História Bad Things - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Candice Accola, Ian Somerhalder, Joseph Morgan, Katerina Graham, Nina Dobrev, The Vampire Diaries
Personagens April Young, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Jeremy Gilbert, Klaus Mikaelson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Delena, Professor, Romance, Segredo
Visualizações 185
Palavras 2.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo com capítulo novinho. E nesse saberemos quem é o empata, quero dizer, a pessoa que atrapalhou nosso casalzinho.
Espero que gostem meus amores.

Capítulo 8 - Take Me


Fanfic / Fanfiction Bad Things - Capítulo 8 - Take Me

 

 "Eu sei que você gostaria disso.

Se eu pudesse afundar meus dentes em você.
Eu sei que você gostaria disso.
Se eu pudesse afundar meus dentes em você.

Primeiro você precisa me pedir para sair." - Take Me, Aly And AJ.

 

Damon respirou fundo e piscou diversas vezes para ter a certeza de que era real. Desde que deixou Irlanda para trás, sem reação sentiu o conforto de seu irmão. Stefan Salvatore o abraçou rindo. Mesmo sentindo falta de seu irmão, ele sabia os riscos. Riscos esses que ele tentava evitar.

- O que faz aqui? – Perguntou ainda desnorteado. – Eu pensei que ainda estivesse com a nossa mãe.

- E estava, mas você sabe como ela é, então resolvi saber como anda meu irmão.

- Poderia ter avisado. – Disse fechando a porta.

- Não tive culpa, você desligou na minha cara. – Se jogou no sofá. – A garota tá ainda aqui? Me apresenta.

- Não, não vou apresentar a Elena.

- E ela tem nome, Elena. – Disse pausadamente o nome dela. – Por que? Ela é tão feia assim? Porque se for, tudo bem eu tendo sua frustração.

- Não vamos conversar sobre isso.

- Então me apresenta sua nova namorada.

- Ela é filha da Isobel, acha mesmo que me envolvi com ela? – Seu irmão deu de ombros, sabendo que Damon não conseguia esconder segredos, não dele.

- Pode vim Elena, já pode sair.

Constrangida com aquela situação, a garota saiu do quarto de cabeça baixa. Seus cabelos negro cobriam parte de seu rosto, dificultando sua visão.

- Cuidado Elena. – Segurou a cintura dela antes da mesma ir ao chão. – Tudo bem?

Sem questionar, Stefan observou cada movimento de seu irmão.

- Elena esse é o meu irmão, Stefan essa é a Elena. – O caçula se levantou e andou até a garota.

- Sou Stefan, muito prazer Elena. – Estendeu a mão e ela apertou envergonhada.

- O mesmo, Stefan.

- O que faziam antes de eu chegar? – A morena arregalou os olhos olhando para o Salvatore mais velho. – Estudando?

- Stefan por que não deixa suas malas no quarto de hospedes?

- O seu irmão sabe sobre nós? – Perguntou com medo do pior que poderia acontecer. Tinha medo de se tornar uma vergonha. As coisas nunca foram fáceis para Elena e imaginar as pessoas descobrindo seu envolvimento com Damon só tornaria as coisas piores.

- Eu não contei nada ao Stefan, ele não sabe nada sobre nós. – Elena duvidava, procurava confiança nos olhos azuis dele. – Acredite em mim, Elena. – Tocou o rosto sereno da menina que sorriu sem jeito. – Nunca seria capaz de constranger você.

- Damon, eu sei você, mas... – Os dois rapidamente se afastam. – Eu esqueci o que ia falar. – Coçou a nuca mentindo. – Elena, quantos você tem?

- Dezesseis. – O rapaz arregalou os olhos surpreso, seu irmão não poderia estar se envolvendo com uma adolescente. – E você? – Perguntou curiosa.

- Vinte, docinho.

Damon rolou os olhos deixando os dois a sós.

- Então meu irmão é seu professor? Que coincidência.

- Por que? – Stefan sorriu se sentando novamente. – Ah claro, ele namora minha mãe. Stefan. – O chamou. – Você morava na Irlanda também?

- Sim, eu estudo lá.

- Estuda? – Pergunta surpresa. Elena admirava quem estudava em outros países, eram como buscar mais entendimento para aquilo que tanto ama, pensava ela.

- Faço arquitetura. – Respondeu analisando cada traço da garota. Pele clara, rosto angelical e o corpo ainda em desenvolvimento. O que seu irmão tinha visto naquela garota? Se questionava. – E você? O que pretende fazer?

- Medicina.

- Nossa, sonha alto você. – Fingiu estar surpreso. – Por que medicina?

- Gosto de ajudar as pessoas e existe muitas pessoas que precisam de ajuda.

- Você tem razão. – E constatou que seu irmão estava cego. Cego demais para perceber que estava levando uma doce e inocente garota para um mundo totalmente complexo. Stefan conseguiu enxergar a garota tímida e curiosa, ela exalava inteligência e questionamento sobre o mundo a fora. – Tira notas boas?

- Sempre, mas ando com dificuldade em física, mas o Damon vem me ajudando muito.

- Como ele tem te ajudado? – Perguntou num tom sério. Elena parecia pensar em uma resposta convincente. – Sei que meu irmão é bom em cálculos. – Por que ele desejava ela? Questionava Stefan.

- Sim, ele é.

- Elena se importa? Eu irei falar com o meu irmão, já volto. – Entrando na cozinha bateu na nuca de seu irmão. – O que pensa que está fazendo? – Damon resmungou de dor. – Já dormiu com ela? Ou pretende fazer isso?

- Ficou maluco? Eu jamais tocaria ela!

- Não minta pra mim, conte-me a verdade. O que estavam fazendo antes de eu chegar? – Stefan temia a verdade, mas precisava saber. Seu irmão não poderia caí novamente.

- Estávamos no meu quarto. – O seu irmão fechou o punho e ele continuou. – Estávamos nos beijando, feliz?

- Qual é o seu problema? Ela é uma criança!

- Não, ela não é. Você viu o quanto ela é inteligente? Ela me faz bem.

- Ou você tenta esquecer seu passado ocupando a mente com pensamentos pervertidos?

- O que está querendo dizer com isso?

- Quando você menos pensar, ela estará em seus braços implorando por mais. E você? Vai continua a saciando até virar um vício maldito. E quando você menos pensar, Elena será quebrada e você não irá poder catar nenhum pedaço.

- Você não sabe o que está falando.

- Sei muito bem, meu irmão pare de puxar essa garota para o seu próprio precipício. – Damon gostaria de negar com as suas forças, mas essa era a verdade, ele estava levando Elena Gilbert para o seu precipício. – Como pode tocar nela dormindo com a mãe dela?

- Pare de me julgar, Stefan! Saía da minha frente, tenho um jantar para ir. – Saiu dali deixando Stefan mais preocupado. – Elena vamos?

- E o Stefan?

- Ele sabe se virar. – Respondeu segurando o braço de Elena com força.

- Damon, meu braço. – Falou com a voz um pouco tremula. O mesmo soltou ao perceber que seu irmão assistia tudo atentamente.

- Qualquer coisa, tem comida na geladeira. – Disse concluindo.

Ao entrar no carro, Elena percebeu que seu professor não estava nada bem. Parecia preocupado, ele estava nervoso. Não imaginava que a presença de um parente traria tantas “emoções”. Entrando no carro, fechou a porta com muita força fazendo Elena quase pular do banco. Pensou em questionar, mas ela já imaginava coisa pior. Colocando a mão sobre a dele que estava no volante, alisou com o polegar. Ele sorriu com aquele carinho.

- Espero que o jantar esteja uma delícia. – Damon comentou tentando distraí os próprios pensamentos.

- Minha tia cozinha os melhores pratos.

- Ela ainda está com vocês?

- Não, ela só vai ajudar a minha mãe.

- Ah, claro.

Aliviado com isso, ligou o rádio e cantarolou com Elena até chegar no lugar destinado.

- Elena finalmente, onde estava? – Dolores perguntou assim que a sobrinha a abraçou forte.

- Tia Dolores, que bom que venho.

- Bom fim de tarde! – Damon falou assim que adentrou na sala.

- Meu amor, onde vocês estavam? – Isobel questionou beijando o namorado. – Fiquei preocupada.

- Meu irmão chegou de viagem, acabei me atrasando.

- Eu conheci ele. – Elena diz para sua tia. – Ele é mais novo e estuda na Irlanda.

- Por que está me dizendo isso querida?

- Irlanda deve ser muito bonita. – Falou bobamente.

- Elena vá tomar um banho. – Sua mãe mandou agarrada ao professor da garota.

- Tudo bem. – Disse enciumada.

- Então você tem irmão? – Dolores perguntou sentando ao lado do sobrinho que jogava videogame. – Por que ele não mora com você?

- Ele passou para arquitetura em uma universidade de lá.

- Mantem contato com ele e sua família?

- Sempre.

- Tia Dolores o que é isso? Um tipo de entrevista? – A mulher perguntou sem jeito.

Damon para fugir, começou a perguntar sobre o trabalho de Isobel enquanto ela ajudava sua tia na cozinha.

- Mas não é tão ruim assim.

- Me passe o sal Isobel. – Pediu enquanto Isobel beijava o namorado. – Isobel!

- Tudo bem tia. – Soltou Damon. – Querido, por que não chama a Elena?

- Claro. – Respondeu dando um rápido selinho nela.

Damon subiu as escadas rapidamente ouvindo o som que vinha do quarto da garota. A porta não estava trancada, abriu lentamente para não fazer barulho. Damon Salvatore abriu um sorriso quando viu Elena dançando de costas apenas usando um short, o resto de suas roupas estavam sobre a cama. Distraída afim de acertar os passos, se assustou ao sentir o corpo dele encostar no seu. Sem hesitar, Damon segurou um dos seios da garota que tombou a cabeça suspirando. Era imenso o desejo que sentia por ela. Sua alma queimava toda vez que imaginava tocando cada pedacinho dela, não era muito diferente dela que ansiava em ser tocada por ele. Fechando os olhos, se entregava completamente aos toques provocativos de seu professor. Esfregando as pernas umas nas outras, a morena mordeu o lábio com força ao perceber a boca dele tomar a pele de seu pescoço.

- Damon, é melhor parar. – Falou quase gemendo quando mordeu o seu pescoço com força. – O que está fazendo? – Questionou sentindo a mão dele descer por dentro do short.

- Calma, fica quietinha.

- Eu nunca... – Mordeu fortemente o lábio sendo explorada pelo dedo do Salvatore.

- Isso. – Segurou o quadril dela.

- Minha mãe. – Damon rapidamente soltou a morena. – Eu preciso me vestir.

Os dois desceram e o olhar de sua tia foi de pura reprovação. Damon suspirou sentando na mesa de frente para Dolores.

- Ei Jeremy, modos! – Elena disse rindo. – Ei, meu prato.

- Não seja boba. – O irmão beija o rosto dela. – Damon.

- O que foi?

- Minha mãe é irritante ou você finge que aguenta ela?

- Jeremy! – A Gilbert bateu de leve no ombro do irmão que gargalhou.

- Por que estão rindo? – Isobel perguntou assim que se sentou ao lado do namorado. – Jeremy. – Não obteve resposta. – Elena?

- Nada Isobel, brincadeiras do Jeremy. – Elena estava vermelha. Olhou para Damon e ele parecia estar centrado nela, pediu a Deus que ele parasse, sua tia perceberia. – Tia está uma delícia. – Comentou tentando disfarça o constrangimento que Damon causava. A menina abaixou o olhar lembrando das mãos tentadoras dele que ora a apertava, ora deslizava cuidadosamente, fazendo ela suspirar há cada palavra. Palavras carinhosas e as vezes até provocativas. Apertou com força o garfo quando os flashes vieram em sua mente. Mãos, palavras e seus lábios contra sua pele. – Deus, me perdoe por isso. – Sussurrou chamando a atenção de todos.

- O que disse? – Sua mãe parou de falar algo para Damon. – Elena, estou falando com você.

- Nada, não falei nada. – Retrucou rápido. – Nada.

- Tudo bem. – Deu de ombros. – Contou a sua tia que vai jogar contra outra escola? – Desde quando Isobel se importava com isso? Pensou todos naquele momento.

- Não, ela não me contou. Quando foi isso querida?

- Faz um tempo. – Ela respondia sem encarar sua tia.

- Empolgada?

- Muito. – Mentiu. – Muitos treinos.

- Elena querida, você está bem?

- Estou bem, só com dor de cabeça. – Mentiu mais uma vez. – Só isso.

 

- Você anda estranha. – Seu irmão comentou se jogando no sofá. – Quer conversar?

- Não sei.

- Como não sabe? É algo sério?

- Coisa de garota. – Encostou a cabeça no ombro do irmão.

- Então não quero saber. – Brincou apertando o nariz de Elena. – Mas você sabe que pode contar comigo.

- Eu sei.

- Dorme aqui. – Os dois irmãos ouviram a mãe afinar a voz.

- Ela fica mais ridícula quando faz isso. – Jeremy diz rolando os olhos. – E ela insiste desse cara dormindo aqui.

- Mas qual é o problema?

- Muitos Elena. – Disse se perguntando como sua irmã não conseguia enxergar um problema. – Ele continua sendo um estranho.

- Ele é o namorado dela.

- Como você é boba. – Não tanto.

- Que bom que vai ficar. – Damon abraçou a mulher e fixou o olhar para a filha da mesma que mordia o lábio. Elena apertava o tecido jeans de seu short. – Vou separar os lençóis.

- E você tia? - A morena perguntou.

- Irei embora meu bem, estou muito cansada. – Beijou a testa da sobrinha. – Juízo Jeremy!

- Só eu que devo ter?

- Não resmungue. Tenha uma boa noite senhor Salvatore.

- O mesmo Dolores.

- Avisem a mãe de vocês que fui de táxi.

- Eu vou pro meu quarto, boa noite cara. – Estendeu a mão e Damon bateu. – Te amo maninha.

- Também. – Elena esperou seu irmão subir para ir até Damon. – Então, você vai dormir aqui?

- Eu acho que sim. – A mão de Damon pousou sobre o bumbum da garota que sorria. – Por que?

- Eu não sei, mas não quero que aquilo se repita.

- Do que está falando?

- Do que você fez com ...Você sabe, senti algo diferente.

- Mas eu não terminei o que estava fazendo, sua mãe atrapalhou. – Sussurrou. – Posso terminar hoje. – Concluiu mordendo o lábio. – Me espere no seu quarto, tente não fazer muito barulho, entendeu?

- Sim.

 

- Por que não? – A mulher resmungava.

- Estou com muita dor de cabeça. – E mais uma mentira.

- Por que?

- Meu irmão de volta, ele é meio rebelde.

- Jovens são sempre assim. – Ela diz se virando. – Tudo bem, vai descansar.

- Claro. – Damon esperou por minutos bastante demorados. Verificou se a mulher tinha realmente apagado e ela dormia feito uma pedra. O efeito do álcool ajudava muito. Saiu do quarto de fininho, tentando fazer o mínimo barulho.

Passando pelo corredor, certificou que Jeremy continuava trancado no quarto, com certeza estava jogando videogame. Sorriu quando viu a porta do quarto dela entreaberta.

- Estava esperando por mim? – Sussurrou deitando sobre ela. – Elena, você tem um perfume viciante. – Aspirou o perfume doce de sua pele. – Não consigo um minuto se quer. Eu só consigo pensar em você. Nos seus lábios, na sua voz doce e suave. Elena, não me deixe fazer algo que me arrependa depois. – A garota franze a testa. – Prometo não te machucar.

- Por que sempre me promete isso?

- Porque sei que um dia talvez isso te machuque.

- Mas você vai estar com você. – Tocou o rosto dele. – Isso que importa.

Damon tomou os lábios dela num beijo calmo e cheio de desejo. Para aprofundar o beijo, Elena passou os braços pelo pescoço dele e as pernas ao redor da cintura.

                                                                Anos atrás...

- Damon, olhe pra cá. Não se mexa. – Dizia já impaciente com o seu belo namorado. A jovem tentava passar para um quadro a imagem de seu querido amado. – Damon!

- Me desculpe, mas cansa ficar nessa posição.

- Ótimo, estou terminando. – Concluiu satisfeita. – Prontinho, vem.

- Nossa, como posso ter ficado mais bonito que a Mona Lisa? – A namorada riu batendo de leve no namorado.

- Seu bobo. – O puxou para mais perto. – Espero que o senhor Robinson goste.

- Claro que vai gostar, olha esse quadro. Ele vai querer um desses na parede dele. – Falou colocando o cabelo loiro da namorada de lado. – Você é tão perfeita.

- Não exagere Damon Salvatore.

- Não estou. – Disse mordendo a pele dela.

- Hum...O que acha de descansar? - Perguntou maldosa.

- Hum...Gosto desse descansar.

- Ótimo.

- Eu te amo.

- Também.

 

 

 

 


Notas Finais


Que capítulo foi esse pessoal? Até eu fiquei chocada!
Tivemos ainda um mini flashback, opa. Seria esse o passado dele? Alguma ideia?
Até o próximo capítulo amores, kisses.
*Talvez eu poste nos sábados como data definida, estou definindo um dia certo para não demorar tanto.*


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