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História Bakery Family - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bom dia, Galerinha!!
Obrigada pelos comentário do Prólogo, é muito importante para quem está escrevendo a historia, então não se esqueça de deixar seu recadinho para que a gente possa interagir!

Espero que gostem do capítulo.

Boa leitura!

Capítulo 2 - One


 

Era um dia quente de primavera e Paris estava especialmente quente naquele dia e abafado. O cenário que os irmãos Taisho se encontravam também não era dos melhores.

- Maldito seja Touga, maldito seja! – praguejava o rapaz mais novo, pela décima vez, de acordo com o irmão mais velho.

- Inuyasha, as suas pragas são inúteis neste momento. Nosso pai se encontra morto e, infelizmente, nenhuma maldição poderá cair sobre ele. Então por favor cale a boca! – disse o mais velho olhando o balanço da padaria. Era frustrante. Se ele fosse religioso ou menos cético diria que está passando pelo momento de pagar os pecados, ou quem sabe, o Universo, de que tanto falavam por aí, havia escolhido ele e o irmão como símbolo de chacota e piada. Sim, só podia ser isso, o Universo os odiava.

- Quanto mais devemos ao banco? – perguntou Inuyasha dando um chute em uma latinha de refrigerante que estava no chão, provavelmente deixada por algum cliente. – porcos malditos.

- Mais do que podemos pagar com essa espelunca. – disse Sesshoumaru arfando pesadamente. Estavam falidos. – eu tenho umas economias, vai dar para nos mantermos por um tempo.

- Isso não é o suficiente, temos que dar um jeito de vender isso aqui, passar o B.O. para frente. O lugar está condenado. – dizia Inuyasha varrendo o chão da padaria desajeitadamente, ele nunca antes fora designado para tais funções, e quer saber? Ele estava DE-TES-TAN-DO com todas as suas forças. – Eu já conversei com a Kaede, disse que infelizmente não poderei manter ela como atendente aqui na padaria. Ela está oficialmente demitida, coitada.

- Temos que tentar. – disse Sesshoumaru tirando os óculos de leitura e o depositando no balcão onde ficavam os doces. Ele era jovem e os óculos não combinavam em nenhum aspecto com ele. – até que arranjemos um emprego, isto é o que temos para nos mantermos.

- Fêh! Você podia deixar essa papelada de lado e me ajudar com a limpeza, o trabalho pesado está ficando todo para mim.- esbravejou o hanyou olhando acusadoramente para o irmão. Ordinário maldito.

- Bom, alguém tem que cuidar da contabilidade e você não tem capacidade para isso. – disse Sesshoumaru secamente em provocação ao irmão. Eles eram assim desde pequenos, um sempre provocando o outro.– vou até o armazém ver o que temos de estoque.

- Maldito Sesshoumaru, se acha muito esperto. – resmungou Inuyasha.

O sino da porta da frente da padaria soou e Inuyasha se virou dando de cara com uma mulher de estatura média e longos cabelos castanho escuro, quase pretos. Um suave sorriso brotou em seus lábios, mas o mesmo desapareceu rapidamente quando a moça disse:

- Nossa, Inuyasha, isso aqui está uma porcaria. – a morena olhava ao redor desacreditada de que sua avó realmente trabalhou ali. Não tinha três dias que a senhora fora dispensada e o lugar estava uma espelunca. E não era apenas o fato da sujeira, mas também do ar, da mensagem que o lugar transmitia. Era grotesco. Rústico demais de um jeito nada bom e muito menos aconchegante. Deplorável ela diria. – me admira muito que esteja aberto até hoje. Bem que minha avó falou.

- Você veio aqui para falar mal ou para me ajudar com a faxina?

- Nossa, como você está mal humorado, era só um comentário. – disse a jovem.

- Você também estaria se fosse obrigada a passar 24 horas por dia na presença do Sesshoumaru!

- Ah! Você está falando isso porque sua companhia é muito agradável, hein, hanyou maldito? – gritou Sesshoumaru de dentro da cozinha.

- Melhor do que a sua, cachorro dos infernos! – esbravejou de volta Inuyasha. – Cadê aquele enrolado do Miroku? E onde está a Sango? Achei que viriam junto com você.

- Foram buscar o Kohaku, eles vão vir direto para cá.

- Espero mesmo, Kagome. – disse Inuyasha carrancudo. – eu não incomodaria vocês se não fosse realmente necessário. Vocês demoraram demais, já vai dar o horário do almoço, daqui a pouco vamos ter que parar para comer e depois descansar e bla bla bla

“Que humor péssimo, nem parece que estamos fazendo um favor a ele. Ai, ai, esse Inuyasha não muda.” Pensou a jovem colocando uma mão na cabeça e suspirando enquanto fazia movimentos negativos com a cabeça. O namorado não mudava mesmo.

***

O dia passara a uma velocidade absurda, e como Inuyasha havia previsto fora necessário uma pausa depois do almoço, tudo culpa de Sesshoumaru. O maldito havia feito um macarrão à carbonara e os amigos se entupiram de massa, logo, ficaram exausto demais para voltar ao trabalho imediatamente. “Francamente Sesshoumaru”, pensava Inuyasha, “Deveria ter servido salada com linguiça, além de mais barato não pesa, mas não, o chef Sesshoumaru tem que exibir os dotes culinários a cada oportunidade”. 

***

Depois da morte de Touga, pai de Inuyasha e Sesshoumaru, as coisas ficaram difíceis para os dois, não bastando a dor da perda, uma série de acontecimentos e descobertas haviam caído sobre eles como uma avalanche. Inuyasha que morava com o pai em um bairro de classe alta fora obrigado a se mudar para a pequena casa que ficava acima da padaria e assumir imediatamente os “negócios” da família.  

Sesshoumaru vivia no antigo apartamento de Touga, mas fora obrigado a se mudar dias depois da morte do pai.

No passado não muito distante, Touga fora dono de uma grande rede de padarias em Paris. Por muito tempo ele pode proporcionar aos filhos os luxos que o dinheiro pode comprar.

Munido de poder aquisitivo Sesshoumaru foi estudar na melhor escola de culinária do país, se formando como um dos melhores da turma (devido a uma vantagem muito grande que ele possuía, que era sentir o cheiro das coisas de forma tão potente que só de inalar uma coisa e outra ele já sabia se as duas combinavam ou não). Até pouco tempo o rapaz era um cozinheiro chef que trabalhava numa rede de hotéis famosas de Paris e tinha sua vida própria não se envolvendo muito nos negócios da família. Talvez este tenha sido seu grande erro, já que se tivesse procurado saber iria perceber que o pai estava falindo.

Já Inuyasha cursava educação física antes da morte do pai. O jovem tinha uma vida tranquila na capital, não tendo a necessidade de trabalhar porque o pai podia pagar por tudo. Ao menos era o que ele pensava. O que aconteceu de fato foi que Touga não contou a nenhum dos filhos que estava perdendo dinheiro. Os negócios não iam nada bem e pouco a pouco ele foi vendendo as padarias de sua rede até que só sobrou uma, a Bakery Family, sua primeira padaria, construída embaixo de sua antiga casa. Ele, como vocês devem imaginar, não contou para família dos problemas que estava tendo. Não que ele seja uma má pessoa, ou orgulhoso demais para admitir que precisava de ajuda. A verdade é que o daiyoukai era um sonhador que acreditava piamente que se ergueria tão rápido quanto desmoronou. Mas não foi isso que aconteceu.

Em meio ao desespero o homem pegava empréstimos e mais empréstimos para pagar a faculdade do filho mais novo, deixando assim a casa principal em que viviam e o apartamento de Sesshoumaru em hipoteca (tomados pelo banco depois de sua morte).

Mas vocês acham que os problemas acabam aí? Se enganaram. Sesshoumaru e Inuyasha foram obrigados a morar juntos novamente na casa que ficava acima da padaria e para a surpresa dos dois, o lugar estava no mínimo abandonado.

Bom, as coisas não têm como piorar, estou certo? Pois bem, Sesshoumaru foi demitido. A rede de hotel que ele trabalhava estava falindo e vários funcionários foram para o olho da rua. Inuyasha não trabalhava, de forma que os dois estavam no mínimo lascados naquele momento.

Algo precisava ser feito e urgentemente rápido, ou os irmãos Taisho estariam sem teto, já que até mesmo aquele imóvel estava correndo risco de ser tomado pelo banco. Foi aí que a força tarefa fora montada. Sesshoumaru, com seus amigos Bankotsu e Jakotsu cuidariam da parte administrativa da empresa (Jakotsu era contador e Bankotsu administrador). Inuyasha contava com a ajuda de Kagome, sua namorada, e de Miroku e Sango, amigos do casal. Juntos os 7 estavam dispostos a colocar as coisas no lugar, só não esperavam que fosse ser tão difícil como estava sendo.

Dessa forma, depois de uma tarde inteira de limpeza, reformas feitas a base do “jeitinho” e compras (feita com o acerto de Sesshoumaru), as coisas estavam ligeiramente melhores, mas de longe aquilo ali poderia ser chamada de uma padaria.

- Bem, pessoal, eu agradeço a todos vocês. – disse Sesshoumaru.

- Valeu mesmo galera, isso significa muito pra gente. – disse Inuyasha.

- Há que é isso!

- Não se preocupem.

- É um prazer ajudar.

- Estamos aqui pra isso.

- Não é sacrifício nenhum passar o dia ao lado do Sesshy.

- Então por hoje é isso. Obrigado de verdade pela ajuda. – disse Inuyasha se despedindo dos amigos.

***

Depois daquele dia exaustivo Inuyasha só queria tomar um banho e cair na cama. Porém, Sesshoumaru pensava o mesmo, de forma que os dois foram ao mesmo tempo para seus quartos, pegaram suas toalhas e se encontraram no corredor, de frente para a porta do banheiro. Inuyasha lançou um olhar mortal para o irmão mais velho, que retribuiu de igual forma.

- Eu cheguei primeiro. – disse Inuyasha, sendo mais rápido que Sesshoumaru e se trancando no banheiro. O platinado revirou os olhos e bufou indo para a sala esperar sua vez. Foi aí que ele ouviu a campainha tocar. Decidiu ignorar, seja lá quem fosse poderia voltar no outro dia. Mas ela tocou de novo.

- Vá embora, não vou atender. – disse Sesshoumaru em um sussurro para a visita indesejada. Mas a pessoa estava decidida, tocando várias e várias vezes de forma que o youkai perdeu a paciência e decidiu atender. Ele abriu a porta da sala, desceu as escadas que davam até a padaria e se direcionou até a entrada principal bufando. Que gente chata e insolente.  

- O que é? – perguntou abrindo a porta, mas de rente se deteve. Era Mary, e isso só poderia significar péssimas notícias, porque era isso que a velha advogada sempre trazia. Péssimas notícias.

- Que humor, Sesshoumaru. – disse ela observando o jovem com um sorriso. O carro dela estava estacionado na porta e Sesshoumaru pensou ter visto a silhueta de alguém. Mas quem ligava? – receio que ele vá piorar.

O youkai revirou os olhos. Que novidade.

- O que você quer aqui? – perguntou dando passagem para que ela entrasse e fechando a porta em seguida.

- Vamos rápido, Sesshoumaru. Estou cansada, você nem imagina como foi atumultuado o meu dia. Um dia realmente muito difícil. – disse ela. – seu irmão está aí?

- Sim. – disse Sesshoumaru subindo as escadas sendo seguido pela mulher.

Chegando na sala a mulher se sentou sem cerimonias no sofá, já pegando uma pasta dentro da mochila.

- Onde o hanyou está? – perguntou sem a menor educação. O Hanyou? O hanyou? Sesshoumaru soltou um rosnado em reprovação. Quem ela pensava que era? Só Sesshoumaru podia chamar Inuyasha assim.

O youkai virou a cara a olhando de lado como se a desafiasse a falar daquela forma de novo, a mulher deu de ombros e se ajeitou mais uma vez no sofá. A conversa seria tensa.

- Tomando banho, e receio que vá demorar. Então se já puder iniciar a conversa. – disse ele se sentando no outro sofá, o cheiro de perfume barato da advogada era horrível e feria seu nariz.

- Vocês têm uma irmã. – disse sem rodeios. O youkai ficou calado, estático a olhando com aquela mesma expressão de “nada” que a advogada tanto odiava. Era impossível ler o que se passava na mente dele.

- O quê?

- Ela tem 17 anos, está no carro lá embaixo. – disse olhando os papéis da pasta.

- Do que você está falando, enlouqueceu? – Sesshoumaru tinha os olhos arregalados de susto, seu coração estava acelerado e a mão levemente trêmula. Finalmente, pensou Mary, finalmente alguma reação por parte daquele poste de cimento.

Já Sesshoumaru estava incrédulo. Irmã? Só podia ser um mal entendido. Tinha que ser... uma irmã na porta de sua casa... para quê? Por quê?

- A mãe dela faleceu ontem e ela não tem ninguém mais. Fui informada hoje, acredita? Eu não sei como esse povo me encontra. Estou até mesmo pensando em mudar de número. – disse a mulher parecendo chateada. Tadinha, com certeza era a pobre vítima da história toda. – o que importa é que, devido ao fato dela ser a filha mais nova do seu pai e consequentemente herdeira, eu a trouxe aqui. Porque a lei funciona assim, sabe? Eu como advogada da família tenho a obrigação de tentar incluir a pobre garota no núcleo familiar dela. Daria um trabalhão não fazer isso, uma burocracia enorme.

- A mãe dela? Quem é ela? Como pode ter certeza que é minha irmã? Deve ter algum engano. – disse Sesshoumaru ignorando toda aquela história de burocracia pelo qual a advogada teria que passar caso eles não a aceitassem. Até porque era óbvio que eles não aceitariam, afinal, se existia uma coisa no mundo que Sesshoumaru não se tornaria, seria babá de adolescente.

- Eu tenho aqui todos os documentos dela. Você e Inuyasha são legalmente responsáveis por ela agora. E não, não haverá discussão. Quero dizer, haverá, pode haver. – disse ela entregando tudo a Sesshoumaru. – Eu só preciso que você assine, ou seu irmão, ele é maior de idade né? Que irônico, um jovem cuidando de uma jovenzinha.

- Rin Taisho? Filha de Touga Taisho e Elliot Flower. Que palhaçada é essa? Quem é essa Elliot? Quem tem Flower como sobrenome afinal de contas? – perguntou Sesshoumaru. Ele nunca falará tanto na vida, pensou Mary, isso deveria ser um mal sinal. Ou talvez não, não havia como saber. O youkai era um mistério.

- Não sei, a mulher de Taisho, talvez amante, qualquer coisa desse tipo.

- A mulher do meu pai, hã? Qualquer coisa do tipo? Cadê essa menina, a traga aqui, quero ver ela com meus próprios olhos. Meu pai podia ser qualquer coisa, mas um cretino ele não era, se tivesse uma filha iria assumir. – disse Sesshoumaru nervoso se levantando.

- E ele de fato assumiu, veja a certidão de nascimento dela. Foi ele quem a registrou. Inclusive eu estava junto dele no dia que foi feito o testamento e ele pessoalmente me deu instruções de não deixar a filhinha mais nova dele, Rin, perdida pelo mundo se algo acontecesse a ele.

- Você sabia o tempo todo da existência dessa garota e nunca nos contou? Como pôde? – Sesshoumaru estava começando a se irritar e ele detestava perder o controle.

- Não tinha necessidade de eu contar nada, a menina tinha uma mãe, mas esta foi morrer justo agora. Se ao menos a mulher tivesse morrido no outono depois do aniversário de Rin, mas não, ela foi morrer agora. Se fosse depois não seria problema meu nem seus.

Sesshoumaru a olhou incrédulo. Jura? Era essa a preocupação da mulher? Que a menina fosse legalmente independente para que ela não precisasse passar por essa situação? Touga não poderia ter escolhido advogada melhor, mas isso não importava. Não tem como a menina ser filha de Touga, ele saberia se tivesse uma irmã.

- Mas tudo bem, se você quer assim. Resolvi ter essa conversa longe dela exatamente por esse tipo de comportamento evasivo. Por que eu mentiria? E por que ela mentiria? Ela é filha do Touga! Ele a registrou, eu estava lá, veja na pasta tem várias fotos deles juntos. Pode olhar.

 Sesshoumaru rapidamente abriu a pasta e viu algumas fotos, ele as tirou do plástico e pode constatar. Realmente era Touga, mas aquela criança... aquela criança humana definitivamente NÃO era filha de Touga.

- É uma criança humana! – disse Sesshoumaru mostrando a foto.

- Mas é filha dele.

- Claro que não, meu pai era um youkai completo, jamais poderia ter filhos humanos e você sabe disso. – Sesshoumaru não iria engolir aquela história mal contada.

- Sesshoumaru se acalme, você está descontrolado. Eu não vou obrigar a menina a viver numa casa onde não é bem-vinda. Eu jamais faria isso com ELA. – Mary fez questão de enfatizar o “ela”. – o fato é que ela É sua irmã, mesmo que NÃO biológica. Touga assumiu ela como FILHA e ela TÊM direito à herança tanto quanto vocês. Ela está órfã, sem o pai que ela conhecera, sem a mãe e sem NENHUM parente fora vocês.

- Não somos parente. – lembrou Sesshoumaru apontando para a foto.

- Não somos parentes de quem? – perguntou Inuyasha caminhando até a sala. Ele segurava a toalha com uma das mãos e parecia alheio a tudo. Sesshoumaru se perguntava se o irmão não herdará a audição aguçada dos Inu Youkais, porque só podia que não.

- Vocês têm uma pequena irmãzinha. – disse Mary.

- NÓS TEMOS O QUÊ? – disse o hanyou colocando as duas mãos no rosto, de modo que a toalha caiu no chão. – Desculpe. Que história é essa? Do que ela está falando, Sesshoumaru?

- Estou falando que sua irmãzinha está lá embaixo sozinha. Ela perdeu a mãe ontem e está muito abatida. Chorou muito e ainda chora ao se lembrar da mãe e do pai. Ela está inconsolável, pobre criança. – maldita mulher, pensou Sesshoumaru. Era óbvio que ela iria apelar para o mais sentimental dos irmãos, fazendo todo aquele teatro melodramático. Sesshoumaru tinha que admitir, que bela atriz.

- Você deixou uma criança lá fora sozinha nestas condições? O que estava pensando? Mande-a entrar! – disse Inuyasha indo para o quarto. – só vou me trocar.

Sesshoumaru observou o sorriso triunfante no rosto da advogada. Ele perdera a luta. Independentemente do que ele achava, Inuyasha era coração de manteiga demais para deixar uma jovem órfã abandonada por aí. E o hanyou era um exímio teimoso, do tipo que quando se convencia de algo, não mudava de ideia facilmente. Despois de todo o estresse que passara durante a manhã e a tarde, o dia parecia estar longe de acabar para Sesshoumaru.


Notas Finais


E aí, pessoal, o que acharam? Estão gostando da história?


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