História Bad Romance... - Capítulo 24


Escrita por: e emy_holly

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jhope, Jimin, Jin, Jung Kook, Médico, Rap Monster, Romance, Suga
Visualizações 116
Palavras 3.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello ( E quem está se escondendo dos tiros? kkkk)
Gente, desculpe-me a demora, muita coisa aconteceu ultimamente e até roubada eu fui!
Mas enfim, hoje teremos aquilo que todoooooo mundo queria!!!!

Hahaha bora que o capitulo está recheadinho!

Ignorem os erros e Kissus da Tia :)

Capítulo 24 - Why So Sexy, Park?


Fanfic / Fanfiction Bad Romance... - Capítulo 24 - Why So Sexy, Park?

Anteriormente...

 

— A é, sua espertinha. – Me virou ficando por cima. – Vou te provar que quem ama mais é eu. – Disse sorrindo.

 

De forma calma, calou meus lábios em um beijo único enquanto sentia suas mãos me contornarem com maestria. Sabia bem que aquela noite seria longa, mas sabe, nem ligava para isso, afinal, cada segundo com ele era precioso.

 

Porque eu o amava, e era recíproco. 

 

 

[...]

 

Texas, 21:41 Hrs

 

Jimin POV’s

 

Quando foi que Elle e eu chegamos a seu quarto? Ou quando a tensão começou a ficar tão quente que já nos encontrávamos despertos e prontos para consumar o nosso amor?

Absolutamente não sei, mas a única coisa que sabíamos era que tanto eu quanto ela necessitava do corpo um do outro e isso era indiscutível.

 

Assim, tanto quanto eu, lá estava ela, entregue aos meus toques e carícias.

Dei impulso pra que a mesma entrelaçasse as pernas em minha cintura. A apertava com gana e vontade, não lhe poupava a pegada que tinha sem descolar o beijo.

Andando um pouco mais a frente, a coloquei sentada na cama, me prendendo no meio de suas pernas.

– Baby, só diga uma palavra e me deixa te dar a melhor noite de sua vida? – Disse a meio mordidas enquanto a mesma já tirava minha camisa preta.

 

– O que dizer, se já sou completamente sua? – Não aguentei.

 

 

Sorri bobo com sua declaração.

A agarrei com mais vontade e sem pudor, comecei a despir sua roupa social à medida que nos beijávamos cada vez mais quente.

Ela retirou de mim minha camisa e eu a ajudei com minha calça. Ela me fazia ir ao delírio com sua boca enquanto minhas mãos zanzavam pelo vão de seus seios.

A levantei com volúpia e nos beijávamos cada vez mais quente.

Sua lingerie preta e rendada me faziam babar e seu sorriso sacana fazia meu pau dar fisgadas cada vez mais doloridas.

Se virando de frente a mim, Elle me jogou na cama me fazendo cair sentado. Seu olhar lascivo me fazia deseja-la e sua mão quente começou a percorrer meu corpo com maestria.

Sua boca gostosa começou a espalhar beijos quentes e molhados, com pequenas mordidas e chupões doloridas que me faziam arfar com facilidade, Elle chegou ao lóbulo de minha orelha a mordiscando enquanto deixava seu timbre o mais rouco possível.

 

– Com qual direito acha que pode me deixar sedenta por seu corpo, Park? – Mordeu com vontade minha orelha ao finalizar a fala.

 

 

Com qual direito? – Levei minha boca a sua orelha fazendo o mesmo jogo. – Seu corpo se entrega totalmente a mim. – Sorri maligno pelo seu arrepio. – Sua pele deseja ser tocada por minhas mãos, seus lábios necessitam dos meus e sua intimidade? – A provocava como um sádico. – Bem, ela já era minha desde vidas passadas.

 

 

Aquela bela mulher me fitava simplória. Seu desejo era visível, tanto quanto o meu e sem esperar mais, me enlaçou no pescoço, fazendo fundir nossos lábios num beijo profundo.

Suas mãos percorriam meu peitoral já nu e as minhas, bem, não deixava por menos.

Aquela cama parecia tão pequena, para dois adultos ardendo em chamas.

Elle era perfeita.

Seu corpo era perfeito.

Mas melhor do que isso, ela era minha.

 

Não demorou muito para que estivéssemos já nus naquele quarto.

Trilhava com minha boca seu pequeno corpo, enquanto seus sussurros e gemidos saíam leves me deixando cada vez mais excitado.

Beijava e mordia de leve aquele pescoço tão frágil, deixando-o marcadinho.

 

 

– Oh Park... – Disse rouca. – Quer me levar a loucura? – Ela ditou sôfrega.

 

 

Apenas sorri de canto e parti pra boca gostosa, daquela bela garota.

Sim, Elle me levava à loucura.

Beijos molhados eram divididos por nós dois enquanto, simulando penetrações, me esfregava nela para conter aquela excitação tão dolorida. Finalizando o beijo com uma mordida em seu lábio inferior, comecei a trilha-la partindo de seu queixo.

Mordidinhas foram deixadas em cada parte de seu corpo, mas ao chegar a seus belos seios... ah não pude me conter.

Como um bebê faminto, me preocupei em mamar aqueles biquinhos tão rijos pra mim, enquanto minha mão livre massageava com vontade o seio livre.

 

 

– Jimin-ah.... – Ela gemia. – Por favor... – Implorava com manha. – Não me deixe esperar mais.

 

 

Suas mãos brincalhonas desceram até seu próprio íntimo. Minha garota começou a se masturbar a fim de se livrar daquela excitação que a consumia.

Por um segundo parei aquela sucção gostosa que fazia e, comecei a admira-la. Ela circulava seu botãozinho tão bem e tentava conter seus gemidos, me dando a melhor cena possível. Não aguentei, e descendo a mão até meu falo, comecei a pagar uma pra ela, olho a olho, sem desviar, era assim que estávamos.

 

 

– Ella.... hmm... – Suspirava sôfrego. – Tão gostosaaaaa. – Estava indo já mais que rápido.

 

– Gosta assim, Park? – Sorriu sádica. – Aposto que quer se enterrar bem fundo em minha bocetinha. – Ao ouvi-la arfei em delírio. – Porque não mata a vontade, huh? – Apertei meu falo ao escuta-la gemer gostoso.

 

 

Com loucura, tirei suas mãos de sua intimidade e desci até ela. Segurei com as duas mãos em suas coxas, deixando um beijo naquele seu ponto de prazer, abri suas pernas e olhando em seus olhos, mordi meu lábio vendo sua aflição.

 

 

- Quantas vezes já se tocou, Elle? – A perguntei circulando meu dedo lentamente, em seu clitóris. – Imaginando minha boca nessa boceta gordinha, eim delícia? – Passei minha língua em seu pontinho após.

 

– Hm... – Ela gemeu. – Jimin-ah... Mete de uma vez, cachorro. – Ela me xingou e gargalhei, ainda circulando meu dedo.

 

– Seu pedido é uma ordem, minha gata. – Tirei meu dedo e ataquei aquela boceta tão apetitosa pra mim.

 

 

 

Chupava com vontade, queria vê-la com imenso prazer assim como eu estava. Não queria apenas usa-la, essa nunca foi minha intenção, mas assim como eu, queria vê-la ir ao céu com os sentimentos mais puros e ao mesmo tempo mais pecaminosos.

Chupava seu botãozinho quando coloquei dois dedos meus. Fazia um vai e vem gostoso enquanto ela descontava em meus cabelos, coloquei sua perna direita em meu ombro, assim me daria um acesso melhor ao seu ápice.

 

 

 

– Jimin... ahhhh... – Ela gemia. – Por favoooor...hm mais rápido, eu estou quase lá. – Ela pedia.

 

 

Mas tirei minha boca de lá. Fui até ela que fez um bico por estar confusa.

 

 

– Querida, se for gozar, que seja em meu pau. – Mordi de leve seu lábio.

 

–  E o que está esperando, hm? – Tentou me provocar. – Aposto que ela irá lhe acolher muito bem. – Fechei os olhos e respirei pesado em tamanha provocação. – Ou será que eu deva brincar, com meu medico um pouquinho? – Sorriu tentadora e a vi engatinhar sem cortar contato visual.

 

 

 

Apenas me deixei levar, Elle envolveu meu falo em suas mãos e como uma perfeita dominadora do sexo, lambeu apenas a cabecinha me levando ao delírio.

 

 

–  Anda bebê, mostra pro seu médico o que você pode fazer com essa boquinha gostosa, hmm? – Ela sorriu de canto e me olhando, engoliu meu pau até onde pode.

 

 

Começou um vai e vem com sua boca enquanto sua mão masturbava o que não conseguia, passava sua língua por toda minha extensão me deixando completamente insano.

Agarrei em sua nuca e fazendo um nó em seus cabelos, comecei a ditar os movimentos estocando sua boca.

 

 

 

–  Hm.... issso Elle... ahh... – Estava cheio de tesão por aquela mulher.

 

 

Já estava quase no ápice quando retirei meu membro.

 

 

–  Vou te conceder o que tanto quer, querida. – Sorri pra ela.

 

–  E o que seria, senhor Park? – Amava o jeito provocador que ela me chamava.

 

– Te foder, até ficar sem forças, Sullivan. – Ditei rouco.

 

 

Sorri e andei até a calça que eu usava e retirei de lá um preservativo do meu bolso.

O porquê eu andava com um? Porque sou um medico e médicos sempre tentam enfiar preservativos em qualquer pessoa.

‘Tá legal, eu coloquei proposital, não que eu achasse que Elle ia dormir comigo na primeira vez que nos víssemos, mas se tem uma coisa que sempre levo comigo é o seguinte: Nunca saberemos o dia de amanhã.

 

–  Jimin. – Ela chamou. – Não use, além de ser mais gostoso, eu faço uso de anticoncepcionais. – Apenas sorri e fui ate ela.

 

– Tem certeza? – Disse ao masturbar meu falo em seu clitóris.

 

–  Siiimm ... hmmm... – Gemeu manhosa. – Não dem AHHHHHHHHHHHH – Fui de uma vez.

 

 

Bastou apenas aquele sim, meti com força meu membro fazendo os dois gemerem.

Sentada naquela cama e com suas pernas presas em minha cintura, a fodia gostoso e com maestria.

Um choque de sensações e prazeres foi compartilhado pelos dois e a cada investida, mais delirávamos de prazer.

Às vezes ia rápido e outras lento, mas o que queria era que os dois sentissem o mais puro deleite de algo carnal.

 

 

–  Ahh Jimin-ah.... hmmmm mais forte... – Ia rápido.

 

 

Já era nítida a fina camada de suor dos dois.

 

 

–  Hmmmm... Elle.... Tão apertadinha e tão gostosaaaaaa... – Urrava de puro prazer.

 

 

Comecei a estocar tão fundo que logo acertei seu ponto de prazer. Me dediquei a pulsar só ali, levando a minha garota a loucura.

Seus gemidos ecoavam com maestria no quarto, e eu dava graças a Deus por sua mãe ter ido a igreja mais cedo e a deixado sozinha.

Eu sei que iria para o inferno com tal pensamento, mas Deus, era a Elle, uma mulher gostosa pra camba e ainda por cima, que eu a amava e ela a mim, tinha algo melhor do que isso?

 

Mais algumas investidas e logo gozamos juntos, num ápice mais intenso e gostoso que já tive, sorrimos grande pela sincronia e prazer compartilhado.

 

 

[...]

 

 

Estávamos deitados e cansados em sua cama. Ir pra casa? Nenhum dos dois queria se separar.

Agradecia aos seus por ter cegado a sua casa e a mãe de Elle não estar lá, já imaginou, eu doido querendo dar e receber prazer com minha garota, mas a sogra estar aqui?

 

 

–  E agora? – Ela me olhou.

 

 

Ela estava linda, nua e suada deitada por cima de meu peitoral. Fitava meus olhos como se pedisse pra não sairmos de perto um do outro.

 

 

–  Agora? – Abracei seus ombros e acariciei seus cabelos. – Agora você é minha de verdade, em todos os sentidos e nada irá mudar isso. – Sorri bobo. – Eu demorei muito tempo para perceber que a pessoa perfeita para mim estava ao meu lado o tempo todo, imperfeita, cheia de defeitos e com um coraçãozinho pronto pra ser amado.

 

– Eu já disse o quanto você é fofo? – Ela disse se virando pra mim e me dando um selar.

 

– E eu já disse o quanto te amo? – Falei com o sorriso mais sincero do mundo.

 

– Não, mas pode tentar. – Ela sorriu brincalhona.

 

– Mas que audácia. – Inverti as posições enquanto fingia um drama. – Elle Sllivan... – A fitei sério.

 

– Sim? – Me respondeu em mesmo tom.

 

– Aceita ser minha namorada? – Completei.

 

– Park Jimin... – Ela começou.

 

– Sim? – Respondi com um sorriso bobo.

 

– Eu aceito ser sua namorada. – Completou.

 

A beijei com volúpia.

Definitivamente, eu amava Elle Sullivan.

 

 

 

[...]

 

Seoul , 23:54 HRs

 

Emy POV’s

 

 

 

 

 

 

 

Dei um último sorriso ao Tae e entrei no apartamento, olhei ao redor soltando um longo suspiro enquanto caminhei até o interruptor para ilumina-lo.

 Estava tudo tão calmo, e eu me sentia tão vazia, meu coração estava como aquela casa nesse exato momento: bagunçado, confuso, revirado e necessitando de uma senhora faxina, precisava jogar fora muita coisa, tanto da casa como de mim.

 

Nesses momentos eu me sentia tão só, minha prepotência e imponência sumiam dando espaço a uma Emy perdida nos anos, aquela garota que sorria ao vento, que não precisava ser forte, que não precisava ser fria ou manter a calma, somente eu, somente a garotinha sem os muros ao seu redor.

 

A verdade é que já aconteceram tantas coisas que manter a inocência e ser a mesma de sempre, era a coisa mais complicada a se fazer.

 Peguei a foto da primeira vez que vi Hoseok. Ele era mais alto, diferente, tinha os olhos tão pequenos, me lembro de quando ele veio até mim naquele orfanato. Sorri por lembrar de nossas brincadeiras e infância sofrida mas ao mesmo tempo, alegre. Mamãe e papai adoravam nos contar sobre os dias das nossas adoções.

Mas  tudo foi mudando, meu tio tentou abusar de mim me fazendo deixar de confiar em qualquer outro homem, nem mesmo Hoseok permiti se aproximar.

Logo nossos pais voltaram para sua cidade natal, Busan realmente era um ótimo lugar e conhecer Jimin foi uma das coisas mais incríveis que aconteceu conosco.

Mas as coisas não continuavam fáceis, as finanças de nossos pais não eram as melhores e víamos tudo ir de mal a pior. Como a vida não te desgraça de uma vez só, o choque de perder nossos pais tão novinhos foi desolador, o abalo foi tão grande que eu deixei de me consolar pra cuidar de Hoseok.

 

E  assim as coisas foram mudando, eu parei de depender do meu irmão, ele precisava trabalhar para nos manter aqui porque a empresa estava prestes a falir, quantas vezes eu deixei de comer pra ele e Jimin lancharem antes de irem trabalhar, quantas vezes eu segurei as lágrimas de desespero ou de medo e me fiz "forte".

 

Os anos passaram, e mesmo com muita luta e árduo sofrimento, consegui estudar Medicina que tanto queria e Hoseok Publicidade e até hoje eu me lembro de quando entrei no hospital, tão nova  e vi ele, Doutor Min Yoongi.

 Ele estava tão sério naquele dia, me achava nova demais e que não conseguiria de nenhuma forma me dar bem por lá, simplificando: Ele me subestimava.

 

Comecei a minha luta pra provar a todos que eu dava conta.

 

Passei por coisas demais naquele hospital, mas nada me fez abalar tanto quanto aquela garotinha, Sun Hee,  que morreu em minhas mãos e quem me ajudou? Yoongi e Taehyung.

 

 Apesar de Tae ser meu Psicólogo, era Yoongi quem ficava do meu lado, foi ele quem me ajudou mesmo não sendo precisamente a sua área, sempre me dando apoio emocional e me motivando a ficar firme.

De forma sorrateira, acabou  conquistando espaço. De inicio fui negando e me fechando, me machucava sempre que ele saía com alguma médica ou enfermeira. Eu me sentia menor, inferior, deslocada, porque eu sofri por ser diferente, pelo cabelo cacheado um tanto loiro, pelo corpo... O que me fez entrar em dieta, mas um dia eu me perguntei:  "Eu estou louca? Por que eu quero chamar a atenção dele?"

Então eu cortei o cabelo e voltei ao meu peso e fiz a minha fama de Neuro, a prodígio da Neuropediatria.

Colocava qualquer um no bolso, mas era para suprir aquele sentimento, eu me mantinha ocupada 24h pra não ter que pensar nele, por mais que cada vez que eu ia ao consultório, ele estivesse dormindo sereno, assim como quando dormiu comigo.

 

– Ah,  Yoongi eu te desejei tanto... – Eu nem sei ao certo que horas eu me sentei no chão e comecei a chorar e beber, talvez tenha sido o impulso das memórias. – Por que agora? – Eu dava mais um gole de vinho. – Por que você me bagunçou assim? – Eu já não tinha controle das minhas lágrimas.

 

 

Eu mentiria se não admitisse todas ás vezes que eu quis me declarar ou quantas noites eu fiquei imaginando ele comigo, sendo meu...  E ainda meti Jimin no meio,  tentando sentir por ele o que eu sentia por Yoongi.

 

Eu estava chorando de dor? Ou de alívio? Por que você está assim Jung?

Comecei a pensar na ligação de hoje mais cedo.

Ele falando aquelas palavras tão rápidas fazendo meu coração falhar em cada som proferido.

 

"Emy... escuta-me! Não desliga, por favor... eu te amo, eu preciso de você... Tae nunca vai te tocar como eu toquei, ele não vai te amar como eu amo, ele não vai te fazer feliz o tanto que eu posso... Eu sei que te fiz sofrer, eu sei que demorei... Mas você é como meu piano, é o meu primeiro amor e eu preciso dedilhar meus dedos em você, eu preciso fazer soar qualquer melodia... Eu preciso me sentir vivo... E isso só acontece quando estamos juntos."

 

Foram só palavras bonitas ou ele estava sendo sincero?

Eu sou tão incapaz de acreditar nas palavras dele, eu quero... Quero precisar não  agir mais assim... Precisar não negar que eu amo aquele floco de neve e que tudo que eu mais queria era estar ao seu lado de novo e de novo...

 

A garrafa estava vazia e eu me levantei meio cambaleante para ir buscar outra.

Mas a campainha tocou, de início não ia atender, mas...

 

– Emy, abre essa porta – Eu fiquei parada de forma estática. – Por favor,  me deixa entrar, eu sei que está aí. – Dizia insistente.

 

Eu deveria abrir? E se eu me machucar de novo?

 

– Está na hora de crescer , Jung Emy! – Disse firme para mim mesma.

 

Caminhei até a porta, abri com dificuldade mal me mantendo em pé.

 

– Emy, você bebeu? – Me fitou preocupado.

 

– Sim. – Sorri fechado.

 

 

Eu tinha bebido bastante desde a hora que havia chegado, mal tinha controle sobre minhas ações, e sinceramente, tacar o “foda-se” era a coisa mais correta a se fazer naquele momento.

 

– E a culpa é toda sua. – Toquei no seu peitoral "empurrando" e de novo aquele choro me tomou, levei a mão ao rosto me sentei no chão.

 

– Emy... – Ele sussurrou.

 

– Por que fez isso comigo, Yoongi? – Quase gritei em revolta. – Por que fez essa bagunça na minha vida, por que me fez ficar tão frágil? Eu tinha tudo sob controle, mas você tinha que estragar tudo.  – Ele se mantinha calado.

 

– Levanta vai,  vamos trocar essa roupa. – Eu o via ficar preocupado com meu estado.

 

– Não! Eu preciso falar isso agora ou depois eu perco a coragem. – Disse de uma vez.

 

– O que tem pra me falar? – Ele fechou a porta e sentamos frente a frente no chão e tudo que ele recebeu foi um tapa, fechou os olhos balançando a cabeça positivamente. – Eu sei, eu mereço... – O interrompi.

 

– Por que não me escolheu primeiro? Por que a Meg? Por que não eu? – Ele ficou calado. – Por que voltou noivo? – A cada palavra que eu dizia, o empurrava com uma força amena mas fui segurada por suas mãos fortes.

 

– Porque eu não podia ficar com você.  – Eu parei. – Você sempre foi boa demais pra mim, a grande Doutora Jung,  inteligente, inalcançável... – Falava com certa mágoa. – E você sempre foi tão fria que passei anos achando que meu amor era unilateral. – Ele deu um riso fraco. – E aí namorou o Jimin e aquilo me quebrou por inteiro... – Completou pensativo.  – Fui para Portugal e conheci a Meg e me envolvi, eu te esquecia por míseros segundos não irei negar, mas aí... Eu voltei e percebi que se eu não fizesse algo por mim, eu não teria nem você e nem a fama que Meg poderia me trazer.

 

– Fama? Sério? – Ri incrédula.

 

– Eu te amava, mas você não poderia me dar certas coisas. – Estaria mentindo se eu dissesse que aquilo não havia machucado. – Mas quando voltei, você tinha feito um nome,  tinha alcançado a fama de “Garota Prodígio” – Fez aspas. – E  eu,  era só o Yoongi, o Psiquiatra do hospital de Seoul.

 

– Por que fez aquilo no meu aniversário? – O indaguei meio ressentida.

 

– Porque eu precisava te ter, nem que fosse uma única vez na vida, mas eu reviveria aquela noite minha vida toda... Durante quase toda a madrugada eu fiquei acordado, te tocando... Sentindo seu cheiro e me perguntando como seria se eu tivesse dito que te amava antes, mas você tinha deixado bem claro que era só uma transa. – De certa forma, me senti culpada àquela hora.

 

– Porque eu não queria me machucar. – Tentei me defender. – Não queria me iludir, você correu pros braços de Meg na primeira oportunidade. – Apontei acusatória.

 

– PORQUE EU PENSEI QUE NÃO ME AMAVA! – Respondeu altivo. –  Te ver beijar Taehyung foi pior que um tiro, Emy! Ver-te grudada 24h, saber que só ele tinha conhecimento do seu paradeiro, eu me concentrei em Meg e no casamento, Talvez eu te esquecesse, mas... – Pausou respirando fundo.

 

– Mas? – O incentivei a continuar.

 

– Mas eu não consegui e ela percebeu isso e eu a larguei em casa e vim atrás de ti. – Completou e senti meu coração palpitar.

 

– E..e-eu não consigo acreditar. – Me levantei e comecei a andar me apoiando nas coisas ao redor até meu quarto.

 

– Emy... – Ele chamou e quando dei conta ele estava me segurando. – Vem cá... Vamos tomar um banho, você vai acordar um pouco, huh? – Ele segurava minha cintura e com a outra mão, acariciava meu rosto.

 

– Não faz isso... – Respondi meio chorosa.

 

– Isso o que? – Franziu o cenho.

 

– Por favor... Eu não quero me machucar... – Eu estava chorosa e era culpa da bebida, certo? Não! – Eu não quero acordar amanhã e ver que não está aqui.

 

– Por que eu te deixaria? Logo agora... Depois de tanto tempo tentando te ter... Não sou louco. – E ali, vi seu sorriso gengival ser exposto.

 

– Eu te amo Yoongi, desde a primeira vez que eu te vi. – Ele parecia surpreso com a confissão. – Quando anunciou que se casaria, eu sentia ódio de você e de Meg... Ódio por não ser eu ao seu lado, por saber que seria pra sempre de outra. – Completei tristonha.

 

– Shh... Já acabou certo? Nessas indas e vindas, eu finalmente tenho você e não quero perder. – Disse sincero enquanto me fitava. – Eu te amo... – Ele sorriu. – Minha brutinha.

 

– Idiota – Acabei rindo, ele se aproximou aos poucos e me tomou em um beijo tão inexplicável.

 

–Vamos banhar mocinha... Você bebeu demais.  – Acabamos por rir juntos.

 

Continuamos a caminhar até o quarto, Yoongi me ajudou a tirar a roupa e tirou a sua, sem malicia, o cuidado que ele transmitia o fazia um verdadeiro príncipe. 

Estávamos na banheira e eu praticamente dormia encostada em seu corpo atrás de mim.

 

– Você ainda vai estar aqui quando eu acordar amanhã? – Senti seus braços me apertarem um pouco no abraço.

 

– Sim, durante todos os dias das nossas vidas... Vai dormir e acordar ao meu lado. – Disse sincero.

 

Que horas fomos para a cama eu não sei... Devo ter dormido, porque neste exato momento, são três da manhã e alguém está confortável demais agarrado a minha cintura.


Notas Finais


E Então, o que acharam?
O OTP 'tá vivo minha gente!!!
Contem-me o que estão achando :)


Vamos lá para o nosso grupinho :) Quero bater um papinho com vocês :)
Prometo que não mordo, só se vocês quiserem hihihihi
https://chat.whatsapp.com/3hVGAyFSw6X0txc0zlX0Qz


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