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História Bakugou you and a depressed boy!? - Capítulo 16


Escrita por: Morgana-megue-chan

Notas do Autor


~Notas~

OLAAA meus 🍓s mais um capítulo para vocês, espero que gostem, votem e comentem 💞

Algumas partes desse Capitulo são expiradas em um poema da minha amiga... Não posso dizer o nome mas podem chamala de Senhorita G

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Capítulo 16 - Cap 14- Crise


~Bakugou de 16 anos pov~


Bakugou no " país das maravilhas"


Tento dormir mas não consigo, tento acordar mas me recuso, várias coisas vêm a mente e não expulso. Em meio a madrugada, fria e desolada, me pergunto sobre o mundo.... pessoas riem e outras choram, e eu me controlo, me controlo para não chorar, porque perdi as razões para continuar, e não consigo encontrar razões para me alegrar, sim, eu sei que a mãe ainda está la para me olhar, mas mesmo assim só pesadelos voltam para me assombrar. Quantas vezes eu já pensei


" - Quando isso tudo vai acabar? " 


Me sinto como a Alice do pais das maravilhas tentando da toca do coelho escapar, fazendo escolhas que não sabe onde vão me levar. Essa toca é tão funda que não paro de despencar, talvez eu deva parar de tentar...


"- Tem alguém aí para me salvar?"


Mesmo sem respostas não posso parar de caminhar, porque não quero que a rainha de copas mais conhecida como Masaru venha me violar.

Não quero mais ir ao picicologo sendo que eu não posso contar... Ele não deixa eu me expressar... para que sentar em uma mesa já sabendo o que não posso falar? ficam falando bobagens e maluquices confusas que eu não sei como interpretar. O gato risonho mas conhecido como mãe vem me encontrar e diz que irá me acompanhar, mas será mesmo que devo confiar? Eu posso realmente acreditar? Ou sera apenas uma ilusão que não posso confiar?


Mas uma vez eu venho a riscar a minha pele com uma navalha deixando que o chão venha a se manchar, com o sangue vermelho vibrante após mais uma de tantas outras sessões de cópula da rainha de copas Masaru Bakugou.

Se isso for um sonho eu desejo despertar, não quero uma carta de suicídio assinar, pois não quero ainda mais decepcionar, me sinto como o dodô correndo em círculos sem nunca questionar se um dia em algum lugar irei chegar, se um dia irei amar e se um dia serei amado... Me sinto louco acho que vou novamente transbordar.


Será que devo em um hospício me internar? Ou devo mais uma vez tentar me matar? ...As palavras fluem sem nunca parar, como a lagarta azul não paro de questionar: 


"- O que querem as pessoas que tentam me ajudar?" 


Como o chapeleiro maluco mais conhecido como meio a meio sinto a minha sanidade escapar e as pessoas que eu amo me deixar, junto com as ideias confusas misturar; 


("- será que devo mesmo parar de respirar?") 


Me sinto como o coelho branco, sempre atrasado, nunca adiantado, por todos deixado de lado e pela rainha de copas mais conhecido como Masaru aprisionado, mas eu não consigo escapar, será que devo ser a como Alice e uma batalha contra o mal travar? Parar assim das garras do Masaru finalmente escapar? ou essa situação do meu "país das maravilhas" deve fingir nunca existir? Devo sofrer calado até o fim? 


Um certo dia reencontrei o chapeleiro maluco , que assim como eu era chamada para ser avaliado na hora para tomar chá ( tomar chá --> consultas no picicologo), mas ao contrário de mim ele não parecia se importar, pelo contrário, parecia adorar a hora do chá e palavras confusas escutar; "- será que só eu sou maluco? " 


Então a lembre mais conhecida como deku vem com a desculpa, que só preciso de ajuda, pois uma grande guerreiro posso ser, pois só basta não temer, e a verdade para ele dizer.

Gostaria de contar mas perdi o dom de me expressar por isso nesse banheiro sujo estou a me expressar com palavras confunsas em uma folha branca, mas logo a folha estara suja com tudo que eu tenho para contar.


Sinto falta da mãe em meus sonhos, com seus conselhos e filosoficos que quase nunca entendo, mas mesmo assim me contento, mesmo com toda essa maluquice que me mantenho;


"será mesmo que sou louco ?" 


Sinto falta do deku e da sua visão destorcida do mundo.


Será tão difícil dizer que todas as pessoas não não sãs? , e talvez eu seja a único ainda são? .. ou será o contrário? A verdade é que só posso tentar seguir em frente;


"não posso voltar para o ontem porque lá eu era outra pessoa" 

uma criança inocente e hoje eu sou uma pessoa impura, um adolescente inseguro, confuso... Sujo, preso, violado, torturado, alucinado, depresivo, esquecido e sofrido, destruído, perdido e aos poucos sumindo...


A minha mãe eu peço desculpas aos miséria 16 anos me afundei em loucura, tanto em bebidas quanto em drogas... Eu só queria esquecer pelomenos por alguns segundos ... Me sinto vazio e não sei até quando vou permanecer vivo, neste momento está tudo mais difícil, o Masaru começou a querer copular o meu querido irmãozinho e estou sacrificando o meu corpo e alma para mantê-lo alvo Durante todo o caminho...


A cada cúpula forçada me sinto mais vaziu, sempre doi, sempre dói... Dói tudo, queria desistir mas tenho o meu irmão para proteger estou apenas lutando por ele, e para ele, me lembro do dia em que tive a oportunidade de finalmente me livrar de tudo isso com a minha primeira tentativa de suicídio....

Por fim escrevo pois cançado estou, uma boa noite as páginas jogadas fora obrigada pela atenção...


~Fim~


: Ass: Bakugou e o "país das maravilhas" 


( Agora ainda e pov Bakugou mas vamos usar a A quarta 4° parede, A 4° parede é o momento onde o personagem da história fala com os leitores, mas ele obviamente não sabe que vocês existem KKK sei que e confuso.)


~4° parede aberta- Pov de Bakugou para leitor~


- Opa acho que contei muitas coisas que vocês Inda não viram, querido leitor você deve estar confuso com o meu eu-lirico se tornando apenas um texto confuso com escritas borradas e provavelmente erradas e mau escritas, eu estou bêbado agora sinto muito por chatealos...


- Já que estão confusos querem que eu volte no tempo e conte o que ouve com essa alma que voz escreve em suas folhas brancas?....


- Vou considerar o silêncio como um sim...


- Vamos voltar para quando tinha 7 anos... Me sinto estranho sinto uma 4° parede...provávelmente vou esquecer dela quando ficar sóbrio já que estou bêbado, então você que está lendo a minha história como se sente com a minha trajetória?


- Sei que vai ser confuso se eu contar então vamos deixar a autora se expressar e um adeus ao Bakugou de 16 anos vocês iram dar, mas só por um tempo até a autora vós contar a história do meu presente... Agora tenho que descansar então um Adeus vós irei dar...


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~ autora on ~


Então vamos para quando o Bakugou tinha 7 anos tá? Momento do presente se segue com o término do cap passado.


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~ Pov Bakugou de 7 anos ~


Acordo com uma dorzinha do braço olha e percebo que ainda estou no hospital e tem um cara alto de roupa branca cabelos e olhos roxos ele..está furando o meu braço, deve ser alguns remédio ou sei lá, sinto novamente uma dor no peito e levo as mãos ao peito sintindo mais dor, meu gemido baixo chama a atenção do cara de branco.


- Olá pequeno boa tarde, está com dor na caixa toráxica? - Ele pergunta tirando as luvas de plástico as jogando no lixo.


" Caixa torax sei lá o que? " - Penso fazendo uma cara confusa, ele vê que estou confuso.


- Está com dor aqui?- Ele fala apontando para o peito, então balanço a cabeça para indicar que sim.


- Eu sinto muito mas foi necessário massagens cardíacas um pouco violentas para salvar a sua vida. - Ele fala ligando um líquido que começou a intrar pela minha veia me trazendo um pouco de desconforto, levo a mão a garganta e ela ainda dói quando toco mas a dor está menor.


- Fiquei sabendo pela Senhora Karen que você estava sem máscara de oxigênio quando ela entrou no quarto... - Ele fala e eu me arrepiei todo lembrando que o Masaru tentou me matar, olho para baixo lembrando que tinha feito xixi e fiquei com as bochechas vermelhas graças a deus já estou limpo.


- Não se preocupe hehe. -Ele falou fazendo um gesto que indicava que não ia contar para ninguém que eu fiz xixi, baixei a cabeça pensativo sobre a minha tentativa de suicídio, de todas as vezes que ele fez coisas erradas comigo, e da penúltima vez e a da mais recente aqui no hospital, eu sei que isso é errado... e erado né? Isso não e amor de pai, não e normal eu não gosto... então deve ser errado né? Penso confuso deixando meus olhos Lacrimejarem aos poucos.


" Droga " - penso sintindo umas palpitações no peito, levo a mão ao coração e ele está batendo muito rápido, começo a sintir minha garganta se fechando, e começo a me sintir quente e começo a sentir falta de ar mas permaneço sentado de cabeça abaixada mas agora de olhos fechados, pensando nas coisas ruins que o Masaru fez para mim.


~ Pov doutor Hiroshi shin ~


Obiservo o comportamento do garoto...

Ele e cauteloso mas não parece incomodado com a minha presença, mas está triste, mas suspeitas são só suspeitas se não tiverem provas, tenho que analisar o comportamento e ter provas antes de pedir o exame de delito, percebo que ele está querendo chorar e toco em seu ombro para dar apóio.


- Está tudo bem? - Falo com a mão no ombro dele percebendo ele se assustar e dar um tapa na minha mão e começar a tremer e a chorar.


" O que aconteceu? " - Penso vendo ele agitado, então tremendo ele vem a levar os joelhos ao peito e a abraçar com força as pernas e percebo a respiração exagerada, também está muito suado, como ele suou tão rápido assim? obiservo por alguns segundos e percebo que e uma crise de Pânico.


~ Pov Bakugou de 7 anos ~


" EU NÃO QUERO MORRER " - Grito na minha mente já que não posso falar.


" DOI " - penso sintindo minha garganta ficar seca e fechar estou com falta de ar, e formigamentos pelo corpo todo principalmente nas pernas então as levo ao peito e as abraço com força, fecho os olhos com força sintindo uma dor horrível, parece que estão esmagando o meu coração, e começo a sintir um medo surreal de morrer ou enlouquecer...


" Ah e-eu tô com medo!" - Penso sintindo as dores irem para os ombros e para os braços e pernas a dor fica cada vez mais forte, sinto o meu peito subindo e descendo pela velocidade que respiro, então tento me levantar da cama mas o médico me impede.


- Fique calmo. -Ele fala com uma voz calma.


Começo a sintir dores na cabeça então começo a puchar os cabelos.


~ Pov doutor Hiroshi shin ~


Vejo o pequeno Bakugou respirar com dificuldade, como se estivesse sendo axficiado, só faz um dia que ele já pode respirar sem os aparelhos, nas desse jeito ele vai ter que usar eles de novo, tento me aproximar para tentar acalma-lo mas ele apenas treme e seu peito sobe e desse, se mantém com uma expressão claramente conturbada como se estivesse em estado de alerta olhando para todos os lados.


Ele começou a se coçar como se estivesse com uma coçeira Infernal tentei mais uma vez me aproximar e ele tirou sua cabeça que estava apoiada em cima do joelhos abriu um pouco as pernas e escondeu seu rosto entre as pernas e cobriu a cabeça com as mão, seu choro se intensificou, o choro agora forçando a garganta, fiquei mais preocupado ele vai piorar o estado da agarganta assim.


- Ei olhe para mim. - Falei calmo mas confiante, ele olhou para mim com uma carinha de choro e os olhos quase fechados de tanto chorar, agora com a atenção dele tirei um ursinho de pelúcia do jaleco para tentar o destrair.


- O que e isso? - Como ele não pode responder, dei a resposta em seguida.


- Sim, um ursinho de pelúcia, sabia que ele e muito famoso? O nome dele e gammy bear... - Falei conseguindo a atenção dele que ainda ofegava em pânico mas prestava a antenção.


- Então vou cantar uma música dele pra você. - Enquanto falava o Bakugou começou a coçar os braços, com suas pequenas mãos tremolas intensificava a força em que passava suas unhas pelos braços começando as fincar e tirar algumas frestas de sangue.


Fiquei preocupado mas não posso tocar nele, se não só vai piorar a crise, tenho que afastar os pensamentos dele dessa dor não real.


- Eu sou o gummy bear, meu nome e gummy bear. - Falei cantando e ele olhou para mim.


- Sou colorido e divertido sou o Gummy Bear. - Falei brincando com o ursinho conseguindo me aproximar e sentar na cama enquanto ele enlouquecia com a crise.


-Gummy, gummy, gummy bear Gammy gummy, gummy bear. - Ele me olhou confuso e começou a puchar os cabelos enquanto eu balançava o boneco pela cama.


- Eu canto, danço e me balanço, eu sou o gummy bear. - Cantei o olhando apertar os olhos e inclinar a cabeça para trás ofegando e inspirando com urgência e grunhido de dor, sofrendo por uma dor que nem se quer existe, tudo se torna pior porque ele e só uma criança e não tem noção que isso e uma crise deve ser horrível ter que esperar essa dor cessar sozinha, eu só posso distrai-lo e tentar diminuir a respiração dele.


- Gummy gummy gummy gummy gummy bear, prete atenção nessa dança, Assim que se balança. - Ele olhou para o ursinho e levou a mão ao peito e ficou se balançando em quanto urrava de dor.


- Mexe, remexe pra mostrar que é pop, Veja que dança louca, Pule com toda força, e faça com a boca o som da festa pop, pop, pop. - Ele botou as duas mãos no rosto e olhou para o ursinho mas ainda respirando com dificuldade, mas estava funcionando ele está mais calmo.


- Pode contar comigo, sou seu amigo sou o Gummy Bear oooh. - Falei cantando e ele moveu os lábios e pelo que eu conseguir indentificar pela leitura labiau foi " Amigo ".


Terminei a música e o garoto só ficou mais surtado. - Olhou para mim como se dissesse " Fiquei pior e a culpa é sua" e seu choro se intensificou ao ponto dele soltar um perfeito BUAAAA em forma de grito de choro, desse jeito esse menino nunca vai se curar da garganta, eu já disse que ele não pode falar...


Lagrimas caiam enquanto ele agarrava seus cabelos diante de um sentimento forte e explosivo que parecia não querer lidar, Pensando que a palavra amigo na letra o fez piorar ele deve ter brigado com o seu amigo, me sentei agora próximo a ele.


- Desculpe acho que algo na música te fez lembrar de um amigo importante. - Falei e ele olhou com uma cara de raiva mas sofrida para mim, seu rosto estava vermelho e suas lágrimas se uniam com a saliva que escorria próxima ao final do seu queixo, suas mãos pareciam similar um terremoto enquanto supostamente mantia as mãos engrenhadas nos cabelos espetados, então seu rosto se enfiou entre as pernas encolhidas se escondendo de mim e o mundo se balançando para frente e para trás, como um bebê em apurus, bom ele tem só 7 anos e exatamente como um bebê.


Esse pensamento de ele ser quase um bebê e pode realmente ter sido violentado me fez ficar emotivo e querer chorar, ele estava sofrendo sozinho,..


Então em uma atitude preucupada, avancei em sua direção e o abraçei, ele se assustou um pouco pensei que fosse me bater mas ele envolveu seus pequenos bracinhos tremolos em minha cintura projetando uma abraço de socorro, suas mãos amendontradas agarram forte em meu jaleco desesperadas por ajuda, eu o coloquei sentado em meu colo e permitir que ele chorasse aniado em mim como um bicho preguiça, levei as minhas mãos aos cabelos e esperei até que ele ficasse um pouco mais calmo.


- Ei tente se acalmar. - disse tranquilo fazendo carinho em sua cabeça e ele olhou para mim e como se dissesse não consigo enquanto balançava a cabeça em um não e voltava e esconder o rosto no abraço alertado enquanto se escolhia e chorava.


- Bakugou você consegue sim! Olhe para mim. - Ele olhou e eu falei.


- Bakugou eu te conheço a pouco tempo, mas sei que você e um menino forte, sei que no seu pequeno coraçãozinho tem muita dor e sofrimento, sei que sua vida não está nada fácil, não sei por qual motivo tentou cometer suicídio, mas olha so! Você e um sobrevivente, você e mais forte do que imagina, vamos lá tente vencer essa crise ok? - Falei e ele balançou a cabeça em sinal de sim, o tirei do meu colo e o coloquei sentado na cama.


- Vamos tentar respirar juntos ok? - Ele balançou a cabeça concordando.


- Primeiro sentesse direito, cruze as pernas e indirete a coluna, coloque as mãos nos joelhos...agora vamos inspirar em 4 em 4 tempos ok? - Ele ofegou desnorteado, mas acho que ele escutou.


- Feche os olhos. Solte o ar que tem nos pumoes. - Ele obedeceu com dificuldade.


- inspire em um... Dois... Três... Quatro...

Expire devagar agor. Cinco... Seis... Sete... Oito... isso muito bem, agora inspira de novo, um... Dois... - E assim persistimos os ciclos de respiração diversas vezes, o Bakugou não conseguiu acompanhar todos eles, muitas vezes sentia falta de ar e voltava a respirar rapidamente em plena contagem, fomos insistentes e depois de um tempo a sua crise acabou e ele chorou de alívio e me abraçou e dormiu de tanto chorar...


- Esse pequeno e mesmo muito forte. - Falei o colocando na cama e o cobrindo depois chequei se estava tudo bem com a saúde dele e decidi me sentae em uma cadeira para acompanhantes, já que não quero deixá-lo sozinho até a Karen pegar algumas coisa e voltar para o hospital.






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......................................... Continua......


Capítulo com 3349 palavras


Notas Finais


~ Notas ~

Gente esse capítulo é super importante e ajuda como você pode ajudar uma pessoa em crise.
Primeiro as dores que as pessoas sentem em uma crise de pânico não são reais, crise de pânico causa sensações falsas em quem tem ela

Sintomas físicos de ataque/crise de pânico síndrome do pânico causa seguintes as seguintes coisas durante a crise:

- Palpitações, coração batendo ou aceleração cardíaca
Sudorese.

- Tremores ou estremecimentos
Sensações de falta de ar ou sufocação.

- Sentimentos de bloqueio.

- Dor no peito com sensação de infarto.

- Náuseas, desconforto abdominal.

- Tontura, sensação de desmaiou.

- Calafrios e sensações de calor
Parestesia (sensações de dormência ou formigamento)

- Desrealização (sentimentos de irrealidade) ou despersonalização (sendo separado de si mesmo) *

- Medo de perder o controle ou "enlouquecer"

- Medo de morrer.

eu coloquei algumas coisas que se deve fazer para passar ou ajudar a passar uma síndrome de pânico de uma pessoa que você conhece.

Dicas:

1. Ajude a pessoa a se destrair, exemplos: Música, lendo uma história, falando coisas diferentes algo que chame a atenção, brinquedos, piadas e etc...

2- Controle a respiração ( Método seguro de respiração de 4 em 4 tempos eu o usei no cap)

3- ajude a pessoa e Aplique a técnica do 5, 4, 3, 2, 1

A instrução é de que se olhe no entorno e diga:

5 coisas que pode ver;
4 coisas que pode tocar;
3 sons que consegue ouvir;
2 cheiros que pode identificar;
1 coisa que consegue sentir o sabor.

(essa técnica não foi usada porque o bakugou não pode falar nesse capítulo)

então gente boa noite espero que vocês tenham gostado do capítulo eu me esforcei bastante para fazer ele e estou um pouco insegura então falem se gostaram.

Tem algumas palavras difíceis no pov do Bakugou de 16 anos como cópula forçada, então quando não entenderem as palavras pesquisem.
Vou botar apenas o significado de cúpula aqui.

Cópula forçada: - Estupro, união forçada, vínculo forçado,relação sexual forçada, coito doloroso, copulação.


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