1. Spirit Fanfics >
  2. Banho de sangue >
  3. Chapter. 3

História Banho de sangue - Capítulo 3


Escrita por:


Capítulo 3 - Chapter. 3


Sonata on

Enquanto eu observava Sapphira se afastar cada vez mais de nós, junto daquele tal de Reiji, nos deixando plantadas ali sem saber o que fazer. Ela estava com uma expressão diferente, lançando um olhar de preocupação para mim e todas, mas logo voltou a olhar reto, para manter a postura. Após Sapphira se afastar de nós em uma distância bastante considerável Serena comenta "Ela vai nos deixar aqui, não tem como melhorar..." Após um bufo ela completa "Preciso de ar." Logo vejo Serena indo em direção a porta da qual havíamos entrado a pouco, com Serena fora de vista o cara com voz de ator pornô, não que eu tenha conhecido muitos atores pornôs na minha vida, se pronúncia "Fufu~ Parecem estressadas, porque não vão aos quartos descansar?, Se quiserem podemos até fazer algo a mais..." Susie k olha de relance meio espantada e respirando pesado, "Nem fudendo que eu durmo do lado desse maluco." Ela murmura, mas todos conseguiram ouvir, ao ponto de o ruivinho Ayato começar a gargalhar, tudo o que posso sentir, são braços pequenos a me rodearem, logo identifico que a dona deles é Stella, que havia puxando minha cintura, e Susie vir até mim, não só segurando mas como apertando meu braço, me puxando para andar rapidamente "Fico em qualquer lugar, mas me dá calafrios ficar em uma sala com eles junto." Ela reclama de modo baixo, de modo raivoso, não só me levando, mas levando Stella para fora dali, igual a Serena. Fomos caminhando e caminhando, até ouvirmos um estrondoso barulho pelo o que parece correntes, todas se assustaram, mas como eu queria muito saber o que era, deixei minhas irmãs e segui até o final do corredor, onde eu cheguei a uma grande porta, com as correntes que prendiam as mesmas, ao chão, abro levemente o cômodo, vendo não muitas coisas, mas era de fato muito bonito. Fiz um sinal para minhas irmãs, do qual seria um "pode vir." E assim foi feito, elas andaram rapidamente até mim e com muito receio me seguiram para dentro do quarto. Ao entrar percebo que não era nada demais, havia umas jóias, que devo admitir, são muito bonitas, uma estante grande de livros, da qual me despertou uma curiosidade e bastante coisas cobertas por panos brancos. "Que lugar é esse?..." Pergunta Stella receosa, "Contanto que estejamos longe daqueles monstros, pouco me importa onde estamos." Diz Susie se sentando em um tipo de cadeira, mas não dava para ver, pois estava coberta. Vou em direção a estante de livros, folheando alguns "Só há álbuns de fotos aqui." Me pergunto se essas mulheres das fotos são antigas noivas, e se são, o que aconteceram a elas?.

Serena on

Enquanto eu andava por aquele lindo jardim, do qual eu já havia visto mais cedo, fiquei refletindo sobre algumas coisas. Por algum motivo, aqui é o único lugar do qual eu consigo ficar em paz e me sentir bem, quando finalmente chego nas rosas brancas, já que aquele jardim, no começo são rosas vermelhas e no meio, mais pra perto da torre, são rosas brancas, a reação não podia ser outra. As rosas com seu brilho perfeito, quase como se brilhassem a luz da lua, sem nenhuma imperfeição, enquanto vou andando por elas com a sensação de pureza rondando por todo meu corpo, decido prestar atenção na torre a minha frente, era meio longe, mas era bem nítida, até mesmo por dentro, pela pequena janela que habita lá, fico quase como hipnotizada por alguns segundos, já que como a estrutura era muito bem feita e cheia de detalhes, sem contar as rosas que a rodeiam, a sensação é quase parecida, porém há um peso, uma tristeza, eu consigo sentir a amargura. Minha atenção é roubada graças a sensação de um vulto por trás de mim, novamente aquela presença, parecia ser uma forma feminina, me sentindo estranha decido me convencer de que tudo aquilo foi apenas minha mente me pregando uma peça, já que eu estava estressada demais, estava começando a imaginar coisas. Com aquela sensação ruim me rondando, resolvo entrar novamente e procurar minhas irmãs, nem fudendo que eu iria ficar moscando sozinha, passo por alguns quartos, subo algumas escadas, até chegar na mesma sala que estavamos antes, onde o Hulk albinl, ainda estava lá, agora deitado no sofá, bem no lugar onde o loiro estava,  parecendo esperar algo, mas sinceramente, não é problema meu, me viro dando meia volta, e continuo a caçar minhas irmãs.

Suzie on

Enquanto debatiamos sobre as fotos estranhas/antigas e os diários aleatórios de caligrafias diferentes que apareciam, eu estava mais interessada nas jóias, incrivelmente brilhantes e lindas. Em certo momento um barulho tomou o local, me fazendo pular de susto junto as garotas que fizeram um gritinho, "Bando de fracas." Diz Serena entrando pela porta e logoa fechando. "Você... Você quase me matou de susto Mau." Diz Stella para Serena, bastante ofegante, com uma cara engraçada. Enquanto eu e Sonata seguravamos o riso, Serena fala logo em seguida "Foi mal, não foi de propósito, eu estava procurando vocês." Sonata a postura e pergunta após coçar a garganta "Por acaso você viu a Sapphira por aí no seu trajeto?" Serena vai fechando a cara aos poucos, "iih" murmuro para mim mesma "Não..." Ela responde totalmente seca, não mostrando interesse ou preocupação, o clima ficou tenso e sinceramente começou a me incomodar "Para onde será que ela foi com aquele Keiji...Reiji... Tanto faz." Eu digo com um pouco de humor, tentando melhorar nem que seja um pouco aquele ambiente "Seja lá pra onde foram, fico preocupada, ela parecia com medo..." Diz Sonata "Todas estamos, é inevitável." Novamente Serena abre esse bocão!, Cortando o clima de novo, na moral, ela não tem botão de desligar não?, Logo ela percebe e então continua "Bom, esse dia foi o ápice dos dias estranhos pra mim, fui vendida pelo meu próprio pai, estou presa em uma mansão aleatória no meio do nada e ainda fiquei noiva de um vampiro, o que podia piorar?." Stella coça os olhos claramente com sono e diz bocejando "Essa novela inglesa, está mais pra mexicana..." Logo decido dizer algo "Que injustiça não?, Eles que escolheram, não tivemos nem opção.", Logo sonata olha para mim e diz "É, realmente, mas talvez eles tenham se baseado na ordem de filhos, tipo primeiro com primeira, último com última." "Faz sentido." Comenta Serena olhando para o nada, e logo depois Sonata completa "Serena é a mais nova e o cara temperamental também parecia ser." Reviro os olhos e digo "Ha, pode ser, mas espera, tu tá preocupado se o loirinho não te escolheu por aparência mas sim por idade?." Se passando um tempo que pelas minhas contas foram um cinco segundos inteiros, Sonata pergunta "...Como é?."

Sapphira On

Seguindo Reiji, esse vampiro que me escolheu, me levando em direção ao... Não sei para onde vamos, nem o que vamos fazer lá, possivelmente estará me levando ao quarto, mas enfim, eu só sei que para causar uma boa impressão e até talvez ganhar sua empatia, resolvi obedecê-lo. Andávamos em silêncio pelos corredores, afinal, sobre o que conversariamos?, "Seu sangue está correndo bem hoje?" "Como foi ser vendida pelo próprio pai?" Acabamos passando pela mesma sala da qual eu e Sonata estávamos espiando ele e Shu, e portanto Reiji quebra o silêncio perguntando "Era você?" "Eu?, Eu o que?" "Que estava olhando pela porta?" Fico uns segundos em silêncio e então digo "Quem abriu a brecha foi minha irmã." "Sua irmã e você, eu vi." Então porque perguntou caralho? "Se quiser que nada de rui. Aconteça a você, vai ter que parar de ser intrometida, e fazer o que eu mandar..." Ele completa, me deixando totalmente desacreditada, interrompo ele então dizendo "Como assim fazer o que você mandar?, Eu não te pertenço." Ele para no meio do caminho, me fazendo arrepiar, ele dá meia volta, vem em minha direção e aperta meus pulsos, me pressionando na parede com brutalidade "A partir do momento do qual você entrou aqui em minha casa e eu lhe escolhi como parceira, você é minha, você não é nada perto de mim, apenas um ser insignificante e mortal, o que você quer não interessa, já que pelo visto nem consegue cuidar de si mesma." Ele diz de jeito frio, vazio e extremamente brutal. Acabo ficando envergonhada, já que ele além de estar certo, me submeteu a essa... Humilhação, acabo ficando ruborizada sentindo minhas bochechas queimarem, e como não queria que ele visse aquilo, abaixo minha cabeça, olhando para o chão, ele dá um leve sorriso e diz "Patético" assim me solta, fazendo meus braços caírem novamente para baixo, e a ardência em meus pulsos se fazer presente. Após isso continuamos a andar, não demorou muito e paramos em frente a uma grande porta, Reiji olha pra mim e diz "Esse meu quarto, você vai dormir aqui." A porta se abre e receosa vou andando devagar, olho para a cama me sentando na mesma e então ouço a pergunta após ouvir a porta ser fechada com brutalidade me fazendo dar um pulinho "Quer chá?" Olho para o homem e digo "Como eu poderia recusar?" Enquanto ele fazia o chá, em uma mesa no canto do cômodo ele me pergunta novamente, agora já com o chá em mãos, me dando o mesmo "Então, suas irmãs são bem diferentes em suas personalidades, fisionomias, o que se deu a isso?." Ele se senta na poltrona em frente a mim e eu um pouco incomodada com a pergunta aperto minhas palmas e digo vagamente "Somos de certos... Parentes diferentes, é uma longa história." Me olhando de rabo de olho ele diz "Estou disposto a ouvir-la" após alguns segundos, suspiro cansadamente e digo "Tem meu pai e minha mãe, deles nasceu a mim e Sonata, alguns anos depois nossa mãe traiu meu pai e acabou tendo a Susie, como forma de reconciliação acabaram tendo a Stella, e como forma de vingança meu pai engravidou uma prostituta dando a luz a Serena." O cômodo fica em silêncio por alguns segundos mas então outra pergunta é ouvida "O que aconteceu com esses amantes?" Esse cara gosta de perguntar não?, "O pai de Susie era o mordomo, claramente meu pai que já era um tanto quanto poderoso, matou o pobre coitado, e a prostituta provavelmente morreu em alguma vala...Meu pai adotou Susie, já que ele não conseguiria deixar uma pobre bebê morrer por culpa de um erro idiota, por mais que quando Susie estava crescendo seu pensamento tenha mudado, e minha mãe que havia reconhecido a bondade de meu pai ao aceitar aquela criança e a conceder um pai e família, resolveu adotar Serena também, e introduzi-la na família..." ele ficou em silêncio por uns instantes como se estivesse analisando cada momento daquele história confusa. Comecei a ficar um pouco envergonhada pelo fato de ele não ter dito nada, estava apenas me encarando, encarando intensamente. Decidida a quebrar o silêncio eu pergunto "Mas seus irmãos são diferentes da mesma forma. Suas aparências, modo de falar, ao que parece suas personalidades também são diferentes, porque?" Ele mexe sua colher misturando seu chá e responde "Somos filhos de mães diferentes, eu e Shu somos de uma, e os mais velhos, Ayato, Kanato e Laito, são os do meio e de outra, já Subaru, é o mais novo e também de outra mãe." E o quarto voltou a ficar em silêncio, por uma boa quantidade de tempo. Assim q eu terminei de beber meu chá comecei a ficar tonta, me levanto então e sinto minha cabeça girar cada vez mais forte, vou andando em direção a porta até que eu me encosto nela tentando a abrir, mas nem força pra fazer isso eu tinha mais, até que eu perdi minhas forças, minhas pernas estremeceram, me fazendo cair no chão. Reiji observava cada movimento meu com sua bochecha um pouco corada e um sorriso de satisfação e divertimento estampado em seu rosto, ele se levanta, repousando sua xícara no braço da poltrona, e vem em minha direção, com medo, vou me arrastando até o canto do quarto, ele retira suas luvas delicadamente, expondo suas pálidas e frias mãos, se abaixando ao meu corpo, ele aperta brutalmente meu pescoço, nervosa comecei a chorar, não possuia nem forças para falar, ele continuou apertando, e a última coisa que eu ouvi foi "Você fica muito mais bonita com essa expressão." Ele veio se aproximando de meu pescoço, abriu sua boca exibindo seus afiados caninos e assim apaguei. Ele me drogou, uma pessoa com a minha estatura física precisaria de no máximo 100g para adormecer, e isso aconteceria segundo meus cálculos em uns trinta minutos. os efeitos foram tão rápidos que eu senti como se ele tivesse me dado o dobro!, Foi questão de cinco minutos que estávamos conversando eu logo comecei a ficar tonta.

Stella on

Estava tudo bem, eu, Sonata, Susie e Serena estavamos começando a ficar mais próximas e isso me alegrava, finalmente minhas irmãzonas se entendendo. Até que a porta é aberta e aquele cara albino aparece, Serena fica literalmente com um ponto se interrogação na testa e ele diz "Você vem comigo." "Eu não vou pra lugar nenhum." Ela diz, Subaru respira e diz "Eu não quero me estressar com você" e novamente Serena debocha "É só não me estressar." Já perdendo a paciência Subaru vai em direção a ela, a pegando no colo e pondo em suas costas como um saco de batatas "Me solta!" Ela grita e ele diz "Eu avisei." Enquanto Serena gritava e se debatia Sonata havia perguntado "Vamos ajudar?" Susie analisa um pouco a situação, olha para Sonata e então as duas dizem juntas "Nhe, ela tá bem." "Me solta caralho!." E assim ela some de minha vista, a conversa incrivelmente volta ao normal e eu acabo cochilando, sentada, conversando!. Acordo com Susie me chacoalhando e dizendo, "Acho melhor tu procurar um lugar para dormir." "Você tá certa, preciso mimir..." Levanto dali, dando um tchauzinho para elas e decido ir para o único cômodo do qual eu conheço nessa casa. Chegando ao quarto roxeado, sinto um cheiro de queimado, porém não há nada pegando fogo, dou de ombros, deve ser as redondezas, dento na confortável cama a minha frente e poucos segundos antes de dormir, uma silhueta de um urso pode ser vista por mim. Mas o que?.

Susie on

Poucos minutos após Stella ir embora dali, Sonata se diz estar com sono também, ela me pergunta se eu não queria acompanhar ela, para achar um lugar para dormir, uma ótima idéia porém acabo optando por ficar naquela sala mesmo, e por consequência, enquanto eu via um dos álbuns de fotos, acabo apagando, eu realmente estava muito cansada, de tudo. Quando acordo novamente, me vejo em um quarto diferente, verde, eu me sentia no útero de minha mãe com aquelas quentes cobertas a me cobrirem, mas...havia algo estranho, quando vou coçar minha coxa, a sinto totalmente nua. Eu estava de calça quando cheguei, olho por de baixo da coberta e me enxergo apenas de camisola, minhas bochechas começam a queimar, eu não me lembro de ter me trocado.

Sonata on

Saio da sala deixando Susie sozinha, não sei aonde é meu quarto já que pelo visto a barbie vampira não levantou um dedo pra me avisar onde fica isso, bufo entrando eu praticamente todos os quartos, tentando achar o mais agradável, até que quando eu viro o corredor o belo choro do violino consome meu coração e ouvidos, desde pequena eu sou apaixonada por música clássica, graças a minha mãe, que tanto gostava que me deu este nome, Sonata. Vou seguindo o som do violino, a música era lenta porém muitas vezes ela acelerava conforme as coisas iam, digamos que era estilo baile vampírico, por coincidência, abro um sorriso ao ver da onde estava saindo a melodiosa música, abro a porta do quarto, dando de cara com coincidentemente a barbie. Ele sabe que eu entrei, mas não faz questão de abrir os olhos ou se dirigir a mim. Fiquei um pouco envergonhada pois eu não sabia o que fazer, portanto como aquele quarto seria meu a partir de hoje, levantei o cobertor, repousei meu corpo na enorme e macia cama amarela, fechei meus olhos e apreciei aquela linda música até o último momento de minha lucidez.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...