História Bad Things: Betrayed - Capítulo 13


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Categorias Ariana Grande, Camila Cabello, Halsey, Harry Styles, Hayley Kiyoko, Justin Bieber, Lana Del Rey, Louis Tomlinson, Melanie Martinez
Personagens Ariana Grande, Camila Cabello, Harry Styles, Hayley Kiyoko, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Lana Del Rey, Melanie Martinez
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Harry Styles, Justin Bieber, Larry, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Originais
Visualizações 77
Palavras 1.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais coisinhas nas notas finais!

Capítulo 13 - Eu Concordo Que Vocês Fiquem Aqui


- Obrigado por deixar-nos entrar, minha querida. - Disse minha tia, logo atrás de mim, que estava abrindo a porta. - Eu jurava que você iria ser grossa, novamente. 

- Eu também achei, meu bem. - Concordou meu tio. Eu dei uma revirada no olho, mas graças à Deus, eles não viram o gesto. 

- Chega de fingir ser 'amigos'. O que querem aqui? - Perguntei, com uma suavidade na voz. Eu olhei para eles e fiz um sinal para que eles pudessem ir à minha sala de estar. - Eu vou colocar as coisas do mercado na cozinha, e já volto.

Fui à cozinha e coloquei as mercadorias na mesa da cozinha e dei um suspiro profundo. Eu voltei a sala e vi que meus tios já estavam bem folgados. Minha tia sentou na minha poltrona. Na MINHA poltrona. Na verdade, não era Minha. A poltrona era de meu pai, mas desde que ele morreu, eu sentia muito ciúmes de qualquer pessoa que sentasse nela. Era minha. Só minha. E de meu pai. 

- Licença. Esse lugar é meu. - Disse, apontando para a poltrona onde minha tia sentava. Ela revirou os olhos e bufou. Levantou-se e sentou ao lado do meu tio. 

- Então... Queremos uma proposta, querida. - Falou meu tio, cruzando as pernas.

- Digam. - Ordenei. 

- Então, minha docinha. - Minha tia me chamou do mesmo jeito que minha mãe me chamava. Eu abaixei a cabeça, tentando segurar o choro. - Estamos indo embora de Wickrey City daqui uns dias. Uns quinze, no máximo. Quero saber se... Se você poderia nos aceitar aqui. 

- Por que eu faria isso? - Eu os olhava fixamente. 

- Não temos dinheiro. Por favor, nos entenda. Gastamos muito com a passagem para vir até aqui. - Falou meu tio. 

- É - minha tia olhou para seu marido e continuou - e não temos mais dinheiro para pagar o hotel. 

- Vocês não me responderam. Por que eu faria isso? - Encostei meu braço da poltrona e voltei à encará-los. 

- Porque você nos ama! - Minha tia gritou, se levantando do sofá. - Eu sei que mesmo que você esteja brava conosco, você ainda nos ama! Somos tudo o que temos para você! - Ela começou à baixar a voz, quando sinalizei com a mão para que ela não fizesse nada muito brusco e que não soasse muito ruim, para que os vizinhos não se assustassem e para, principalmente, não espalharem fofocas. - Você está magoada. Eu sei. Eu lhe entendo perfeitamente, mas você não conseguirá fugir de nós. Somos sua família, e como seus pais diziam 'Família sempre fica unida.'. - Terminando de dizer isso, abaixamos a cabeça como se estivéssemos tristes, mas eles não estavam. Eles só estavam fingindo, para que eu pudesse deixá-los ficar. 

- Ok. Mas... qual é sua proposta? - Perguntei, mudando totalmente o assunto. Minha tia se sentou e disse:

- Se nos deixar ficar, iremos pagar as contas e iremos fazer tudo que precisa, até achar um emprego. Ou até irmos embora. - Ela me olhou com um olhar daquele gatinho do filme Gato De Botas. A proposta não era nenhum pouco ruim. Ter minhas contas pagas durante alguns dias... Humm, seria ótimo! Logo pensei em concordar, mas me veio uma questão. Eles são extremamente homofóbicos, como poderei ter minhas relações com Lauren, na mesma casa que eles? (Se nós tivermos alguma relação.) Mas, será que eu poderia mudar àquelas cabecinhas? 

- Eu aceito. - Sorri, e vi que aquele olhar de pena de minha tia, se encheu de lágrimas de felicidade. - Claramente, com uma condição.

- Diga-nos - Disse meu tio, colocando um sorriso de orelha a orelha no rosto. 

- Eu irei contar tudo, mas antes, irei contar o que sou. - Eu me levantei e arquei as sobrancelhas. - Bom, para começo de conversa, eu sou lésbica. 

- O quê? Você está de brincadeira? - Perguntou minha tia. 

- Não! - Eu gritei, mas logo abaixando o tom de voz. - Eu estou totalmente certa que sou lésbica, antes que me perguntem se estou confusa ou algo do tipo. 

- Mas isso não pode acontecer! Toda a nossa família é heterossexual. - Meu tio pareceu estar totalmente bravo comigo, algo que eu já sabia que ia acontecer: os dois iriam e estão bravos.

- E sabe aquela garota que estava aqui no primeiro dia que me viram? - Perguntei, apontando para a escada. - Aquela que vocês chamaram de empregada? Pois é, ela é minha namorada! - Eu menti. Não tínhamos nada sério, mas seria melhor prepará-los para uma nova vida com uma sobrinha apaixonada por pessoas do mesmo sexo. 

- Eu... eu não sei o que dizer. Pela primeira vez, não estou impressionada com algo que você fez. - Falou minha tia e meu tio balançou a cabeça. Ele não estava nem prestando atenção na conversa. Só faltava que no final de tudo ele perguntasse 'O que houve aqui, meu bem?' .

- Bom, é isso. Vocês vão querer continuar aqui? - Perguntei, colocando a mão nos bolsos do meu moletom. 

- Iremos nos acostumar com isso. - Iniciou minha tia. - Nos conte tudo sobre essa garota e tudo o que tem feito desde quando partimos. 

Eu comecei a contar tudo que tinha feito desde quando Enzo fora internado. Contei mais especificadamente sobre Lauren e contei o porquê os odiava tanto quando os vi pela primeira vez. Eu senti que todo aquele ódio que sentia deles já estavam sumindo. Não que eu fosse muito fácil de conquistar (reconquistar) mas... Eu sabia que eu não poderia odiá-los para o resto da vida. Com tudo que eles tiveram feito, eu os perdoaria um dia. Expliquei sobre meus amigos, expliquei sobre Lauren, expliquei sobre a doença que matara Enzo, expliquei sobre tudo que fiz. Tudo! 

Eles ficaram muito surpresos comigo e eu senti que eles sentiam orgulho total de mim. Eles perceberam que cresci muito e que eu não era mais aquela garotinha de doze anos que eles conheciam. O tempo passou e eu mudei. 

- Minha docinha, iremos buscar nossas coisas no hotel. Adorei passar a manhã inteira com você! Até daqui a pouco. - Minha tia exclamou, logo saindo pela porta. Eu lembrei-me das minhas amigas e disse para que eles viessem mais tarde, e nesse tempo que eles ficaram para fora, para que eles fossem pagar minhas contas e fazer algumas compras. Eles aceitaram e pegaram as cartas na caixa de correio. Acenaram para mim, entrando no carro e seguiram seu caminho. 

Duas horas depois, as meninas chegaram em minha casa...



Notas Finais


Amooores, o que falar sobre esse capítulo? Eu adorei escrevê-lo! Obrigado por lerem minhas loucuras! Muitos beijos minhas vidinhas... 💕 Byyee
Twitter @alwxbieber


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