias. — Digo a elas sorrindo e de repente elas também estão sorrindo com um olhar venenoso para uma certa vagabundinha californiana.


†††


Notas Finais


Cometem e favoritem!
Beijos!


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