História Bandido bom é bandido...Na minha cama (Bolsolula) - Capítulo 2


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Categorias Ana Maria Braga, Bruna Marquezine, Fausto Silva (Faustão), Neymar, Selena Gomez, Shawn Mendes, Silvio Santos
Personagens Ana Maria Braga, Bruna Marquezine, Fausto Silva, Neymar, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Silvio Santos
Tags Ana Maria Braga, Bruna Markezine, Colegial, Dilma, Drama, Faustão, Intrigas, Lula, Neymar, Pablo Vittar, Romance, Selena Gomez, Shawn Mendes, Silvio Santos
Visualizações 46
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Arrebatado pelo novo aluno


Bolsonaro permaneceu atordoado, as mãos úmidas unidas em cima da mesa. Remexeu-se um tanto desconfortável.

Todos os olhares fuzilavam em cima do novo aluno. A garganta de Jair secou assim que o professor o conduziu até o lado vago ao seu lado. Lula sorriu ao se acomodar ao lado de Jair, os ombros quase se tocando no ato.

— Meu nome é Lula. — Esticou a mão gorducha como se a sala inteira já não tivesse escutado o nome dele. Ainda que tremesse um pouco, Jair aceitou o aperto de bom grado.

Sua mão rodeou a dele mais tempo do que necessário. Lula quis puxar de volta, mas Jair não conseguia soltar. Só o fez quando Shawn o cutucou pedindo um lápis.

— Meu nome é Jair Bolsonaro, mas pode me chamar só de Bolsonaro. — Pigarreou, dando o lápis para Shawn e abaixando a cabeça ao perceber que estava corando.

Quis estapear a si mesmo porque aquele tipo de reação não condizia com o macho alfa que ele deveria ser. Deslizou a mão sobre a ereção que se formava na cueca e olhou para o lado, mal conseguindo prestar atenção na aula sabendo que estava duro daquele jeito só de olhar para seu vizinho.

— Tá com dor no pau? — perguntou Lula, acompanhando o olhar dele e o flagrando afofar as partes íntimas daquele jeito desconfortável. Notou que ele tinha a língua presa, mas o que Bolsonaro mais queria era que essa linguinha dele abocanhasse a cabeça do pau que tanto latejava.

— Não. — Levou um tempo até Bolsonaro se recompor, endireitando-se na cadeira e ajeitando o uniforme. Secou com as mãos trêmulas o suor que escorria pela sua testa. Umedeceu os lábios e fez questão de olhar pra frente a fim de não explodir diante de tamanho tesão. — Só tava ajeitando a cueca, ela entrou no meu cu e estava quase tirando minha virgindade.

Lula assentiu e pelo canto do olho, Bolsonaro percebeu que ele ainda o encarava mais do que devia.

— Bem, a minha já tiraram faz tempo — Lula comentou, fazendo as sobrancelhas de Jair levantarem devido ao espanto.

Lula sorriu, os dentes um tanto tortos lhe obrigando a umedecer os lábios mais uma vez, visto que ressecaram ainda mais de uma hora pra outra. O coração batia ferozmente no peito como um tambor descontrolado. Imaginou-o de quatro sendo fodido por alguém e afastou esse pensamento com a mesma rapidez com a qual teve.

Começou a rabiscar na margem do caderno, a tensão tomando conta de cada célula de seu corpo, que ainda suava em bicas.

— Tá tudo bem? — Lula coçou a barba grossa como se soubesse que isso o deixaria ereto. — Parece meio nervoso.

— É essa aula, não sou muito fã de Português — admitiu Jair, um tanto tímido. Torcia em silêncio para não ser pego na mentira.

Gostava de Português, até dava aulas a Pablo Vittar. Queria se afastar dela porque as coisas começaram a ficar meio estranhas entre eles, já que entre uma conjugação de verbo ou outra, Pablo deixava o lápis ‘‘acidentalmente’’ cair e se abaixava pra pegar caindo de boca no seu bem mais precioso. Odiava-se por ter gostado, tanto que suspendeu as aulas por tempo indeterminado. Mal falava com ela nos corredores. Não tinha nem coragem de cumprimentar.

— Eu também não — disse Lula, dando de ombros. Pelo jeito como ele cuspia ao embolar-se com as palavras, falando de um jeito quase impossível de entender, Jair compreendia a razão para ele não se dar muito bem com a matéria. — Fui obrigado a vir pra essa escola. Odeio o ensino médio, odeio os corredores desse inferno, os professores querendo te foder e detesto o que ensinam. Era melhor ter ficado na cadeia mesmo. Pelo menos lá o povo me fodia de um jeito que eu gostava.

Mais uma gota de suor escorreu pela têmpora de Jair e ele suspirou, nervoso ao se dar conta de que sua mente percorria por caminhos desconhecidos quando olhava pra ele. O desconforto foi se evaporando aos poucos e a conversa assumiu tons mais descontraídos.

Jair parou de segurar a borda da cadeira até os nós de seus dedos ficarem brancos e passou a relaxar. No entanto, as batidas comprometedoras de seu coração só ressaltavam o quão na merda ele estava e o fato de que Luiz Inácio Lula da Silva entrou na sua vida pra fodê-lo. Só ainda não tinha certeza se era do jeito bom ou ruim.



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