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História Banheiro Químico - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oiiieeee

Aqui está um Abo desse casal que muitos amam!!

Jikook Forever

Capítulo 1 - Capítulo único.


Jeon Jungkook ouvia a bronca da mãe querendo desaparecer dali, a alfa tremendamente rígida estava apavorada com a possibilidade de ver seu filhote marcando um ômega qualquer.

Para ela, Park Jimin não era um ômega que fosse se dar bem com o lúpos. A primeira impressão que teve, foi que o pequeno de fios louros é um anjo que caiu do céu, delicado, com um cheiro doce ao extremo, nunca que iria aguentar a brutalidade natural de Jungkook.

— Não quero saber dessa sem vergonhice dentro da minha casa Jungkook! Eu avisei uma vez e você não escutou, trouxe o menino pra cá sem eu saber. – reclamava com o filho.

— Mas não fizemos nada demais mãe! – tentou se defender.

Apesar de ser verdade, Jungkook queria que fosse mentira, ele queria possuir o corpinho nú de Jimin. Mas como o ômega estava com medo e até um pouco nervoso pela inexperiência, Jungkook limitou-se a beijos e chupões, às vezes uma mão boba acontecia.

— Não quero saber! Esse ômega não é pro seu bico Jeon Jungkook, você é um lúpus e tem que se contentar com isso. – ela rebateu.

— A senhora não está preocupada com o meu cio, você está preocupada com a sua reputação! Sabe muito bem que se a família dele descobre que o filho da ex-sócia está namorando o filho deles, eles vão querer juntar os negócios de novo. – Jeon alfinetou a mãe.

— Cala a boca! Não quero saber desse relacionamento, trás ele mais uma vez nessa casa pra você ver se eu não arranco suas bolas fora.

E encerrou a discussão assim, ameaçando o menor com uma fatalidade. É claro que a Senhora Jeon jamais faria isso com o filhote, ela seria presa e o filho poderia morrer devido a exposição de inflamações. Mesmo sabendo que a mãe não é doida a esse ponto, Jungkook obedeceu, conhece a alfa, poderia apanhar muito se não respeitasse a maior.

Jungkook ficou a semana toda tentando evitar as redes sociais ao máximo. Na escola, ele pouco saía da sala, queria evitar o ficante para não dar desculpas esfarrapadas. Mas essa tática durou pouco, Park Jimin puxou o alfa pelo uniforme e o pôs contra a parede.

— Qual é a sua? Me chama pra sua casa, chupa meu corpo todo e depois finge que não me conhece. Achei que fosse diferente! – Jimin estava muito chateado.

Ele nunca havia se apaixonado antes, Jungkook conseguiu mudar sua cabeça e por mais que ele fosse recatado, estava pensando seriamente a perder a virgindade com o maior.

— Minha mãe não nos quer juntos Jiminie, eu sinto muito... – sussurrou para o menor.

O coração do Park parou ao ouvir isso. Ele conhecia senhora Jeon desde que era muito pequeno e quando os negócios entre seus pais estava dando certo, a alfa adorava o ômega mais novo. Mas foi só ela comprar as ações do pai dele, que a amizade entre as famílias se desmoronou e Jimin passou a ser apenas um ômega na visão dela.

— Eu pensei que você me amasse. – Jimin tampou o rosto com as duas mãos.

— Sabe que minha mãe vai fazer de nossas vidas um inferno Minie. – segurou a mão do ômega com carinho.

— Eu não me importo Jeon Jungkook! Se eu estiver com você, nós superaremos as dificuldades. – Jimin virou as costas quando não obteve respostas do mais novo.

Jungkook se sentiu mal ao ver que decepcionou o amor, não quer estragar o relacionamento entre os dois. Mesmo que ame muito sua omma e faça de tudo para agrada-la, ele ama igualmente seu mochi. Então, fará de tudo para ambas as relações se deem certo.

— Amor, me desculpa. – Jungkook correu atrás dele e deu um selinho. — Eu te amo e irei ficar junto de você, independente de qualquer coisa. – Jimin sorriu alegre.

— Sem mais interferências? – perguntou.

— Sim.

Ambos aproveitaram que não tinha ninguém no corredor e começaram a se apalpar, a se beijar e a trocar carícias. Jimin gemeu contra os lábios de Jungkook ao sentir uma bela de uma palmada em em sua nádega esquerda, sua bunda redonda – antes branca – estava adquirindo uma coloração avermelhada.

Jungkook afastou um pouco dos lábios rosados do mais baixo, precisava pegar um ar. E logo depois que seus olhos de ônix se encontraram, esqueceu de seu plano e o atacou de novo.

— Bonito Park Jimin! Eu esperando você para a sua apresentação e você aí de namorico. – a professora de literatura do loiro apareceu na hora H.

Jimin curvou-se respeitosamente para a mais velha e segurou a ponta dos dedos de forma retraida, estava com medo de ser suspenso ou de levar umas reguadas para aprender a se portar dentro da escola. Castigo esse sem cabimento algum, já que diante da constituição, apenas ômegas podem ser castigados fisicamente dentro de uma instituição de ensino.

— Perdoe-me professora, eu me perdi no tempo. – se desculpou formalmente.

— Dá para ver que não foi só no tempo que se perdeu. – deu uma encarada para o alfa, que abaixou o olhar instantaneamente. — O Jimin é um garoto muito vaidoso, senhor Jeon. Como vai mima-lo e lhe oferecer um bom dote se está vadiando durante as aulas? – a veterana indagou para o mais novo.

— Estou em segundo no ranking senhora, obrigado por se preocupar. – Jungkook se mostrou respeitador e não caiu na provocação da mais velha.

— Jimin é o primeiro da turma, devia arrumar um alfa com a mesma competência. O segundo Jeon, é o primeiro a perder

A professora então, levantou o braço com a mão aberta para frente do corredor, indicando que o pequeno deveria ir para a sala. Felizmente, ela ignorou o ocorrido, não brigou com Jimin, apenas assistiu com louvor a apresentação do Park.

Nota 10, como sempre. Seu trabalho individual foi perfeito, sua mãe iria se orgulhar mais um bimestre. Jimin adorava estudar, se sentia bem a cada nota alta que tirava, mas gostava de ficar em casa também. No horário da saída, procurou o alfa na multidão, tinha que conversar um pouco mais e o encontrou na quadra de esportes.

— Como foi seu trabalho? – Jungkook perguntou.

— Eu tirei dez, a professora não ligou para o nosso beijo, graças a deus. - comentou feliz.

— Ah, é? – perguntou mais sedutor e puxou o ômega para mais perto de si. — Sinal que temos que aproveitar, certo? – Jungkook roubou um beijo do namorado, fazendo seus pelos arrepiarem.

— Jungkookie. – manhou excitado. — Eu quero você amor, quero que me preencha, que me marque como seu único ômega. – pediu.

— Bebê, eu quero muito foder você. Mas como? Não posso te levar pra minha casa e nem eu posso ir na sua!

— Meus pais viajaram Kookie, me encontre amanhã, depois da aula vamos juntos para casa. – Jungkook concordou, ansioso com a ideia.

No dia seguinte, Park esperou o dia inteiro. Antes de começar a aula, Jimin esperou o mais novo chegar e rachou a cara quando ele não apareceu. Outro dia e Jungkook não apareceu, ja era manhã de sábado, então Jimin se limitou a enviar mensagens para o amor e nenhuma foi sequer visualizada. No domingo a noite, pensou em ir na casa do alfa, mas se lembrou que não era bem vindo e que a mãe dele poderia o amedrontar, por isso, só esperou o pai chegar em casa e jantar com a família.

Segunda-feira e o ômega bloqueou o alfa das redes sociais, ele viu que as mensagens foram visualizada às 6 da manhã e não foram respondidas. Jimin então, entendeu que o alfa estava brincando com seus sentimentos.

Às sete da manhã já estava no refeitório da escola tomando o dejejum, estava sozinho, pois seu nível de irritação estava tão alto que se algum amigo viesse desejar bom dia, Park iria mandar se fuder.

Como se não bastasse a raiva que Jeon o fez passar, agora com a maior cara lisa, aparece na frente do ômega como se nada tivesse acontecido.

— Eu não tenho tempo para isso! – Jimin se levantou da mesa mas Jeon segurou sua mão.

— Eu entrei no cio Jimin, eu não pude te encontrar. – Jungkook comentou e Jimin riu sarcástico de sua cara.

— Que desculpa, viu?! Não poder me foder por causa de um cio, é pior que matar a avó como desculpa Jeon! Se estava num cio, deveria ter me comido com mais vontade! – Jimin não tinha pudor nenhum na hora de falar palavras chulas.

— Minha mãe me dopou, amor. Um lúpus não pode ficar num cio sem o ômega, eu poderia estuprar alguém ou tentar me matar. Por favor, me desculpa! Eu juro que hoje eu te visito, vou para sua casa. Olha só o que eu comprei. – tirou cinco camisinhas do bolso, e mostrou ao Park que fez o alfa fechar a mão imediatamente.

— Está louco? Guarde isso, os professores podem ver. – Jimin pediu e Jungkook obedeceu sem pestanejar. — Não dá mais pra você ir na minha casa, meus pais voltaram de viagem. – lamentou infeliz.

Jungokook agarrou a nuca com suas mãos e encarou o teto. Acabou com sua chance de tirar a virgindade do ômega e de si próprio, se sentia um condenado a virgindade eterna.

Jeon entrou na fila do café e pegou uma fruta, tinha que se alimentar para ter um pingo de vontade de assistir as aulas tediosas de álgebra. Dentro da sala, fez mil e um planos para encontrar o namorado de maneira com que os pais de ambos não surtassem. Durante quatro horas de aula, Jungkook escolheu os cinco melhores planos e levou para o Park analisar.

— Na praia Jeon? Está louco? – Jimin questionou irritado.

— O que tem? Vai ser a noite e estará deserto. – Jungkook rebateu.

— É, como se meu pai deixasse eu sair depois das seis. – Um empecilho, ele sabia que isso ia acontecer.

— E que tal domingo a noite? As empregadas vão para casa na folga e seus pais estão na igreja. O culto demora duas horas e meia, a gente goza rapidinho e pronto!

— Realmente, você pode ir na minha casa domingo a noite que ninguém vai ver. – Park sibilou.

— Ta vendo só? – Jungkook sorriu.

— Inclusive eu, né seu jumento! Minha mãe me obriga a ir na igreja, eu posso estar morrendo mas tenho que estar orando para o senhor. Domingo também não dá.

— Bom... eu pensei também em ir num motel mas como nós somos menores de idade, é difícil pagar uma diária. Então, pensei em alugar o quarto dos fundos daquele prostíbulo da rua de baixo do shopping.

— O lugar que você respira perto e pega Aids? Não Jungkook! Lá é imundo! – Jimin se opos.

— Tá, mas eu também pensei que pudéssemos fazer aqui na escola, na sala de vídeo, ninguém nunca vai lá. – Jungkook falou.

— Se pegam a gente, 'nós tá' fudido! A gente vai ser expulso, nosso histórico manchado para sempre e sem falar nas nossas bundas depois da pisa que nossos pais vão nos dar. – Jimin negativou mais uma das opções, agora só tinham a última.

— Olha, nossa última opção é foder no... banheiro... químico do parque.

— Você pirou Jeon Jungkook? – Jimin gritou. — Lá é lotado de crianças!

— Não amor, to dizendo o banheiro químico do outro lado do parque, aquele que ninguém usa, perto do esgoto.

Park teve ânsia de vômito assim que pensou na possibilidade de foder perto de um esgoto. De certo que seus hormônios da adolescência o fazia ficar excitado, era certo que seu namorado era um puta gostoso e ele queria chupa-lo inteirinho, é claro que Jimin acordava molhado sempre que sonhava com os beijos do namorado. Mas ele era um Park caralho! Era um menino fino, elegante, sonhava que sua primeira vez seria especial e não na porra de um banheiro químico.

— Você enlouqueceu Jungkook! – Jimin gritou. — Tá vendo isso aqui? – Mostrou os dedos gordinhos, brancos e pequenos. — É o que entra no meu rabo toda noite! E é isso que vai continuar entrando até você se tornar maior de idade e pagar um motel decente para mim! Até lá, você bate punheta vendo minha foto e deixa meu cu como ele tá!

Jungkook viu o Park caminhar para o carro, seu motorista havia chegado. Ódio, era o que Jeon sentia no momento. Sua omma nunca fora uma mulher fácil, sempre foi muito conservadora e abominava qualquer tipo de relacionamento amoroso que parta de seu bebê.

Quando Jungkook era criança, ela repetia constantemente "Você vai namorar quando eu quiser e se eu quiser". Geralmente, repetia a frase ao ver que ele estava próximo demais de ômegas.

Jungkook caminhou para casa, chutando pedrinhas durante todo o caminho. Ele tinha que conseguir um lugar para transar com o seu ômega, mas como? Não era maior de idade para mandar em sí próprio.

Quando chegou se deparou com sua mãe pondo a mesa do almoço, revirou os olhos para a tigela de ervilhas, ele odeia ervilhas.

— Filho, come um pouco antes de descansar. – a alfa pediu mas Jeon negou.

— Tô sem fome. – murmurou subindo as escadas.

Passou a tarde pensando no amor, sua ansiedade batia a cada minuto querendo encontrar o namorado, mas sabia que não podia. Olhou para o relógio, ouviu o silêncio, sua mãe devia estar trabalhando no escritório da casa. Pegou os fones de ouvido, abriu a galeria, viu diversos nudes de Jimin e vídeos do mesmo. Apalpou um pouco o pênis e sentiu uma leve ereção. Jungkook sabia que o loiro o deixava cheio de tesão, suas fotos em diversas posições sensuais o deixava tão excitado, precisava se masturbar um pouco pensando naquele buraquinho rosado.

— Filho? – a mais velha bateu na porta. — Mamãe pode entrar? – perguntou de longe.

Jungkook soltou um suspiro irritado, estava puto por ter sido interrompido. Mas deixou a mãe entrar para conversar com ele. Pelo que parece, o pai do Jimin juntamente com o pastor estavam fazendo um evento beneficente, para doação de roupas e afins, sua mãe pediu para que Jeon separesse roupas que ele não usasse mais ou que já estavam pequenas. Outras pessoas necessitadas podiam querer.

— Claro, eu separo algumas e levo para o parque mamãe. – Jungkook respondeu.

— Vou separar algumas também filho, você leva a minha e a sua. – ela citou e ele assentiu.

Assim que a mãe saiu, Jungkook levantou e foi procurar algumas roupas, pegou algumas calças, umas blusas e umas bermudas que não gostava muito, jogou tudo em uma caixa, sem ao menos dobrar. Foi até o quarto de sua mãe e buscou as roupas dela, juntou as duas na caixa e caminhou até a pracinha.

A mãe de Park estava recebendo as pessoas, ela estava com uma saia longa e uma blusa de manga. Suas roupas eram caras, mas eram crente de todo modo...

— Jungkook! Que bom que está aqui, trouxe roupas? – ela perguntou.

— Sim, algumas minhas e outras da minha mãe. Tem roupa íntima nova e lacrada aí também, minha mãe comprou mas decidiu doar. – Jungkook respondeu entregando a caixa.

— Obrigado Jungkook. O Jimin está ali, pegando nomes para oração, pode colocar o seu. – Jeon é muito ateu, mas para ver o amor, faz um esforço de orar um pouquinho.

Ele caminhou até o mesmo, sem que falasse nada, Jimin sentiu sua presença então, sem tirar os olhos da prancheta, iniciou a conversa.

— Boa tarde, o senhor já conhece nossa casa de deus? – Jimin perguntou olhando para prancheta, mas quando cheirou o perfume de seu lúpus seus olhos brilharam. – Jungkook? O que faz aqui? – ele perguntou sorrindo.

— Vim trazer algumas roupas amor. – Jeon se explicou.

— Ah... quer colocar seu nome para uma oração? – Jimin perguntou.

— O meu não, sabe que deus não existe. Nem se ele quisesse poderia me ajudar. – como dito antes... tremendamente ateu.

— Para com isso Kookie... – manhou. — Deus existe! Não tem algo que você queira muito? – Jimin perguntou.

— Tem, comer o seu rabinho. – ele falou sem nenhum pudor e Jimin revirou os olhos pegando a caneta.

— Jungkook, alfa da familia Jeon, pede uma oração para que bênçãos caia sobre sua vida. – Jimin escreveu. — Está bom? – perguntou.

— É, pode ser. Mas não tira o fato de eu estar com um puta tesão e querer comer seu rabo. Vamos ficar um pouco depois que você terminar, Minie, eu quero matar a saudade. – O alfa pediu manhoso.

— Aish, eu vou só... – foi interrompido por uma voz grave.

— Se não tem gente pedindo oração Jimin, você devia estar espalhando panfletos! – o pai entregou os papéis na mão do ômega.

— Sim senhor. – Jimin falou e começou a andar em volta do parque, entregando todos aqueles folhetos.

Jungkook ajudou o pequeno também, mesmo que não acreditasse, leu os versículos da bíblia para as velinhas que andavam com seus cachorrinhos.

Na hora que as doações acabaram, Jungkook ajudou a desmontar as tendas e arrumar as coisas para irem embora.

— Jimin, já pegou as bíblias e os folhetos que sobraram? – senhor Park perguntou.

— Sim senhor. – murmurou.

— Ótimo! Vamos para casa, temos que nos arrumar porquê hoje vamos jantar com o pastor no restaurante. – depois dessa, Jimin sabia que o pai não iria deixar ele ficar com o Jungkook. — Eu preciso te pegar no colo? Vamos andando! – o pai apressou.

— É que, papai, eu queria passear um pouco com o Jungkook. – Jimin falou de uma vez só.

— Não Jimin, a gente vai sair e também já está escurecendo, é perigoso para um ômega. – seu pai como sempre, não deixou.

— Eu posso leva-lo em casa, liga para o Jimin quando todos tiverem se arrumando que eu o levo pra casa. – Jeon sugeriu.

— Amor, deixa o Jimin passear. O Jungkook vai leva-lo para casa, eu confio nele. – senhora Park tentou convencer o marido.

— Está certo Jimin, eu não quero me aborrecer com você. Esteja em casa dez minutos depois que eu te ligar ou vai ficar sem comer esta noite. – o pai deu o veredito e foi embora.

Finalmente, os dois pombinhos estavam sozinhos no parque. A primeira coisa que fizeram, foi comprar um sorvete para dividirem. Jeon pos a mão em volta do ombro do ômega e lambeu um pouco do sorvete, oferecendo o resto para o pequeno.

Jimin fez uma expressão de dor, no momento que lambeu o sorvete, deixou a casquinha cair no chão e se curvou com a mão no ventre. Jungkook teve que segura-lo, para o mesmo não cair no chão. Trinta segundos se passaram e Jungkook viu o suor do ômega pingar e um cheiro adocicado delicioso se expandir por todo lado.

— Jimin, o quê houve? – Jeon perguntou.

— Dói Ggukkie. – manhou com uma voz de neném.

— O quê Jimin? Onde dói? Foi o sorvete? – Jungkook nunca viu um piriri tão forte.

— Meu cio alfa! Eu entrei no cio Jeon, por favor, faz parar. – Jimin pediu enquanto se derretia de tesão.

— Eu tenho que te levar pra casa. – Jeon se levantou, levantando Jimin consigo.

— Não! Me come ggukkie, me come! – Jimin estava ofegante.

— Não me peça isso Minie, você está no cio, eu posso te engravidar mais facilmente. – Jungkook se preocupou.

— Não Kookie, você tira antes de gozar. Goza fora, vamos para o banheiro químico.

Ah... o banheiro, antes insultado por Jimin, agora vai ser o seu lugar de refúgio. Jungkook pegou o Jimin, o levou para o banheiro, os dois estavam tão eufóricos que nem tiraram a roupa por completo, apenas abaixaram o suficiente para cruzarem.

Jimin fechou os olhos e esperou a primeira estocada. Ele estava tão lubrificado, que mal sentiu entrar, Jeon se enfiou inteiro dentro do mais baixo sem nenhum problema. Na hora, um miado arrastado de puro prazer e gula, Jimin se sentiu ótimo, não era como se ele enfiasse seus dedos ou um consolo, era o pau de seu namorado! O alfa mais gostoso de toda Busan.

— Gostoso... porra! – Jimin gemeu num tom inaudível, ele estava quente naquele momento.

Jungkook começou a acelerar o ritmo, segurou firme na cintura modelada do mais baixo e pôs sua pélvis contra a bunda de Jimin. E de novo, de novo e de novo. Repetidas vezes Jungkook estocou fundo e forte, apesar de ser a primeira vez de ambos, o alfa acertava bem na sua próstata e por reflexo, o Park contraía seu buraquinho fazendo o mais novo revirar os olhos de prazer.

— Tão guloso... – Jungkook murmurou ao pé do ouvido. — Esse seu cuzinho me aperta Jimin, é tão gostoso ver você piscando no meu pau. — Jungkook dizia com a voz rouca de tanto tesão.

— Alfa, você que faz isso comigo. Seu pau é tão perfeito, tão grande, me fode mais Gukkie-ah. – Jimin manhou, ao extremo.

Jungkook tirou a mão da cintura do mais velho, começou a apertar o mamilo alheio. Jimin entrou em choque quando as mãos gélidas tocaram sua aréola rosada, era como se pudesse masturbar o ômega apenas com toques pelo peitoral.

Seu colo do ânus começou a inchar, Jimin estava perto do orgasmo. Jungkook ia cada vez mais rápido, seu quadril era como um vento forte. Jimin pensava apenas no prazer, seus olhos foram escurecendo na medida em que ia sentindo o corpo esquentar. Quando Jungkook acertou a próstata do menor em cheio, o ômega soltou um grito alto e gozou forte, tanto que esporrou na parede da descarga do banheiro.

Jungkook tinha olhos de ônix, um nó tinha amarrado os dois naquela posição. Sem pensar muito, marcou o ômega como sendo sua propriedade e gozou dentro do pequeno, podendo lhe dar uma ninhada cheia de filhotes.

Jimin respirou fundo depois que sentiu o gozo do maior dentro de si, puxou sua cueca quando o nó se desfez e vestiu sua calça. Deviam ter umas dez ligações perdidas de seu pai, claramente Jimin não ia jantar naquela noite.

Valeu a pena.

O pai de Jimin, assim que chegou da janta com o pastor, estava pronto para lhe dar uma bela surra. Para o senhor Park, Jimin tinha desrespeitado sua ordem em relação ao compromisso com a família. Mas quando aquele homem sentiu o cheiro doce de seu filhote misturado com o cheiro amadeirado de alfa, sabia que o mesmo tinha tido suas relações sexuais pela primeira vez e que estava marcado.

Sem delicadeza alguma, Park abriu a porta do quarto do primogênito e o avistou na penteadeira, penteando seus fios.

— Com quem perdeu sua virgindade? – perguntou curto e direto.

Jimin tinha tomado banho, achou que tinha tirado o cheiro do namorado do seu corpo. Mas pai alfa, é pai alfa, ele sabe muito bem quem esteve por perto de seu filhote.

— Appa eu... – ele se apavorou e o pai deu um passo para frente. — Eu entrei no cio! Eu namoro o Jungkook há alguns meses pai, como ele estava perto de mim na hora, eu não aguentei, eu juro que não foi proposital! – Jimin se explicou pateticamente.

— Ele te marcou sem você querer? Ele te violou? – direto mais uma vez, para ele não existia conversas calmas com o filho.

— Não! Eu quis, eu pedi. – o Park admitiu.

— Certo, ligarei hoje para o pastor e para a mãe do Jeon, marcaremos o casamento o quanto antes.

E Jimin chorou... como ele chorou achando que tinha arruinado a vida de Jungkook, sua mãe com certeza iria mata-lo.

No dia seguinte, ambas as famílias fizeram um acordo. Se Jimin estivesse grávido, eles se casariam no mesmo ano, mas se Jimin não tivesse prenho, prorrogariam a união até que ambos estivessem estabilizados e formados.

É claro que a mãe de Jungkook não gostou nada da notícia, sua vontade era surra-lo até ver o garoto chorar, como fazia na infância. Mas não podia, o menino já era crescido e sabia que isso só tornaria o mais rebelde e indisciplinado.

Após dois meses depois da primeira relação, apesar do sono constante e da fome, Jimin não estava a espera de filhotes. Era apenas hormônios adolescentes em seu corpo, o fazendo ficar preguiçoso e faminto. Eles não teriam de se casar tão cedo, depois do susto, eles criaram juízo, começaram a usar camisinhas e se cuidavam melhor.

As familias aceitaram o namoro, a mãe de Jungkook voltou a ser sócia dos pais do Park e ela estava gostando de ver que estava mais próspera do que realmente era. Os dois apaixonados podiam se ver quando quisessem e Jungkook até ia na igreja de vez enquanto. No final tudo deu certo, tudo se encaminhou como devia, graças ao banheiro químico.


Notas Finais


Me falem o que você achou dessa fic!

Um beijooooo


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