História Barely Breathing - Capítulo 2


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Palavras 2.945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI OI OI!
Gente, em comemoração aos CINQUENTA favoritos de BB, decidi postar o segundo capítulo!
Queria agradecer á todos que estão contando comigo. Sério mesmo, não sei o que seria de mim sem vocês <3
Não quero falar muito, então espero que estejam preparados para mais surpresas no capítulo de hoje MUAHAHAHA
Sem mais delongas... Enjoy! <3

Capítulo 2 - 02. barely talking.


POV Cassidy

Inspira.

Fecha os olhos.

Conta até dez.

Expira.

Abre os olhos.

Ainda me acostumando com a claridade do pôr do sol em meus olhos, os fecho brevemente e ponho uma mão para cima para cobrir minha visão, infelizmente atraindo a minha atenção para as pequenas linhas já cicatrizadas em meu pulso. Rapidamente, ponho o meu braço abaixo novamente e volto minha atenção para o pequeno tumulto por trás das câmeras. Catherine – minha irmã/empresária – está dando ordens para as pobres pessoas que mal tem culpa do atraso da infame jornalista. Enquanto isso, Cabott está sentado do lado da mesa de comes e bebes, com um pequeno croissant em sua boca enquanto tamborila com os seus dedos em sua perna e de olhos fechados, provavelmente pensando em alguma música nova. Alex não está à vista, mas deve ter ido ao banheiro ou atrás de algum rabo de saia que viu por aqui. Pobre garota, por sinal.

Finalmente a jornalista chega e vejo de relance Catherine soltar olhares mortais na direção da mulher antes dela virar-se e minha irmã mais velha mudar totalmente a sua expressão para algo simpático e meio falso, bem típico dela. As duas se abraçam brevemente e a jornalista acena com a cabeça na direção de Cabott antes de vir até a minha direção. Levanto-me e ela estende a mão, a qual aperto firmemente.

— Boa tarde, Cassidy. Meu nome é Leslie.

— Tudo bom com você? – Pergunto enquanto sentamos em nossas respectivas cadeiras.

— Sim. – Ela responde, tirando uma mecha do cabelo loiro do rosto. — Mil desculpas pelo atraso, mas o trânsito de Nova York é muito intenso, você sabe.

Apenas aceno com a cabeça e ela entende a deixa, levantando a mão para que o responsável pela câmera a ligue e a entrevista ao vivo comece. Arrumo meu cabelo e ajeito-me na cadeira e, então, começamos.

— Boa tarde, galera. Eu sou Leslie, do canal LeslieTV, e estamos aqui com a belíssima e maravilhosa Cassidy Snow em uma entrevista exclusiva sobre o seu mais novo álbum, The Heart. Tudo bom, Cassidy?

— Tudo sim, Leslie. – Viro-me para a câmera e levanto minha mão direita, esbanjando um grande sorriso para complementar. — Oi gente! Cassidy aqui!

A loira sorri e pega uns papéis do bolso da calça colorida.

— Bom, vamos começar pelas perguntas do pessoal de casa. Selecionei algumas antes de vir para cá e, cá entre nós, acho que elas são muito boas.

Sorrio como sempre e ela ajeita os papéis, lendo o primeiro em voz alta.

“Qual é a sua música favorita do álbum The Heart?”

— Essa é complicada, porque gosto de todas! Mas acho que a principal, The Heart, é a minha favorita.

“Em The Heart, você fala de como o seu coração foi partido e como ainda sente saudade dos bons momentos. Essa parte foi baseada em fatos reais ou não?”

— Eu acredito que todo mundo, ao menos uma vez na vida, tenha passado pelo bom e velho coração partido. Eu já sofri, obviamente, mas não foi isso que me motivou a escrever a música.

— Você falou de um ponto interessante agora e que eu gostaria de discutir. – Leslie para de olhar os papéis para se concentrar em mim. — A sua inspiração para o álbum. Diferente do Birthday, que foi um álbum com músicas mais animadas, eu notei que em The Heart você se entregou mais, foi um álbum que realmente veio de você.

— Sim, você tem razão. – Confirmo e me ajeito novamente na cadeira, cruzando as pernas. — Meu primeiro álbum tem uma pegada mais “leve”, com músicas mais próprias para qualquer ocasião. Já nesse eu senti que precisava ser o completo oposto e isso explica porque a maior parte das canções tem esse ar mais pesado, com tons de voz menos agudos e mais graves, toda uma musicalidade bem diferente... Devo confessar que fiquei receosa quando tive a ideia do The Heart porque meu público já havia se acostumado com aquela Cassidy Snow, mas hoje vejo que fiz a melhor decisão da minha vida investindo em um novo caminho.

— Uau, isso foi muito interessante. – Leslie diz e eu dou de ombros, olhando de relance na direção onde Alex deve estar e encontrando o seu olhar. Ele faz uma careta para mim e eu reviro os olhos, voltando à atenção a jornalista bem na hora em que ela está lendo o início da nova pergunta.

“É possível dizer que a Cassidy de Birthday é bem diferente da Cassidy de The Heart?”

— Com toda a certeza possível. Como eu disse anteriormente, a eu de agora não é mais como a eu de três anos atrás. Sinto que fiz a coisa certa evoluindo a minha personalidade, mas mantendo os pés no chão, sempre lembrando das pessoas que me ajudaram no começo e fazendo de tudo por elas e por todo o resto. Eu até brinco dizendo que em meu primeiro álbum eu usava roupas mais coloridas e falava de uma maneira bem diferente de como me visto agora. Tudo isso obra dessa evolução que eu fiz.

— Eu ainda não ia entrar no assunto da roupa, mas já que puxou acho que preciso falar o quanto está deslumbrante nesse vestido. – Leslie gesticula em minha direção e levanto, deixando com que o vestido esvoace e fale por si só.

— Sim, eu estou apaixonada nele! Quem me ajudou à encontra-lo foi minha irmã, Catherine. Não é lindo? – Rodopio, fazendo com que o vestido gire junto comigo. Ouço um “psiu!” e viro-me para ver Catherine me olhando ferozmente. Abaixo a cabeça e volto a me sentar.

— Sim, ele é realmente muito bonito. – A loira responde e voltamos à entrevista, que segue de maneira fluida. Quando terminamos, dou um abraço em Leslie e autografo o CD dela, além de tirarmos uma selfie e uma foto oficial. Quando ela sai e as luzes são desligadas, finalmente parece que posso respirar normalmente e a primeira coisa que faço é desamarrar as amarras do salto, tirando um por um e caminhando descalça em direção ao camarim improvisado.

Alex e Catherine me seguem, já que Cabott já foi embora, e começo a tirar a minha roupa, nem sentindo vergonha alguma com Alex no mesmo recinto.

— Ótima entrevista, Cassidy. Poderia ter sido um pouco mais formal, mas não tem problema. – Catherine começa com seu turbilhão de críticas e finjo prestar atenção enquanto troco de roupa e começo a pensar onde irei jantar com Alex. — Você está me ouvindo?

— Claro que ouvi, Cat e, sinceramente, não estou a fim de ouvir os seus sermões agora. Bora, Alex. — Chamo o mais velho e ele levanta, rapidamente, do sofá. Vamos caminhando em passos lentos até o carro dele; enquanto isso, decido dar uma olhada rápida no meu Instagram e já vejo que Leslie postou nossa foto.

“Com a maravilhosa @cassidysnow! Muito obrigada pela entrevista! #BuyTheHeartOnItunes”

Curto a foto antes de entrar no carro de Alex e, quando entro, meu nariz é inundado pelo cheiro do cigarro.

— Você devia ao menos jogar um spray perfumado nesse carro ás vezes. – Abro as janelas enquanto ele dá a ré.

— Só quem reclama do odor do meu carro é você, Cassie.

— Ou as garotas que você sai não tem olfato nenhum ou elas estão chapadas demais pra sentir esse cheiro, porque não é possível.

O moreno dá de ombros e eu reviro os olhos, voltando o meu olhar para fora do carro. Rapidamente os paparazzi aglomeram-se enquanto tentamos sair de carro e os flashes não param. Abaixo a minha cabeça e, depois de muita luta, conseguimos sair do meio da multidão, entrando no trânsito infernal de Nova York.

— E aí, tá a fim de comer o quê?

Olho pela janela e vejo a multidão de pessoas de todos os lugares e culturas e suspiro.

— Quer saber? Escolhe você.

Ele sorri e fecho os olhos com o barulho baixo do motor, acelerando á cada minuto.

— BB —

POV Hunter

Inspira.

Fecha os olhos.

Conta até dez.

Expira.

Abre os olhos.

Respirando fundo, abro a porta verde e já antiga do apartamento e já dou de cara com Kiara esparramada no pequeno sofá de couro vermelho, sentada de cabeça para baixo no mesmo, com as pernas balançando do lado de fora.

— Mas o quê...

— Pai! – Minha filha, finalmente, nota a minha presença e se endireita no assento, parando por alguns segundos contra a rápida vertigem e correndo em minha direção. Mal abro os braços e ela se joga contra mim, o que faz com que eu perca o equilíbrio e acabamos caindo no chão.

Kiara ri e me dá um beijo na bochecha, levantando-se em seguida. Os cabelos curtos e (nesse momento) de cor esbranquiçada estão amarrados em um rabo de cavalo frouxo e noto as pequenas argolas de ouro em suas orelhas.

— Quem te deu essas argolas?

Antes que ela possa me responder, sinto uma presença atrás de mim e mal tenho tempo de reagir antes que Peggy também pule em cima de mim e, mais uma vez, caio no chão.

— Será que eu posso me levantar? Os seus peitos estão me fazendo perder a respiração, Peggy.

— Ai meu deus, você viu? – A morena pergunta e se levanta, pegando as minhas duas mãos e as pondo em seus peitos. — Novinhos em folha, bebê. Sente só.

— Seria estranho se eu dissesse que realmente estou notando uma diferença desde a última vez?

— ECA! – Kiara grita e viro o meu olhar para onde ela está na cozinha, abrindo a geladeira e pegando uma lata de refrigerante. — Pai, por favor.

Dou de ombros e levanto com a ajuda de Peggy. Ela se apoia em meu braço e dou um beijo em sua testa. Kiara revira os olhos com nossa demonstração de carinho e volta a atenção para a panela.

— Ei, isso era pra estar ficando preto?

— MEU DEUS, O MOLHO! – Peggy grita e corre para o fogão, enquanto eu jogo a mochila de lado e já vou tirando a minha roupa no caminho do meu quarto. Sento-me na cama e tiro as botas, uma por uma. Solto um suspiro e balanço minha cabeça de um lado para o outro, na tentativa de melhorar a tensão existente na base da minha nuca.

— Ei. — A voz de Peggy faz com que eu abra meus olhos e me concentre em sua figura, encostada casualmente no batente da minha porta. — Você está bem?

Não respondo nada e já é o suficiente para que ela venha até mim, ficando de joelhos na cama atrás de mim e comece a massagear meu pescoço.

— Valeu, Peggy.

Ela tira uma das mãos do meu pescoço para acariciar meu cabelo e sei que é o jeito dela de retribuir o agradecimento.

— Eu preciso falar com você.

Abro meus olhos e já me preparo internamente. Peggy nunca usa esse tom de voz, a não ser quando vai dar alguma ordem ou ditar alguma decisão. Eu conhecia esse tom, das inúmeras noites que passamos acordados discutindo o que fazer com nossa tropa.

— O que foi, Peggy? – Murmurei e ela respirou fundo, preparando-se para dizer o que quer que estivesse lhe deixando aflita.

— GENTE, VOCÊS AINDA VÃO COMER? – Kiara gritou, da sala de estar, e nos viramos para o rumo de sua voz. Sabia que não havia como ela me contar o que queria agora, então apenas fiz um gesto para indicar que iríamos conversar mais tarde e ela assentiu.

Voltei para a cozinha e lá estava a minha filha adolescente, enchendo um prato com macarrão e almôndegas enquanto pegava, com a outra colher, um pouco do molho de tomate feito em casa.

— Como você pode comer tanto e continuar desse tamanho? – Indaguei e ela piscou, dando de ombros em seguida.

— Vai ver é a genética. – Ela respondeu e ficamos em um silêncio desconcertante. O tópico sobre a mãe de Kiara era um assunto que eu preferia não discutir e, antigamente, eu não recebia tantas perguntas da mais nova sobre sua progenitora, mas Kiara era esperta e eu sabia que seria questão de tempo até ela começar a me perguntar. Ultimamente ela vem jogando comigo, falando de maneira evasiva de sua mãe e eu, claro, respondo da mesma forma. Tinha prometido á mim mesmo que só tocaria no assunto quando ela me perguntasse abertamente.

Peguei um prato do armário da cozinha, enchi de macarrão, almôndegas e molho e fui para a mesa quase inutilizável da pequena sala de jantar, com minha comida e uma garrafa de cerveja na mão. Peggy saiu do meu quarto e preparou o seu prato também, vindo sentar ao meu lado.

— Eu aposto que ela mal vai terminar de comer e já vai dormir. – A morena falou e apontou com o garfo na direção de Kiara, que estava concentrada em seu seriado enquanto comia.

— Eu não vou apostar nada porque isso é bem típico dela.

Peggy sorriu e pegou a minha garrafa de cerveja para tomar um gole, me passando depois para que eu bebesse também.

— Ela tirou 10 na prova de Geometria.

— Sério? – Sorri com a notícia. Kiara sempre foi uma boa aluna e nunca havia me dado trabalho quando o assunto eram as notas da escola, mas eu não cansava de ficar orgulhoso quando via o resultado de seu trabalho árduo. — Ela nem me disse nada.

— Ela está preocupada com algumas coisas... Você sabe, coisas de garota.

— Não, eu não sei. Ela não vem se abrindo mais comigo como antigamente.

— Hunter, ela cresceu. – Peggy falou e eu voltei a minha atenção para as almôndegas. — Sua filha não é mais uma criança de 9 anos, com os olhos brilhantes e o sorriso sapeca que te idolatrava. Ela é, praticamente, uma mulher agora.

— Ás vezes eu me esqueço disso. E não é porque eu quero, mas é porque, pra mim, ela sempre vai ser a minha garotinha.

— Isso é até fofo, mas você não pode ficar pensando assim. Ela quer que você a trate como a adulta que ela quer ser, então acho bom começar à fazer isso antes que seja tarde demais.

Trocamos um olhar e aceno com a cabeça, concordando com o que ela diz. Olho, mais uma vez, na direção de Kiara e ela está dormindo. A expressão serena em seu rosto ainda é a mesma desde que nasceu e deve ser por isso que eu nunca consigo lembrar que minha garotinha agora está crescida. Peggy se levanta e pega os nossos pratos sujos, enquanto eu pego os talheres e a garrafa de cerveja vazia e vamos para a cozinha. Chegando lá, ela começa a ensaboar e enxaguar enquanto eu pego um pano e fico ao seu lado para enxugar tudo.

— Você ainda não me contou o que ia me falar lá no quarto.

Finjo que não prestei atenção, mas com olhar periférico vejo que ela parou por alguns segundos com o que eu disse.

— Deixa para lá. É besteira minha.

— Peggy. – Seguro a sua mão, que estava no meio de ensaboar um dos garfos, e ela para. — Você sabe que pode me contar tudo.

Espero, pacientemente, que ela fale ou não o que quer. Ela respira fundo e fecha os olhos ao fazer isso, abrindo-os vagarosamente em seguida.

— Você sabe que eu sempre fui louca pela Kiara. Não sabe?

Aceno com a cabeça e ela continua.

— Lembro do dia que me ligou, mais assustado do que no meio do fogo de combate, implorando por minha ajuda porque a sua ex-namorada louca tinha deixado com você um bebê que, aparentemente, era seu. Eu fiquei doida e acho que tomei umas quatro multas vindo da casa dos meus pais até aqui de moto. Quando cheguei, você estava sentado naquele mesmo sofá onde ela está dormindo e quase chorou quando me viu.

— Parecia que eu tinha visto Jesus vir me salvar. – Murmurei e ela riu, mesmo com as lágrimas caindo de seus olhos.

— Eu peguei ela nos braços e, na mesma hora, ela se calou. Nem parecia que estava gritando feito uma doida dois minutos atrás.

— Até hoje acho que você injetou alguma coisa nela. – Ela riu de novo e respirou fundo, mais uma vez, para continuar.

— Eu lembro que te fiz uma promessa naquele dia. Você lembra?

— Que não importasse o que acontecesse, você não ia deixar nada acontecer com nós...

— Isso mesmo. E eu nunca deixei de cumprir a minha promessa.

— Peggy, por favor, me diz o que você quer.

— Eu quero te fazer um pedido, Hunter. E eu sei que esse pedido vai soar estranho e totalmente difícil de ouvir e eu sei que vou sofrer muito com a sua resposta porque, se você disser não, eu não sei se vou ter mais coragem de ficar ao redor de vocês.

— Ei. – Sussurro e acaricio os seus cabelos, lhe dando um beijo estalado do lado de sua orelha. — Pode me falar.

— Ontem eu fui ao meu ginecologista. Ele me disse que, apesar de eu estar em boas condições para a minha idade, eu preciso pensar mais em meu futuro. Eu nunca te disse, mas eu sempre quis ser mãe. Sempre foi meu sonho. Quando a gente ficou junto, eu pensei que talvez fosse ter o seu filho, mas a gente se separou e aí eu deixei esse desejo engavetado em minha mente. Até ontem. Meu ginecologista disse que, talvez eu não consiga mais engravidar de forma natural, mas que eu ainda posso tentar com inseminação e eu não vejo uma oportunidade melhor do que agora, só que eu não consigo pensar em ter um filho de uma pessoa estranha. Enfim, o que eu quero dizer é... Hunter, você é meu melhor amigo, uma das únicas pessoas que verdadeiramente conhece à mim e a minha história e não conheço melhor pessoa do que você. O que acha de ser o pai do meu filho?


Notas Finais


AJUDA VISUAL

Cassidy #OOTD (na entrevista): https://i.imgur.com/DyG3xj5.jpg
Cassidy #OOTD (depois da entrevista): https://i.imgur.com/Ip7SAnp.jpg
Hunter #OOTD: https://i.imgur.com/0Eb5m7r.jpg
Catherine #OOTD: https://i.imgur.com/KRSqBnQ.jpg
Peggy #OOTD: https://i.imgur.com/i2k8wRy.jpg
Kiara #OOTD: https://i.imgur.com/RllPZap.jpg
Jornalista/Youtuber Leslie Lagos: https://i.pinimg.com/originals/d0/cf/a9/d0cfa90b372c318d0f9b0e487635bb22.png
Capa do CD "The Heart", de Cassidy Snow: https://i.imgur.com/SoeG6mG.png
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AAAAAAAAAAAAAAAA E AÍ?
Mano, eu parei na melhor parte! -q
Claro né, eu sou dessas u_u
Gente do céu, eu fiquei ainda mais apaixonada na Cassidy nesse capítulo <3
Ela é muito fofa, né?
Vocês notaram a cobra, digo, a pessoa que é a Catherine nesse capítulo? Se preparem pra ainda mais veneno da primogênita Snow! MUAHAHAHA
GENTE E PEGGY?! LINDÍSSIMA, ABALOU TUDO!
Peggy e Kiara são meus bebês em BB, confesso.
MANO MANO MANO
O QUE FOI ESSE PEDIDO LOUCO DA PEGGY NO FINAL?
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA QUAL SERÁ A RESPOSTA DO HUNTER?
Eita @deus, ajuda ae né!
Espero que estejam preparados/as pra o que ainda vem por aí viu? Tô guardando várias cartas na minha manga boca de sino -q
É isso! Vejo vocês depois! Beijos <3


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