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História Barreiras - Capítulo 3


Escrita por: e Milly_saiko


Capítulo 3 - The world of the lady magic



Eu não sei o que era aquilo é nem como aconteceu mas, eu sentia que era algo relacionado a minha mãe.
Fiquei com isso na cabeça a noite inteira.
Mas ainda bem que consegui dormi.
Acordei e fui pra escola ma força do ódio.
- bom dia professora Lúcia.
- chegou cedo?, o mundo está acabando e eu não sabia?
- haha
Rio ironicamente para não parecer rude.
Me sentei e foi a primeira aula que tive tranquila, até fiz as atividades sem reclamar.

A aula terminou e estou saindo da escola quando alguém puxa meu braço.
- hum?
- o-ola.
- Ah oi emma.
- será que a gente po-poderia conversa um pouco?
- Claro.
Essa é emma, cabelos ruivos e olhos azuis, e sempre veste roupas fofas.
Nos andamos um pouco e nos sentarmos em uma praça.
- certo pode falar.
- vo-você q-quer,IR AO BAILE NO FINAL DO ANO COMIGO?
- Ah, tudo bem.
- s-serio?
- sim.
- tá b-bom.
Dou um beijo em sua bochecha e saiu
- tchau.
- t-tchau.
Fala toda corada.
Eu acho até que bonitinha.
Vou direto pra casa e quando chego olho em volta, e vou ao meu quarto.
- vamos lá.
Pego a carta As de espadas e faço um "A" no ar.
E volto novamente aquela roupa.
- eu tô muito estranha, não gosto.
Isso é um tipo de roupa mágica né?, se for eu preciso saber como usar.
- Ah não dá, não sei como usar isso desisto, corra Az de espadas.
Botei a carta na cama e pensei......pensei...pensei e.
- já sei quem pode me ajudar.
Dormi e de manhã cedo fui a uma biblioteca
- não me importo em faltar aula, não vou morrer se perde alguma matéria.
Falo pensando na birra que minha professora de história vai fazer quando eu ir a escola amanhã.
Chego em frente à biblioteca e entro.
- bom dia silver.
- bom dia Lívia.
- Meu nome é Olivia haha.
- gosto de chamar Lívia haha.
- tudo bem.
- quer algum livro?
- não eu....eu preciso de ajuda.
- aconteceu algo?
- não nada de grave,....so que, eu sei que vc sabe bem de histórias, magicos e de poder.
- sim?
- eu preciso te mostrar algo mas, não aqui, privado?
- Claro.
Eu sigo ele e ele abriu uma porta, era um lugar com muitas caixas de livros.
- aqui podemos conversa.
Diz ele
Eu pego a carta e faço o mesmo movimento no ar e as roupas aparecem.
- o que é isso?
Fala curioso.
- eu não sei eu, ah....um homem..
- um homem?- fala balançando as mãos pra eu continuar com a história.
"Não posso falar pra ele".
- eu estava em casa e me transformei disso do nada.
- estranho.
- s-sim- falo nervosa.
- eu li um livro não tão antigo, sobre uma mulher que tinha uma roupa de assistente de mágicos assim como vc, deve até aqui em algum lugar.
Ele começa a procura nas caixas.
- Ah achei.
Ele me entrega o livro.
- senhora magia?
- sim, esse livro fala sobre Uma mulher que fazia coisas aparecerem de sua cartola apenas com algumas palavras.
- obrigado, vc né ajudou muito.- falo feliz.
Fui sair do lugar onde estávamos.
- Olivia.
- oi?
- suas roupas.
Fala apontando pra mim,.....droga esqueci.
- Ah sim, corra Az de espadas.
Sai de lá e fui pra casa pra ler o livro.
Cheguei e fui direto pro quarto, peguei o livro na minha bolsa e comecei a ler umas páginas

Senhora magia.
Uma mágica de alto nível, com algumas palavras ela conseguia fazer coisas inesperadas sair de suas cartola.
Mas não era uma mágica qualquer.

- como assim " não era uma mágica qualquer"?

Com seus poderes ela salvava pessoas, uma rainha, assim que as pessoas se dirigiam a ela, rainha de espadas.
Por usar uma carta de rei de espadas.
Ela sempre ia ajudar as pessoas, não importa quem elas forem.

Curiosidades: ela estudava tudo sobre magia, e sempre tinha um bom humor.

- então eu tenho que estudar sobre mágicas?
Me levanto e me transformo na assistente de mágico.
- se eu sou uma salvadora da humanidade preciso de um nome legal.
Fiquei pensando em vários nomes,...magia..,rainha de espadas, senhora do truco...não eu nem sei jogar truco.
- já sei lady magic, é bonito e simples de falar.
Alguém entra na minha casa e quando vou ver, era cora.
- que está fazendo aqui, por que não bateu na porta?
- eu gritei foi muito lá fora- ela ia continuar a falar e eu tenho certeza que ia me chamar de lesada, mas ela olhou pra minha roupa, droga não tinha como me cobrir.
- que porra é essa?




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