História Base de Apoio a Páscoa - Capítulo 1


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Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Bap, Debut, Páscoa, Ywf
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Palavras 1.800
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos ver então um dos hinos de debut do maravilhoso projetinho YWF!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Aka B.A.P


— Chocolate, chocolate e mais chocolate! – Um ser de pelagem branca e fofa, andava em passos rápidos e fortes pelo corredor, do que parecia uma fábrica ou algo do tipo. Era um tipo de coelho, mas maior do que os que costumamos ver por aí.

– Não aguento mais, ver e comer, essa droga!

— Mas, chefe, a páscoa é na próxima semana! Se o Sr. nã- – O pequeno coelho que o seguia correndo foi logo interrompido.

— Eu não me importo! Se virem! – Abrindo a porta principal, saiu, andando às pressas e deixando o pequeno coelho desesperado para trás. – Eu estou de férias agora!


Aquela última frase do maior fez o pequeno congelar. Seus pensamentos se misturavam uns aos outros e ele já não sabia mais o que fazer, apenas tremer. Depois de passar longos minutos quase batendo a cabeça na parede, percebeu que não havia mais nada a se fazer a não ser declarar estado de emergência a páscoa.


— Como assim, o coelho da páscoa foi embora?! – Uma moça, nem humana, nem coelho, e sim, mais uma híbrida dos dois, perguntou indignada ao pequeno coelho que estava em sua frente quase em prantos.

— Ele disse que agora está de férias. E... Eu não sei o que vamos fazer! – O pânico era bem visível em seus olhos. – Não podemos continuar a fabricação e distribuição dos ovos sem o coelho da páscoa aqui! Ele quem sempre organiza tudo, e se encarrega de distribuir cada ovinho, por isso ninguém nunca foi preparado para esse tipo de situação. – Respirou fundo, recuperando o pouco fôlego que lhe restava. – Vamos ter que usar o método de emergência.

— Ninguém nunca usou ele, Bunny. Nem ao menos sabemos o que acontece se apertarmos o botão.

— Então vamos descobrir, oras! – O menor logo foi até uma mesa branca com um  botão vermelho e, sem pensar duas vezes, usou sua patinha para apertá-lo com toda a confiança possível.


De inicio pareceu não ter acontecido nada, mas depois, só se ouvia o som de um alarme muito alto, luzes vermelhas piscando por toda a fábrica e um estrondo ecoou da central. Os dois, que antes conversavam numa sala praticamente vazia e tranquila, já estavam no meio do tumulto.


— Você acha que foi uma boa ideia? – A moça perguntou.

— Nada na vida é uma boa ideia. – Respondeu o outro, mexendo o focinho curioso com o que tudo aquilo causaria.


Não demorou muito para o teto da central se abrir e, lentamente, um OVNI (?), veio descendo do céu num local, perfeito até demais, para seu pouso, fazendo com que todos os operários da tal fábrica observassem o veículo assustados e/ou admirados. Quando o mesmo tocou o chão do local, uma porta se abriu, liberando um pouco de fumaça que parecia ter lá dentro e deixando a vista de todos algumas silhuetas.


— Qualquer coisa... Corre. – Cochichou a garota sem tirar os olhos do objeto estranho.


As silhuetas logo se moveram e, saindo de dentro daquela nave, seis altos homens foram contemplados por todos. Eles usavam roupas um tanto quanto diferentes e bem menos coloridas, juntamente com uma máscara branca, que representava um coelho um pouco estranho, cobrindo o rosto de cada um.


— Quem são vocês? – Um outro híbrido desconhecido que estava em meio a alguns operários perguntou receoso.

— Boa pergunta. – Um dos mais altos disse e pigarreou, fazendo um sinal com a cabeça para os outros cinco.

— Nós somos B.A.P! Yes sir! – Gritaram os seis em coro, retirando as máscaras logo em seguida.

— Me chamo Yongguk. – O único que tinha falado até agora se apresentou. – Estes são: Youngjae, Daehyun, Jongup, Himchan e, por fim, Zelo. – Foi andando até o outro lado da fileira na qual estava, apresentando cada um dos estranhos. – Como já dissemos, somos o B.A.P e... Vocês ao menos sabem o que é o B.A.P? – Foi respondido pelo silêncio.

— Melhores respostas! – O tal Youngjae fez “joinha” para todos com as duas mãos.

— Certo, certo. B.A.P significa Base de Apoio a Páscoa. Somos um grupo de emergência, que atua na ausência do coelho da páscoa ou quem quer que seja o chefão desse lugar. Vocês apertaram o botão vermelho,deveriam no mínimo ter noção de quem somos. – Revirou os olhos, ajeitando a jaqueta preta que vestia.

— Se o coelho da páscoa nos desse informações suficientes, talvez, já soubessemos quem são vocês. Mas ele é um vacilão que deixa todo mundo confuso e leigo sobre vários assuntos... Se é que me entende. – A moça respondeu, ajeitando a prancheta que carregava e, escreveu alguma coisa na mesma.

— Eu entendo. – O menor entre os seis, Jongup, se pronunciou. – Já tive que conviver com ele por uns dias quando ainda estava em treinamento e, confesso que não entendia quase nada do que ele tentava explicar. Aquele coelho é louco!


Os seis continuaram uma longa conversa juntamente com o pequeno coelho, chamado de Bunny, e a moça hibrida. Perderam tempo demais com todo o papo e só pararam quando perceberam que a fábrica estava fechando por aquele dia.


— Muita conversa para pouco tempo. – Disse Himchan, esticando os braços.

— Perdemos um dia, que ótimo! – Yongguk comentou em tom sarcástico. – Com a fábrica fechada não vamos poder fazer nada, sinto muito.

— Tudo bem. – Bunny saiu pulando. – Têm uma casa livre lá atrás, acho que dá para os seis dormirem por enquanto.

— Ah! Que bom! Não vejo a hora de pregar os olhos e cair no sono. – Zelo disse, logo seguindo o coelho.


Todos foram atrás de Bunny, exceto a moça que seguiu um caminho diferente, dizendo que ia resolver algumas coisas antes de dormir. Ao abrirem uma porta de ferro se depararam com um campo muito grande, cheio de casinhas pequenininhas, mas perfeitas para o tamanho de um coelho.


— Se você pretende nos colocar para dormir em uma dessas, desista agora. – Yongguk avisou.

— Eu sou um coelho, não uma mula. – O pequenino saiu pulando, fazendo com que os outros continuassem o seguindo.


Parando em frente a uma casa, não muito grande e nem muito pequena em espaço, porém da altura perfeita para eles, os olhou e pediu para entrarem. Fez todo um comitê de boas vindas e depois saiu, os deixando a vontade.


— Esse coelho da páscoa é uma piada! – Daehyun não queria dormir, apenas reclamar. – Em todo esse tempo que treinamos e ficamos a postos ele nunca nos chamou e, logo quando vemos que só falta uma mísera semana para a Páscoa, por isso nem estávamos tão preocupados, ele decide jogar tudo pros ares e sumir. Folgado!

— Por que está reclamando? É o nosso trabalho! Não sabemos fazer nada além disso. – Himchan pronunciou-se.

— Fale por você. – Youngjae se pôs a falar. – Eu estava muito bem vendendo minha arte na praia.

— Sua arte de ser trouxa? – Jongup riu da própria piadinha. – Não sabia que dava pra vender.

— Disse o mais trouxa do grupo! – Yongguk retrucou pelo colega.

— Dá pra vocês calarem a boca!? – Zelo gritou em meio a confusão. – Eu tô tentando dormir aqui!

— Cala a boca você! – Youngjae respondeu.

— Olha aqui seu atrevido... – Zelo jogou um dos travesseiros na cara do mais velho. – Você me respeite, porque eu sou um bebêzinho que precisa de um bom sono da beleza.


Depois daquilo todos não paravam de rir e fazer bullying uns com os outros. Pelo menos até os seis bagunceiros desmaiarem de sono.


...


Nas manhãs de cada dia seguinte era sempre a mesma coisa. O pequeno coelho Bunny os acordava as pressas e bem cedo para começarem a trabalhar bem antes da fábrica ter todos seus equipamentos ligados; Yongguk queria mandar em tudo e suas ideias tinham que ser sempre melhores que as dos outros; Zelo só queria acabar logo o trabalho para descansar ou se divertir com alguns amigos que fizera; Youngjae vivia retrucando o metido a líder e fazendo comentários desnecessários a cada cinco segundos; Daehyun ficava quieto a maior parte do tempo, mas quanto abria a boca não parava de reclamar ou contar histórias; Jongup fazia piada de tudo, mas, em compensação, era o que mais trabalhava com a mão na massa; e por fim, mas não menos importante, Himchan estava sempre separando brigas e acalmando os nervos de todos com seu ótimo jeito calmo.

E é claro que eles também causaram muitos problemas, porque se não tivessem problemas não seria o B.A.P. Já chegaram até mesmo a passar quase uma madrugada toda limpando chocolate que tinha sido jogado pra todo lado durante uma das muitas discussões de Yongguk e Youngjae.


...


Finalmente, o último dia de trabalho na fábrica, chegou ao seu fim. Todos os ovos de Páscoa que precisavam ser distribuídos em caças aos ovos e festinhas infantis estavam encaixotados e prontinhos para serem entregues no dia seguinte.


— Yongguk! – Himchan chamou o rapaz de canto.

— O que foi? – O mesmo respondeu, o acompanhando.

— Não podemos já entregar alguns dos ovos? Isso adiantaria o nosso trabalho e poderíamos ir embora mais cedo, que tal?

— Não sei, Himchan. O coelho da Páscoa sempre disse para não nos afobarmos muito.

— O coelho da Páscoa é doido! Ele só diz isso porque a vida dele é a Páscoa, ele não tem uma família como a gente, não tem mais afazeres como a gente, ele vive a base de ovos de chocolate! – Suspirou. – Vamos, Yongguk! Por favor!

— Tá bom! Tá bom! – Yongguk revirou os olhos e se afastou de Himchan, indo avisar a todos a nova decisão.


Foi dada a ordem oficial! A distribuição dos ovos de Páscoa começaria imediatamente.

Os seis pediram ajuda para alguns operários que ainda não tinham ido descansar e carregaram a "nave espacial" deles com todas as caixas e caixotes lotados de ovos de Páscoa de todos os tamanhos, cores e formatos. Após a trabalheira, quando já era quase meia noite, levantaram vôo e foram de volta para o mundo humano entregar os ovos.

Deixaram tudo em seus devidos endereços. Eram casas, lojas de conveniência, mercados, salões de festa e muitos outros lugares interessantes e desinteressantes.

Um ovinho ou outro, decidia sair rolando ladeira abaixo, assim como o Marcos desse o morro, mas nada que um Himchan desesperado e, um Zelo sonolento não possam aguentar.

Outros ovinhos quebraram no meio do caminho, praticamente, morreram para ver se no céu tinha pão, mas os gritos de Yongguk e Youngjae os ressuscitava na hora.

Além daqueles que simplesmente sumiram, porque Jongup e Daehyun tinham fome e mereciam seus devidos salários.


...


Voltaram todos de manhã para a fábrica para fazerem o relatório das entregas e irem embora de vez. E, como uma bela surpresa, se depararam com o próprio coelho da Páscoa em carne, pêlo e osso.


— O que vocês fazem aqui, seus loucos? – O bicho fofinho perguntou.

— Viemos fazer o relatório das entregas. – Jongup respondeu.

— Que entregas?

— Dos ovos…?!

— Vocês entregaram os ovos de Páscoa!?

— Sim. – Yongguk tomou a frente. – Por que? Algum problema?

— Todos! – O coelho pegou um pequeno calendário que guardava em um bolsinho e mostrou para os seis. – Falta um mês para a Páscoa!


Notas Finais


ADICIONEM E SIGAM O @YWF !!!

Vamos, é claro, fazer aqueles textinhos finais bem xuxuzinhos:
@LiHak muito obrigada pela oportunidade de fazer parte desse projeto, o qual eu lhe parabenizo pela criação, e também por todo o amor! @Bioluminescenci muito obrigada pela compreensão, paciência e pela betagem maravilhosa! Estou apaixonadinha! @heyahe muito obrigada pela compreensão e paciência também e, já lhe parabenizando pelo trabalho, obrigada pela belíssima capa!


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